As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
58 Capítulo 57 –Baile de Máscaras (1ª Parte) –Novo Mundo
Notas iniciais
—É com triste pesar que venho fazer esse pronunciamento –Aquela frase dita pelo desprezível novo diretor deixou todos apreensivos. Qual seria a notícia tão horrível que ele daria? –Na próxima sexta-feira teremos um asqueroso baile de máscaras.
No início minha turma ficou confusa, mas logo começaram os comentários animados e uma algazarra alegre e ansiosa para festa.
—Calados! Até parece que a notícia foi boa. Quis cancelar, mas o irresponsável conselho de pais exigiu que a festa ocorra normalmente. Então que passemos por esse martírio sem danos a instituição. Não quero ver ninguém bebendo, se drogando ou protagonizando um drama de gravidez na adolescência.
Passei um tempo abalado com a visão de um futuro possível que o maldito Conde Olaf me fez ter. Depois de lhe dar um belo de um soco, que lavou minha alma, saí de sua sala ao som de suas ameaças. Se passaram alguns dias e nada aconteceu, acho que era papo furado. Nesse meio tempo transei com o Henry e com Guil e Peter novamente. Ainda usei minha nova habilidade, onipresença, e assisti alguns casais transando. Violet esta pegando o jeito de chupar xoxotas e Annabeth amando ajudar nesse treinamento.
Ultimamente ando trocando mensagens de texto com a Lucy.
—Ontem sonhei que era um pássaro.
—Tipo um galinha?
—Já esta me chamando de vadia, Dylan?
—E eu preciso chamar?
—Claro que não, pois assim eu me apaixono –Adorava o jeito como nada conseguia ofendê-la –Sonhei que era um pássaro de fogo.
—Tipo uma fênix?
—Acho que algo assim.
—Que legal!
—E você anda tendo muitos sonhos eróticos?
Dei uma enorme pausa antes de responder, pois ultimamente vivo revivendo a visão que o Conde Olaf me obrigou a ter. Sinto meus filhos em meus braços, a excitação de transar com a Lucy com seus poderes de fênix, a alegria, o amor e depois a dor de perder algo que nunca tive.
—Sim, ando tendo muitos sonhos eróticos –Menti.
—Aproveita pra colocar eles em prática nesse baile de máscaras. Vou pegar geral!
—Conta uma novidade.
—Aff! Te odeio!
—Te odeio mais.
—Isso é uma competição? Competições sempre me deixam excitada.
—Safada.
—Punheteiro.
Fui com o Henry numa loja de fantasias, ele andava meio estranho, fiquei com medo dele reclamar do tempo que eu estava passando no celular.
—Qual é o problema? Você esta estranho.
—Não é nada.
—Quando dizem isso, sempre é alguma coisa –Ele suspirou.
—Em quanto esta seu medidor sexual?
—85%
—Falta tão pouco.
—Eu sei –Ficamos em silêncio fingindo escolher uma máscara.
—Estou com medo, Dylan –Ele desabafou.
—Você tem sorte, suas mães e você são do mesmo mundo, elas só não são um casal, mas ambas estarão com você.
—Eu sei disso, mas... O problema é que não quero te perder! –Ele soltou na lata e me lançou um olhar brilhando em lágrimas.
Não sabia como responder àquilo, todos estávamos no mesmo barco, ninguém queria abrir mão daqueles que amavam. Só de pensar em nunca mais ver o Henry me deu um vontade imensa de chorar. Sem saber o que dizer respondi com um gesto, abracei-o bem ali atraindo alguns olhares curiosos.
—Não sei o que dizer, Henry, só que isso precisa ser feito.
—Sei disso. Desculpa deixar as coisas mais difíceis. Seja o que tiver de ser, amei ter te conhecido.
—Talvez nos encontremos novamente, afinal nos conhecemos em Storybroke, depois vivemos uma vida inteira aqui juntos, não podemos dizer que quando esse mundo se desmanchar será o fim do nosso... –Dei uma pausa. Eu sentia aquilo de verdade, estava perdidamente apaixonado pelo Henry, mas soa estranho em dizer que sinto o mesmo pela Violet e... Meu celular apitou, peguei e li a mensagem.
—Você acha que devo ir depilada pra festa ou faço um penteado moicano na xoxota? –Tentei não rir, mas foi impossível, gargalhei alto quebrando completamente o clima e deixando o Henry pra lá de confuso.
—Desculpa. A operadora me mandou uma piada.
—Ok –Ele disse sem muita certeza –Vamos continuar escolhendo as máscaras.
—Sim, claro –Quando ele não estava olhando respondi a mensagem:
—Deixa o moicano, vou fazer um igual para irmos combinando.
—Vamos parecer gêmeos de genitália! Adorei! Beijos, preciso me masturbar assistindo o especial de natal de Sense8, até breve.
Na noite de sexta-feira me arrumei e junto do Henry peguei um táxi até a escola, vamos fingir que foi uma limusine. Chegando à escola vimos que quase todos tinham caprichado, algumas garotas usavam vestidos longos e se equilibravam em enormes saltos, outras usavam shorts curtos, alguns garotos usavam smoking, enquanto outros foram com a típica calça jeans.
De repente ouvimos exclamações animadas, nos viramos e vimos o trio de patricinhas chegar, Susana, London e América. As duas primeiras usavam deslumbrosos vestidos, enquanto a última vinha de short curto, toca e jaqueta. Todas usavam mascaras cor de rosa com pedrinhas que imitavam diamantes, se bem que vindo da ricaça London Tipton podiam muito bem ser diamantes de verdade.
—Ainda não peguei nenhuma delas –Pensei em voz alta.
—Acho difícil isso acontecer –Comentou Henry –Elas mal olham pra você.
Ele mal fechou a boca e Susana olhou em nossa direção e para nossa surpresa deu uma volta e veio falar com a gente.
—Nós organizamos um baile incrível, espero que se divirtam –Nos deu um sorriso e se virou para partir, mas retornou –A propósito, reserve uma dança comigo, Dylan.
Seu Olhar dizia tudo. Aquela noite havia começado bem. Lhe dei um sorriso e uma resposta com minha melhor voz de galanteador.
—Eu acabei mesmo de presenciar essa cena? –Disse Nathan depois que elas saíram –A patricinha gostosa, a garota mais linda da sala, acaba de dar em cima de você? Dylan, confesse! Você fez algum pacto?
—Você sabe muito bem que não preciso dessas coisas –Dei um passo na direção dele até nossos narizes quase se encostarem –Sabe muito bem que tenho fogo bastante para seduzir qualquer um –Ele riu e recuou –E qual é a da máscara do Batman? –Perguntei estranhando alguém ir com a máscara de um super herói num baile de máscaras.
—É para me dar alto confiança para o que pretendo fazer hoje.
—Espero que não seja nenhum ataque terrorista –Disse Henry debochando do amigo.
—Não se preocupe, Henry. O que vou fazer só põe em risco a fama de duas pessoas. Vamos deixar isso de lado e vamos entrar.
Foi legal estarmos novamente o trio juntos, desconfiei do que Nathan planejava, mas não direi para não estragar a surpresa. Entramos na quadra poliesportiva que estava completamente decorada, nas paredes discos de vinil e CDs, no teto um enorme globo de luz garantia o clima de discoteca, isso somado à uma máquina de fumaça e um DJ.
Avistei Guil e Peter dançando, usei minha habilidade onipresença e os vi ainda mais de perto.
—O que você faria se essa fosse nossa última dança? –Perguntou Guil.
—Acho que algo assim –Peter girou e a inclinou segurando-a pela cintura, depois a puxou de volta e parou com seus narizes encostados. Seus lábios se encontraram num apaixonado beijo.
—Você me tira do chão, Senhor Pan.
—E você faz minha vida parecer mágica, senhorita Stark.
Sorri voltando a observa-los de longe.
—Vamos lá falar com eles –Sugeriu Henry.
—Não, eles estão tendo um momento, sabe? E pelos meus cálculos, não vão demorar para dar uma escapadinha.
Mesmo sendo um baile de máscaras facilmente identifiquei todos da sala, vi os di Angelo conversando encostados numa arquibancada, vi o Percy dançando com a Hermione! Será que agora que a Annabeth estava se pegando com a Violet, o caminho vai ficar livre pra outra nerd pegar o badboy? Vi o terceiro nerd sentado junto dos garotos do clube de xadrez, por fim vi a Annabeth chegando e se juntando a nós.
—Oi pessoal! A Violet não vem? –De fato a Violet e Anna eram as únicas que ainda não haviam chegado.
—Tenho certeza que ela vem –Lhe disse –Ela nunca perderia um baile de máscaras.
—Atenção pessoal –Disse o DJ –Essa é pra se apaixonar! Vamos abrir espaço para a dança de casais –A galera deu gritos de empolgação e abriram uma roda.
Guil e Peter foram os primeiros a adentrar no circulo ao som de muitos aplausos. Logo foram seguidos por mais três casais de outras turmas. Todos aplaudiam e riam. Olhei pro lado e vi o Nathan quase explodir de nervosismo, sorri, pois sabia o que vinha a seguir. Ele respirou fundo e disparou andando as pressas.
—Pra onde ele vai? –Perguntou o Henry.
—Você já vai ver –Nathan foi até a galera do clube de xadrez e parou diante do Cody que ficou rubro na hora.
—Nathan?
—Quer dançar comigo?! –Ele disparou na hora, como se ousasse dizer qualquer outra palavra fosse mudar de ideia. Cody ficou boquiaberto, olhou para o chocado clube a sua volta, mas quando seus olhos encontraram os do Nathan e viram o quanto ele estava nervoso, assustado e ainda assim tivera coragem de fazer aquele convite. Ele seria um covarde se recusasse.
Cody deu um sorriso, segurou a mão estendida do outro e foram juntos pra pista de dança. Aquele par causou um alvoroço, muitos ficaram chocados, pois nunca os tinha imaginado nem conversando, o que dirá sendo parceiros no baile. Os dois dançaram meio acanhados, percebi que estavam conversando e usei minha habilidade para ouvi-los.
—O que foi que o fez me chamar pra dançar? –Perguntou Cody.
—Fiquei pensando nisso a semana toda. Sabe? A gente sempre se curte escondido, transar com você é incrível, mas também amo as horas seguintes em que ficamos deitados conversando sobre tudo, ou quando trocamos mensagens durante as aulas, eu... Eu gosto de estar com você, não apenas pra fazer sexo, acho que... Gosto mesmo de você.
Todos foram a loucura com o que fizeram a seguir, Henry gritou do meu lado apontando feito um louco ao ver aqueles dois se beijando.
—O Nathan e o Cody! O Nathan e o Cody! Como? Quando? Por que?
Ri muito do desespero dele, só parei quando uma garota veio até mim, não qualquer garota, mas a mais bonita da sala, Susana. Não foram preciso nem dizer uma palavra, bastou um esticar de mão e no momento seguinte já estávamos dançando.
—Você dança melhor que imaginei –Disse Susana.
—Faço muita coisa melhor do que pode imaginar –Arranquei sua risada. Deus do céu que lábios eram aqueles? Susana tinha de longe a boca mais gostosa que já tinha visto na vida. Sei que perdi minha virgindade com ela, mas foi a tanto tempo e não lembro de fato, apenas li, não me recordo do toque, do tesão, do...
—Ei! –Ela se afastou um pouco –Você esta...
—Desculpe! –Tive uma ereção sem perceber. Pensei que ia perder a chance de dançar com a Susana, mas ela se recompôs e voltou para meus braços e para minha surpresa, com seu corpo ainda mais junto ao meu.
—Não precisa se desculpar, só fui pega de surpresa –Ela apertou o quadril apertando meu pau entre nós. Lhe lancei um olhar excitado e surpreso –Ouvi falar muito de você ultimamente e confesso que ando muito curiosa para saber se você é mesmo tudo que andam falando.
—Eu poderia muito bem me gabar, mas palavras não bastam, só tem um jeito de você saber.
—Que jeito seria esse?
—Topa viver uma aventura?
—Adoro aventuras.
Já falei que amo minha vida? Saímos por um dos corredores e nos agarramos, seu beijo era realmente incrível. Entramos no banheiro masculino a coloquei sobre a pia, jogamos nossas máscaras de lado, beijei seu pescoço e ela gemeu, depois deu uma alta exclamação e um sobressalto. Olhei pelo espelho e vi alguém atrás de nós.
—Davi?
—Desculpe atrapalhar, eu estava no banheiro, já estou saindo –Eu que não ia perder essa oportunidade.
—Espera –Caminhei até ele –Como vamos saber que não vai espalhar por aí que nos viu?
—Não sou fofoqueiro e nem costumo falar com muita gente –Claro que eu acreditava nele, a honestidade estava estampada em sua cara.
—Acredito em você, mas tem algo que você pode fazer para me deixar mais confortável.
—O quê? –Toquei seu rosto, ele levou um susto. Olhou para minha mão e nesse momento o puxei.
—Isso –O beijei na boca, ele levou um baita susto e tentou se desvencilhar, mas meus braços escorregaram em volta de seu corpo o puxando para próximo a mim. O joguei contra parede e intensifiquei o beijo, ele acabou se entregando. Sei que ele me desejava a muito tempo, aquilo estava sendo muito bom para ambos. Quando parei e olhei para Susana ela estava boquiaberta.
—Você é mesmo uma caixinha de surpresas.
—Acredite, tenho surpresas de mais para caber numa caixa.
E lá estávamos dando um beijo triplo, hoje era o dia dos casais improváveis, todos se chocaram com Nathan e Cody, o que diriam se me vissem, o antigo zé ninguém, com a garota mais linda e popular da sala e com o tímido e antissocial? Não tive tempo para continuar divagando, tirei minha camisa e os outros dois me alisaram excitados com meu corpo, via em seus olhos o tanto que me desejam e aquilo me acendia.
Os dois beijaram meu pescoço me provocando deliciosos arrepios, Susana apalpou meu cacete duro por cima da calça, Davi apertou minha bunda e mordeu minha orelha. Abri meu zíper e deixei minha calça cair, Susana se ajoelhou baixando minha cueca e lambeu os lábios ao ver minha rola, sem demora caiu de boca.
—Ooor! –Gemi sentindo aqueles lábios carnudos deslizarem pela cabeça da minha rola. Susana era uma especialista em boquete, conseguia engolir tudo, lambia minhas bolas, chupava meu cacete, me masturbava e chupava a glande, sua língua e seus lábios deslizavam as vezes gentilmente, outras vezes ferozes –Chupa assim vai! Ooor! Que boca gostosa!
Davi se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas e me deu um beijo grego. Gemi sentindo sua língua deslizar pelas pregas de meu cu e depois me penetrar. Me segurei na parede gemendo recebendo aqueles maravilhosos orais.
Susana se levantou e se virou, abri um zíper em suas costas e seu vestido caiu deixando-a completamente nua. Fiquei boquiaberto e ela sorriu.
—Já vim preparada, uma lingerie só ia me fazer perder tempo.
—Adoro praticidade.
Ela subiu na pia de pernas abertas, caí de boca em sua buceta, caprichei no sexo oral a fazendo gemer gostoso, enquanto Davi fazia o mesmo em meu cu. Me virei e voltei a beijá-lo, o ajudei a se livrar de suas calças e agarrei seu pau, já tinha o visto quando espiei pela janela de sua casa e o vi transando com seu primo, Nico, mas de perto sua rola era ainda mais bonita. Me ajoelhei e o chupei enquanto Susana dava uma de DJ nos assistindo tocando uma siririca. Adorei ver a nova cara do tímido que sempre me observava, na hora do sexo todo mundo se solta.
Me virei e penetrei Susana, sua buceta estava encharcada devido ao boquete e a sua masturbação, meu cacete deslizou por aquele buraco quente e convidativo. Davi veio roçando o pau em minha bunda e enfiou tudo de uma vez, gemi e me inclinei me segurando na patricinha. Aquele foi um trenzinho delicioso. Comer e dar ao mesmo tempo é uma das melhores sensações do mundo.
—Ooor! Que cu gostoso! –Era a primeira vez que o Davi falava desde que começamos.
O vai e vem era repleto de prazer, quando eu ia pra frente sentia minha rola indo fundo naquela buceta e quando ia pra trás sentia o cacete do moreno até o talo.
—Ooor! Mete com força di Angelo! –Pedi e ele me obedeceu, segurando em minha cintura deu fortes metidas, sua rola entrava e saía rapidamente me dilatando, me arrombando.
Beijei Susana, gememos um na boca do outro, ela arranhou meus ombros e mordeu meu pescoço. Apertei seus peitos macios e seus mamilos duros. Davi saiu de dentro de mim, agarrei Susana e a tirei da pia sem desfazer a penetração, ela revirou os olhos, me sentei na pia e abri suas nádegas virando seu buraco para o di Angelo que entendeu o recado e já chegou metendo.
—Aaaar! –Susana gritou e tremeu sobre meu corpo –Nunca fiz desse jeito! Aaaar! É o meu primeiro ménage.
—Então vamos fazê-lo inesquecível! –Disse pegando apoio e metendo com força. A patrícia gemeu enlouquecida recebendo as duas rolas em suas duas entradas.
Seus gemidos pareciam música, ela revirava os olhos, apertava os próprios seios, mordia os lábios, estava enlouquecida de tanto tesão. Davi puxou-a pelos cabelos e a garota adorou a brutalidade e arranhou meu peitoral. Quando pensei que ela não podia ficar mais excitada, Davi tirou o pau do cu dela e forçou entrada em sua já ocupada buceta, seu pau deslizou pra dentro fazendo uma DP.
—Oooooor! Aaaaaar!
Aquilo foi ótimo, estava adorando ver a Susana em chamas de prazer, e a sensação do cacete do Davi roçando no meu dentro daquele buraco quente e molhado me deixava com mais tesão ainda. Com dificuldade demos um beijo triplo. Depois de vários minutos naquela posição chegamos ao ápice. Susana se ajoelhou enquanto eu e Davi batíamos punheta, o beijei na boca e gememos gozando juntos. Quando abri os olhos esperei ver a cara da Susana toda suja de porra, mas me deparei com o chão lambuzado e a garota à metros de distância.
—Repara se eu ia ficar toda suja e não aproveitar o resto da festa.
Ri de sua esperteza. Todos nos vestimos e saímos do banheiro.
—Isso saiu melhor que a encomenda –Disse Susana –Vou indo na frente, vejo vocês por aí –Ela deu um selinho em cada um de nós e voltou para o baile.
—Não acredito que fizemos sexo à três –Confessou Davi.
—E foi ótimo! Você transa muito melhor do que imaginei –Comentei.
—E você já imaginou transado comigo?
—Sim e tenho certeza de que isso foi reciproco –Lhe dei um selinho e corri o deixando pra trás pensativo.
Como eu adorava essa sensação, me sentia tão vivo! Meu medidor estava em 90%, tudo estava próximo de acabar, aquilo era assustador, mas tinha que ser feito. Voltei para o baile e vi Annabeth e Henry dançando, o que indicava que ainda não havia nenhum sinal da Violet.
—Procurando por alguém? –Me virei e me deparei com a garota mais sensual da festa usando um vestido vermelho, curto e apertado, suas curvas arrancavam exclamações de todos, suas pernas deixariam qualquer um de queixo caído e seu sorriso provocador era a cereja do bolo.
—Lucy!
—Desculpe o atraso, mas tive que bater muito papo para convencer algumas pessoas para uma surpresinha que tenho reservada pra nós, mas primeiro me conceda a honra de uma dança.
Fiquei curioso sobre a tal surpresa, mas a dança me distraiu bastante, Lucy apertava seu corpo contra o meu, seu olhar era hipnotizante, seu sorriso arrebatador. Céus! Que eu não esteja me apaixonando! Sei como isso vai terminar, eu já amo o Henry e a Violet, meu coração já esta bastante confuso para mais essa garota louca na minha vida. O pior é saber o futuro que poderíamos ter juntos, a visão de nossa família, de nosso final feliz me deixava desolado, pois sabia que nunca poderia se tornar real. Quer saber? Que se dane! Esvaziei minha mente e prestei atenção apenas à ela.
—Espero que tenha feito o que prometeu –Ela disse.
—O quê?
—O moicano pubiano! –Ri disso, peguei a mão dela e enfiei em minhas calças. Sim, tive essa cara de pau. Ela sentiu o formato do meu penteado pubiano –Adorei! Então vem comigo!
Ela me arrastou saímos correndo atraindo olhares curiosos, seguimos pelo corredor que dava na biblioteca, vimos alguns casais se pegando, mas passamos diretos. Pegamos a saída lateral, entramos no outro prédio e paramos diante da enfermaria.
—Para celebrar nossos moicanos gêmeos, convenci um grupo seleto de pessoas para participar de uma incrível orgia!
Abri um enorme sorriso ao imaginar quem encontraria atrás daquela porta, tinha muita chance de ser a Guil e o Peter, ou o Nathan e o Cody. Imaginar o provável me fez ficar ainda mais surpreso ao me deparar com aqueles quatro.
—Vocês?!
Como a Lucy tinha convencido aqueles quatro a participar dessa safadeza? Um deles sem dúvidas foi fácil, dois deles me surpreenderam, mas não era algo impossível, mas a última me deixou boquiaberto.
—E aí, Dylan? –Me cumprimentou Percy Jackson, o que não me surpreendia, mas que me deixava com água na boca –Esse baile vai ser épico.
Nico di Angelo e América? Eles pareciam pertencer a mundos diferentes, se bem que são mesmo, nunca os imaginei topando algo assim. E a última, a garota estava calada e me observava com um olhar astuto, ela era Hermione Granger.
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