Notas iniciais
Olá... Pela primeira vez em quase 3 anos que posto essa fic, ela vai atrasar 1 dia. Quem tem me acompanhado no twitter sabe que tenho passado um perrengue grande, tanto com trabalho excessivo quanto com o PC que está parando. Eu trabalho com encomendas de commission, e é dai que tiro meu sustento. Peguei um serviço grande a uns 2 meses e bem . . . Isso está me sobrecarregando MUITO. A fic não vai parar nem vou mudar data de postagem, mas peço paciencia pois está dificil prosseguir com o nivel de stress que to passando. Meu computador justo agora está parando, literalmente. As peças dele estão parando...Estou me matando de trabalhar justamente pra aproveitr enquanto ele ainda está vivo pra poder pegar o dinheiro desse serviço e comprar um novo. Sabado ele não queria nem ligar mais, e quando eu conseguia ligar sequer abria o arquivo pra revisar a fic. Como muitos sabem, a fic já está escrita, eu só reviso e faço as imagens...Nem isso to conseguindo porque o PC está mais pra lá do que pra cá :/ Enfim, vamo que vamo~ Por favor, não precisam comentar sobre essa notas iniciais nos comentarios, aqui é um lugr onde gosto de ler e interagir sobre a fic É divertido pra mim então . . . É ! Mas obrigada a todos que tem me apoiado e vamo que vamo porque t´chegando em uma parte que to ansiosa aaa

"Philippe quanto tempo ! É bom te ver inteiro !" meu pai, Eliott dizia.

"Quanto . . .Tempo ? Nos conhecemos ?" ele falava assustado.

"Eu te conheço, você ainda não me conhece." meu pai ria ainda mais.

Meu pai Philippe logo voltou a atenção pra mim, que inclusive, estava sendo muito encarada pela minha eu do passado.

"Não sabia que você tinha parentes por aqui Lucia . . . " ele falou espantado, meu pai sabia de tudo afinal, que minha mãe veio de outra dimensão e aquelas coisas todas . . . Ele provavelmente tentava esconder.

"Eu não sou um simples parente, sou sua filha." falei sem rodeios.

". . . Eu tenho uma irmã ?" minha eu falou assustada, muito assustada MESMO.

"Não, eu sou você. . . Infelizmente." falei virando o rosto cansada, só de estar na presença dela me irrita, sinceramente, acho que entendo o Armin agora.

". . . Perai! Você é louca ?!" ela gritou.

"Se eu sou louca você também é." respondi ríspida.

"Não precisa ser assim filha. Seja mais gentil consigo mesma." meu pai dizia rindo.

Ele é um tremendo de um debochado. Eu jamais imaginaria que aquele cachorro falando seria assim. . . Eu sempre o julguei como sério, e parece que me enganei.

"Sou gentil com quem merece, e meu eu do passado definitivamente não merece." respondi.

"Porque tanta raiva Boreal ? É estranho brigar contigo por tratar você mesma assim mas . . . Está sendo ríspida demais !" minha mãe dizia.

"Se você soubesse metade das merdas que seu anjinho ai tá fazendo ia por ela de castigo pra vida toda." respondi apontando pra minha eu.

"EU NÃO ESTOU FAZENDO NADA DE ERRADO ! QUEM PENSA QUE É PRA ENTRAR NA MINHA CASA E ME ACUS--" antes que eu terminasse de falar eu já interrompi.

"Vai a merda Boreal. Cala essa boca antes que eu te bata pois é o que eu mais queria fazer." meu pai Philippe então se meteu.

"Eu não sei o que está acontecendo mas pare de falar assim com a minha filha." ele dizia firme.

"Não. Eu acho que sou quem mais tem direito de me dar bronca aqui."

"Ainda com essa ideia de que sou sua eu do passado ? Mãe, rodo parente nosso é maluco ?!" ela gritava. Verdade, no inicio eu era bem cética e reagia mal a tudo.

"Sua cor favorita é azul e tu é uma baita de uma fresca que esconde porque quer ser pseudo-normal e "meninas normais gostam de rosa."

Você trata o Ken igual uma barata só pra se enturmar com os "legais" do colégio sendo que ele é a merda do único amigo que você tem.

Você está apaixonada pela aquela mula ruiva que chamam de Castiel, inclusive, uma das coisas que mais te atrai nele é o fato dele ser badboy porque quer "viver perigosamente" mas não sabe lidar com a própria menstruação, aliás quer que eu cite todas as vezes que praticamente se comeram nos cantos do colégio ? Porque eu lembro muito bem.

Você é uma ridícula hipócrita que fica julgando todo mundo pela aparência e estereotipando todo mundo na merda do seu diário sendo que não quer que ninguém te julgue mesmo você sendo essa aberração de um olho só.

É o "Uke loiro" que é pai do seu filho sabia ??

Conta pra tua mãe quantas vezes você fugiu pra vadiar com a Lety e maltratar gente inocente, vai, conta.

ELA TEM SORTE QUE AINDA NÃO PEGOU A ÉPOCA QUE VOCÊ FICOU ENROLANDO O NATHANIEL, PRATICAMENTE FORÇOU O GAROTO A PERDER A VIRGINDADE CONTIGO PRA DEPOIS FICAR DANDO PRO CASTIEL SABENDO QUE O NATH TE AMAVA !

NOSSA COMO EU ME ODEIO !!" eu gritei.

Nessa hora minha mãe me olhou espantada e em seguida olhou pra minha eu do passado.

"COMO ASSIM BOREAL ?!" ela gritou.

"FILHO ?! VOCÊ NÃO ERA VIRGEM ?!" meu pai Philippe falou espantado.

"Pera. . . EU FICO COM O CASTIEL ?!" minha eu do passado gritou num misto de vergonha e surpresa.

"Tá ficando bom esse encontro em família." meu pai dizia rindo. . .Como sempre.

"QUEM É ESSE CARA AFINAL ?!" meu pai gritou apontando pro meu outro pai. . . Que confuso.

"Sou o pai biológico da Boreal." ele dizia.

Nessa hora minha eu do passado virou assustada pra minha mãe e meu pai Philippe.

"BIOLOGICO ?! EU SOU ADOTADA ?!?" ela gritava.

É mesmo . . . Eu não sabia nessa época.

Se depois que estava mais "madura" eu chiliquei, imagine agora.

"É o seguinte, não tem nada de errado aqui entendeu ?! Então se tratar nosso pai Philippe mal eu juro que eu te deixo aleijada !

E não duvide de mim. Tenho raiva acumulada por você o suficiente pra isso." eu gritava.

"Ele é o seu falecido marido Lucia . . . ?" meu pai perguntou ignorando minha eu do passado que estava entrando em uma crise existencial naquele momento.

"Sim Philippe . . . É ele mesmo . . . "ela respondia desanimada.

"Olha, vamos fazer assim, você explica tudo pra sua filha e pro Philippe e voltamos outro dia pra causar mais caos, que tal ?" meu pai ria enquanto dava tapinha no ombro de meu pai Philippe que praticamente rosnava pra ele.

"Fica tranquilo Philippe. Eu já superei. Não vou tentar roubar a Lucia de você.

Estou mais satisfeito em te ver agora bem do que como está no futuro. . .

Alcoolizado, fracassado e sendo sustentado pelo seu futuro genro.

Prefiro você com a Lucia mesmo. Eu devia estar morto de qualquer forma.

Bem, eu sempre quis me desculpar por mijar em você e por roer todos os seus sapatos e roupas, então, é, malz ae." meu pai dizia batendo no ombro dele enquanto saia comigo.

"PERA, O QUE ??" meu pai dizia espantado.

"Ele era um cachorro . . .Longa historia Philippe . . . " minha mãe dizia se levantando pra nos acompanhar até a porta com um olhar cansado.

"Quer que eu leve vocês pra St Malo . . . ?" ela falou gentilmente.

"Apesar de não esperar essa viagem pro outro lado da cidade, estamos com dinheiro pra voltar, obrigado Lucia." meu pai falava gentilmente.

Eu pude sentir certa tensão no ar, e meu pai e minha mãe ficaram um bom tempo se encarando, sinto que queriam se beijar . . . Minha mãe teve uma separação forçada com meu pai, ela ainda o amava, ele simplesmente morreu e ela decidiu seguir em frente.

Deve ser difícil pra ela ver ele vivo agora na frente dela . . .

Me imagino em sua situação e penso que seria bem difícil pra mim.

Já me perdi em pensamentos a respeito do Nathaniel, principalmente quando Remy estava pra nascer, mas eu não voltaria pra ele a menos que algo do gênero acontecesse com o Armin, sinceramente.

E penso: se acontecesse algo e eu me estabilizasse com o Nath, eu vendo o Armin novamente, teria coragem de largar o Nath ?

É bem confuso . . .

"Er . . . Depois quero conhecer esse futuro genro . . . Ainda estão juntos ?" minha mãe falou como se ainda estivesse perdida em seus pensamentos e no olhar de meu pai.

"Ah sim, estão. E pelo que eu soube eles não se separam tão cedo viu ?

Eu trago ele da próxima vez que viermos aqui." meu pai dizia rindo.

"Ótimo, traga meu neto também." ela dizia rindo sem graça.

"Se ele aceitar sair de casa . . . Ele nunca quer sair não importa o que façamos." falei.

"Oh, então eu visito ele se for o caso." minha mãe dizia sorrindo.

"Ótimo ! Conviver com mais gente da família vai curar aquele menino dos traumas dele mais rápido, ele precisa urgente." e finalmente fomos embora.

Dei um abraço apertado em minha mãe, e meu pai também abraçou ela . . . Eu conhecia aquele abraço deles, longo e caloroso.

Era um abraço que tinha carinho e sentimentos . . . deve ser tão difícil pros dois . . .

Nós então fomos pro ponto de ônibus.

Meu pai parecia feliz e satisfeito, porém, melancolico.

"No fim foi divertido de alguma forma nossa saída não acha ? Temos muito o que contar pro pessoal lá em casa." ele dizia rindo.

Esperamos nosso ônibus e fomos conversando até em casa.

Um assunto importante pra mim foi perguntar sobre o Castiel.

Estava curiosa desde o dia que ele foi com o Castiel pra casa dele contar toda a situação.

"Pai como foi sua conversa com o Castiel quando foi pra casa dele ?" perguntei.

"ah, foi normal. Castiel sendo Castiel.

Ele ouviu a parada toda que eu falei e só se concentrava no fato de eu ser o cachorro dele.

Inclusive, o cachorro dele estava normal, era o cachorro dele mesmo, sem minha alma . . . Acho que minha alma é única, e quando aconteceu essa bagunça temporal eu fui expelido mesmo.

Enfim . . . Falar as coisas pra ele, ele aceitou bem rápido e no fim começou a me encher de pergunta inútil tipicamente Castiel.

Perguntou se eu já comi minha própria merda, se já comi uma cadela, se já vi ele transando . . . Essas coisas que Castiel fala." quando meu pai falou isso eu comecei a encarar ele intensamente em silêncio.

Confesso que acabou despertando a MINHA curiosidade.

"NÃO BOREAL, VOCÊ TAMBÉM NÃO" foi a ultima coisa que ele falou antes de iniciarmos uma pequena discussão.

. . . eu amo meu pai. . .

Mesmo que não tenhamos convivido a vida toda, ele é fantástico . . . Eu já o amava antes de saber que era meu pai, já como Charlie, e agora posso dizer que amo ainda mais.

Ele é um pai fantástico.

Amo meu pai Philippe, mas confesso que . . . Meu pai Eliott é magnifico.

Acho que o deslumbre de poder conviver com ele também me empolga ainda mais com essa relação.

Assim que chegamos em casa, já ouvíamos gritos do corredor.

Alguns vizinhos reclamavam que eramos barulhentos, especificamente Armin e Alexy. . . E não tiro a razão dos vizinhos.


Mas dessa vez era claramente a voz do Armin e do Remy, o que é estranho já que quando envolve o Remy a voz que escuto é do Alexy.

"Esse tom de voz . . .Não é do Alexy." eu falei apressando os passos com meu pai.

Assim que cheguei estava o Remy e os dois Armins discutindo intensamente enquanto o Alexy e Azriel olhavam preocupados.

"CARA ISSO É CRIME !" Armin gritava.

"EU NÃO ESTOU COMETENDO CRIME ALGUM ! ESTOU PROTEGENDO ELA !!" Remy gritava.

". . . O que tá acontecendo ?" falei confusa.

"EXPLICA PRA ELA O QUE VOCÊ FEZ JADE ! ELA VAI ADORAR OUVIR !!" Armin do futuro gritava.

". . . Eu só trouxe a Violette pra cá . . . " ele dizia sério.

"VOCÊ RAPTOU ELA ! ELA NÃO VEIO CONTIGO PORQUE QUIS !" Armin do presente quem gritava agora.

"Oi ?? Rapto ?!" eu estava chocada com a informação.

"NÃO HOUVE RAPTO !" ele gritou.

"AH NÃO ! CLARO QUE NÃO ! VOCÊ TRAZER A MENINA INCONSCIENTE PRA CÁ NÃO É RAPTO !" Armin do presente gritava.

"Eu só estou protegendo ela !!" Remy voltou a gritar.

"VOCÊ TÁ SENDO INSANO !! É CRIME ! SÓ PORQUE VOCÊ É APAIXONADO POR ELA NÃO TE DÁ O DIREITO DE FAZER MERDA DIZENDO QUE ESTÁ PROTEGENDO ELA !!" Armin gritou.

"EU NÃO SOU APAIXONADO POR ELA ! E OUTRA, É CRIME INVADIR SISTEMAS ATRÁS DA INFORMAÇÃO PARTICULAR DAS PESSOAS ! VOCÊ COMETE VÁRIOS CRIMES PRA PROTEGER PESSOAS !" Remy gritou.

"É BEM DIFERENTE ! EU NUNCA FORCEI NINGUÉM A FAZER O QUE NÃO QUERO !

A MENINA NEM SABE O QUE SE PASSA !! ELA VAI ACORDAR EM UM LUGAR ESTRANHO SEM SABER O QUE LEVOU ELA A ESSE LUGAR !!" Armin do futuro gritava.

"EU VOU EXPLICAR TUDO PRA ELA QUANDO ELA ACORDAR !!" Remy dizia.

". . . Tá, vamos resolver isso com calma . . . " eu falei tentando não me perder naquela confusão com a cabeça já latejando.

"CALMA ?! BOREAL ! VOCÊ BRIGA COM ELE POR FUMAR MAS NÃO BRIGA POR ELE DROGAR E SEQUESTRAR UMA MENINA ?! QUAL O SEU PROBLEMA ?!" Armin do presente gritou comigo.

"Não foi você que me falou que eu devia ver o lado dele ? É o que estou tentando fazer !

Ele passou muito trauma nesse período, e ele já sabia que ela ia morrer até começarmos a alterar tudo e ter o acidente do Nath e do Dake.

Não falo que ele está certo em sequestrar ela, mas eu entendo o que levou ele a isso e aprendi isso com você Armin." respondi encarando ele que ficou mudo e me encarando de volta. Touché.

Nada melhor que usar o próprio argumento do Armin contra ele mesmo.

". . . Façam o que quiser . . . " Armin do futuro então se sentou na poltrona puxando o console portátil da prateleira e ignorando tudo a sua volta como tem feito.

Após encarar ele por uns minutos eu voltei minha atenção ao Remy.

"Explica do inicio, porque fez isso, como fez e me de uma solução pra essa situação toda que criou aqui." falei.

". . . Fiz um coquetel de sódio pentothal e phenobarbital pra ela. Já usei isso anteriormente.

Assim que ela ficou inconsciente eu a trouxe pra cá na mala de jardinagem.

Ela provavelmente não lembrará de ter vindo esse caminho todo quando acordar nem de ter sido drogada."

Alexy então se levantou surpreso.

"FAZER COQUETÉIS DEPENDENDO DA DOSAGEM PODE MATAR ELA !! PENTOTHAL É FORTE !"

"Eu sei disso, mas já usei antes e sei o limite." ele respondeu.

"Então ela não te viu ainda ?" perguntei.

"Não." ele disse.

Repentinamente o celular dele tocou, assim que ele olhou, ele jogou longe . . . era o pai da Violette.

Nos encaramos naquele momento.

"Porque não atende ?" Alexy disse.

"Eu . . . Não tenho o que dizer pra ele. Ele deve estar procurando ela." ele parecia muito nervoso.

"Como ele tem seu numero ?" perguntei.

"Ele pegou da ultima vez que ela ficou até tarde no colégio.

Eu me ofereci de acompanha-la até em casa pois ela estava com o tornozelo dolorido depois de uma aula de educação física.

Então ela passou meu numero porque o celular dela estava descarregando e nos comunicamos por ele com o pai dela.

Ele estava muito atarefado pra buscar ela.

No fim fiquei pra jantar na casa dela e depois disso fui embora. . . Violette não tem muitos amigos, é normal que ele me ligue já que não tem muitas opções pra ligar." Remy parecia saber bem do que falava.

E agora que ele falou . . . Realmente sempre a vejo sozinha . . . Que triste.

Passei horas pensando a respeito do que houve.

E o celular dele não parava de tocar, ele estava inquieto e andava de um lado para o outro.

Remy começou a ficar paranoico . . .

Ele parecia ansioso quase que 24 horas por conta de tudo e agora com essas ligações o tempo todo ele olhava pro telefone.

Ele saiu varias vezes pra varanda pra fumar . . . Estava realmente surtando com a situação. . . Acho que todos estamos. . .

Pra ele o peso deve ser ainda maior, afinal, o que poderia acontecer daqui pra frente ?

Eu então peguei meu celular e decidi eu mesma discar pra Vio enquanto parava do seu lado. Sim, pra Vio, não pro pai dela.

Sempre que me aproximo ele apaga o cigarro por saber que eu detesto . . . Mas naquele momento, ver ele naquele estado, confesso que não ligaria se ele continuasse fumando mesmo comigo do seu lado.

"Vio ? Tá tudo bem ?" eu perguntava ligando o celular em viva voz assim permitindo o Remy de ouvir toda a conversa.

Ele engolia seco, parecia muito nervoso e ansioso.

"Olá Boreal ! Sim. F-Foi bem inesperada sua ligação . . .Precisa de algo ?" ela dizia gentilmente.

"Não, eu só queria conversar. . . Sei lá, eu tenho vontade de me aproximar de você e lembrei que eu tinha seu numero aqui e pensei, porque não né mesmo ?" Vio então riu e falou que se sentia da mesma forma.

Remy parecia cada vez mais ansioso . . . Ele não sabia bem como agir, mas eu podia ver a preocupação em seus olhos.

O que eu poderia falar pra ela que me permitisse protege-la discretamente ? Eu não sabia . . .

Eu não sabia nem se tinha porque me preocupar de verdade . . . E se tudo que ocorreu nos últimos dias foi uma infeliz coincidência e nada fosse acontecer com ela ?

Continuei puxando assuntos aleatórios com ela pra tentar entender como ela se sentia, e cada vez mais eu sentia que ela queria falar algo o tempo todo, mas estava sem jeito . . .

Fingi não saber seu paradeiro e prossegui com a conversa.

"Você soube que tem um homem nas ruas matando mulheres ?" falei repentinamente.

". . . C-Como assim ??"

"Não soube ?? Eu to bem preocupada . . . Quase não saio mais, principalmente sozinha. Faça o mesmo !" falei de forma que apavorasse ela.

"Eu não sabia disso . . . Meu Deus . . . Mas quantas vitmas ele fez ?"

"Acho que 5 já, a mídia está abafando . . . cuidado por favor." falei. Foi a deixa.

". . . eu estou em um lugar estranho . . . O que faço . . . ? eu . . . eu não queria preocupa-la nem fazer alarde caso alguém estivesse me vigiando mas . . . eu acho que me raptaram. . . .Com o que você falou, estou com medo." quando a Violette disse isso pude ver o olhar de desespero e culpa do Remy.

O tom da Vio parecia ser de desespero, eu sentia sua voz tremula e tenho quase certeza que aquela respiração era de choro.

Ela repetiu vários "alôs" desesperada, enquanto eu ficava em silêncio encarando o rosto do Remy que estava ansioso.

Então eu desliguei, provavelmente deixando ela ainda mais em pânico.

"Viu ? Acha bom como ela está ?" perguntei.

". . . Eu não quero ela mal . . . Eu só quero proteger ela e-- "

"Remy. É rapto. Independente de suas intenções. Fale com ela." falei encarando ele de cara feia enquanto abria a porta da varanda e entrava.

Ele respirou fundo e pareceu decidir ir lá no quarto em que prendeu ela, era o próprio quarto dele, o mesmo que ele dividia com o Azriel.

Eu decidi acompanha-lo.

Remy tremia e ficava parado na porta, podíamos ouvir ela chorando baixinho.

Isso fez ele recuar ainda mais alguns passos pra trás.

"N-Não posso . . . " ele então foi direto pra sala me deixando sozinha, ele basicamente correu.

Decidi eu mesma tomar frente.

Acho que agora entendo o que é aquela historia de uma mãe pegar os problemas do filho pra ela mesma e tentar resolver pra depois reclamar com ele.

Minha vontade era de explodir com ele por jogar a bomba pra mim, mas naquele momento, eu só queria desarmar a bomba que ele montou.

Abri a porta lentamente, e ali notei a Vio no canto, tremendo, chorando, desesperada.

Assim que ela me viu ela pareceu ainda mais assustada.

". . . .Não vou dizer que não é o que parece porque é . . . Mas, por favor, nos ouve e nos desculpe." foi a primeira coisa que falei sem dizer mais coisas.

". . . .Você . . .Vai me matar ?" ela falou tímida e claramente com medo, coitada . . . E pensar que eu já quis jogar ela da escada co colégio por puro ciume.

"Não sua louca ! Meu filho . . . Digo, o Re--Jade tem algo pra falar contigo, me acompanha até a sala ?" eu então me aproximei dela enquanto estendia a mão.

Timidamente ela me deu a mão, parecia com medo, mas acho que ela sabia que caso eu realmente tivesse que fazer algo, eu faria ali mesmo.

"Jade . . . ?" ela perguntou pra mim.

Só falei um sim enquanto guiava ela.

Levei Violette até a sala.

Ela parecia deslumbrada com a casa, olhava pra tudo com uma mistura de curiosidade, deslumbre e medo.

Remy estava na sala em pé inquieto.

"Jade . . . ?" ela falou espantada se aproximando dele.

". . . Desculpa . . . Desculpa ter te raptado Violette . . . Eu só queria te proteger." ele falou sem rodeios. Esse ai sabe como se aproximar do crush, nossa.

"Pera . . . foi . . . FOI VOCÊ ?!" ela então se afastou de uma vez.

"Se acalme Vio. Ele fala a verdade . . . Ele surtou ao achar que você morreria. Acho que ele pode explicar melhor o que sente do que eu, né Remy ?" falei dando a vez pro Remy com tom de repreensão.

" R-Remy. . . ?" Violette perguntou assustada.

". . . Meu nome verdadeiro é Remy . . . Desculpa esconder de você . . . " ele dizia timidamente.

"É-é verdade que me r-raptou . . . ?" ela parecia muito nervosa.

". . . Eu vim do futuro. Boreal é minha mãe. No futuro você está morta." ele dizia.

"Remy, ela não é como nossos amigos, ela não vai aceitar tudo de boa se falar dessa forma !!" Vio estava tremendo cada vez mais.

Ela devia achar que estava cercada de loucos.

". . . Você não acredita em mim né . . . ? Como eu posso te provar . . . ?" Remy dizia desesperado.

"Remy, se ela não te conheceu no futuro não tem como provar algo do futuro." respondi.

"P-Por favor . . . me deixem ir embora . . . Eu prometo que não denuncio vocês . . . P-Por favor." Violette então começou a chorar.

Pobrezinha . . . Ela sim estava tendo a reação que eu esperava que todos tivessem quando começamos a contar nossas aventuras. Ela claramente é uma pessoa que não é desse nosso "meio" doido.

"Sua mãe !" Remy gritou de repente.

Ela olhou pra ele com dúvida.

"Ela . . . Ela está com câncer não é mesmo ?" Vio então olhou espantada pra ele.

"Como você---"

"Você me contou ! Você ainda não me contou na verdade, mas eu sei porque meu eu do futuro me disse. E você só falou pra mim no colégio todo . . . O resto do colégio só soube depois que . . . " Remy então parou. Ele se segurou pra não prosseguir.

"Depois que . . . ?" ela falou inquieta. Ele não precisava prosseguir pra sabermos do que ele se tratava . . .

Eu lembro que a Vio faltou por muito tempo depois que a mãe dela morreu, mas ninguém deu muita atenção . . . Como ele falou, ela não tem muitos amigos.

". . . Desculpe . . . " Remy dizia sem graça.

"É o seguinte, o cara ai só queria te proteger. Ele não é má pessoa, só tem um meio delinquente de proteger as pessoas e viaja as vezes.

Na real um cara disse que te mataria e ele ficou paranoico. Perdoa ele, ele gosta bastante de você e por isso acabou agindo por impulso." Armin dizia sem tirar os olhos do video game. Ele deixou a historia toda mais "realista" e menos fantasiosa . . . Seria bom esconder a "fantasia" dela ?

"Quem . . . " antes que ela pudesse falar foi interrompida.

"Sou irmão gêmeo do seu futuro crush. Que é gay aliás. Enfim, só perdoa o Remy, ele é um bom rapaz, meio idiota as vezes mas é um bom rapaz." Armin voltou a dizer. Ele é confuso, uma hora fala coisas realistas e de repente volta atrás e enfia paradoxos e futuro na sua frase novamente, decida-se Armin.

Vio encarava ele, Remy, Armin e eu . . . Sempre com as mãos tremulas.

Ela então encostou no Remy que ficou um pouco espantado.

"Pode me levar pra casa . . . ?" ela falou.

"N-Não ! É PERIGOSO LÁ FORA !" ele gritava.

"M-Meu pai está me ligando sem parar, ele deve estar preocupado ! Ele sabe que sai cedo do colégio hoje e--"

"MAS É PERIGOSO ! E SE VOCÊ MORRER ?!" Remy estava aos prantos.

Os dois estavam discutindo mas não pareciam agressivos e sim alterados apenas.

"MAS EU NÃO VOU MORRER ! SÓ VOU PRA CASA !!" Vio dizia quase chorando, ela parecia com uma mistura de medo e confiança.

"Conversem, por favor. De uma chance pra que ele se explique Violette. Escute ele, e Remy, escute ela também, ela não é sua prisioneira." eu falei.

Ele parecia inconformado.

"MAS EU JÁ EXPLIQUEI ! EU VIM DO FUTURO !!" Remy gritava.

". . . P-Porque essas historias sci-fi ?" Vio parecia cada vez com mais medo.

"MÃE ! MOSTRA PRA ELA SUA SUPER FORÇA !!" Remy então puxou minha mão repentinamente.

"Boreal, porque não saímos um pouco ? É bom que assim eles podem conversar a vontade." Armin dizia me puxando.

Ele já saiu pegando as chaves do carro e me puxando.

"Armin do futuro cuida de tudo né ? É. Tchau." seu eu parecia pronto pra mandar um não mas o Armin não deu chance.

"Que atitude desesperada é essa de sair de casa ?" perguntei sendo arrastada pela mão.

"Eu ouvi gritos o dia todo . . . Eu participei de gritos o dia todo . . .

Se tem algo que não quero ver é a Violette surtando ao ouvir tudo pois acho que eu vou acabar gritando com ela. Deixa pro Armin do futuro isso, ele tem mais paciência, ainda não cheguei no estagio dele. Ela é normal demais e vai agir igual meu irmão, certeza."Armin dizia enquanto abria as portas do carro.

"Engraçado pensar que seu irmão é você e tem uma reação extrema oposta da sua com esse tipo de coisa." eu ria enquanto entrava no carro.

"Até a preferencia sexual dele é oposta da minha Boreal. Somos extremos opostos."

Armin e eu só andamos de carro aleatoriamente, nada de mais.

Ele realmente só queria esfriar a cabeça.

"Noticias do Nathaniel e do Dake ?" perguntei.

"Na verdade não . . . Se até amanhã não falarem nada comigo eu vou no hospital onde eles estão." Armin dizia.

"Acha que eles perderam os movimentos dos respectivos membros que perderam no futuro ?" questionei.

". . . Não quero pensar nisso sinceramente. . . Sou bastante pessimista e sei que tenho tendencia a pensar sempre no pior. Então prefiro não me focar nisso." Armin então estacionou em uma colina vazia.

Era agradável o local e tinha uma bela vista. Dava pra ver nosso prédio ao longe.

"Acha que vamos ter um final feliz um dia ?" perguntei sem mais nem menos enquanto me escorava no capo do carro.

". . . Já falei que sou pessimista . . . " ele respondeu friamente e se escorando do meu lado.

". . . Então isso é um sinal de que tudo será ruim na sua cabeça . . ."

"Acredito que alguém vai passar coisas boas, mas não sei bem quem. Pode ser você e eu, Dakota e Nathaniel, você sozinha. . . Só acho que não dá pra todos terem um final feliz ao mesmo tempo por mais que você queira e se esforce pra que isso aconteça, não vai acontecer, eu sempre acho que a felicidade de um anula a felicidade de outro. Quando o Nathaniel estava com você ele estava feliz, e eu estava infeliz. Agora eu estou contigo e ele não. A felicidade sempre vai ser anulada em algum lugar quando alguém alcança a felicidade. Não acredito em final feliz pra todos. Talvez um final razoável, mas felicidade plena ? Não."

"Você sozinho é uma opção boa de felicidade então. Não depositar a felicidade em outra pessoa ajuda a não afetar a felicidade alheia." falei.

"Essa opção não existe. Eu não sei ser feliz sozinho." ele dizia suspirando.

"Isso foi romântico."

"Mas não era pra ser, sério. Só é um fato.

Eu não sei ser feliz sozinho. Meus transtornos não me permitem, é algo que não controlo simplesmente. Por isso minha ação foi over-reacted quando terminei com a Leticia. Abandono pra mim é algo muito mais difícil de lidar do que pra pessoas que não possuem borderline." ele dizia olhando o cenário a nossa frente.

É complexo demais como a mente funciona . . . Como pode um transtorno te fazer ter tanto descontrole emocional ? Como pode as emoções te moldarem TANTO a esse ponto ?

"Tecnicamente você então só tem final feliz se eu tiver também ?" perguntei.

"Basicamente. Por isso eu duvido muito da felicidade verdadeira do meu eu do futuro. Ele tá sempre brincando e rindo mas . . . Sei que ele é falso. Eu sou falso, porque ele não seria até mais falso que eu ?" ele dizia.

. . . Acho que ele não sabe que o Armin do futuro vive "drogado". . . Me pergunto como ele está bem humorado agora. . . . O nivel de interpretação dele aumentou ?

Ele não tem como ir pro futuro pegar mais ampolas . . . ou tem ?

Será que ele mentiu pra gente sobre não ter futuro ?

Muitas questões.

E eu preciso perguntar muitas coisas pra ele . . . muitas mesmo.

Inclusive se não temos futuro mesmo ou ele só mentiu.

"Que tal explorarmos aquele bosque ?" ele falou repentinamente apontando pro bosque.

"Bem, não temos muito o que fazer, então por mim tudo bem." falei me levantando do capo do carro e dando a mão pro Armin.

E assim, adentramos aquele bosque.

Era bonito e a iluminação da hora do dia fez o local ser ainda mais bonito.

"Como foi seu dia ?" ele perguntou.

". . . Explicando pra minha mãe a situação toda, inclusive ela quer te conhecer." falei.

"Ah . . . Falou de mim ?" Armin já falava com um tom meio egocêntrico.

"Sim, falei o quanto eu fui retardada em trocar o Castiel por um nerd punheteiro."

"Nerd punheteiro ? Como ousa ?! Todo esse tempo que te dei sexo ainda faz a imagem de nerd punheteiro prevalecer ?" ele falou.

"É difícil de perder aquelas imagens de você com braço enorme na sala de aula da mente principalmente quando se tem memoria fotográfica. Preciso de algo mais marcante que só sexo." respondi rindo.

Armin então me jogou em uma arvore ali atrás de nós.

"Tenho uma solução: vamos provocar um trauma novo pra que assim esqueça o antigo." ele dizia já beijando meu pescoço.

"Não sei se isso será efetivo. Pode testar se quiser." No que falei isso ai que ele avançou o sinal mesmo.

As caricias ficavam mais intensas em poucos segundos, e na real, o pudor foi embora a tempos, tanto o meu quanto o dele. Eu aprendi a gostar desses agarramentos em 'publico'.

Estávamos já nos despindo ali no meio do bosque mesmo. Quanto mais arriscado melhor, esse virou nosso lema pra sexo em locais "inadequados".

Estava vazio e essa era nossa garantia.

Entretanto . . . Ouvimos passos.

"Passos . . . ?" falei abraçada ao pescoço do Armin que já estava abrindo meu sutiã enquanto beijava meu colo.

"Melhor corrermos em por as roupas de volta." ele dizia rindo.

"Não vai dar tempo ! Temos que nos esconder, os passos se aproximam !"gritei.

Pegamos tudo que jogamos no chão e saímos correndo de lá totalmente desengonçados e rindo da situação ridícula em que nos metemos. Tem sido mais fácil ignorar os problemas sabendo que não temos futuro.

Por mais que houvesse tensão em casa a poucas horas atrás, já conseguíamos rir de tudo e descontrair a situação agora com facilidade.

Fazia tempo que não nos aventurávamos assim.

"Olha ali, aquelas cabanas abandonadas de filme de terror, vamos pra lá." ele dizia puxando minha mão.

Estava divertida a situação.

A casinha era suja e simples.

Mas era um sujo de velho e abandonado mesmo.

Assim que entramos, ambos estávamos ofegantes e rindo da situação toda.

Eu estava com a saia toda torta que coloquei durante a corrida e o Armin ainda estava com a calça aberta que não deu tempo de fechar enquanto corria.

Comecei a vestir o resto da roupa de volta mas o Armin arrancou a roupa da minha mão e jogou longe.

"Podemos continuar de onde paramos ?" ele dizia.

"Sério ? Aqui ? SE aqui for um filme de terror como você falou, algo vai nos atacar quando estivemos transando." falei rindo.

"A diferença é que protagonista de filme de terror não tem super força, você vai lutar contra o monstro numa boa.

"E a casa é abandonada mesmo ?" falei rindo.

"Por enquanto é, agora se surgir alguém nós descobrimos que não é. Simples." Armin já me tomou nos braços novamente sem me dar tempo de responder, mas que se dane, eu ia aceitar tudo mesmo.

E bem . . . Voltamos a nos beijar sem ligar pro resto.

Não entramos no interior da casa, só nela superficialmente foi o suficiente . . .

Escoramos a porta de entrada e começamos a nos despir novamente.

Durante os amassos, eu estava ali com ele e "rolávamos" pelas paredes tirando peça por peça que restava no nosso corpo. . . Fomos rolando até que chegamos em pequeno corredor, logo na entrada da cabana.

Enquanto ele me beijava e descia os lábios aos poucos pros meus seios já nús enquanto me alisava, eu estava de olhos fechados o tempo todo só me entregando totalmente a situação.

Bastou abrir os olhos por um segundo pra notar que . . . Havia algo de errado ali. . .

"A-Armin. . . Armin ! O que é aquilo ?" falei cutucando ele sem parar e apontado pras costas dele desesperadamente.

"A casa é visivelmente abandonada, fica tranquila, não tem nada--" no que ele virou, ele viu o mesmo que eu. . . Tinha um buraco na parede ENORME. . . E podíamos ver do outro lado do buraco, o quarto dele. Sim o quarto dele na casa dos pais dele.

"Que . . . porra é essa . . . ?" ele falou espantado me soltando aos poucos e se aproximando do buraco.

. . . Era uma cabana em St Malo . . .

Saint malo fica . . . pelo menos 30 minutos de distancia se o transito estiver bom o suficiente de onde o Armin mora, Plerguer.

. . . outro bug . . . ?

Notas finais
Postagem explicando metaforas dos personagens na capa da fic: http://aminoapps.com/p/2u7z4u (mesmo link de cima no meu blog: http://blog.kazumitakashi.com/post/164380379162/significado-das-imagens-da-capa) Pasta com todos os dialogos exclusivos do amino: http://aminoapps.com/p/5szbl Askblog: http://askdoceteciclope.kazumitakashi.com/ Grupo da fic no facebook https://www.facebook.com/groups/338241216529957/ Webcomic do Planet Boy: https://tapastic.com/series/Planetboy E NO WEBTOONS !! https://goo.gl/KPZDjh [fanfic spinoff do Armin] Link direto: http://socialspir.it/7479230 [post com toda as fics baseadas na fic e reações] http://asaventurasdeumadoceteciclope.kazumitakashi.com/post/155224108653/fanfics Processo de como é feita as imagens da fic: https://youtu.be/NIwbgsfiLG4 Faça sua pergunta referente a fic ou leia perguntas frequentes com suas devidas respostas no link abaixo: http://asaventurasdeumadoceteciclope.kazumitakashi.com/pergunta Video Bonus: https://youtu.be/4kEMGSWb8qU Fic no tumblr + todas as imagens bonus: http://asaventurasdeumadoceteciclope.kazumitakashi.com Style do social [Boreal]: http://socialspir.it/8764501 Style do social [Armin]: http://socialspir.it/8804126 Style do social [Jade]: http://socialspir.it/9079477 Style do social [Alexy]: http://socialspir.it/9824931 Style do social [Nathaniel]: http://socialspir.it/9903999 Style do social [Dakota]: http://socialspir.it/9957173 Style do social [Kentin]: http://socialspir.it/10030992 Style do social [Lysandre]: http://socialspir.it/10036582 Style baseado na fic: http://socialspir.it/4814905 Youtube: http://youtube.com/kazumitakashi informações de ultima hora no twitter http://twitter.com/kazumitakashi Blog (possui coisas relacionadas a fic) http://blog.kazumitakashi.com Tumblr http://kazumitakashi.com —------------------------------------------------------------------------------------- Essa historia é postada somente no facebook, nyah, wattpad, tumblr e aqui. Por favor ! Se vir em outro lugar me avise ! Álbum da historia no facebook: http://tinyurl.com/knbb8mn No Nyah: http://fanfiction.com.br/historia/600249/As_aventuras_de_uma_Docete_Ciclope/ Wattpad: https://embed.wattpad.com/story/65603520-as-aventuras-de-uma-docete-ciclope Minha conta no amor doce: http://amordoce.com/profil/KazumiTakashi