As Filhas De Aro Volturi
1 Capítulo 1 - Como tudo começou
Notas iniciais
Ariella e Araminna eram as filhas gêmeas de Aro Volturi. Filhas de Gianna (a secretária dos Volturi) e Aro, elas eram as novas híbridas que habitavam a Terra, mas seria muito mais fácil deixá-los contar:
PVD Ariella Volturi:
Meu nome é Ariella e tenho uma irmã gêmea chamada Araminna. Somos muito parecidas com nosso pai, Aro. Sulplicia nos adotou, porque nossa mãe morreu no parto. Tenho 2 anos, mas com a aparência de 10.
Tenho cabelos pretos, como os de papai, olhos azuis, como os de mamãe. Sou relativamente alta, bochecha rosada e uma marca de nascença em forma de coroa no braço.
Eu tinha o poder de tirar poderes alheios. E, Minna tinha o poder de doar poderes a quem ela bem entendesse. Eu sentia dor e ela não.
Eu estava com a Araminna no jardim. Alec nos rodeava:
Ei, meninas... Será que o Aro vai ficar bravo se eu falar uma coisa pra vocês? Eu já estava de saco cheio daquele moleque inconveniente. Menos Araminna, que pelo contrário, o achava muito lindo.
Eu respondi agressivamente:
– Ficaria! E vai que ele pede pro Demetri tentar te matar?
– Sua...
Esse era o ponto fraco de Alec: Demetri.
Araminna era muito mais docinha que eu. Eu tinha o gênio de papai (pegue ele furioso, pra ver...).
– Não faz isso, Ella. Não faz...
Alec adorava aquele tom calmo e doce da Minna. Ele tenta chegar perto dela, mas a puxo para meu lado e os dois bufam.
– Olha aqui, Alec, se você não parar eu conto pro papai.
– Por mim... Aro é o melhor mestre que já tive. Espero que ele leve em consideração meu poder.
– Aargh! — Digo.
E fui embora.
PVD Araminna Volturi:
Eu e Ella fomos para nosso quarto, onde estava nossa mãe adotiva e papai. Não a chamávamos de mãe, apenas Sulplicia. Ela era muito boa para nós. Ela aguentou muito bem a traição do papai... Mas, diferente dos outros dias, ela estava triste:
– O que houve, Sulplicia? — Perguntou Ariella.
– Nada, Ella. Só uma briguinha com seu pai.
– Qual foi o assunto desta vez?! — Diz Ella.
– Seu pai quer adotar um menino.
Todas nós gelamos. Suplicia não se imaginava com outro filho que não fosse seu. Ela já era revoltada por nossa causa. E isso era um problema.
– Mas, Sulplicia... — Eu disse — Não seria legal um filho homem? Um para acaso um dia governar no lugar do papai?
– O problema é o filho. Não é porque não é meu, mas eu quero outra menina. Mas pode ser menino.
– Temos apenas dois anos, Su. Porque não quer?
– Eu não tenho escolha, não é? — disse Sulplicia.
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