As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
54 Capítulo 53 –No Banheiro do Museu –Novo Mundo
Notas iniciais
Chegamos ao museu, na minha opinião um dos lugares mais chatos que existe, para minha surpresa tinha uma fila enorme, pois haviam anunciado uma coleção de armas de várias eras. Até que pareceu uma coleção interessante de se ver, muito melhor que as pinturas de arte abstrata que fui obrigado a ver da última vez.
Violet debatia animada com Annabeth falando como seria interessante ver de perto armas gregas. Cody e Hermione observavam as duas com estranheza. Aproveitei a oportunidade que a fila enorme me proporcionou e resolvi ir ao banheiro, “acidentalmente” esbarrei no Percy no caminho.
—Desculpa.
—Não foi nada.
Nesse curto diálogo verbal estava oculto um convite feito pelo olhar. Ele aceitou meu convite e me seguiu até o banheiro. Minhas partes intimas já davam sinal de vida antes mesmo da safadeza começar.
Entramos no banheiro e fomos para um box, trancamos a porta e nos encaramos em silêncio, mais uma vez nos comunicando pelo olhar. Percy, o sempre atrasado nas aulas, era um gato, seus olhos verdes me faziam me lembrar do mar com tanta intensidade que chegava a ser mágico. Ele deu um passo à frente, me encolhi na parede me fazendo de difícil, suas mãos tocam meu rosto me obrigando à olha-lo, seu sorriso era lindo, sua boca se aproximou da minha e nossos lábios se encontraram.
O agarrei junto ao meu corpo, nosso beijo ficava cada vez mais quente, nossas línguas entrelaçadas, nossos lábios apertados aos do outro, suas mãos desceram pelas laterais do meu corpo até minha cintura, depois para trás apertando minha bunda com força me fazendo gemer em sua boca. Seus lábios desceram até o meu pescoço me fazendo me arrepiar todo, ele sabia o que estava fazendo, me mordia, beijava, lambia. Ambos baixamos nossas calças e cuecas, voltamos a nos beijar com nossas rolas roçando. Me ajoelhei e segurei seu pênis, dessa vez sem me fazer de tímido fui logo chupando.
—Oooor! –Ele gemeu segurando minha. Eu engolia todo o seu cacete, minha língua deslizava ao som deu seu gemidos, chupava a cabeça, descia e lambia as bolas, subia e engolia tudo de novo –Você é bom nisso! Chupa gostoso, Dylan –Continuei chupando ajoelhado enquanto me masturbava.
Depois de um tempo me levantei e ele se abaixou me pagando um boquete, Percy babou minha piroca, desceu chupando minhas bolas enquanto apertava minha glande com os dedos. Sua mão deslizou entre minhas pernas por baixo de minhas bolas seguindo até meu cu. Seus dedos babados me penetraram, gemi e puxei seus cabelos, ele prosseguiu chupando minha rola e enfiando os dedos no meu cu. Abri mais as pernas lhe dando espaço para enfiar mais dedos e mais fundo. Era a primeira vez que sentia prazer anal, era uma sensação esquisita, meio difícil de descrever, pelo menos pra mim, seus dedos me provocavam arrepios, mas também causavam efeito na parte da frente, minha virilha esquentava e quando ele empurrava fundo meu pênis latejava.
Percy se levantou, me virei de costas, era agora, eu daria pela primeira vez nessa minha nova vida. A porta do banheiro se abriu e eu congelei, não acredito que seriamos interrompidos logo agora!
—O Dylan esta muito diferente –Reconheci a voz na hora, era o Cody.
—Ele sempre foi legal, só que agora esta mais divertido –Era a voz do Nathan. O que aqueles dois faziam juntos? Nunca os vi trocando nem uma palavra.
—Quando íamos sair da escola o vi com o Percy mijando em mictórios vizinhos, eles se encaravam e podia jurar que iam começar um banheirão.
Percy riu no meu ouvido.
—Pelo jeito o cdf entende de termos eróticos. Não se preocupe não vou deixar que nos atrapalhem –Percy empurrou seu pênis no meu cu.
Meu pau latejou, eu ia gemendo, mas ele tapou minha boca. Tinha entrado só a cabeça e já estava desesperado. Percy continuou empurrando e senti cada centímetro daquela rola dura me invadindo. Meu gemido escapava entre seus dedos, aquilo estava excitante pra caralho!
—Eu já me masturbei com o Dylan antes, ele é muito meu amigo, mas atualmente esta com um ar todo sensual. Não vou mentir, estou doido pra pegar ele –Ouvir aquelas palavras do Nathan não me surpreendeu muito, só me deu mais incentivo de pega-lo logo.
Com cuidado para não fazer muito barulho o Percy começou a se mover pra frente e pra trás, pra dentro e pra fora de mim. Minhas pernas tremeram, o arrepio seguiu dois rumos, descendo por minhas pernas e subindo por minhas costas. Era bom, tenho que admitir, era ótimo! Ele deu uma pausa e tirou a camisa, depois me ajudou a tirar a minha. O movimento me fazia querer gemer alto, mas não podia, o perigo era excitante.
As vozes pararam. Oh, droga! Eles deviam estar em silêncio nos ouvindo! Então ouvi um “splesh”, os dois estavam se beijando! Cody e o Nathan se pegavam?
—Eu queria te comer agora, te jogar nessa pia e arrombar seu cuzinho!
—A gente não pode, Nathan. Onde já se viu transar num museu?
—Vai ser excitante e além do mais a fila esta enorme e você também esta animado, Cody, olha só como seu pau esta duro.
—Ooor! Não faz assim.
Pensei seriamente em abrir a porta e convidar os dois a participar, só que daquela vez queria sentir o Percy totalmente, orgia era incrível, mas as vezes a dois é a medida certa para ir à loucura de prazer.
—Vá em casa hoje a noite, minha mãe e meu irmão vão jantar na casa da namorada dele– Disse Cody, depois mais barulhos de beijos –Aí juro que te deixo meter até me torar no meio.
—Eu vou cobrar.
Depois de algumas risadas e barulho de beijos a porta voltou a se abrir e fechar, eles foram embora. No segundo que a porta se fechou, Percy deu um passo pra trás puxando meus quadris me fazendo me inclinar na frente e então meteu, mas meteu com muita força mesmo.
—Oooaaaaar! –Gemi alto. Cada estocada era como uma explosão de prazer, eu fazia caras e bocas, revirava os olhos, trincava os dentes num misto de dor e prazer, antes que pudesse me dar conta estava suplicando por mais –Mais forte! Mais rápido! Aaaar! Assim, mete com força!
O barulho de sua virilha batendo em minha bunda era tão alto que pareciam tapas. Sua rola escapou, mas ele voltou a enfiá-la de uma vez só, gritei e me encolhi na parede. Percy me prensou e mordeu minha orelha, seu corpo colado em minhas costas, sua rola pulsando dentro de mim.
Me virei e nos beijamos, parecia que tínhamos corrido uma maratona, ou que estávamos num super mercado em dia de Black Friday, ofegantes e desesperados. Me deitei no chão do banheiro, ele se ajoelhou segurou minhas pernas e socou sua pica no meu cú. Gemi alto, de frente era ainda mais gostoso! Eu podia olhá-lo e aquilo era ainda mais excitante, seu olhar feroz, sua musculatura se definindo, ele se inclinou e me beijou sem parar de meter.
Aproveitei e comecei a me masturbar e levei até um susto com o prazer que senti, a sensação no meu próprio pênis estava diferente pelo fato de meu cu estar sendo fodido. Era como se tudo estivesse conectado numa rede de orgasmo.
—Que cú gostoso, Dylan! –Percy me fodia olhando pra baixo, conheço bem aquele ângulo das vezes que comi o Henry, era uma bela visão ver sua rola entrando e saindo dum buraco.
Percy sentou-se no vaso e me sentei de frente sobre seu cacete.
—Eita porra! –Exclamei, pois naquela posição entrava ainda mais fundo.
—Rebola no meu pau, Dylan!
Comecei a rebolar, senti um incômodo no início, mas com forme peguei velocidade o prazer superou tudo. Nos beijávamos gemendo sem parar, suas mãos apertavam minha bunda, eu arranhava suas costas e apertava seus bíceps e então ele começou a gemer muito mais alto.
—Eu estou chegando perto! –Eu poderia deixa-lo gozar dentro, mas ia ser incômodo e constrangedor me limpar naquele banheiro público, então saí de cima dele.
Percy batia punheta enquanto eu chupava a cabeça de sua rola. Eu estava de quatro também me masturbando e...
—Oooooor! –Percy gozou em jatos, sua porra quente preencheu minha boca e escapou pelos lados lambuzando minha bochecha.
—Ooooor! –Fiquei com tanto tesão que gozei, meus jatos pinchavam o chão de cerâmica negra com o branco translucido de meu esperma.
Percy me puxou pelos cabelos e me beijou na boca, a ideia pareceu meio nojenta, mas na prática foi muito excitante. Nos limpamos e saímos do box. Senti como se minha bunda tivesse ficado aberta e comecei a andar esquisito fazendo o Percy rir.
—Anda direito, assim todo mundo vai perceber.
—É que foi a primeira vez que eu dei.
—Sério? –Ele perguntou com real surpresa –Você se saiu tão bem que parecia profissional –Ele passou o braço em volta do meu pescoço e beijou minha bochecha –Quando quiser repetir a dose é só chamar.
Meu medidor sexual estava em 45%. Sexo é muito bom, todo mundo devia provar de todos os tipos, hétero, homo, bi, com etnias diferentes, com corpos diferentes. Queria transar com gordos e magros, dotados e pequenos, jovens e velhos, pra falar a verdade eu queria transar com todo mundo.
Voltamos para a fila, todo mundo parecia estar de mau humor por causa da espera, menos Violet e Annabeth que continuavam num papo enérgico e animado. De repente eu shippei, mas a Violet parecia muito... Certinha.
Depois de mais dez minutos finalmente começamos nosso tour no museu.
—Bom dia, vamos começar a excursão –Disse um velho muito mal humorado, seus olhos estavam na gente, mas era como se não quisesse nos ver, como se nossa simples estadia ali o deixa-se furioso. O velho era cadeirante, magro e com nariz pontudo, sua mão era tão ossuda que seus enormes dedos pareciam garras, era o tipo de velho que assustava criancinhas. O mais estranho, era que ele me parecia incrivelmente familiar.
Alguém atrás de mim soltou uma exclamação, me virei e vi a Violet com uma expressão horrorizada.
—O que foi? –Annabeth perguntou.
—Não é nada, só preciso falar um minutinho com o Dylan –Ela veio até mim.
—O que foi?
—Aquele é o Conde Olaf! –Aquilo também me fez soltar aquela exclamação. Aquele velho cadeirante assustador era o vilão da minha história, o homem que condenaria todo um planeta para salvar a própria pele.
—Nesse mundo ele é um guia de museu? E cadeirante? –Ele não parece tão assustador assim.
—Você tem razão, aqui ele não é a mesma pessoa, não é como se ele lembrasse de tudo.
—Ei vocês! –Ele falou com a gente, me arrepiei dos pés à cabeça, seu olhar era gélido e assustador –Não atrasem o grupo! Vamos andando! Andando!
Ele não lembrava. Ufa. Claro que não lembrava, não tinha como aquilo acontecer. Ele era apenas um rosto conhecido, um rosto muito assustador, mas nada mais ameaçador que isso.
—Vejam! –Exclamou Annabeth –A armadura de ouro de Capricórnio!
—Eu já ia anuncia-
—Uma replica perfeita da Excalibur! O xacra de Xena a princesa guerreira! E... MEUS DEUSES! –Annabeth parecia que ia ter um orgasmo de tão animada que estava –O machado de Buffy a caça vampiros! A junção perfeita de magia primordial e divina, a arma de dizimação de criaturas da noite! É um sonho realizado!
—Garota se ponha no seu lugar! –O velho esbravejou furioso. E a professora Minerva repreendeu a Annabeth que ficou toda vermelha e encabulada se desculpando.
Fiquei muito surpreso com o quanto aquela visita ao museu estava divertida, além da trepada maravilhosa, estávamos vendo armas lendárias de valor inestimável.
—Aqui temos a lendária adaga do cavaleiro de cristal –Me arrepiei dos pés à cabeça.
Corri para ver mais de perto e logo estava me espremendo entre o Henry, Guil, Peter e a América.
—Existe mesmo! –Exclamou o Peter.
—O autor deve ter se baseado nessa arma para criar a da sua história –Disse a América chamando nossa atenção.
—O que você disse? –Perguntou Guil. América, uma das patricinhas, se recompôs.
—Nada, só estava pensando em voz alta. É que essa arma aparece numa de minhas histórias favoritas.
—Deixa eu adivinhar: As Desventuras Sexuais de Dylan Stark –Disse Henry.
—Vocês também leem?! –Nunca vi a América tão animada, ela anda com a gatíssima Susana e com a riquíssima London, a negra é o rosto sério do trio, bonita, com ar de poderosa, poucas vezes nos dirigiu a palavra, mas agora falava animadamente –Eu amo aquela história!
—Safadinha, você –Disse Guil provocadora.
—Você também, querida –América respondeu, mas logo trocaram sorrisos.
—Vão se dissipando pirralhos! –Brigou o velho Olaf.
Eu estava parado olhando para aquela adaga, segundo a história devia ser muito importante para mim.
—Adaga do cavaleiro de cristal –Eu disse quase em transe, as imagens dançavam sobre minha mente, visões das vezes que tinha lutado com aquela arma. Parecia que estava me chamando. Estiquei minha mão afim de tocar no vidro...
BUM!
Me joguei no chão cobrindo a cabeça, cacos de vidro caiam como chuva, gritos vinham de todos os lados. Todo mundo corria em direção à saída. Não sabia o que estava acontecendo até olhar pra cima e ver a abóboda de vidro destruída e três punks com jaquetas de couro pintando o terror.
—Fujam é a gangue da Fênix Negra! –Ouvi alguém gritar.
Não sou um detetive nem nada, e nem tenho minhas lembranças, mas os caras tinham seus nomes bordados nas jaquetas, Lionel, Lucile e Luíza. Os três usavam chamas, Lucile explodia no ar e reaparecia em outro lugar, teletransporte de chamas. Luíza manipulava as chamas as fazendo assumir formas humanoides, Lionel lançava bolas de fogo explosivas, todos causando caos e todos eram a cara da Lucy.
—São três versões da fênix! –Exclamei.
—Dylan! –Violet veio até mim –Temos que sair daqui! –Quase todos da nossa turma já tinham evacuado.
Ouvi uma voz masculina gritando à nossa direita, me virei e vi o Davi di Angelo caído no chão e um zumbi de chamas avançando em sua direção.
—Não!
Tudo aconteceu muito rápido, golpeei o vidro de proteção da adaga do cavaleiro de cristal e no segundo seguinte estava diante do Davi partindo o zumbi de chamas ao meio com minha reluzente espada de diamante.
—Dylan? –Ele perguntou surpreso.
A sensação de segurar aquela espada era extremamente familiar, o poder, a adrenalina, o modo de fazer a adaga expandir em sua forma de espada, tudo era intuitivo.
—Olha o que temos aqui –Disse Luíza a ventríloqua dos zumbis de chamas –Acho que esse roubo vai ser mais divertido que o normal.
Ótimo chamei atenção dos piromaníacos, mas por que eu estava sorrindo? Por que aquela situação de perigo estava me deixando tão excitado?
—Cai dentro vela de macumba! –E parti para batalha.
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