Na noite em que Kabīr tocou na pena, ele acordou fora de seu corpo. Seu espírito tinha asas como um Brāhmaṇa, e ele voou para fora do cômodo, explorando cada canto de sua amada Cidade Dourada que nunca estivera. Kabīr desejou ter nascido um Brāhmaṇa, pois assim nunca precisaria se despedir de Sūrya.

Ao amanhecer, Sūrya não parava de perscrutar o céu. Nos últimos tempos, era algo que fazia com frequência. Pelas ruas, a Cidade Dourada estava toda enfeitada para a chegada dos Brāhmaṇas. E, quando finalmente despontaram no horizonte, Sūrya obrigou-se a andar em direção ao templo para encontrá-los.