As incríveis aventuras de Amy Night
27 A semana escolar
Amy acordou. Abriu os olhos e não quis se levantar. Allice chega e começa a fazer um discurso do por quê de ela ir à escola novamente.
– Tá, tá, Allice! Eu sei que é muito importante ir, já vou.
Ela se levanta e escova os dentes, e o processo de levantar tarde e chegar atrasada recomeça.
– AMY! VOCÊ VAI SE ATRASAR! — diz sua mãe.
No carro, pela sua cara já dá pra perceber que ela não estava nem um pouco no clima. Ela desce do carro e dá um longo suspiro. Com ainda sua cara de sono, e sem livros da escola, ela anda devagar até o portão. Sua sala seria supostamente a pior de todas, onde ninguém queria estudar de verdade, isso a desmotivou mais ainda, pois até que ela gostava de estudar. Com alguns cadernos na mão, e bocejando, ela vê novamente Daniel. Mas espera... 2 deles! NÃO! 3 DELES. TODOS ERAM EXATAMENTE IGUAIS!
– O-oi Daniel...
– Ah, oi. Como você sabe meu nome?
– Eu escutei sua mãe te chamando.
– Ela não era minha mãe. — os três riem (era tão fofo ♥ )
– O que ela era então?
– Uma espécie de babá. — diz um deles.
– Eu não quero parecer intrometida, mas por que vocês precisam de babá com essa idade?
– Haha, nosso pai que a contratou, não sei exatamente por que. — diz outro. — Que ano você faz?
– O segundo.
– Nossa, nós também! Mas cada um em turmas diferentes.
– Diferentes?
– É, assim não nos confundem muito.
– Ei, espera. Você foi a garota que eu ajudei. Você parece muito com a sua irmã, Alex. — ela cora.
– Você que me salvou? — os irmãos olham para ele.
– Não, não. Quem te salvou foi o médico, eu só dei uma forcinha, hehe.
– Mas muito obrigada mesmo assim! — ela o abraça. Ele se sente muito bem com aquele abraço, um abraço de uma desconhecida, porém,uma desconhecida muito interessante. O abraço foi tão longo que parecia que os outros estavam com inveja. — Mas eu ainda não sei o nome de vocês.
– Ah, que falta de educação! Sou Leniel.
– Desculpe, haha. Sou Thaniel.
– E eu sou Daniel, como você já sabe.
– Todos com niel no fim, que fofinho. — os três se envergonham.
– Mas e aí, qual o seu? — diz Leniel.
– Amy. Amy Night.
– Poderia mandar lembranças à sua irmã? Alex Night, não é?
– Claro! Farei isso assim que voltar. Qual de vocês vai ficar no segundo A comigo?
– Eu. — diz Thaniel.
– Ótimo! Acho que podemos virar amigos, então.
– É, acho que sim. — ele sorri. Quando de repente, a diretora chega:
– Os três. Minha sala. Agora. — eles se despedem. Amy não entende muito bem, mas na verdade não liga.
Na aula, a troca de sorrisos com Thaniel era constante. A próxima aula seria a de Biologia. Por alguma razão, Thaniel tenta se esconder do professor. Amy sussurra: O que foi? Ele responde: Ele é meu pai.
Amy fica surpresa, mas ao mesmo tempo acha fofo. Bom, tudo nos trigêmeos ela achava extremamente fofo. Então tudo que estava relacionado era o mesmo. Que legal ter professor como pai. Ela pensa. No intervalo, os três e mais alguns amigos deles sentam na mesa de Amy. Ela se envergonha.
– Vocês vieram para cá por quê?
– Pra ficar com você, claro. — diz Leniel.
– Co... migo? Por quê?
– Porque todos nós gostamos de você, dãa.
– Mas... Gostar do tipo..
– Não. Haha, que menina engraçada. — ela queria muito sair correndo e se esconder.
– Você é boa em que matéria? — pergunta Daniel.
– Ah, eu também queria saber. — fala Thaniel.
– Física, inglês e história, eu acho.
– Sou péssimo em física e história. — diz Daniel.
– Sou péssimo em inglês e física. — diz Thaniel.
– Não sou péssimo em nada. — diz Leniel, se achando (ele põe os pés na mesa se achando O gostosão e O espertão) — Posso parecer burro, mas tiro primeiro lugar em todas as provas e simulados.
– Pior que é verdade. O cagado nasceu inteligente. — diz Thaniel.
– Nossa, pensei que Leniel fosse o pior de todos. Sem ofensa.
– Ei! Eu tenho cara de ser tão retardado assim?
– Tem. — ela ri, contagiando os outros.
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