As aventuras de uma Docete Ciclope
201 Capitulo 196
Notas iniciais
Acordaram todos deitados e amarrados (Castiel, Ken e Azriel eu mesma amarrei com cabos grossos de metal, encontrados no shopping, afinal, super força)
Seria um espanto quando eles acordassem verem tudo que aconteceu, todo o caos.
Eles iriam brigar, bater e fazer sabe-se la o que, não poderíamos deixar isso.
Estávamos Alexy e eu preparados pro choque.
Levamos conosco as seguintes pessoas escolhidas a dedo: Armin do futuro, presente, Alexy do presente, meu pai Eliott, Hyun, Priya, Ken, Daniel, Melody, Peggy, Azriel, Nathaniel do passado e do presente, Ambre do passado e do presente, Bia, Rémy, Dake, Violette e o Ariel.
Confesso que eu levei o Ariel conosco por pura pena e afeto. Eu sei lá, resgatamos essa criança, ela estava assustada e sob responsabilidade nossa, eu não poderia deixa-lo lá jogado após prometer pra Rosa que cuidaria dele. Fora que Priya está MUITO apegada a ele.
Ah sim… e o Pierre. É, o Alexy encheu o saco pra traze-lo…
E o Armin ainda falou pra EU não levar ninguém inútil… Mas o Alexy vem e me traz o Pierre.
O Alexy do passado até então estava comigo também, mas era pra me ajudar com essa galera que ia acordar confusa e irritada, alem de tudo, ele ia obviamente ser o porta-voz e o meu vínculo com o Armin do passado como ele tem sido.
“O que diabos está acontecendo, Boreal?!” eu ouvi do primeiro a acordar, era o Ken.
Ele parecia irritado, e com certeza pensava em mim como traidora, ou pelo menos estava com desconfiança no mínimo.
Só estava Alexy e eu desamarrados encarando todos eles.
Ele olhava pros lados e via todos amarrados. Era visível sua surpresa seguida de confusão.
“Vamos esperar que todos acordem pra que eu não tenha que ficar repetindo a explicação, que tal?” falei calmamente enquanto o Alexy sorria pra mim.
Ken não parava de perguntar o que acontecia, e ele começou a ficar agressivo, mas logo notou que estava amarrado com cabos de ferro bem fortes, com certeza ele sabia que fui eu.
Alexy e eu nos isolamos enquanto podíamos ouvir a algazarra se formar, gradualmente cada um acordava após o outro e começavam a ficar afoitos e falando alto e estava quase que impossível de entender tudo que era dito.
“Acabaram com a confusão?” perguntei incomodada com o barulho, me sentia o Armin.
Falando em Armin, pude notar o quanto o Armin me encarava.
“Boreal, explique isso agora! Eu vi o que estava fazendo antes de apagar e lembro muito bem de tudo!!” Armin gritava fazendo assim todos fiarem inquietos novamente.
“Que bom que lembra, significa que sua memoria não está danificada!” falei em tom de piada que não foi levado como piada, obviamente.
E só criou mais algazarra.
“Quando se calarem eu começo a falar.” eu voltei a dizer, foi um inferno manter todos sob controle, mas o Nathaniel conseguiu. Como sempre, o apaziguador.
“Gente, vamos ouvir o que ela tem a nos dizer. Não acredito que ela faria isso atoa. Ficarmos nessa inquietação não vai ajudar em nada.” ele falava.
Eu respirei fundo e então, parei no meio de todos.
No que eu ia abrir a boca pra começar a falar, Alexy se meteu.
“OK, estamos em outra dimensão. Boa noite.” Alexy falou na minha frente com tom mais debochado do mundo.
Eu só empurrei ele que ria mais.
“Do que estão falando?” Azriel falava surpreso.
“Eu não sei bem por onde começar, mas… Antes de eu falar, quero saber quem confia em mim.” eu repeti.
“Como vamos confiar em alguém que nos prendeu e esconde coisas?! Não sabemos o que está fazendo!!” Daniel gritava.
“Eu sabia que isso aconteceria… Cara eu salvei vocês e tô tentando apontar pra vocês que nos perdemos da nossa missão inicial tem tempos! Porque estamos correndo atrás do Lysandre afinal?! Nossa missão é corrigir as merdas que estão acontecendo com as linhas e não ficar brincando de protagonista de história da revolução. Já que não me deram ouvidos, tomei uma atitude.” falei
“Claro, nos prender e mudar de dimensão é uma atitude?! Cara, você só ta fazendo a gente desconfiar mais!” Daniel gritava.
“Foda-se! Se quiser te jogo de volta na merda da dimensão que te tirei e você fica lá brigando com aquele psicopata! Eu sou alvo dele, é fácil pra vocês falarem! Fora que ele quebra todos os objetivos!” gritei de volta. Ele me encarava com raiva, mas parecia tentar entender.
“Boreal, o que faremos então? Você trouxe a gente como pra outra dimensão? Qual seu plano? Tem algum?” Nathaniel perguntava calmamente.
Rspirei fundo e decidi mandar a real “Como posso explicar, sem alarde, por favor… eu fechei um acordo com o Armin do passado e–” eu fui cortada pelo Armin.
“Pera, você encontrou com ele?! Quando?!?” Armin gritava espantado.
“No dia que o Lysandre anuncionou seu novo casamento. Ele veio até mim após colocá-los pra dormir. para traze-los pra ca. Conversamos por horas a respeito de tudo.” falei calmamente.
“Eu não ia falar toda a verdade, mas acho melhor peneirar logo vocês. Quem não estiver de acordo em me ajudar a consertar isso tudo, posso mandar pra outra dimensão onde se encontra o Lysansdre, que tal? Então é isso.” falei me sentando na cadeira do meio.
“Do que tá falando Boreal? Você se envolveu com o Armin do passado que nos traiu e fugiu com o receptor e agora acha que podemos acreditar no que esta falando?!” Daniel falava irritado.
“Tem algum sentido eu trair vocês e por minha vida em risco?! Tipo, eles iriam me matar! Pensa Daniel! Nem pareces que é um Armin. O Armin sempre soube a localização da gente! Ele nunca atacou porque não quis!” gritei.
“Como um suicida posso falar que tem sentido sim querer nos trair pra morrer…” Armin do futuro dizia rindo, como sempre, ele tem que ser o idiota, mesmo em abstinência.
“Não Armin, eu não sou suicida igual você. Agora se puderem confiar em mim um pouco eu agradeço… Pensem comigo: o que eu ganharia traindo vocês?!”
“O que o Armin do passado ganhou?” Azriel perguntou.
“... Ele sempre falou que era contra o que estávamos fazendo, não houve traição Azriel.” Azriel então se calou e ficou pensativo.
“Ele quer ajudar Desde o início ele queria, mas ninguém confiou nele. Por favor, confiem em mim um pouco pelo menos, por favor. Essa dimensão poderemos resolver as coisas com calma. Não tem Lysandre. Não tem perseguições nem pedaços partindo.”
“Então ele usou o receptor de novo pra nos trazer pra cá?” Ambre perguntou.
“Não… é uma máquina dimensional que meu irmão fez.” Alexy dizia se metendo falando seriamente.
“Alexy…?” o Alexy do presente falava confuso com seu eu do passado agindo como se soubesse tudo.
“QUE?! DIMENSIONAL!? ARMIN! ERA O QUE VOCÊ TAVA TENTANDO FAZER!” Peggy finalmente falou algo, gritando na direção do Armin do presente.
“Pera, então ele conseguiu…?” Armin dizia incrédulo.
“Sim… O receptor não funciona mais, e ele falou que o Lysandre estava atrapalhando os planos. Nessa dimensão taremos tempo de sobra pra tentar arrumar as coisas. Eu só trouxe os essenciais, mas podemos falar com o pessoal que deixei na outra dimensão pra emergência a qualquer hora. Alexy tem contato direto com o Armin a hora que precisar.”
Eu então comecei a soltar quem parecia estar de acordo.
“Me prometam que não vão fazer nada, e soltarei a todos. Quem não quiser eu realmente levo de volta pra lá sem problema.” falei soltando primeiro o Nathaniel.
“Porque ele primeiro?!” Armin gritava.
“Porque você e cabeça quente e quero te deixar de castigo.” Eu falei com deboche já quebrando o Armin que parecia ser se aliviado, apesar de manter a testa franzida.
Após uma longa conversa, finalmente aos poucos fomos soltando um por um.
Fiz questão de deixar o Armin por último.
Notei que Daniel parecia desconfiado e não aceitava bem, entretanto, Ken estava controlando ele.
Armin estava bem abalado com tudo que estava acontecendo, mas ele se esforçava pra confiar em mim.
Armin havia deixado alguns comandos com Alexy do que deveríamos fazer, e um deles era encontrar o irmão do Lysandre dessa linha, Thomas.
Eu repassei o recado pra todos.
“É o seguinte, o Armin quer que encontremos o irmão do Lysandre, ele pode nos ajudar.” falei.
“Irmão?” Ken gritou.
“Sim, o Lysandre tem um irmão chamado Thomas, mas qual a importância dele Boreal?” Ambre perguntava.
“Simples, esse irmão é da linha onde o Lysandre é líder e ele é contra o Lysandre. Ele estudou tudo sobre o irmão pra entender de onde vinham as habilidades do Lysandre e com isso ele aprendeu muita coisa útil que desconheço, mas ele, senhoras e senhores, é verdadeiro anticristo como a mãe do Lysandre acreditava ser o Lysandre em si.” Alexy respondia serio, haviam informações ali que nem eu sabia.
“Do que tá falando… Por que o Thomas daquela linha tá aqui?” Castiel falou finalmente, ele parecia tentar entender e assimilar tudo, por isso mal falava, ele só olhava pra baixo e pros lados.
“Perguntem pra ele.” Alexy dizia.
E assim o fizemos. Preparamos o grupo todo pra irmos até a casa dele.
“A proposito…” falei antes de abrir a porta do local onde nos encontrávamos.
“SWEET AMORIS?! O QUE FAZEMOS AQUI?!” Bia gritava.
“Mãe, por que estamos nesse colégio…?” Rémy perguntava assustado
“Porque é o local mais fácil pra por um monte de gente inconsciente.” Alexy ria respondendo.
“Sweet Amoris seria..?” Ken perguntou confuso.
“O colégio aonde maior parte das coisas aconteciam, onde abrimos portais e onde teve muito acontecimento bizarro. Foi nesse local onde Lysandre construiu aquela mansão dele.” respondi.
“Aqui existe algum Ken, Armin etc?” Ken perguntava mais curioso ainda.
“Sim… mas já morreram.” Alexy respondia em seguida
“Morreram..? Como assim?” Armin estava preocupado agora.
“Armin do passado trouxe vocês pra uma dimensão que pudessem andar livremente. Aqui muita gente do nosso grupo está morto por motivos variados, então temos essa área toda pra andar sem problema algum. É uma realidade bem distorcida que meu irmão achou. Kudos pra ele.”Alexy dizia sorrindo cheio de si.
“Se em algum momento existimos aqui, então não será um problema?” Violette finalmente falou, bem tímida, mas sua dúvida era valida.
“Como falei, tudo aqui é bem distorcido. Não vai acontecer nada. Ninguém se importa.” Alexy respondia.
“Existe algum e nós vivo ainda?” Azriel perguntou.
“Sim, sim, o Rémy. É o único. A versão mais velha dele inclusive nos ajudou a colocar vocês aqui.” eu falei.
Alexy havia me passado as informações já, mas só ele esteve nessa dimensão antes, então eu o deixava falar, pois ele tinha mais propriedade.
“OK, vamos logo ver o tal Thomas? To ansioso com essa porra toda e quero entender o que tá pegando.”Castiel falou.
“Pera… CADE MEU ORNITORRINCO E O MEU SAPO?!” Castiel gritou do nada.
“Estão no laboratório de ciências sãos e salvos, fica tranquilo Castiel.” eu falei em um misto de riso e raiva.
Querendo ou não, o Glenn poderia ser útil. O Perry eu só trouxe porque sei como o Castiel ia encher o saco. Não sei porque ele anda com esse troço pra lá e pra cá, sinceramente, peso de papel.”
Não enrolamos muito, mesmo com grande curiosidade de Ken e Daniel quanto ao colégio, fomos direto na “Toca” do Thomas.
Armin grudou em mim, mas se manteve em silêncio, eu, como boa conhecedora de Armin, sei que ele estava prontinho pra brigar comigo mais tarde sobre tudo isso, já sabia o que estava por vir.
Sem enrolar, fomos até onde Thomas morava, que era nada mais nada menos que na casa onde o Dake vivia com Boris.
Dake se mantinha calado o tempo todo, mas era notável seu nervosismo quando fomos nos aproximando.
Ken se aproximou de mim e cochichou.
“Dake tá bem?” ele notou como o Dake tremia.
“Aqui era onde ele vivia com o tio dele… que abusava e batia nele…” falei bem baixo pra que ninguém mais ouvisse.
Ken esbugalhou os olhos, acenou com a cabeça e se calou.
Ele pareceu ter ficado bem chateado ao saber, e decidiu se aproximar uns segundos depois de Dake.
Ele parecia tentar relaxar o Dake, bem, ele tem experiencia com esse tipo de coisa, já o vi acalmar o Daniel incontáveis vezes durante crises.
Tocamos a campainha, e tocamos de novo, e de novo, e de novo, até que quando estávamos desistindo, uma menina atendeu a porta.
Ela era loira, usava uma maquiagem pesada, calcinha e uma camisa escrito “propriedade de Satan”, fora as tatuagens no rosto tipo “I love satan” e uma cruz de cabeça pra baixo.
Eu tava bem confusa.
“Thomas…?” falei confusa.
Ela começou a rir.
“Você é a tal Boreal?” ela falava rindo mais ainda enquanto abria a porta dando passagem pra entrarmos.
“Sim…?” falei ainda confusa.
“Entrem, o Thomas estava esperando por vocês. Ele só tá acabando umas paradas e já vem.” ela dizia abrindo espaço na sala.
A casa era muito arrumada, mas a arrumação parecia um enorme estereotipo de pré-adolescente edge pagando de satanista. Ou seja: muita vergonha alheia.
“Você é quem?” Castiel perguntava.
“A mulher dos seus sonhos.” ela respondia rindo pra ele claramente dando em cima, eu só olhei a Ambre que a encarava com bastante raiva.
“Porra, que nome merda hein. Tua mãe tem um péssimo gosto.” Castiel respondia. Nunca sei quando ele tá sendo burro ou quando ele tá se fazendo de burro, sinceramente. Esse é um dos milhares de casos.
“Qual seu nome?” Dake falou impaciente.
“Chani. Sou namorada do Thomas.” ela falava sorrindo.
“E PORQUE DEU EM CIMA DO CASTIEL?!” Ambre falou finalmente, e estava bem ríspida.
“Ah, são namorados e monogâmicos né? Relaxa. Ele é meu tipo, só isso, mas você também faz meu tipo, qualquer coisa podemos—”
“Não obrigada!” Ambre cortou a Chani no meio da proposta.
Eu confesso que acabei segurando riso, e notei que Armin estava na mesma.
“Enquanto esperam, o que acham de brincar de tarot comigo?” Chani dizia já me puxando pra uma mesinha que tinha no canto.
“P-Porque eu?” falei desesperada.
“Relaxa. É só pra se distrair.” ela sorria.
Eu me sentei, vi ela embaralhar as cartas e colocar todas as que ela me mandava escolher em forma de torre na mesa, então ela virou a primeira e fez uma cara de choque já virando a segunda.
“O que houve?” perguntei apreensiva.
“Eu acho que essa carta era ruim…”ela falava.
“Acho…? Mas você…”
“É que eu to aprendendo ainda, então não sei o que elas significam” Chani dizia.
“Então porque tem uma placa na porta oferecendo serviços de tarot?” Rémy questionou.
“Pra eu aprender na prática ue.”Chani respondeu rindo.
“Pera, você tira cartas pras pessoas, elas te pagam e você passa tudo errado?” Dake falou espantado.
“Basicamente isso aí mesmo! Bem, ninguém voltou pra tirar satisfação, então meus clientes estão satisfeitos.” Chani ria enquanto um menino saia da cortina de trás dela, era Thomas.
Ele deu um tapa leve na cabeça dela.
“Não sai dando na cara porra.” Thomas dizia.
“Tom, eles são a galera do Armin, não tem problema falar a verdade.” Chani respondia olhando pra ele.
“Ah, então são vocês mesmo. Desconfiei. Ele avisou que ia mandar vocês aqui. Thomas falou isso se sentando num sofá vermelho de um assento só na sala.
“Não sabemos porque viemos aqui, poderia nos informar por favor?” Azriel perguntava.
“Hospedagem. Nos fundos temos quartos sobrando pra nossos clientes especiais, e ele pediu pra eu cuidar de vocês e ajudar vocês a irem pra o lugar certo. Boreal sabe do que eu tô falando.” todos me encararam.
“Do que ele tá falando Boreal?” Armin perguntou.
“Nada de importante… depois te falo…” eu disse isso na esperança de que ele esqueceria.
“Eita, Kentin e Daniel, os lendários. Que honra conhecê-los. Eu e a Chani eramos da equipe horus na área de Paris.” Thomas falava rindo enquanto acendia um cigarro do qual ele dividia com a Chani.
“Pera, quer dizer que eram de lá?” Nathaniel dizia espantado.
“Sim po. Armin me trouxe pra cá, meu irmão querido queria me matar. Armin me salvou.” Thomas falava.
“Ele me trouxe pra cá pra auxiliar vocês, pois falou que vão precisar dos meus serviços.” Thomas sorria, nem parecia aquele menininho que conheci na minha linha temporal…
“E quais seriam seus serviços dos quais precisamos…?” Violette perguntava timida.
“Que acham de descansar um pouco e amanha nos falamos? Eu to com uns clientes me esperando agorinha. Prometo responder tudo amanhã.” ele falou já se levantando.
“Mas. espera–” antes que eu pudesse falar, ele acenou pra trás e se retirou pra um lugar que parecia ser seu escritório.
“Ele é bem ocupado. E precisamos sobreviver aqui, então ele trabalha bastante. Eu comecei a trabalhar de cartomante pra ajudar.
Eu to tentando trabalhar sem a Elise.” Chani dizia.
Elise? Quem é Elise? Eu realmente estava curiosa, foi quando a Chani respondeu.
“É que temos uma aranha de estimação que o Thomas trouxe de volta a vida, ela tem uma alma dentro que foi um humano um dia e voltou com poderes misticos, essa aranha tem 50% de chance de acertar uma previsão. Eu usava ela, mas a aparência dela amedrontava muito cliente, então comecei a aprender sozinha. Tem funcionado também…” eu a ouvia concentrada.
É uma coisa muito, MUITO específica, mas eu vou questionar? To cansada de caçar logica quando nada tem sentido a muito tempo…
Chani nos levou nos fundos, eram vários trailers que tinham estacionados.
“Ah, agora tem sentido, quando disseram que tinha vários quartos fiquei bem confuso já que a casa não é tão grande assim.” Dake dizia olhando.
“Conhece a casa?” Chani perguntava de maneira simpática.
“Ele morou aqui.” Ken interrompeu sem permitir que ela perguntasse mais nada.
Pude sentir gratidão vinda do Dake…
Não tivemos muito mais pra fazer ali além de seguir as ordens do Thomas.
No dia seguinte com certeza encheríamos ele de perguntas…
E no fim, me frustrei, Armin não me perguntou nada, nem brigou.
Deve ter esquecido ao longo do dia. Que bom!
E a proposito, ele dormiu feito pedra.
Ele estava definitivamente exausto…
Agora é aguardar a manhã seguinte.
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