As Férias Da Fairy Tail

25 Cap. 23 - Confusão


Notas iniciais
Eu não sumi ainda, seus lindos!
Presentinho para vocês, ♥

Mirajane já tinha desistido de procurar por Freed. Ele que a encontrasse! Além disso, ela não estava levando muita fé que Kana falaria com Laxus. Então, porque a albina deveria fazer o mesmo? Era muito mais fácil ficar repousando numa das espreguiçadeiras confortáveis com vista para a piscina... Mas que bom que Freed não concordava com isso.

— Miraaa! — ele saltou sobre a piscina, fazendo uma tarefa considerada impossível e foi parar sobre ela na espreguiçadera, seus olhos mostravam seu desespero

— Freed!? O que você está fazendo!? — ela gritou, assustada com a proximidade do garoto, ele estava muito, muito perto.

— Não está me procurando? — ele indagou e ela pôde sentir sua respiração ofegante na pele.

O silêncio dela fez o esverdeado perceber a resposta. Kana o havia enganado. Mira não estava procurando por ele. E agora, onde enfiar a cara? Agora que ele estava sobre ela, no meio do passei público. Agora que suas mãos cercavam o corpo esbelto da maga. Agora que seus rostos estavam tão perto. Agora que ele notara que ela estava apenas de biquíni. O que fazer? Bom, primeiro, ele teria que se controlar para não ter uma hemorragia nasal, mas tirando isso... O que fazer?

Ele insistiu o olhar por mais alguns segundos, talvez implorando por outra resposta, talvez sofrendo de um efeito paralisante, quando voltou a si, sentiu-se plenamente envergonhado pela situação e, exibindo um sorriso sem graça, disse:

— Ah... Me desculpe... Deve ter sido coisa da minha cabeça... — ele tentou se levantar, mas seus braços foram segurados pelas mãos quentes de Mirajane.

Os olhos azuis dela se mantiam profundamente concentrados nos do rapaz. Ela não disse nada, não pensou em nada, ela simplesmente o impediu de sair, aquilo estava tão bom, a presença dele, a visão dele sobre ela. Tão bom...

— Mirajane... Eu-

— Me beije. — ela pediu, levando suas mãos a nuca do garoto e puxando-o de encontro a sua boca.

E eles se beijaram. Apaixonadamente.

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— Erza Scarlat, minha Scarlat, você quer casar comigo?

O pedido feito pela voz rouca de Jellal fez com que todos naquela sala se silenciassem. Não se pode colocar em palavras a intensidade do brilho que surgiu nos olhos da ruiva. Aquilo era inacreditável. O mesmo Jellal que a motivou a lutar, o mesmo Jellal que a fez chorar, o mesmo Jellal que foi levado e o mesmo Jellal que voltou estava ali, ajoelhado a sua frente, pedindo-lhe a mão.

Como isso era possível?

— Erza... — ele tornou, olhando-a com mais intensidade — você aceita?

A pressão que os olhos do garoto emanava fez Erza tremer. A pergunta a fez perder o ar, fez suas pernas se sentirem tão fracas que ela não se aguentaria em pé, fez sua visão ficar turva e, de repente, tudo escureceu.

— ERZA! — Jellal gritou ao ver sua amada caindo em seus pés. Desmaiada.

— O que está acontecendo aqui?! — Makarov entrou na sala — O que houve com Erza? — perguntou, enfurecido

— Ela desmaiou, Jiji. Desmaiou quando Jellal fez o pedido — Gray respondeu

— Pedido? — o velho indagou, fitando Jellal com uma certa ira — Que pedido?

— Eu a pedi em casamento — a ferocidade na voz foi tanta, que pode-se dizer que Jellal rugiu a resposta — Eu não vou me separar dela.

— A menos que ela morra antes, não é? — Makarov devolveu — Juvia, leve-a para a enfermaria, por favor — a azulada assentiu e Jellal se ofereceu para ajuda-la — Nada disso, você fica.

O clima que se sucedeu naquela sala era intenso. A aurea que os dois emanavam estava estourando de fagulhas, eu não queria ser a brasa que faria aquilo explodir. Ambos são muito poderosos e caso se descontrolem: adeus hotel, adeus Albion...

— Ah... — o velho suspirou, sentando-se sobre uma mesa — O que você queria com isso, garoto?

Silêncio.

— Jiji... — tentou Gray — o senhor não acha que-

— Quieto, Gray — ele estendeu a mão, num sinal de pare — Vamos, Jellal, estou esperando uma resposta.

...

— Eu não vou... Não vou me separar dela, outra vez. — o azulado respondeu, depois de alguns instantes, tentando conter a voz.

— A solução que você encontrou foi pedi-la em casamento? — Makarov arqueou uma sobrancelha, num olhar irônico e debochado. Jellal assentiu — Só te aviso que isso nunca daria certo — ele se levantou, rumando solenemente para a porta da sala.

Mas sua caminhada foi interrompida quando um objeto não identificado atingiu em cheio sua cabeça. Objeto lançado das mãos de Jellal.

— Oe, estou falando com você. — o azuluda disse, calmo

— Eu já terminei com você — o velho respondeu, recusando-se a olhar para trás — Já te disse, você tem até essa noite para encontrar uma solução, se não o fizer. Adeus e obrigada por passar as férias conosco.

— Você não tem coração!? — ele berrou — Porque não posso simplesmente ficar aqui!?

Makarov deve ter achado a indagação interessante, pois agora fez questão de se virar para quem a proferiu. O seu olhar sério amedontraria qualquer um que não Jellal, afinal, ele já estava assustado demais com a possibilidade de perder Erza.

— Você realmente faz questão que eu repita? — devolveu e se sentou, sem esperar resposta — Você é um dos magos mais perigosos e poderosos de Fiore, todo conselho está atrás de você!

— Mas eu mudei!

— Isso não quer dizer nada! Quem muda uma vez, muda duas! Não quero e não vou arriscar a segurança dos meus filhos.

— Estará sacrificando a felicidade de um deles!

— Erza só acredita que só será feliz ao seu lado porque está apaixonada! E isso, meu caro, o tempo resolve.

— Você é um monstro... — ele falou, com desdém

— Talvez — o terceiro mestre deu de ombros — No julgamento de um procurado, devo ser mesmo. Mas quem manda aqui sou eu e eu, como mestre, não vou permitir que você faça o que bem entender.

— Se ela aceitar, você não poderá fazer nada — Jellal disse

— Se ela aceitar... — o velho parecia pensar na possibilidade — Sim, ela pode aceitar... Mas onde vocês vão viver? Como vão se sustentar? Como pretendem levar isso adiante? Nem pense em contar com a Fairy Tail

— JIJI!

— Quieto, Gray. Vamos Jellal, você não é prestigiado por sua astúcia, como vai sair dessa? — ele insistia, seu rosto imparcial, a raiva em seus olhos.

O resto da guilda ao redor assistia à cena com certa repulsa, certo nojo. O que aconteceu com o tão amado e tão amável mestre? O que Jellal deve ter feito para receber tal trato? Eram perguntas sem respostas e, por assim ser, toda guilda estava contra a decisão de Makarov. Incrível como todos torcem pelo amor...

— Eu imaginei. — ele tossiu, vendo que a resposta de Jellal era o silêncio — Se não temos mais nada para conversar, eu já vou indo. Você tem até essa noite, boa sorte, rapaz.

E ele saiu da sala. Deixando toda guilda sem fala. Deixando Jellal com lágrimas nos olhos e olhar perdido. Não tinha jeito...

— Com licença... — Kana disse, entrando na sala como um furacão e se sentando o mais rápido possível, evitando o olhar de todos

Laxus entrou logo depois sentando-se do outro lado da sala. Ambos se mostravam cúmplices de algo, mas nenhum dos outros notou. A cena que antecedera era muito mais interessante do que um possível caso de amassos, para a felicidade do casal.

— Estão todos aqui? — a voz aguda ja conhecida ecoou pela sala, fazendo todos tomarem seus lugares — Bom dia, Fairy Tail! — Ami disse, sorrindo — Infelizmente, terei que ser breve aqui, pois... Está faltando gente.

— Sim, Ami... É que Erza passou mal agora pouco e Juvia foi leva-la para a enfermaria. — Gray explicou.

— Não não, querido... Isso eu já estou sabendo — ela lançou um curto olhar para Jellal e depois continuou — Estou querendo saber de Mirajane, Freed, Levy, Natsu, Lucy, Wendy e Romeo. Alguém sabe onde eles estão? — silêncio — Bem, espero que vocês passem isso para eles e, Lissana? Por favor, avise a Rogue e Sting também, certo? Ok, como muitos de vocês já sabem, o Baile de Máscaras está se aproximando e Albion reconhece o tanto de pressão que há sobre vocês agora, por isso, hoje nosso baile será mais descontraído, já é sexta feira e tem noite melhor para passar numa boate? — ela sorriu, convidativa — A boate do hotel estará aberta para vocês hoje. Nós, de Albion, esperamos que vocês se divirtam!

Dado o recado ela saiu da sala apressadamente e os presentes se entreolharam, confusos.


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— Sente-se, isso deve demorar...


— Hai! — Levy assentiu, prontamente, sentando-se ao lado de Eric, que tomou fôlego.

— Veja bem... Ér... O que você quer saber, mesmo? — ele sorriu, sem graça

— Tudo.

— Tudo bem então... — suspirou — Eu conheço Ami tem três anos, naquela época eu era muito diferente do que sou hoje... Você já pode imaginar como...

(N/A: A história é um pouco longuinha então vou colocar entre aspas, ok?)

Tinha acabado de fugir do pomar de seu Nicolau. Mais um roubo perfeito. Ah, e não pense você que foi roubo de fruta, o pomar só foi um meio de fuga, o furto tinha sido bem maior.

Mais por mais que eu estivesse longe dos olhos enfurecidos do rico senhor, não tinha para onde ir. Imagine, eu e um monte de dinheiro vagando por essas terras à noite, eu não sei usar magia e não tenho nada para me defender, preciso esconder isso em algum lugar.

Após algumas horas de caminhada, quando já posso ver o sol escondendo-se no horizonte, chegou ao lugar de solo oco ou meu porão, como costumo chama-lo. Eu não tinha para onde ir já o dinheiro... Bem, esse ficaria aqui até que eu encontrasse algum lugar para ficar.

Pelo menos esse era o plano, aqueles magos de guildas ilegais, conservo ódio por eles até hoje, em um segundo roubaram-me tudo que tinha e noutro estava tudo preto e eu estava desmaiado. Mas não sou homem de desistir, nunca fui e quando acordei já comecei a seguir sem rumo para qualquer lugar, a dor estava insuportável mas o mais importante agora era achar água.

Sempre me disseram que eu sou sortudo de nascença e quer saber? Eu devo ser mesmo. Pois foi quando eu não procurava nada que eu a encontrei: aquela musa de traços perfeitos. Ami. Este era seu nome, descobri quando perguntei para um fiel sobre a tal. Sim, para um fiel. Naquela época, Ami era noviça.

Não demorou muito para eu puxar assunto e quando vi – desculpe os termos – eu já estava dentro dela, com tudo.

— ERIC!? — a azulada levou as mãos à boca, os olhos arregalados numa expressão cômica de surpresa — VOCÊ TIROU A VIRGINDADE DE UMA NOVIÇA!?

— Fale baixo, Levy! Eu não me orgulho mais disso, como eu disse, eu mudei.

— Eu sei, mas... Isso! Isso é surpreendente!

— Você quer saber ou não!? — Levy assentiu — Então me deixe te contar!

— Gomén...

— Como eu ia dizendo...

Fizemos uma, duas, enfim várias vezes! E tenho que dizer que aquele foi o melhor sexo da minha vida, talvez pela adrenalina da possibilidade de nos pegarem, talvez pela som delicioso que saía do rasgar daquele traje que não deveria ser ultrapassado, ou talvez apenas por ela ser boa.

Sinceramente, ela se tornar freira seria um grande desperdício, ainda bem que cheguei a tempo! Mas, de qualquer jeito, depois dos nossos encontros noturnos, eu finalmente a chamei para fugir comigo. Iríamos para cidade, só nós dois. Sem regras, sem fieis, apenas eu e ela. Quando ela disse sim, aquele sim, era o que eu mais queria ouvir. Não tem como dizer como aquilo me fez feliz, pois é, eu estava me apaixonando por aquela mulher, isso se já não estava apaixonado!

Quando consegui um pequeno apartamento de aluguel barato e um emprego ruim, mas estável, nos mudamos para cá. Albion era a cidade dos sonhos de Ami, era tudo que ela mais queria. E eu assim o fiz, por mais que isso me tirasse o coro no trabalho, o sorriso dela valia a pena.

Me lembro do buque de rosas vermelhas, da reserva no restaurante mais caro e do anel de diamantes que eu comprei para ela. Naquela noite, ela seria minha. Minha em todos os sentidos, minha como mulher, minha como esposa... Isso, é claro, se eu não a encontrasse no nosso quarto de quatro com o porteiro do prédio fazendo aquilo que só eu podia fazer. É, com o porteiro.

A visão fez meu coração se partir em mil pedaços, mas o pior foi a desculpa dela, a coitada só tinha 16 anos na época, não que isso explique alguma coisa. Mas quando eu consegui balbuciar um ‘Porque?’ ela respondeu, exatamente assim:

Eric! Eu sou mulher e você fica tanto tempo fora... Eu tenho minhas necessidades também e isso é culpa sua! Depois daquela nossa primeira noite no convento, eu fiquei viciada. Eu queria mais e mais e mais. Claro que eu nunca faria isso com ninguém a não ser você, mas ai você começou a trabalhar e só trabalhar e eu fiquei tão sozinha...”

— Ela não disse isso... — Levy mal conseguia acreditar nas palavras do outro

— Sim, ela disse. No fim das contas, para ela, o sexo era o que importava. Só sexo.

— E você estava apaixonado.

— Bom, isso agora era um detalhe — apesar do dito, os olhos do rapaz mostravam o contrário — Por isso disse que Gajeel é apenas mais uma vítima dela. Ela só o quer para fazer sexo.

— Isso não me conforta nenhum pouco... Sabe... Eu e ele...

— Ainda não? — ele perguntou e ela negou com a cabeça, timidamente — Mas ainda acho que ele não trocaria você por ela e olha que sou muito bom para julgar as pessoas, quer dizer, isso quando elas não estão vestidas de freiras — ele riu, descontraído

— Desculpe por te fazer lembrar isso — Levy exclamou — Deve ser difícil... — então os pequenos braços da azulada circundaram Eric num abraço caloroso e plenamente amigável.

— Está tudo bem, não se preocupe. — ele disse beijando-lhe a testa — Eu estou bem. — e o abraço se tornou mais profundo

— Levy? — uma terceira voz apareceu, fazendo os dois se afastarem nervosos. A voz era de um homem e o homem...

Era Gajeel.

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— Romeo!! Pra onde está me levando? — Wendy dizia, enquanto tentava respirar graças a corrida que Romeo a fez passar

— Pro meu quarto! — ele respondeu, sem pensar — Quer dizer, eu tenho que pegar uma coisa la em cima, depois vamos la pra fora!

— O que!? Daqui a pouco o horário de almoço acaba! E como assim la pra fora? Nós temos que comer ainda.

— Eu sei! — ele disse, parando em frente a porta — Espere aqui, depois eu te explico, certo? — ele sorriu — Confie em mim!

Ele não esperou resposta, entrou com pressa no quarto e saiu, segundos depois carregando uma cesta.

— Espera! Uma cesta? Não me diga que nós vamos fazer um-

O resto da frase morreu quando ele segurou com firmeza a mão de Wendy, puxando-a pelo caminho. Não é preciso dizer o quão vermelha ela ficou.

Eles só pararam ao chegar num campo coberto por flores de cerejeira. Romeo estendeu a toalha em baixo da árvore e convidou Wendy para se sentar e assim ela o fez.

— Então...

— Então...

Eles mal se olhavam, envergonhados pela situação. “Onde Lucy me meteu!?” pensava o garoto, enquanto fitava o céu azul. Mas o barulho vindo do estômago de Wendy interrompeu suas ameaças internas.

— Me des-des-desculpe...

— Não, tudo bem. Você está com fome, não é? Bem, eu tenho uns sanduíches aqui.

— Sanduíches? — ela indagou ao ver o rapaz pegando os dito cujo da pequena cesta, ela ficou meio receosa de pega-los das mãos do garoto e quando o fez, sentiu-se estremecer ao simples contato com aquela pele tão quente.

— Eu que fiz, tomara que esteja bom. — ele sorriu, fitando-a ansioso por uma resposta.

— Estão uma delícia! — ela exclamou, depois de uma bela mordida — Você não vai comer também?

— Ér que... Eu só fiz um... Por causa do tempo — se explicou, sem graça

— Sério!? — ela não conseguiu conter a risada — Eu esperava um pouco mais, Romeo!

— Você parecia estar com pressa...

— Desculpe — exclamou, rindo — Aqui, toma! — estendeu uma metade do sanduíche para ele — Vamos dividir.

— Tem certeza? — Romeo arqueou a sobrancelha, receoso e ela assentiu com um terno sorriso.

Comeram, num silêncio tenso novamente. Wendy ainda estava com fome, quando terminou sua metade, mas valeu a pena ao ver o tímido sorriso de Romeo ao aceitar a oferta.

Ele, por outro lado, se sentia culpado de ter feito apenas um sanduíche para ambos. Aquele devia ser o piquenique perfeito! E foi tudo por água a baixo... Depois daquele vexame, ele não a convidaria para o baile! De jeito nenhum! Ela nunca aceitaria...

— Romeo... — ela disse, tímida — Obrigada pelo almoço delicioso e por sua companhia — a bochecha quente do rapaz recebeu um beijo um pouco demorado e cheio de carinho.

E, em seguida, a garota correu de volta para o hotel. Deixando o filho de Macao com uma expressão boba, e a mão sobre a bochecha beijada. Sem falar dos batimentos cardíacos...

–--

Lucy estava nas nuvens, ela mal sentia os pés encostarem no chão. Natsu disse que precisava resolver algumas coisas e se desculpou umas mil vezes por tal, ela não se importou, não depois daquelas horas na praia.

Agora, a loira voltava para o quarto se trocar e depois ia se encontrar com Erza, fazia tempo que ela não conversava com a ruiva e, sinceramente, já estava fazendo falta. Elas tinham tanta coisa para conversar!

— Yo, Blondie...

— STING!? O que você está fazendo aqui!? — ela perguntou, assustada, mirando o loiro

— Os corredores do hotel são públicos, sabia? — ele riu, divertido

— Ah sim, claro. Se não tem nada pra me dizer, eu estou ocupada — Lucy desviou, mas os braços fortes de Sting a seguraram, pressionando-a numa parede.

— Me solta, Sting.

— O que que há, Blondie? — ele perguntou, sedutor — Não vá me dizer que esqueceu o que aconteceu entre a gente, achei que tivesse gostado.

— É difícil esquecer quando está sempre me lembrando! E não, eu não gostei. Agora, se me der licença...

— Onde pensa que vai? Nós não terminamos aquilo, se é que você me entende... — ele disse, beijando o pescoço da maga, que bufou irritada, algo que foi mal interpretado pelo loiro — Mas já!? Tudo bem, sem pressa então — ele tornou a pressiona-la mais forte contra a parede, segurando seus pulsos e atacando-a com sua boca.

— Não... Sting... Não... Ahhh

— Não!? Não é isso que seu corpo parece dizer, Lucy. — ele foi subindo até seu ouvido, onde sussurrou — Se entregue, blondie. Se torne minha. — e pôs-se a roçar sua ereção entre as pernas da maga, que agradeceu por estar com nojo daquilo.

Mas por mais que estivesse enojada, ela não podia negar que aquilo era bom e como era bom! Quando ela sentiu que não conseguiria mais conter os suspiros, se concentrou ao máximo para gemer:

— Natsu...

Perfeito! Sting a tinha largado e se afastado, devorando-a com os olhos repletos de raiva.

— De novo esse cara?! O que que é!? Por acaso você gosta de sofrer?

— Ele não me faz sofrer. Ele me faz feliz!

— Mesmo? — o loiro riu, assustando levemente a loira — Então me diga, ele já te convidou para o Baile?

Silêncio.

— Humpf! Eu sabia... Bem, blondie, você sabe que eu faria tudo por você, certo? Eu não canso de te falar isso... Então eu vou te respeitar, respeitar a sua escolha.

— Podia parar de falar comigo de uma vez. Não acha?

— Adoro quando você banca a difícil. Eu não faço isso exatamente por querer você feliz. Um dia você vai enxergar isso, Lucy.

— Eu serei feliz com Natsu.

— Não. Você só será plenamente feliz comigo. Mas, como eu ja disse, eu vou respeitar sua decisão. Faço isso porque te amo.

— Você o que? — indagou, mais para ela do que para ele.

— Te encontro na boate esta noite e lembre-se: Não vou desistir de você — roubou-lhe um selinho quente e saiu, deixando uma loira de pernas bambas sozinha e confusa.


Notas finais
Entãaaaaaaaaaaaaao, me contem TUDO.
O que vocês acharam desse capitulo? Makarov ta indo de mal a pior, sério, estou até com medo desse cara. Mas pra compensar, que tal falaramos sobre a primeira cena, Mira e Freed, hein!? Ah, eu sinceramente gosto muito desse casal U.U Mas o pior foi a Erza! Hello, como alguém desmaia após ser pedida em casamento??? Ok, isso deve ser muito normal, acho que eu desmaiaria e.e
MAS EU FIQUEI CURIOSA com uma coisa. O que vocês acharam da Ami e do Eric. SIM cara ela era noviça, meio louco esses bagulhos. Mas pra piorar ainda mais, o Gajeel ve logo aquela cena: NAO DA GENTE. NAO DA. kkkk Eu vou acabar com GaLe cara e.e Nha, e esse Romendy (acho esse nome tao fofo k), o que voces acharam? *-* Só eu acho que o Sting ta com mais fogo do que o Natsu!? Isso vai dar ruim hein...
Enfim, COMENTEM! Estou curiosa pra reação de vocês.

AVISO: Snuff já está no ar e tem dois capitulos! Quero muito ver vocês lá, podemos tentar, né? *u* Vou deixar o link dela e de algumas fics muito legais aqui embaixo, ok?

- SNUFF - http://fanfiction.com.br/historia/373990/Snuff/
- 10 DIAS - GALE (muito diva essa fic, eu leria de novo u.u) - http://fanfiction.com.br/historia/342091/10_Dias_-_GaLe/ageconsent_ok
- PRIMEIRO DIA DE TRABALHO (fic Laxus X Kana! Incrivel) - http://fanfiction.com.br/historia/362022/Primeiro_Dia_De_Trabalho
E saindo um pouco de Fairy Tail:
SOUL EATER: DANCE OF SOULS - http://fanfiction.com.br/historia/321279/Soul_Eater_Dance_Of_Souls

Só fic incrivel essas ai! Espero que gostem, beijos!
Talvez hoje tenha mais capitulo :D