As aventuras de uma Docete Ciclope
8 Capítulo 8
Notas iniciais

Foi quando o Castiel voltou com um saco preto enorme em uma mão, e o cachorro dele na outra mão.
O cão da diretora fugiu com medo do cão do Castiel.
Eu saí de onde estava trancada.
O cão "fofinho" dele era enorme e usava uma focinheira de titânio.
Ele me entregou o saco preto e disse "aqui está a ração, vai lá atrair o cão da diretora, te espero aqui com a corrente de titânio".
Achei muito deselegante ele me mandar ir atras do cachorro, mas . . . Whatever . . .
Quem estava pra receber suspensão era eu, não ele.
Além do mais, ele fez bastante em ter ido buscar a ração pra me ajudar.
Eu fui próximo ao "Fofo" lentamente.
Ele latia, mas eu juro pela colisão dos planetas que eu entendia ele falando o tempo todo "me dê sua alma, humana"
Foi assustador.
Eu coloquei a mão dentro do saco preto lentamente e puxei a ração . . .
No que puxei eu joguei longe.
ERAM RESTOS HUMANOS !
COMO ASSIM CASTIEL ? !
SEU CACHORRO COME GENTE ?
Eu saí correndo e o cachorro ficou lá comendo o conteúdo do saco.
Castiel foi lá, e prendeu o cachorro com a corrente e entregou pra diretora.
Ele não parou de debochar de mim me chamando de inútil . . .
Mas ele viu que eu parecia muito abatida (pra não dizer traumatizada) e me chamou pra passear com ele e o cachorro dele.
Ele dizia que o cão dele era dócil, por essa razão eu decidi então tirar a focinheira dele foi quando . . . PIMBA !
Ele agarrou minha perna e começou a morder.
Na mesma hora deu bicho ! Como pode isso ? ?
Castiel amarrou o cão dele longe, pegou uma faca, cortou minha perna e começou a chupar o veneno.
Ele me levou pra uma farmácia e fez um curativo.
Foi ali que eu me apaixonei por ele.
Achei tão heroico o ato dele que guardei a bandagem cheia de sangue que ele usou até hoje.
Diz ele que por pouco não amputou minha perna pois o veneno do cão dele espalha muito rápido.
Daí entendi porque o cão dele se chamava Toxic.
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