Em um dia qualquer, Kabīr viu a bebê pela primeira vez e ficou extasiado. Qual era mesmo seu nome?... Sūrya! Sua pele era quase transparente de tão clara, seu cabelo era da cor da areia, e seus olhos, da cor do céu. Nem sinal das asas, que ainda iriam desenvolver. Já Kabīr tinha a pele amarronzada e olhos escuros, como qualquer não-Brāhmaṇa.

Quando o viu, Sūrya, sorridente, estendeu-lhe a mãozinha e balbuciou. Kabīr achou o som mais lindo do mundo. Ele quis se aproximar, mas as Śūdras-cuidadoras não deixaram. Então, ele sentou ali por perto mesmo, só para poder admirá-la.