Asas Malditas

3 Capítulo 3 - Um Anjo Em Casa


Notas iniciais
Gente, espero que goste desse capítulo e não se esqueça de comentar suas ideias aqui, SOLTE A IMAGINAÇÃO! Não precisa ser pro próximo capítulo mas do jeito que vc acha que gostaria que algo acontecese! E também não esuqeça de acompanha-lá pois estou dando mt trabalho nela para satisfazer vcs leitores!

Sentia a brisa e o calor do sol de manha, a respiração lenta e quente de Peter sentia em minha cabeça fazendo fechar os olhos e esquecer tudo. Depois de um tempo notei que estávamos na varanda e Peter havia guardado já as asas e não havia mais o brilho. — E então? Respirei alto e tentei falar mais parecia que a minha garganta estava seca e incapaz de sair som. — Sem palavras... — Peter ergue as sobrancelhas — Acho que sim. Surge um sorriso leve em meu rosto e então eu digo: — Foi, foi completamente surreal. Sai um riso da boca de Peter, fazendo eu desviar o olhar do chão para seu rosto. Nem parecia que havíamos voado, nem um pingo de suar e nada. — É difícil voar? Perguntei a ele curiosa pelo os músculos que surgiam ao revelar as asas. — Na verdade não, só se você ficar anos e anos voando. Cansa mas não é difícil... Por que? — Bom, parece que nem voamos. Esta nem suando. Peter suspira e então retorna a sala de estar. Sigo ele percebendo que havia passado das dez horas, "droga" pensei. Estava atrasadas para o trabalho, então corro para meu quarto pegar a bolsa e recolho as chaves do apartamento na divisória entre a cozinha e a sala de jantar. — Onde vai? Olho para ele e percebo que teria que deixa — ló sozinho. — Trabalhar, e prometa que não vai fugir em! — Sim, pode deixar. Quem vai fugir de comida grátis? — Daqui apouco não vai ser mais grátis em! Digo rindo e fechando a porta. Era algo impossível de acreditar mas, eu tinha um anjo em casa. Descendo as escadas percebo que o gato de minha vizinha Virgínia havia saído do apartamento dela, dou carinho nele e ouço ele ronronar. — Tchau gatinho. Abro a porta sentindo um vento gelado em minha pele, dou um passo a frente e sinto o calor do sol. Viro a direita para ir até a esquina onde havia um semáforo e a faixa de pedestre, esperei abri e travessei já chegando no trabalho. Entrei pelos fundo e peguei o avental verde e passei meu cartão para marcar o horário, vou até o balcão e espero atender alguém. Sinto uma bundada em mim e olho para o lado e lá estava Penny sorrindo maliciosamente para mim. — Como foi ontem? Ah não espera já sei, você ficou rosa ele riu e depois o que rolou? Eu ri tanto que quase gargalhei, nunca imaginei que seria tão rápido. Ao contrário de Penny se fosse por ela ter um cara no apartamento seria que nem ter um marido em casa com filhos. — Você é muito apressada Penny! — É você que é lerda! Rimos juntas, mas então lembro que estava atrasada e tinha que cobrir esse atraso. Enquanto Penny estava no caixa, preparava um cappuccino para um cliente, tirei da máquina e peguei a espuma. Então de repente e senti aquele vento forte quando voava com Peter, seus músculos que me faziam me sentir segura mais do que nunca. Os olhos claros que mudavam de cor, quando mais sombrio seus olhos ficavam mais raiva eu sabia que vinha a tona. Mas quando voávamos seus olhos cinzentos ganham brilho e se juntam em algo, em uma química... — O cappuccino? — Ouço a voz de Penny ecoar na minha cabeça — Alô alô?! Terra chamando Annie?! Viro o rosto de Penny e depois olha para a xícara e vejo seu rosto de "Aconteceu-alguma-coisa...". — Ah estava pensando... — Você fica no caixa e eu faço os pedidos, me passe a espuma. Dou para Penny o spray de espuma e vou ao caixa, tento não imaginar em ontem e nem em Peter. Mas era algo impossível de se fazer.

Notas finais
Gostou? Curta! Amou? Acompanhe! Amou tanto que quer favoritar? Favorite! Faça o que quiser de BOM! Haha mas aceito críticas também pois todo texto obtem falhas não é...? E não esqueça: "Tudo Começa Com Uma História!".