Notas iniciais
Ho hey coisas iluminadas. Desculpem a demora, o tamanho e a qualidade do capitulo. Eu escrevi quatro capitulos, mas nenhum me agradou e já estou de saco cheio de tentar escrever, então me desculpem. - Luminária

Isso sim que é um presente perfeito. Paris. A cidade da moda, do amor, da luz e que inspira os escritores. Kim passou o vôo inteiro se tremendo de medo e falando que sentia falta do Dylan (e eu estava dando graças aos Deuses, se quisesse segurar vela teria nascido filha de Hefesto), mas quando chegamos, ela conseguiu aproveitar bem a viagem. Eu também estou curtindo a cidade, passeando por todos os pontos históricos (óbvio), apesar de ainda estar um pouco desconfiada. Os Deuses não dariam uma viagem simplesmente por ser nosso aniversário, não é do perfil deles.

Bem... Já passava das duas da manhã, então achamos melhor voltar para o hotel.

– Meninas! – uma louca apareceu do além e nos abraçou

– Maxil, você conhece essa aí? – Kim perguntou

– Lógico que não. – falei, tentando me livrar de seu abraço sufocante.

Ela estava completamente bêbada, dava para notar o cheiro de álcool vindo de sua boca. Espere aí! Ela me entregou um cogumelo?

– Come pra você ficar grande! – a garota gritou

Pude perceber risos da parte de Kim. Eu já cansei de ser zoada por causa da minha altura (tenho 1,58 m, eu sou maior do que muita gente).

– A vida é bela! – a bêbada começou a ditar – A vida é bela! – e ela desmaiou bem na nossa frente

Ficamos paralisadas, olhando uma para a cara da outra, pensando no que faríamos com essa pessoa desconhecida e altamente alcoolizada. Eu sabia que precisávamos virar as heroínas.

– Você pega pelos braços e eu pelas pernas. – instruí – Vamos colocá-la num táxi e tentar descobrir de onde ela veio.

Chamei um táxi e a colocamos deitada no banco de trás, no colo de Kim. Sentei na frente e procurei na bolsa da garota alguma coisa que pudesse nos ajudar. Encontrei uma chave de um quarto do mesmo hotel que o nosso.

– Kim. – chamei – Ela está no mesmo hotel que nós, a chave do quarto dela está bem aqui.

– Que bom, assim facilita. — comentou

– Vamos levá-la para seu quarto e esperar que ela acorde. – concluí

E foi exatamente o que fizemos. Não agüentamos e dormimos no quarto da bêbada mesmo. Só espero que ela seja melhor sóbria...

XXXXXXXXXXXXXXXXX

– Invasoras! – o grito, seguido do barulho de um vaso se quebrando, me despertou. Abro os olhos e vejo a garota bêbada (agora sóbria, mas eu preferia quando ela estava grogue) jogando as coisas da cômoda em cima de Kim e de mim. Só quero ver a cara dela quando tiver que pagar tudo.

– Calma! – pedi calmamente, tentado ignorar o fato de que eu posso ser assassinada com uma peça de artesanato européia. – Nós não invadimos isso aqui, nós indiretamente te salvamos. Você não é muito boa com agradecimentos. – “E eu prefiro um bolo de aniversário a um champignon mágico”, pensei em falar, mas achei melhor ficar quieta.

Ela revirou os olhos e largou o vaso (por que tem tantos vasos em um só quarto? Um já não é o bastante?).

– Então quem são vocês?

Notas finais
Eu comi a flor de lótus. Beijinhos de luz :*