Notas iniciais
Uma pequena jornada para as muitas que Alaska possuí. Tenha em mãos um chocolate quente e "simbora".

Em um reino chamado Alaska, vivia Felpado, o guerreiro corajoso que tentava sempre ser justo e leal a seus companheiros sempre buscando o melhor para o reino. Junto a seu fiel escudeiro Salvador, cujo apelido este vinha das suas diversas conquistas a favor dos habitantes de Alaska, porém este tem seu coração domado pela donzela Bia, a filha de seu superior, e mesmo que os dois encontrem dificuldades neste relacionamento, ele se mantêm forte.

Um dia a donzela vai até a sacerdotisa mais famosa do reino, Bee, para saber o destino de seu amor pois estava preocupada com ele e com o futuro da filha que esperava do mesmo. A sacerdotisa consulta então em suas orações a deusa Kokoro, entre os moradores haviam boatos das duas serem na verdade irmãs, que por alguns segundos concede a donzela uma visão do futuro pois admirou sua devoção a mesma.

Mas a visão assustou a jovem, em ver que seu amado e seu pai teriam uma missão dada pelo rei Tony, que confiava em seus melhores guerreiros, para matar o dragão que assombrava os moradores de uma certa região, com seus gritos agonizantes e sua aparência medonha. O que era estranho pois ninguém havia retornado para confirmar isto.

Teriam que enfrentar uma jornada a um lugar cujo inverno é tão rigoroso que havia quem dissesse ser o Inverno dos Primordiais, se referindo aos primordiais do gelo e da água Ninje e Fenrir respectivamente, de tão mortal que poderia ser. Até chegarem no único lugar quente da região, que aliás pegava fogo pois o chão fervia à brasa ardente, contrariando a própria natureza, e lá derrotar a fera. Bia pediu para que a deusa protege-se os dois, a deusa era benevolente e aceitou o pedido.

Na terra do terrível inverno, ambos encontraram muita dificuldade mas sempre foram protegidos pela promessa de vida, mal sabendo que a deusa enfrentava seus próprios pais, os primordiais, para salva-los da morte. Seus sacrifícios tornaram a chegada dos dois guerreiros na terra de lava possível, e não precisava estar muito perto da caverna para escutar os gritos dragão, mas isso não era suficiente para amedrontar os dois guerreiros.

Ambos já estavam na entrada da caverna, a deusa os equipou com antecedência vestes que suportassem tanto o extremo frio quanto o extremo quente, isso deu a eles mais capacidade. Conforme entravam na caverna os gritos se tornavam mais agudos porém mais baixos e ao chegarem no que parecia ser um cercado tiveram uma surpresa.

Ainda no templo da deusa Kokoro, o sacerdote DoContra tentava acalmar a jovem Bia que temia pelo pior, ele a reconfortava com histórias daquele mundo e também que os primordiais não eram maus, apenas mal interpretados por muitos. Ele tentava dar forças a jovem quando finalmente foi anunciado o retorno dos heróis, mas eles fizeram o incomum, em vez de se dirigirem diretamente ao rei para receber as honrarias foram direto para o templo da deusa.

Lá pediram uma audiência com os sacerdotes e assim foi feito. E a eles entregaram um caixote que balançava violentamente e gruinha. Bee e DoContra mantinham dúvidas quanto o significado daquilo tudo e ao abrirem o caixote viram com seus próprios olhos um filhote de dragão, engolhido e chorando. Cuja mãe foi morta, sendo ele o último dos dragões em Alaska.

Ele foi dado como um sacrifício a deusa pela proteção dada a eles, porém a sacerdotisa não permitiu a morte do mesmo e o adotou, tomando a responsabilidade pelo pequeno que nomeou de Charchar. A deusa lhes contou que os primordiais protegiam o pequeno, pois era o último de sua espécie. Mas ao menos, a paz foi restaurada ao reino, não se sabe qual o destino que se seguiu, mas ali não era o fim da jornada de Alaska.

Notas finais
É algo bem simples e curto, pois não foi pensado com muita antecedência, apenas comecei a escrever e saiu isso, peço desculpas pelos possíveis erros de português mas eu só queria expressar meu amor em criatividade por essas pessoas que considero uma segunda família para mim. Até talvez uma próxima vez ^^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!