Notas iniciais
Oi, meu povo, bem vindos a mais um cap de AIIWTLD (siglas da fic) Capitulo tenso. Boa leitura.

– Esse lugar é longe — Ana diz quebrando o silêncio, se enfiando entre os bancos da frente.

– Estamos pela Srta. Enigma… — Drake diz

– Tá. Vamos cantar.

– Ana… — Marie diz meio rindo, meio séria.

– Vai, cantem comigo…

– Ana…

– Não podemos ser sérios assim pra sempre, ou vamos virar um bando de Ricks… Cantem comigo…

Os dois esperam e nada. Drake olha pra ela pelo retrovisor e ri — Ué… Canta aí, Ana.

– Eu tô tentando lembrar alguma música… Meu Deus… Canta você, Drake.

Ele pensa por um instante e então começa, com sua voz grave, bem baixinho e lento, como na música original:

There's a lady who's sure all that glitters is gold

And she's buying a stairway to heaven

When she gets there she knows, if the stores are all closed

With a word she can get what she came for

Marie sorri– And she's buying a stairway to heaven

Ana se lembra de repente da música toda– There's a sign on the wall but she wants to be sure

'Cause you know, sometimes words have two meanings

In the tree by the brook there's a songbird who sings

Sometimes all of our thoughts are misgiven

Os três sorriem lembrando de tempos antigos, onde eles saiam depois do trabalho e tomavam cerveja, ou dos shows da banda do Drake, ou de quando Ana queria ver alguma peça de teatro que os dois não queriam, mas iam mesmo assim, e essa música… Essa música… Nem eles sabem, mas tem alguma coisa especial pra eles.

E juntos cantam — It makes me wonder

It makes me wonder

There's a feeling I get when I look to the west

And my spirit is crying for leaving

In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees

And the voices of those who stand looking

Rick quebra o momento de nostalgia deles estacionando o dando pisca para a direita e estacionando o carro, Drake para de cantar, juntos com as duas e freia o Jipe.

– É muito vigiado — diz a Enigma — Melhor irmos andando agora.

Drake pega as mochilas deles no porta malas, e entra a elas, Marie distribui as armas, ele coloca a as capsulas de munição atravessada no peito e a Submetralhadora MP5 no ombro a faca vai presa no cinto, Marie carrega a espingarda portuguesa, sua Ruger na perna direita e a Glock 9mm na esquerda, as facas vão uma de cada lado. Ana tem as escopetas recortadas nas pernas, como sempre junto com sua faca e agora está com a escopeta 12. que normalmente, é do Drake.

– Quantos ficam na vigia? — Rick pergunta

– Mais de três — a Enigma responde.

Eles se embrenham nas árvores, andam cinco metros até chegarem a uma nova estradinha de terra, Enigma na frente com Oscar, Daryl e Rick, Ana e atrás Drake e Marie.

– O que fizeram por mim… — ele olha Daryl, Ana e os dois lá atrás — Pelo meu bebê… Eu estava… Resolvendo umas coisas.

– É o que a gente faz — Daryl diz

Ana toca as costas dele — É isso--

– Sh, cala a boca — Marie diz baixinho e se abaixa — Pro chão!

Todos eles se abaixam e dois segundos depois escutam e vêem um pequeno bando se aproximando, vindo da estrada onde estavam.

– Em formação — Rick diz — Sem tiros!

Marie puxa as facas junto com todos eles, Rick já enfia o facão na cabeça de um, Ana da com o cabo da escopeta em outro e quando ele cai, Drake vem e pisa em cima, fazendo voar cérebro podre pra todo lado.

Daryl dispara a besta, Oscar atinge o joelho de um e quando ele cai, ele arrebenta a cabeça daquele.

– Tem muitos — Daryl fiz e puxa a faca do cinto.

Ana corre e pega flecha que ele deixou pra trás.

– Por aqui — Rick aponta um canto limpo, já que agora todos os lados estão cheios de errantes.

Sorte! Um casebre logo aparece para eles e mesmo antes de Rick falar para eles correrem mais rápido, o grupo já pensa em entrar lá. A porta estava aberta e o chute que o xerife dá só faz ela abrir com tudo,.

– Que cheiro! — Marie diz, e ela é a última da fila, Daryl cobre o nariz e Rick faz uma careta

– Nossa! — Daryl diz

Os olhos do Drake lacrimejam — Caralho…

Uma mistura de bicho morto, com suor e urina. Daryl liga a lanterna e começa a vasculhar, o cheiro de bicho vem de um cachorro morto no meio do caminho.

Os mortos se chocam contra toda a casa, não só na janela.

Rick aponta sua lanterna para uma cama, o edredom está elevado com alguma coisa embaixo dele, ele toca o braço da Marie e ela ergue a faca. Ele se aproxima, e puxa o cobertor, é tudo tão rápido, que Ana leva um susto. Um homem pula apontando uma espingarda para o Rick.

Não só a Marie, mas todos eles erguem a faca assutados.

– QUEM SÃO VOCÊS?!

– Calma, calma!

– SAIAM DA MINHA CASA! SAIAM AGORA!

– A gente vai sair!

– Calem a boca dele — a Enigma diz

– SAIAM!

– Tá cheio de mortos lá fora!

O cara olha para eles — EU VOU CHAMAR A POLICIA!

– Eu sou policial. Agora eu quero que abaixe a sua arma — Rick se agacha e põe seu facão no chão e fica em pé com as mãos estendidas em frente ao rosto — Tá tudo bem. Vamos fazer isso com calma.

O cara carrega a arma e põe na cara do Rick, o coração do xerife gela — CADÊ O DISTINTIVO?

– Tá aqui no bolso… Eu vou pegar o distintivo, bem devagar.

Rick baixa a mão e num movimento brusco, ele vai pra cima do cara, a arma estoura e passa raspando por Daryl, o tiro abre um buraco na parede, a arma cai e Rick imobiliza o cara. Enigma e Ana olham para a porta, tem muitos errantes ali, e eles vão por a casa a baixo.

– ME SOLTA! SOCORRO! SOCORRO!

– Cala a boca! — Rick o prende pelo pescoço, mas ele continua se movendo — Cala a boca!

O cara morde o Rick que acaba perdendo a força e o cara corre para a porta gritando socorro.

– NÃO! NÃO ABRA A PORTA!

“Shuim”. É o barulho que a espada da samurai faz quando é embainhada, ela enfia a lâmina pelas costas dele, bem no coração. A mão dele no trinco… Ele cai, morto.

Ela se vira para o grupo. Daryl vai até uma fresta da porta e olha lá fora, Ana e Marie correm pra ver, e outro par de olhos esbranquiçados aparecem ali.

Ana bate nas coxas — Legal. Presos.

– Ou não — Drake diz, ele olha o cara no chão, a porta… — Daryl, me ajuda aqui…

– Você não vai fazer isso — Oscar diz incrédulo

– Ele já tá morto. Dá uma olhada nos fundos.

Rick corre pra lá e abre a porta bem pouquinho pra ver — Tá limpo

Drake ergue o cara de um lado e Daryl ergue do outro, Ana segura o trinco da porta, pronta pra abrir, o restante está com as facas nas mãos caso algum entre.

– Um.... dois… três. Agora!

Ana puxa a porta e Daryl e Drake correm com o corpo do cara pra lá, eles dão um empurrão e o homem é puxado pelos errantes, Ana fecha a porta correndo e se encosta nela.

– Ufa!

Daryl tranca a porta e a puxa pra saída de frente para um laguinho. Era um lugar protegido. Eles seguram as armas com força pra não fazer barulho e correm dali.

***************

O lugar parece uma fortaleza, mais que a prisão deles, é fechado por telas de metal, caminhões, ainda por cima dos caminhões tem alguns pneus enormes de bigfoods, a Enigma se agacha e começa a correr, o grupo faz o mesmo que ela até as árvores pararem de esconde-los e eles o fazem atrás de uma carro e esperam alguma ordem do Rick, ele fica olhando os vigias nos muros e os prédios com luz. Ana olha em volta para os corpos caídos no chão. Nesse muro, deve haver uns cinco caras, todos armados, um anda de um lado pro outro, o outro controla um canhão de luz e os outros estão parados olhando pra frente. O que estava no canhão pega um arco e flecha e desaparece quando desce alguma escada.

Enigma vira as costas e começa correr agachada para outro lugar.

– Ei — Ana sussurra — Ei… Droga.

– Não tem um lugar aberto? — Marie pergunta retoricamente num fio de voz — Se for assim por todo o lugar, como vamos entrar sem sermos vistos?

Eles se viram correndo apontando suas armas, mas é só a samurai, ela aponta um lado e volta a correr.

– Vamos — Rick diz e é o primeiro a ir atrás dela.

Eles voltam por onde vieram, mas dessa vez vão para a direita, passando bem ao lado do muro de Woodbury. Um pequeno beco escuro sem vigias, também, se não os vivos, quem entraria por ali?

– Ana, você pode ir? — Rick pergunta — Você é a menor e a mais limpa de nós, se alguma coisa acontecer, se vir alguém, pode se esconder ou andar calmamente entre eles.

–Calmamente, Rick? — ela pergunta apontando as armas nas coxas e a escopeta nas costas. Rick caminha até ela e pega a escopeta, depois, abraçando a cintura dela, retira o coldre, isso deixa ela levemente vermelha.

Ana sobe nos ombros de Drake e estica o pescoço acima do muro e olha em volta, os postes acesos da rua mostrariam se estivesse vindo alguém.

– Tem alguém? — Rick pergunta baixinho

– Não.

– A sua esquerda tem uma porta, está vendo? — Enigma pergunta — Com barras de madeira.

– Sim.

– É por ai que vamos entrar. É tipo um armazém, não acho que terá alguém aí.

– Tá bom… Drake, aguenta firme aí — ela usa a cabeça dele de apoio para as mãos e põe a perna direita por cima do muro, depois a esquerda e se prepara para pular, deve ter uns 2m de altura.

– Ana, calma — Marie diz — Flexiona os joelhos de leve quando cair, ou desliza pelas paredes.

– Tá bom… — ela vai se virando com cuidado e enquanto faz isso vai deixando o corpo cair aos poucos, até ficar pendurada, seus pés ainda longe do chão, ela se solta e acaba ralando as mãos e também a barriga, ela se curva e respira fundo, a barriga ardendo, vermelha e suja — E agora? — ela pergunta

– Checa a rua — Rick sussurra.

– Tem toque de recolher — diz a da espada — Não deve ter ninguém lá.

Ela caminha agachada até lá, está vazio, os guardas dos muros estão olhando lá pra fora e não tem ninguém nas ruas, as casas estão acesas mas o beco é escuro o bastante para não deixar que o grupo forasteiro seja visto. Ela corre de volta — Podem vir.

Drake faz pezinho para Marie subir, ela joga uma perna e depois a outra e pula lá de cima como um gato.

– Tá tudo bem? — ela pergunta a Ana que mostra as mãos e a barriga ralada, nesse instante a mestre da espada pula e então Rick, Oscar e Daryl atrás.

Drake abre e fecha as mãos rapidinho.

Ô povo pesado!

Ele joga as mãos no alto do muro e se impulsiona pro alto usando os pés nas paredes, ele põe metade do corpo pra cima e então põe a perna por cima do muro, depois a outra e pula, caindo de lado no chão.

– Um salto quase perfeito — ele diz se levantando e batendo as mãos.

– Não sabia que era maloqueiro e pulava muro — Ana diz

– Pessoal! — Rick chama baixinho — Vamos!

Ele abre a porta do armazém e passa por baixo das madeiras pregadas na soleira da porta.

– Você ficou presa aqui? — ele pergunta a mulher da espada

– É… Fui interrogada.

Daryl corre para a janela e puxa um pouco a cortina florida, há um casal passando por ali.

– Você não disse que tinha toque de recolher?

– As ruas ficam cheias durante o dia, só estão passando.

– Se alguém entrar, estamos ferrados — Rick diz — Temos que continuar.

– Podem estar no apartamento dele.

– Ah, é? — Daryl pergunta irritado — E se não estiverem?

– A gente procura em outro lugar.

– Você disse que ia ajudar a gente — Rick diz bravo.

– Estou fazendo o que eu posso.

– Então, onde estão? — Drake pergunta entredentes

Rick os puxa de lado — Se isso der errado, ela consegue ir embora.

– Acha que ela tá levando a gente pra uma armadilha? — Oscar pergunta

– Por enquanto estamos parecendo cegos — Drake diz — Melhor a gente se dividir

Marie encara a porta. E começa a empurrar eles pra um canto, todos eles se escondem atrás de prateleiras. Só ai o grupo escuta: alguém está destrancando a porta de entrada.

– Eu sei que estão ai — diz um cara — Vi vocês entrando lá de fora.

Rick encara Ana, ela ergue os ombros pedindo desculpas.

– Olha, vocês sabem que não podem entrar aqui! Quem está ai?

Rick sai de trás de uma estante e o agarra pelo pescoço, prendendo ele na parede.

– Cala a boca. Fica de joelhos, mãos pra trás — o cara se joga no chão e Daryl vem com um corda pra amarrar as mãos dele — Aperta bastante — ele coloca a arma na cara do velho que usa boné — Cadê o nosso pessoal?

– Eu não sei

– Estão mantendo gente nossa aqui, me fala onde eles estão! Abre a boca — antes que o cara fizesse isso morrendo de medo, Rick pega um pano do bolso da calça e enfia entre os dentes do cara.

O cara fica grunhindo encarando ele, tentando gritar, Daryl bate com a besta na cabeça dele e ele cai desmaiado.

Todos eles se encaram com o som de tiros, vindo de uma mesma arma, uns cinco tiros.

– De lá — Marie aponta para a direita e ai escutam o som de várias pessoas correndo nas ruas.

Rick abre a porta do armazém pra rua e olha em volta.

– Rick, agora somos do grupo de guardas — Ana diz em tom de brincadeira

Ele a olha sem entender e ela balança a cabeça — Nada, vamos logo.

Eles correm pelas sombras pra onde o grupo vai e pra onde Marie disse que veio os tiros, é um velho galpão no alto da rua, Rick abre a porta e põe a arma em punho, o grupo logo atrás.

As paredes são feitas de containers, um grande labirinto, ele anda rente as placas, cada um olhando pra um lado, Rick no começo da fila para e ai um cara passa por ali, não vê eles.

Ele correm e se escondem de novo.

– Foi um bela tentativa — diz um voz na sala ao lado — Estou feliz com esse reencontro.

Marie enruga a testa, essa voz… Ela tem certeza que já ouviu essa voz.

– Eu… Te amo.

Ana arregala os olhos, é a Maggie!

– Fiquem de pé! Anda! — diz outra voz, ele passam pela janela e o grupo se agita com em preparar suas armas.

Drake abre sua pequena mochila e pega lá de dentro duas granadas de gás, ele segura o gatilho e se prepara, Daryl pega outra, enquanto o restante do grupo corre pra longe dali.

Os dois se olham e não esperam mais um segundo, eles jogam a granada do outro lado do container, ela explode e a fumaça preenche o lugar, as pessoas da sala ao lado gritam e tossem. Drake corre pra lá com as armas, enquanto o grupo tosse e protege os olhos, ele agarra Glenn e Maggie, ela tem um saco na cabeça e ele está sujo de sangue, sem camisa, com a bochecha esquerda inchada e o olho direito inchado e roxo, e é ai que eles começam a atirar.

Eles conseguem sair, Drake dando apoio para Glenn que anda curvado, eles precisam voltar para o armazém que estavam, as pessoas estão tão assustadas que parecem nem ligar pra eles, pelo contrário, alguns os olham e pensam que são do grupo de guarda e que aquele rapaz sem camisa, o Glenn, deve ter sido machucado pelo grupo forasteiro que invadiu a cidade.

Rick os faz entrar num velho café, Marie entra primeiro checando tudo com a espingarda, Ana percorre o estabelecimento e não vê nada.

– Não tem como sair pelo fundos.

Drake coloca Glenn no chão.

– Como acharam a gente? — Maggie pergunta

– Você tá muito ferido? — Drake pergunta

– Vou ficar bem — Glenn responde

– Cadê a Enigma? — Ana pergunta

Rick olha em volta — Ela estava bem atrás de nós — ele olha por uma janela, as pessoas ainda passam por ali

– Pode ter sido vista — Marie diz

– Quer que eu vá procura-la? — Daryl pergunta

– Não, temos que ir embora. Ela se vira sozinha.

– Daryl — Glenn chama

Drake tira a camisa social e fica de regata, novamente e entrega a sua ao Glenn, Maggie ajuda a por nele.

Daryl se vira — O que é?

– Foi o Merle. O Merle fez isso. Ele jogou um errante em mim e ia executar a gente.

Marie abre a boca, era o Merle a voz então…

Daryl baixa a besta e fica encarando o asiático — Viu ele?

– Cara a cara.

– Então meu irmão é o tal governador?

– Não — Maggie responde — É outra pessoa no comando. Seu irmão é tipo o tenente dele.

– E ele sabe que eu tô com vocês?

– Sabe — ele diz ajeitando a camiseta que ficou bem grande nele — Rick, desculpa a gente falou onde a prisão tá, a gente não ia aguentar.

Rick se agacha e toca o braço dele — Não, tá tudo bem. Não precisa se desculpar — ele volta para a janela e fica olhando lá fora

– Eles vão vir atrás da gente — Ana diz

– E já estaremos longe. Consegue andar? — Rick pergunta ao Glenn que concorda com a cabeça — Os carros estão há alguns quilômetros.

Drake e Maggie erguem o Glenn

– Aí, se o Merle tá aqui eu tenho que encontrar ele — Daryl diz

– Agora não, estamos em território hostil.

– É o meu irmão, eu não posso--

– Olha o que ele fez com o Glenn, temos que sair daqui agora!

– Eu posso falar com ele, fazer um acordo--

– Não, não, não. Você não tá pensando direito, não importa o que digam, eles estão feridos. Glenn quase não anda, como vamos fazer se formos pegos pelos errantes, se esse Governador pegar a gente? Eu preciso de você.

Daryl baixa a cabeça.

– Está comigo?

– É… Tô.

Marie entrelaça seus dedos nos dedos do Daryl, ele baixa a cabeça para as mãos e depois a olha nos olhos.

É… Ele não pode simplesmente ir atrás do irmão e deixar ela na linha de tiro desse Governador.

Eles saem e se escondem no beco entre o café e outro ponto comercial.

– Drake, as bombas — Rick pede

Drake tira duas granadas de gás da mochila e se prepara para jogar.

– No três… Um — Rick conta — Dois… Três.

Drake arremessa as bombas que descem rolando pela rua e explodem, faíscas saem delas antes da fumaça e logo a rua fica nebulosa, esbranquiçadas. Ele é o primeiro a sair, atirando na direção dos guardas do caminhões que formam os muros com a submetralhadora. Marie fica agachada e derruba um, o que aparentemente estava com a arma de maior calibre, ela se levanta correndo e continua a atirar. Ana corre logo atrás de Rick, com Maggie, que usa uma das escopetas dela, enquanto ela está com a 12. Rick e seu fuzil transformam alguns dos homens nos muros em peneiras e eles caem pro lado de fora.

Os tiros não são mais só na frente deles, mas por todos os lados, Ana entra num beco novamente, com Oscar e de lá eles atiram escondidos. Marie abaixa a cabeça e corre para onde Drake está com Glenn, um tiro passa raspando no perto da sua cabeça e Daryl mata o cara que atirou contra ela com um tiro na cabeça, os dois se jogam atrás de um pequeno muro.

– Daryl, Marie!

Os dois se viram para Ana que está agachada usando o joelho direito de apoio para a arma e Oscar em pé atrás dela atirando sem ao menos piscar, Daryl empurra Marie e grita pra ela ir, enquanto Rick passa pelo lado deles e Ana grita que dá cobertura. Maggie, Glenn e Drake os escutam atrás de um carro e Drake dá o sinal pra eles irem primeiro, ele apoia a metralhadora no capô e atirando, dando cobertura para eles, mas quando chega a sua vez um cara no muro o vê e atira, Drake cai.

– Cadê o Drake? — Ana pergunta

Todos eles olham em volta e lá longe, no fim da rua, de onde Maggie e Glenn vieram, eles vêem o par de all star jeans surrado caído atrás de um carro.

Notas finais
Tenso, não? E aí? O que acharam? OBS.: Música que eles cantam no carro "Stairway to Heaven - Led Zeppelin" https://www.youtube.com/watch?v=BcL---4xQYA