As Vezes Queria Poder Te Ter

27 Capítulo 27 - A unica coisa ruim de ser mulher


Notas iniciais
Caap meio chatinho pessoal, mais o proximo será bem melhor.

POV LE

Chegando lá, nós ficamos conversando um pouco no camarim, enquanto o Pe e os meninos não ficavam prontos, eu e as meninas contamos como foi o primeiro show deles que nós fomos com quem foi, onde ficamos e tudo mais. Enquanto eu contava, a Bih tinha sempre um brilho nos olhos, ela sempre falava que foi um dos melhores dias da vida dela, e que ele será inesquecível. Os meninos contaram como foi o primeiro show, que foi o de lançamento do DVD, contaram o que eles sentiram na hora de entrar no palco, e como foi ver mais de três mil pessoas ali, só pra vê-los. E elas quase choraram quando agente terminou de contar. Faltavam quinze minutos pra eles entrarem no palco, e eu estava ansiosa, como sempre. O show foi maravilhoso, a galera tava animadíssima, super agitada e cantando muito... O Lanza como sempre levou um mega tombo, no meio dos fios, e eu como sempre também, dei muita risada e depois vi o Pe dando uma bela bronca nele... Mais nunca adianta, ele sempre faz à mesma coisa. Quando eles terminaram, foram pro camarim tomar água, porque logo depois as meninas estariam ai, as que pagaram a entrada no camarim, e eles tinham que estar pelo menos cheirosos. Eu fui ajudar a arrumar o cabelo do Pe, que já estava totalmente bagunçado, e depois fiquei num canto, enquanto eles cumprimentavam as fãs. Uma delas me surpreendeu.

— Pe Lu, porque você não trouxe a Lê?

— Mais eu trouxe amorzinho, ela ta ali ó: — ele apontou com o dedo indicador na minha direção, e a menina foi correndo pra falar comigo parecendo uma pulguinha.

— Oi Lê *---* — ela disse.

— Oi flor, como é o seu nome? – eu disse tentando ser o mais simpática possível, a menina parecia ser daquele tipo de fã bem histérica sacas?

— Maria Eduarda, mais pode me chamar de Duda, eu acho bem mais bonito – ela disse com um sorriso enorme. – Mais me diz Lê, como você conseguiu fazer o Pe se apaixonar por você? Por que eu nunca tinha visto ninguém conseguir isso, tem que ser muito bonita ou muito especial... – ele tinha tocado em um ponto muito sensível pra mim, eu também me perguntava isso todos os dias.

— Olha Duda, eu nem sei por que ele se apaixonou por mim, fala serio, eu nem sou tão bonita assim, ele tem meninas muito mais bonitas que eu lá fora, gritando o nome dele. Então não me faça perguntas que eu não saiba responder okay? – eu disse com um sorrisinho de canto.

— Eu sei por que Duda – o Pe falou se aproximando da gente e colocando minhas mãos na cintura dele, por traz. – Por que ela é sim muito linda, porque ela me fascina, porque ela me encanta e me faz sentir bem. Quer mais motivos Dona Letícia? – ele não gostava quando eu falava que não era boa o suficiente pra ele, mais eu não estava mentindo, era verdade.

— Acho que não tem necessidade né Pe? – eu falei corada e olhando pra ele com uma cara de “CORRE MULEQUE, SE NÃO VOCE MORRE”, e era isso que eu queria fazer naquele momento, ele não precisava ficar enchendo a minha bola assim na frente de outras pessoas, isso me deixava completamente constrangida – Hum vou deixar você aqui com a sua fã, se não ela me mata cinco minutos de camarim e ainda por cima ficar conversando com uma namorada chata, ninguém merece.

— Você não é chata bebê, mais cinco minutos é pouco tempo mesmo. Me espera lá trás ta? Eu já to indo, te amo tchuca.

— Okay, eu te amo também meu Nenis. – eu falei enquanto puxava a Bih e as meninas pra irem comigo, eu ficaria muito P. da vida se as namoradas deles estivessem lá, bom, eu já teria me matado se ele tivesse namorada, então me coloquei no lugar das fãs deles e decidi não incomodar o tão esperado momento do camarim. Eu e as meninas ficamos conversando em um corredorzinho, que dava pro banheiro ao lado do camarim, com o celular ligado escutando All Time Low, e conversando sobre como tinha sido o nosso dia. Eu contei como tinha sido o meu, e elas davam bastante risadas quando eu contava dos momentos calientes do meu dia. A Nih falou que tava meio na seca, porque fazia quase duas semanas que ela não via o Koba, e que ela tava quase pedindo pra ele, mais que tava com vergonha e que hoje ele iria dormir na casa dela então ela não precisaria pedir. Acho que essa noite, todas nós passaríamos com nossos Nenis, a Bih falou que ela não tinha combinado com o Thomas ainda, mais que ou ela iria dormir na casa dele ou ele dormiria na casa dela. A Jô a mesma coisa, e eu logicamente não poderia ficar fora dessa. Finalmente acabou o momento “Camarim”, os meninos tomaram banho, e nós esperamos eles do lado de fora. Depois que eles saíram, eles contaram obre o show e como havia sido, ficamos conversando e dando altas risadas com as imitações do Thominhas, acho que era impossível ficar cinco minutos do lado dele sem rir, ele era engraçado demais. Depois fomos pro apartamento dos meninos, e eu aproveitei pra ir falar com a Tia Teresa, eu tava morrendo de saudades da minha Sogrinha perfeita... Fui até o andar de cima, eu e ela ficamos conversando muito, e ela me conto que o Pe tinha ficado muito triste quando terminou comigo, que ele não sabia mais o que era sorrir, e que tava todo mundo preocupado com a situação dele. Ela me perguntou da praia, e eu falei que minha mãe não tinha confirmado ainda se ela iria ou não, mais que era quase certeza que eu iria, ela ficou muito feliz, e ansiosa também, afinal só faltavam cinco dias pro Natal, e nós já precisávamos acerta tudo direitinho, comprar as coisas pra fazer a ceia, e os presentes. Desci pra ficar com as meninas, me despedi da Tia Teresa e do Tio César. Decidimos comprar pizza, mais eu não estava muito bem, estava muito indisposta.

— Pe, posso ir deitar na sua cama amor?

— Claro vida, mais por quê? Você ta bem? – ele falou assustado e correndo pra me abraçar.

— To, só to um pouco cansada, mais não é nada não amor, então, eu vou ficar aqui no quarto ta? Se precisar de alguma coisa é só me chamar.

— Amor, nem pensar, se você vai ficar no quarto eu fico com você, magina, você quase não vem aqui em casa, e quando vem vai ficar sozinha?

— Mais você não vai comer amor?

— Vou mais eu levo lá pro quarto e fico com você.

— A, então ta bom.

Ele se virou, pegou um pedaço de pizza, e pegou com a mão vazia minha mão, fomos pro quarto, eu me troquei, coloquei uma camiseta do Pe, que ficou bem larga em mim, e deitei na cama. Ele me olhava preocupado, como se ele não pudesse fazer nada, eu me senti culpada por deixar ele assim, então pra tranqüilizá-lo falei bem baixinho.

— Ta tudo bem meu amor, eu só estou cansada – mais acho que ele não acreditou muito em minhas palavras, me olhou com o olho semi-serrado e começou a comer.

Eu tava olhando pra ele, eu não me canso de olhá-lo, ele é tão perfeito, tão natural, tão carinhoso, na verdade ele é tudo pra mim, meu chão, meu ar, minha vida. Foi quando eu senti uma dor enorme no pé da barriga, mais eu reconheci essa dor, na verdade, ela era muito conhecida por mim, e acho que por todas as garotas da face da Terra, descobri o que eu tinha Tensão Pré Menstrual, resumindo, uma puta de uma T.P. M era uma cólica horrível, tava quase insuportável.

— AI AI AI AI – eu gritei assustando o Pe, que comia olhando pra TV.

— Que foi amor, o que você tem pelo amor de Deus? – ele falou colocando o prato ao seu lado na cama, e correndo pra perto de mim, ficando ajoelhado no chão pra poder falar comigo olhando pro meu rosto.

— Caralho mano, logo hoje essa cólica do capeta tinha que vir não acredito – eu falei levantando e abrindo a minha bolsa, eu já sabia o que vinha depois. – eu to bem amor, é só cólica, não se preocupa ta?

— Ta bom, mais eu posso fazer alguma coisa por você? – ele falou se aproximando de mim, e pondo suas mãos em minha cintura.

— Acho que não, amor, não se preocupa, eu sou acostumada com essa dor, ela me persegue... Você só vai ter que me agüentar dando chiliques de vez em quando, tudo bem?

— Claro amor, quem é que sente dor e não reclama? Um retardado, só pode mais amor, se eu puder fazer alguma coisa me avisa ta? Qualquer coisa.

— Okay, mais agora deixa eu ir fazer a coisa mais desagradável dessa historia toda ta?

— Ta bom amor, vai lá.

— Já volto – falei dando um selinho nele e saindo.

Fiz o que tinha que fazer, e ainda bem que fiz rápido, porque ia ser um vexame sujar a cama do Pe, ainda bem que eu sou uma menina muito esperta. A Letícia, para de falar sozinha. Sai do banheiro, e entrei no quarto, o Pe tava deitado no canto da cama enrolado no edredom, meu, sabe quando você acaba de ganhar algum animalzinho de estimação e ele ta dormindo todo enroladinho com aquela carinha fofa? Foi exatamente igual o Pe, ele tava tão fofo, tão fofo, quase tive um treco quando vi.

— MEU DEUS DO CÉU, QUE MENINO MAIS FOFO, LINDOOO – eu falei pulando na cama em cima dele, e levando um susto e automaticamente abrindo um sorrisão.

— Pe, como você consegue ser tão fofo amor? Assim eu não consigo resistir caramba – eu falei com um biquinho e olhando pra ele com cara de brava.

— Que bom – ele disse me agarrando a começando a fazer cócegas.

— PARA, PARA, PARA, PARA COM ISSO PELO AMOR DE DEUS, EU NÃO AGUENTO, PARA PEDRO – eu falei rindo demais e gritando.

— Só vou parar quando você pedir com jeitinho.

— MAIS EU NÃO CONSIGO PEDIR COM JEITINHO COM VOCE CONTINUANDO, AAAAAAAAAAAH, PARA PEDRO – eu falei gritando ainda mais.

— Pronto – ele disse rindo e me soltando.

— Ai, tava quase fazendo xixi já.

— Ainda bem que eu parei – ele disse voltando pro edredom.

— É... – eu falei e fiquei parada, olhando pro chão, nem sei o motivo, mais parecia que eu não estava mais lá, que eu estava em outro lugar.

— Lê, Lê? – o Pe falou me pegando por trás.

— Ah, oi?

— Você ta legal? To te chamando há uns cinco minutos.

— Um, to sim amor, vamos dormir?

— Vamo, em cá. – ele falou me puxando, eu deitei ao seu lado e ficamos sem dizer nada, de conchinha... Estava perfeito... Eu dormi, sonhei que estava em uma floresta, era dia... O Sol estava bem no centro, devia ser meio dia mais ou menos, eu estava saltitando quando escuto um grito horrível, o grito dele, era um grito de dor, angustia... Comecei a correr, correr muito mesmo, procurando da onde havia vindo esse grito. Não estava mais agüentando correr, meus pés doíam muito, comecei a chorar desesperadamente, chorar muito, me sentia incapaz... Ele estava precisando de mim, e eu não poderia ajudá-lo porque estava cansada? Não mesmo, levantei e comecei a andar, mesmo mancando... Então ouvi outro grito, LÊ? LÊ?LÊ, AMOR ACORDA! – eu abri os olhos assustada, e quando percebi que tudo era um sonho, comecei a chorar, ele me abraçou, e fiquei com a cabeça encostada em seu peito... Era a melhor forma de me acalmar, era reconfortante poder ver que ele estava bem, e que estava aqui ao meu lado, e que meus pés não estavam doendo iguais no sonho.

— Você só teve um pesadelo minha linda, só isso, eu to aqui com você, não precisa ter medo.

— Que sonho horrível Pe, eu pensei que ia te perder.

— O que você sonhou? – ele me olhou curioso. Contei todo o sonho pra ele, e depois ele me deu um abraço tão gostoso que eu ficaria ali pela eternidade.

— Você não precisa ficar assim, ta tudo bem okay?

— Arram, ta bom meu amor, brigado.

— Eu amo você Lê.

— Eu te amo Pedro, te amo mais que tudo.

— Eu também. – ele falou apertando o abraço, me confortando e depois deitamos, e dormimos novamente.

POV NIH

Estávamos terminando de comer, e eu levantei.

— Acho que vou dormir meninas... To canssadona – falei me espreguiçando.

— Okay Nih amorzinho, pode ir...

— Eu vou com você amor, eu também to esgotado.

— Então vamos... Só vou escovar os dentes ta?

— Eu também. – ele falou indo pro banheiro e eu o acompanhei, peguei a minha escova reserva que ficava lá, e comecei a escovar os dentes, ele ficou me olhando e me acompanhando do mesmo jeito. De repente começou a rir, rir muito... Corei, e fiquei meio desconcertada.

— O que foi? Porque esta rindo?

— Você fica linda escovando os dentes – corei mais ainda, senti minha bochechas queimarem igual pimenta.

— Não precisa ficar assim bebê, eu só falei que você fica ainda mais bonita escovando os dentes.

— Ta bom Lucas, você já pode parar com isso okay?

— Ta, ta, mais isso não é justo, eu só falei que você fica maravilhosamente bonita, mais do que já é.

— Cala a boca – eu falei rindo.

— Ta bom, é melhor eu parar antes que você me afogue na privada.

— Isso mesmo.

— Bonitinha – ele falou apertando minhas bochechas e lavando a boca.

— Vamo?

— Vamo.

Fomos pro quarto e eu peguei a minha roupa de dormir, que já estava em cima da minha bolsa.

Roupa de dormir da Nih:

http://www.bymk.com.br/Features/Looks/CreateLook.aspx

Enquanto eu me trocava, percebi que o Koba não parava de olhar, fiquei envergonhada, mais depois lembrei que era isso mesmo que eu queria, deixar de ser a santa... queria pelo menos uma vez ser a safadinha da historia.

— Porque você ta olhando pra mim Lucas? – eu perguntei com um olhar provocativo pra ele, que se surpreendeu e abriu a boca pra falar. Mais depois fechou, dois segundos depois falou.

— Você ta muito sexy com essa roupa, tenho que admitir.

— é mesmo... Você gostou?

— Bastante.

— Que pena, pensei que você quisesse tira-la.

— Sabe, ela fica bem mais bonita em cima da sua mala, ou no chão pode ser também.

Sorri e me aproximei dele. Que colou as mãos em minha cintura e levantou da cama, pra me beijar. No começo era um beijo normal, carinhoso e calmo. Depois foi aumentando o ritmo, e ficando mais quente.

— Você que decide – falei dando um sorrisinho de canto, e ele automaticamente abriu um sorriso enorme e começou a levantar minha camisola, e eu me arrepiei com seu toque na minha pele.

- Eu te amo tanto – ele falou beijando meus lábios e me puxando pra deitar na cama, ficamos nos beijando por um tempo, quando o beijo foi se aprofundando e ficando mais quente, ele subiu em cima de mim e me olhou nos olhos, eu dei um sorriso de aprovação e ele entendeu rapidamente... Começou a passar a mão pelo meu corpo, e quando chegou à minha coxa subiu lentamente a camisola, e mais uma vez eu me arrepiei e corei, percebi que ele também estava corado. Senti uma necessidade impulsiva de reconfortá-lo, o abracei muito forte enquanto ele também me abraçava.

— Eu também te amo Lucas, te amo mais que tudo – falei beijando ele, e finalmente tinha acertado o beijo foi se aprofundando cada vez mais, e eu mesma tirei minha camisola, a jogando num canto do quarto enquanto ele tirava rapidamente a dele também, quando eu estava só com roupa intima e ele só de bermuda, eu olhei nos olhos dele e tirei meu sutiã, seus olhos brilharam e eu corei muito mais.

— Você não precisa ficar com vergonha minha menina, eu vou te amar pra sempre e vou ser seu e de mais ninguém, não importa o que aconteça.

— Por isso que eu te amo tanto – eu falei beijando-o desesperadamente, e tirando sua bermuda. Ele ficou em cima de mim, e continuamos nos beijando, ele passou a mão pelo laço de minha calcinha, e a retirou lentamente, e eu fiz a mesma coisa com a sua cueca. Quando ficamos completamente nus ele me beijou mais uma vez, já posicionado pra começar. Depois de uns dois minutos nos beijando começamos, estava divagar e sensível, com muito amor... Mais foi aumentando o ritmo conforme aumentava o prazer, e quando estávamos quase explodindo eu o olhei pra ver sua expressão enquanto chegávamos ao limite máximo do prazer. Ele me olhou nos olhos e sorriu, mordendo os lábios inferiores e explodindo dentro de mim, era uma sensação ótima sentir o seu liquido quente dentro de mim, continuei sem preocupações, pois já tinha me prevenido e tomado o remédio anticoncepcional.

— Eu amo você – ele me disse depois de deitar ao meu lado.

— Eu amo você – eu disse me encostando em seu peito e em seguida pegando no sono.

Notas finais
revieews?