As crônicas de um assassino

2 Juro lutar pela liberdade da humanidade


James acordou-se, como se tivesse tido um pesadelo.

Ele soltou um grito de medo, provavelmente por ele pensar que estava caindo.
Ele olhava a seu redor, com olhar espantado, observava as maquinas.
Ele pegou um capacete ao seu lado e viu os seguintes dizeres.
“Propriedade Abstergo. Projeto Animus”

Alarmes soaram, rapidamente quatro guardas armados com fuzis M4a1 entraram pela porta-dupla.
James levantou os braços em sinal de rendição.
O guarda atrás dele deu um golpe com a coronha de sua arma na cabeça de James.
James desmaiou . Quando acordou, já estava na memória de John.
John já estava no chão. Seu pai o entregou duas laminas ocultas.
Os dois andavam calmamente em meio a multidão. Empurrando civis.
Logo, os dois chegaram a uma pequena casa feita de madeira com o piso de terra.
Os dois escalaram a casa e entraram por uma abertura em cima da casa.
Do sótão da casa, eles podiam ter uma visão do que acontecia lá embaixo.
Um soldado espanhol carregando um enorme machado estuprava uma jovem moça.
A jovem berrava de dor, John não iria ver aquilo, ele desceu as escadas sem fazer barulhos.

Chegou ao chão e andou calmamente e fez um sinal para seu pai, dizendo para ele não atacar.
John chegou atrás do soldado, fez um movimento com a mão, ativando uma lamina oculta e cortou a garganta do soldado.
A jovem moça chorava, enquanto vestia sua roupa novamente ela dizia “Minha dignidade se vai aos poucos’’ aos berros e lagrimas.
John levou sua mão ao rosto da jovem, com as mãos limpou as lagrimas e disse as seguintes palavras;

– Não chores bela moça, você ainda tem sua dignidade, pare de chorar...

A menina olhou intensamente nos olhos de John.
Mais soldados bateram na porta.

– ABRA ESSA PORTA, TENS ALGO QUE ME PERTENCE AI DENTRO

Diziam os soldados. John não podia deixar aquela moça ali sozinha.
John pegou ela no colo, subiu as escadas para o encontro do seu pai.
Os três saíram pelo mesmo lugar que entraram e correram para longe dali

(..)

Os três encontravam-se no mercado público. Longe de soldados, a jovem moça abraçou John.
John não perguntou o que pertencia a o soldado que ela tinha em casa.

Os belos cabelos ruivos da jovem balançavam com o vento, ela cheirava a rosas (o que não era relevante)
“Seus olhos verdes são tão belos, tudo nela e belo” pensou John.
Com um apertado abraço, a jovem despediu-se de John

– John, isso e o mínimo que acontece nessa cidade, nosso credo tenta limpar-la, por favor, ajude-nos com isso! Você viu a maldade que eles fazem, eles são templários, eles querem ter o mundo aos pés deles, por favor John ajude-nos, ajude meus irmãos!

Isso era muito para cabeça de John processar, ele viu a maldade que eles faziam, ele pode ver tudo.
John suspirou e assentiu.

–Muito bem John! Agora, siga-me!

Com um sorriso no rosto, John seguiu seu pai até eles chegarem e um portão, que dava a um túnel.
John entrou na frente de seu pai. Logo, seu pai abriu um baú. E chamou John para seu lado.
John aproximou-se de seu pai, e logo, um sorriso brotou sem seu rosto.
Um par de espadas reluziam dentro do baú, quatro coldres de pistolas e quatro pistolas dentro deles.
Duas bainhas feitas de prata para as espadas e uma veste branca de assassino, ela era igual a roupa de Edward, mas totalmente branca, igual a de seu pai.
E outra roupa preta, essa era igual a de Edward, a única diferença era que essa tinha detalhes vermelhos nela.
John vestiu a roupa preta, colocou as espadas e bainhas na cintura, colocou as pistolas nos coldres em seu peito e o capuz de sua veste.

– Um legitimo assassino filho! Exclamou seu pai com um sorriso no rosto.
Agora, eu preciso que faça um juramento. Repita as palavras junto comigo.

– A partir de hoje, John morreu, Hoje nasce um noviço na irmandade dos Assassinos.
Jamais comprometa a irmandade, esconda-te a vista, afastai sua lamina da carne dos inocentes. Quebre esse juramento por sua conta e risco.
Suas antigas crenas morreram com você, a partir de hoje, viva somente pelo credo, viva somente pela sua crença na liberdade.
Eu juro, jamais comprometer o credo.

John repetiu essas palavras, novamente a imagem tremeluziu.
John voltou ao mundo normal