As Ruínas de Shinto
8 Reencontros e Confusões
Eu: Tatatorterra na área! Finalmente, o reencontro da galera!
Todos menos Ash e Misty: VIVA!
Ash (irritado): ...Isso é necessário?
Brock: ASH! Isso é coisa que se fale?!
Ash: Você fala isso porque não foi tua vida amorosa que foi pro ralo...
Brock: Ah, tá... EU QUE DEVERIA ESTAR RECLAMANDO PELO FORA QUE EU LEVEI DA MELODY! FORA AS HUMILHAÇÕES QUE PASSEI!
Ash (retrucando baixinho): Bem que mereceu...
Brock se prepara dar um cascudo em Ash quando este se distrair.
Misty (segurando uma marreta): Tentando fazer alguma coisa, Brock?
Brock (azul de medo): Queeeeem, eeeeu? Nada não...
Eu: ... Alguém fale o disclaimer antes que esse freetalk fique mais extenso... (E perigoso...)
Kenny: Tatatorterra não é dona de Pokémon.
Empoleons (o do Kenny e o do Berry): Empo empooooleon! (Que continue a história!)
As Ruínas de Shinto
- Reencontros e Confusões–
No ultimo capítulo...
Após alguns minutos, o quarteto chega ao Centro Pokémon. Todos têm uma enorme surpresa ao entrar no edifício: não é que muitos amigos e conhecidos estavam lá também...
“É Misty, ainda bem que só a gente que veio pra cá, né...?” – o treinador de Pallet fala num tom de sarcasmo. Tudo o que Misty responde é:
“Eu e minha boca grande...”
Centro Pokémon da cidade de Goldenrod, algumas horas atrás. Dawn, Piplup, Buneary, Berry, Kenny e, por não ter opção, Paul adentram pela entrada principal do centro para checar seus pokémons e conseguir um local para dormir. Como sempre, a enfermeira Joy local os recebe de forma amistosa:
“Boa tarde, em que posso ajudá-los?”
“Boa tarde, enfermeira Joy.” – Dawn – “Será que poderia checar nossos pokémons?”
“E também queríamos um quarto.” – completa Barry.
“Sim, claro. Primeiro entreguem suas pokébolas.” – todos entregam seus pokémons.
“Chansey!” A pokémon enfermeira chega com uma mesa onde coloca todas as pokébolas e ajuda Piplup e Buneary a subirem nela. Em seguida se retira em direção à sala de check up e tratamento.
Em seguida, a enfermeira Joy acessa o computador sobre sua mesa de recepção para checar o número de vagas disponíveis.
“Bem, temos vários quartos coletivos para quatro pessoas sobrando.”
“Com licença, Enfermeira Joy.” – Paul se aproxima do balcão, ficando ao lado da coordenadora nativa de Twinleaf – “Se fosse possível, gostaria de um quarto separado. Individual, de preferência.”
“Sinto muito, mas estamos sem quartos individuais. Todos estão ocupados por causa do evento.” – diz a enfermeira, num tom decepcionado.
“Esse evento seria a Pokéluta?” – pergunta Kenny, curioso.
“Exatamente.” – explica Joy – “Nunca tivemos tanto movimento como nos últimos dias. Mesmo com um centro de grande porte como esse, estamos tendo problemas para acolher tanta gente.”
Nisso, Dawn tem uma idéia.
“Ei, Paul. Por que você não fica no mesmo quarto que a gente?”
“O QUÊ?!” – se espantam Kenny e Berry. O amigo de infância de Dawn se aproxima dela e cochicha de forma desconfiada.
“Tem certeza?” – Dawn apenas afirma com a cabeça.
“Vai ser melhor assim.” – Joy – “Já que são conhecidos, isso não será um problema. Será melhor que dividir um quarto com estranhos.”
“...” – ele fica pensativo, por um tempo, mas por fim se rende à idéia – “Hunf, que seja...”
Quando iam se retirar para o quarto coletivo, eles ouvem uma voz que, pelo menos para Dawn não era estranha.
“Eu não acredito!” – a coordenadora se vira e dá de cara com May. Imediatamente Dawn vai até sua amiga (e rival) e a abraça.
“May! Que bom te ver de novo!”
“Digo o mesmo! Oi Kenny! Oi Barry!” – responde May.
“Oi!” – respondem ambos ao fundo. Nisso, Max e Drew se aproximam delas.
“Oi Max! Oi Drew!” – Dawn cumprimenta ambos com a mesma alegria de sempre.
“Olá.” – Drew segura a mão da coordenadora de Sinnoh enquanto cumprimenta como um perfeito cavalheiro – “É uma honra rever uma amiga de grande talento.” – ele beija as costas da mão de Dawn. Kenny e Barry ficam um pouco incomodados (e corados) ao ver aquilo. Já May fica um pouco irritada ao ver aquilo enquanto Paul parecia mais mal-humorado do que nunca...
“Mas o que vocês estão fazendo por aqui?” – pergunta Max.
“Bem,” – Dawn – “Nós ficamos sabendo sobre as ruínas recém-descobertas na montanha Shinto e resolvemos vir pra cá e vê-las com nossos próprios olhos.” – ao ouvir isso, o grupo de Hoenn se surpreende.
“Nós também!” – comenta May – “Vamos poder viajar juntos!”
“Não necessariamente, May.” – Drew – “Não se esqueça da nossa pequena pendência com certo coordenador excêntrico.” — ele termina, ajeitando seu cabelo com a mão direita.
“Verdade, eu tinha me esquecido...”
“Como assim?” – pergunta Dawn, curiosa.
“Nós vamos participar da Pokéluta para dar uma lição em um cara muito chato.” – Max.
“Cara chato?” – questiona Kenny – “Tá falando do Paul?” – ele aponta para o treinador, que bufa de raiva.
“Não esse chato!” – May muda repentinamente de humor, se tornando gentil – “Oi, Paul.” – ela retorna para o seu modo agressivo – “É um cara chamado Harley, nós nos enfrentamos muitas vezes durantes os torneios e...” – May é interrompida por uma voz irritantemente conhecida.
“Tá falando de mim, colega?” – era Harley em pessoa. May apenas olha torto para ele enquanto sussurra “Por falar no diabo...”.
“Só estou comentando com minha amiga aqui que vamos participar também da Pokéluta.”
“Você e o Cabeça-de-Alface?! Não me façam rir!” – Harley fala num tom de deboche – “Podem se inscrever quantos inúteis quiser, eu vou vencer todos com minhas técnicas artísticas fenomenais. Agora com licença, pois tenho que fazer check up no meu Cacturne cuti-cuti.” – o coordenador excêntrico vai em direção ao balcão da enfermeira Joy. Tudo o que Dawn conseguiu dizer foi:
“Sujeitinho estranho...”
BAM!!!
“O que foi isso?!” – questiona May, assustada. Todos pareciam fazer a mesma pergunta. Max percebe uma nuvem de poeira vindo da entrada principal.
“Pelo visto foi lá fora! Vamos lá checar!” – enquanto o grupo seguia em direção da entrada, Harley comenta com a enfermeira Joy enquanto Paul se retira.
“Mas que bando de curiosos.”
Do lado de fora, todos se deparam com a seguinte cena: um garoto de cabelos castanhos que usava uma camisa azul e bermuda cinza estava desmaiado dentro da fonte que fica em frente ao Centro; um garoto de cabelos negros e que usava roupas vermelhas e amarelas estava no alto de uma árvore, também desmaiado; uma garota de cabelos azuis, que usava uma bermuda amarela, camiseta vermelha e uma jaqueta cinza, estava debruçada sobre uma moita no jardim próximo à fonte. E por fim, mas não menos esquisito, um enorme Metagross caído de ponta-cabeça próximo à entrada. Pra piorar a situação, embaixo do enorme pokémon perna-de-ferro estava um garoto ruivo que usava roupas tradicionais japonesas. Todos o reconheceram na hora e foram em sua direção.
“MORRISON?!!” – com a ajuda de seus pokémons, eles retiram Metagross de cima do treinador ronin. Mas ele não parecia muito bem...
“Atenção senhores passageiros do expresso Metagross, acabamos de fazer uma aterrissagem forçada... De qualquer forma, obrigado pela preferência e voltem sempre... Câmbio e desligo...” – Morrison desmaia.
Após os envolvidos no curioso acidente serem atendidos pela enfermeira Joy e, por milagre, receberem o resultado de que saíram quase sem nenhum arranhão, Morrison e seus companheiros de viagem decidem descansar um pouco e se retiram para um dos quartos. Nesse meio tempo, May, Dawn, Drew e Kenny começam a conversar sobre torneios para passar o tempo, já que os exames dos pokémons foram interrompidos por causa da remoção do Metagross. Enquanto isso, Barry e Max trocavam informações sobre treinamento pokémon.
Um bom tempo depois, a enfermeira do recinto os chama, e enquanto entregava os pokémons aos seus respectivos donos, quatro pessoas entram pela porta principal. Suas vozes eram conhecidas.
“Vejam só quem temos por aqui!” – fala Dawn ao ver Ash, Misty, Brock, Tracey e Pikachu, que estava acomodado no ombro de seu treinador. Nisso, todos que estavam no salão principal do Centro Pokémon voltam seus olhares para os recém-chegados.
O treinador de Pallet observa ao seu redor, e começa a reconhecer as pessoas uma a uma: May, Drew e Max estavam sentados em alguns bancos próximos ao balcão de atendimento. Já Harley estava encostado numa parede próxima à entrada – parecia estar bolando algo ruim, como de costume. Por fim, sendo atendidos no balcão estavam Dawn, Kenny, Barry e... Brock?!!
“Como foi que ele chegou lá tão depressa?!” – exclama Misty.
“Ele deve ter poderes sobrenaturais para esse tipo de situação...” – May cochicha para Drew e Max. Max ajeita os óculos, concordando com a irmã, enquanto Drew fazia gesto de que não entendia nada com os ombros.
“Lá vamos nós de novo...” – Ash sussurra enquanto chacoalha a cabeça negativamente, sabendo o que estava por vir.
“Enfermeira Joy! Você é o anjo dos anjos! A mais bela das belas!” – o criador fecha os olhos enquanto segura as mãos de sua ‘amada-do-dia’ – “Por favor, cure esse meu coração solitário com o seu amor...?!” – nesse exato momento, Brock sente alguém o cutucando nas costas, chamando sua atenção. Ao se virar, repara que era Croagunk.
“Croagunk?!” – o sapo venenoso aponta pra frente, emitindo um longo ‘Croooa...’. Intrigado, o ex-líder de ginásio volta seu olhar para a direção que seu pokémon está apontando e percebe que o tempo todo estava segurando as patas de uma Chansey, que o olhava de forma claramente irritada.
“Chansey?!” – Brock solta as patas da pokémon – “Desperdicei uma declaração perfeita...” – ao ouvir isso, a enfermeira pokémon perde a paciência de vez.
“CHANSEY!” – ela começa a usar Tapa Duplo no rosto dele – “Chan... Sey! Sey! Sey! Sey! Sey! Chan... SEY!” – ela finaliza com Soco Focalizado, nocauteando o criador para, em seguida, se retirar do local resmungando.
Todos ficam em silêncio após presenciar o enésimo fracasso de Brock, enquanto Croagunk carrega o corpo inconsciente de seu treinador para fora do Centro. A vida de todos volta ao normal logo em seguida.
“Pelo menos o Brock está sorrindo agora.” – comenta Tracey, já Misty suspira de forma negativa.
“Provavelmente está sonhando com alguma Joy ou Jenny...”
“Oi Ash! Misty, Tracey!” – cumprimenta a coordenadora de Hoenn, junto de seu irmão e de seu amigo e rival.
“Oi pessoal!” – responde Ash no seu tom amigável de sempre, seguido por sua namorada e pelo observador nos ‘olás’.
“Oi!”
“Olá!”
“O que vocês estão fazendo por aqui?” – Max – “Peraí, já sei! Ash veio competir na Pokéluta, certo?”
“Quase certo...” – fala o treinador de Pallet enquanto coça atrás da cabeça – “Nós viemos para Johto com outro objetivo, mas quando soubemos da competição que vai acontecer em Goldenrod pela tevê, não pensamos duas vezes.”
“Outro objetivo?” – questiona Drew.
“As ruínas recém-descobertas na montanha Shinto.” – esclarece Tracey – “O Professor nos pediu que viéssemos dar uma olhada nelas em seu lugar.”
Ao ouvir isso, todos se surpreendem. Não imaginavam que tanta gente tinha ficado interessada nesse local misterioso, ainda mais sendo pessoas conhecidas. Misty percebe que há algo de errado com a resposta dada por Tracey e procura logo saber o porquê:
“Algum problema?”
“É que é estranho...” – May – “Nós também estamos aqui pelo mesmo motivo...” – dessa vez é o grupo de Ash que se surpreende.
“Dawn e Morrison nos disseram a mesma coisa, não é May?” – fala Max enquanto sua irmã confirma com a cabeça dizendo um simples ‘aham’.
“Morrison está aqui?!” – pergunta Ash, não acreditando que seu rival de Hoenn esteja envolvido nisso também – “Ele tinha me dito que viria para Johto por causa dos ginásios daqui, mas não sabia que ele se interessava por esse tipo de coisa.”
“É que ele está acompanhando alguns treinadores de New Bark que estão indo para Shinto.”
- Flash Back –
“Oi gangue! Não esperava ver tanta gente conhecida por essas bandas.” – o ruivo cumprimenta cada um de seus amigos, muitos conhecidos na Competição de Suzuran, local onde houve a Liga de Sinnoh. – “Valeu por terem ajudado a gente agora há pouco.”
“Amigos são para essas coisas!” – fala Max.
“Mas o que você está fazendo aqui perdido em Goldenrod?” – pergunta Drew enquanto ajeita seu cabelo.
“Estou junto de meus novos amigos locais rumo à Montanha Shinto!” – explica o ronin, apontando para si com o dedão.
“Está falando dos outros três que foram envolvidos com o acidente do Metagross?” – May pergunta enquanto Morrison afirma com a cabeça.
“Eles mesmos.”
“Que surpresa! Parece que todos estão indo para as ruínas.” – comenta Dawn.
“Isso é no mínimo curioso, né Dee Dee?” – Kenny leva um tapa atrás da cabeça.
“Já falei para não me chamar de Dee Dee...”
Morrison fica curioso ao ouvir o comentário de Kenny. “Vocês também estão indo para lá?”
“Todos nós vamos, após eu vencer a Pokéluta, claro.” – responde Barry, confiante.
“Nem pensar, eu vou vencer!” – responde Morrison à altura. May decide intervir antes que uma batalha pokémon comece ali no meio do hall de entrada do centro.
“Cadê seus amigos, Morrison?”
“Jimmy, Marina e Vincent ainda estão sendo examinados.”
“Falando nisso, até que você está muito bem pra quem foi esmagado por um Metagross, não é?”
“É que eu um treinador feito de aço!” – diz o ronin fazendo pose, colocando as mãos na cintura.
“Pelo menos a cabeça é dura por causa da teimosia...” – sussura Max.
- Fim do Flash Back -
“Entendo.” – fala Ash depois de ouvir toda a história. Ele, Misty e Tracey vão até o balcão do centro para checarem seus pokémons e dizerem um ‘oi’ para Dawn, Kenny e Barry.
“Oi Dawn, Piplup, Barry e Kenny!”
“Oi Ash! Misty! Tracey!” – Dawn – “O Brock deu vexame pra variar, né.”
“Nem me fale...” – Misty.
“Vem cá, Pikachu!.” – a coordenadora de Sinnoh acena para o pokémon elétrico descer do ombro de seu treinador. Ele a obedece.
“Pi? (Oi?)”
“Tem alguém aqui que está morrendo de saudades de você. Até estávamos pensando em visitar Pallet depois da viagem em Johto para que ela te visse.” – as orelhas de Pikachu ficam em pé, pois percebeu na hora de quem Dawn estava falando.
“Pika? (Sério?)”
“Claro!” – Dawn pega uma pokébola e a lança no ar – “Buneary, pode sair!”
“Buneary!” – a pequena pokémon coelha pousa suavemente no balcão. Ela ainda não tinha visto Pikachu e seu treinador, pois estava de costas. Dawn sorri para sua pokémon de forma carinhosa.
“Adivinha quem acabou de chegar?”
“Bun? (Quem?)” – estranha a coelhinha ao ouvir aquela pergunta.
“Pika Pikachupika. (Oi Buneary)” — o coração de Buneary dispara ao ouvir a voz de seu amado. Ela se vira e abraça Pikachu com força.
“Buneary! Bun bunearybun... (Pikachu! Senti sua falta...)”
“Pikachu pika... (Eu também...)” – o pokémon elétrico retribui o abraço de forma tão carinhosa quanto. Ele também estava morrendo de saudades, mas não falava isso para ninguém, pois não queria Ash preocupado. E também era esse o motivo de estar tão mal humorado pela manhã, quando Ash o pisoteava sem querer ao acordar.
“Não é uma gracinha?” – fala May ao ver a adorável reunião. Os outros concordam com a cabeça. Já Ash sente algo em seu peito ao ver aquilo e segura a mão de Misty sem que os outros percebessem. Um sorri para o outro de forma discreta.
Fico feliz por você, Pikachu. Você merece ser feliz.
Ambos os pokémons decidem dar uma volta pelos arredores do Centro e saem de mãos dadas. Nisso, Ash vê o seu rival de Hoenn descendo pela escadaria que dava acesso aos quartos do Centro.
“Ahh... Nada como um bom cochilo para recuperar as energias!” – Morrison se espreguiça após um belo descanso. Tanto ele quanto seus companheiros pareciam estar totalmente recuperados do incidente. Nisso, o treinador ruivo repara que seu dito ‘Maior Rival’ está presente no hall de entrada do Centro.
“E aí Ash!” – ele corre em direção do treinador de Pallet – “Veio participar da Pokéluta, cara?” – ambos se cumprimentam com um aperto de mão.
“Digamos que vou sim...” – responde Ash. Nisso, uma certa ruiva o interrompe:
“NÓS vamos, Ash Ketchum! Não se esqueça da gente!”
“Tá bom! Tá bom! Eu entendi...” – o garoto se defende. Enquanto isso, o ronin aproveita para dizer um ‘oi’ aos outros recém-chegados.
“Oi Misty! E aí Tracey! Então todos estamos na competição, pelo visto.”
“É o que parece.” – responde o observador pokémon, otimista como sempre.
“Uma coisa é certa,” – Misty – “essa competição vai ser das boas!”
“Concordo plenamente, Mist.” – afirma Ash.
Nisso, Morisson olha para onde estão seus atuais companheiros de viagem e acena:
“Ei pessoal, chega aí!” — Jimmy, Vincent e Marina se aproximam – “Galera, quero que conheçam meu amigo e maior rival, Ash Ketchum, o atual campeão do torneio da Liga Pokémon de Sinnoh!”
“Que isso Morrison, não é pra tanto...” – Ash, enquanto realizava seu clássico movimento de coçar atrás da cabeça – “Oi.”
Os três se surpreendem ao ver uma pessoa tão importante os cumprimentar de forma tão informal. Não imaginavam poder conhecer o campeão da Conferência de Suzuran em pessoa.
“Já esta aqui.” – o ruivo aponta para Misty – “É Misty Waterflower, líder de ginásio da cidade de Cerulean.”
“Oi.” – agora Morrison aponta para Tracey.
“E esse é Tracey, assistente do renomado pesquisador pokémon, o Professor Carvalho.”
“Olá.” – o observador pokémon acena para o trio de New Bark. “Tem o Brock também, mas acho que ele está meio indisposto agora...” – Ash.
“Jab Envenenado de novo?” – questiona o ruivo.
“Você nem imagina...” – respondem Ash, Misty e Tracey ao mesmo tempo. Agora Morrison apresenta seus companheiros.
“Gangue, esses são Jimmy, Vincent e Marina. Eles são de New Bark.” – ao ver Vincent, Ash o reconhece de imediato.
“Ei! Eu me lembro de você! Batalhamos na primeira fase da Conferência do Monte Silver!”
“Puxa vida! Você se lembrou!” – o treinador fica emocionado ao saber que Ash se lembrava dele após todo esse tempo.
“Como eu vou esquecer? Seu Meganium foi osso duro de roer. Não fiquei fora da segunda fase por um triz.”
“Seu Bulbasaur que é osso duro de roer, ele acabou co-” – Marina dá um ‘chega-pra-lá’ em Vincent.
“Deixe um pouco pra gente também, garoto-planta.” – ela olha para Ash e segura sãs mãos. Começa a falar rapidamente enquanto as chacoalhava (chacoalhando o corpo todo de Ash no processo), até parecia uma daquelas fãs histéricas que estavam o perseguindo a pouco — “Nossa! É uma honra conhecer um treinador de tamanho talento e competência!!!”
“O-o-o-obriga-ga-a-do!”
Ao ouvir aquilo, Misty decide praticar seu esporte favorito: irritar Ash Ketchum. Antes de ser seu namorado, o treinador de Pallet é seu divertimento pessoal.
“Treinador de tamanho talento e competência? Cadê? Onde?” – ele a olha de canto, levemente irritado. Ele sabia que era uma provocação.
Porém, esse é um jogo para dois.
“Esse treinador pode até ser sem talento e competência, mas é forte o suficiente para derrotar uma certa líder de ginásio aquático...”
Misty dá um soco no ombro de Ash, de leve.
“Engraçadinho...” – ambos riem depois disso.
“A Marina é uma coordenadora respeitadíssima em Johto.” – fala Vincent – “Muitos dizem que ela será uma Top Coordenadora em breve.”
“Legal.” – falam os quatro ao mesmo tempo. Sim, quatro. Brock já tinha se recuperado da surra que tinha levado há pouco da Chansey.
“Esse é o Jimmy.” – Morrison coloca a mão sobre o ombro do mesmo – “Acreditem, esse cara aqui é durão, mal consegui arrancar um empate batalhando contra ele.” – ao ouvir isso, Ash estende a mão em direção do treinador de New Bark.
“Uau! Empate?! Morrison sempre foi uma pedreira. Vai ser um prazer batalhar com você um dia.”- Jimmy aceita o cumprimento e olha para Ash de forma determinada.
“Igualmente.”
“Agora que o Brock está aqui vou aproveitar para apresentá-lo.” – Morrison – “Ele está estudando para ser um criador pokémon e já foi líder de ginásio da cidade de Pewter.”
“Oi.” – cumprimenta o trio de New Bark em uníssono. Já Brock repara em Marina: seu lado mulherengo aflora novamente.
“Oh! Marina! Seus olhos azuis têm uma luz radiante que apenas se vê quando a lua reflete seu brilho sobre o mar calmo, em uma noite quente de verão!” – tanto Jimmy quanto Vincent começam a ficar vermelhos... De raiva! Misty percebe isso e trata de por um ponto final no ‘Don Juan de quinta’.
“O destino conspirou para que nos encontrássemos, pois ele sabia que nós fomos feitos um para o-” – Misty dá um senhor puxão de orelha em Brock – “OOOOUTRO!!!”
“Já chega, seu conquistador barato...” – a líder de ginásio arrasta Brock pela orelha até um canto, enquanto Ash e Tracey riam da situação, pois se lembravam dos velhos tempos.
“Por que você fez isso, Misty?!” – o criador pergunta enquanto checava se sua orelha ainda estava no lugar. Ele também tentava minimizar a dor.
“Repare no Jimmy e no Vincent.” – finalmente Brock percebe que ambos estavam com uma expressão irritada. Estavam com ciúmes.
“Agora eu entendi. Assim como você, a Marina é terreno proibido.”
“Como assim de eu ser também ‘terreno proibido’?!!”
“Porque eu sempre soube que você e o Ash tinham sentimentos um pelo outro. Se eu tentasse algo com você, com certeza ele teria acabado comigo usando o Raio de Trovão do Pikachu.” – Misty fica vermelha e olha para seu namorado. Ela começa a se lembrar de como Ash reagia quando alguém se interessava por ela ou vice-versa. Apesar de ser ingênuo e imaturo, sempre sentia ciúmes dela, assim como ela tinha ciúmes dele.
Verdade. Nós fomos feitos um para o outro...
Após algumas conversas, todo mundo botou o papo em dia. Nesse meio tempo, além da enfermeira Joy checar seus pokémons, o grupo de Ash reservou seu quarto coletivo no Centro Pokémon. Decidiram que já era hora de rumarem em direção à Arena Goldenrod, onde estavam sendo realizadas as inscrições.
Quando estavam para sair, dão de cara com Paul, que estava voltando do mesmo local para onde o grupo estava indo. O treinador mal-encarado de Veilstone acaba tomando um susto ao ver um bando de conhecidos, incluindo um certo rival ‘bobo-alegre’...
“Huh?!”
“Olha só, é o Paul!” – Ash vai até ele – “Pelo visto está aqui por causa da Pokéluta.”
“Se eu bem te conheço, toda essa animação é porque vai participar também.”
“Pode apostar!” Ambos se encaram com determinação.
“Interessante...” – Paul sorri maliciosamente – “Vou chutar o seu traseiro mais cedo do que pensei.”
“Vai sonhando...” – Ash retribui o sorriso. Paul segue em frente e passa por todos, indo em direção à escadaria. No meio do caminho, ele diz:
“Estarei te esperando, Ketchum.”
Continua no próximo capítulo...
Eu: Finalmente, mais um capítulo pronto!
Todos: VIVA!!!
Pikachu (olhando para Buneary de forma carinhosa): Pika Pikachu pikachukaka... (Finalmente reencontrei a Buneary...)
Buneary (vermelha, mas feliz e olhando para Pikachu com a mesma intensidade): Buneary nearybun... (Você é um doce...)
Todos: Awww...
Gabo-kun: Quanta rasgação de seda...
Pikachu (irritado): Piiiii.... (Pikachu lança um Raio de Trovão em Gabo-kun rapidamente.).
Eu: Criticas? Elogios? Sugestões? Comentem bastante!
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