As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

19 Capítulo 18 – A Terra das Riquezas – Mundo dos Sonhos


Notas iniciais
O mundo dos sonhos, onde todos os mundos se conectam

Odeio quando alguém diz algo do tipo: Não tem como piorar. E aí piora. Então vem a Violet perguntar o que de mal pode acontecer num lugar chamado Mundo dos Sonhos, ela não sabe que também existem pesadelos? O dia virou noite e cavaleiros negros correram da floresta em nossa direção.

Nós dois corremos descendo a colina, os cavaleiros negros eram rápidos e estavam se aproximando brandido suas espadas, suas armaduras eram feitas de metal escuro, suas faces esqueléticas eram translucidas, seus olhos eram totalmente pretos. Entramos na floresta, corremos tentando despista-los, mas estavam muito perto. Violet tropeçou numa raiz e caiu dando vida a velha cena de filme de terror. Saquei a adaga do cavaleiro de cristal e voltei pronto para ajuda-la.

Quando o cavaleiro mais próximo estava para nos atacar, ouvimos um disparo e ele foi baleado, o inimigo gritou e seus olhos e boca brilharam dourados e depois ele explodiu em cinzas. Mais cavaleiros se aproximaram e mais disparos foram feitos os matando. Ajudei Violet a se levantar e nos viramos na direção dos disparos, lá estava um homem de seus 28 anos, cabelo curto e loiro escuro, pele clara e olhos verdes, usava calça jeans, camisa preta e uma jaqueta surrada.

–Por aqui –Gritou e fomos em sua direção.

Corremos os três passando por um córrego, os cavaleiros negros continuavam nos perseguindo, nosso salvador recolocava munição em sua pistola quando parou de supetão. Mais cavaleiros vinham em nossa direção, estávamos cercados.

–Maldição! –Pestanejou ele.

Violet pegou sua chave inglesa e eu expandi minha adaga na espada de cristal. Não acredito que morreríamos num mundo dito dos sonhos.

–Por Nárnia!

O grito chamou a atenção de todos e um exercito de animais e criaturas mágicas veio em nosso auxilio e para minha alegria quem os liderava era alguém que não espera ver novamente.

–Edmundo!?

O exercito enfrentou os cavaleiros negros, me juntei a batalha, usei tudo que aprendi com o Capitão Gancho e matei quatro dos nossos inimigos. Edmundo usava sua brilhante armadura e lutava com grande bravura, nosso primeiro salvador realizava mais disparos, Violet estava pronta, mas nem precisou confrontar nenhum cavaleiro negro, em alguns minutos tudo tinha acabado.

–Ah moleque! –Exclamou nosso primeiro salvador.

–Dylan! –Exclamou Edmundo me abraçando e quando fez isso, seu exercito desapareceu em fumaça deixando nós quatro sozinhos –Você voltou pra Nárnia? A Suzana vai adorar te ver.

–Não estamos em Nárnia –Disse o homem –Nárnia é só um livro infantil, não sei como dizer isso pra vocês crianças, mas estamos no purgatório.

–É... Na verdade não estamos em nenhum desses lugares –Disse Violet –Estamos no mundo dos sonhos.

–Sério? –O homem balançou a cabeça e olhou para sua arma –Pra falar a verdade eu não me lembro de estar com o Coult quando estava no purgatório... Estava? Ah é, eu já saí. Então devo estar mesmo tendo um pesadelo.

–Eu sou Violet e esse é o Dylan.

–Eu sou Dean Winchester.

–Sou o rei Edmundo.

–Um rei? Desse tamanhinho?

–Quer tentar a sorte num combate?

–Não briguem! –Intervi –Já que vocês dois só estão sonhando então estão seguros, eu e a Violet estamos aqui de verdade, então corremos perigo real.

–Vou protege-los! –Afirmou Edmundo.

–Preferia estar sonhando com as asiáticas peitudas, mas já que estou aqui mesmo e estou dormindo sem nada melhor pra fazer, posso ajuda-los –Disse Dean.

–Ótimo, o mundo dos sonhos conecta todos os mundos, estamos procurando uma porta que nos leve para a Terra 69.

–Então vamos andar por aí e ver se encontramos a tal porta –Sugeriu Edmundo.

Nós quatro caminhamos pela floresta noturna e quando atravessamos uma certa árvore a luz do sol ofuscou nossa visão.

–O que é isso?! –Exclamou Violet.

Estávamos numa praia, só que ao invés de areia, seu sedimento eram moedas de ouro, no céu voavam gaivotas feitas de pedras preciosas, a água era ouro líquido e o sol uma enorme moeda que brilhava dourado.

–Estamos no mundo dos sonhos, é de se esperar que nos deparemos com cenários inusitados e psicodélicos.

–Parados aí! –Vozes ordenaram. Eram soldados que nos cercaram com suas lanças, no entanto eles não eram pessoas e sim notas gigantes de dinheiro só que possuíam braços, pernas e cabeça.

–Eles parecem aquelas cartas das histórias de Alice no País das Maravilhas –Disse Dean.

–Vocês invadiram o solo sagrado da rainha das riquezas.

–Nós só estávamos de passagem –Eu brinquei. Uma lança cutucou minha garganta.

–Vamos leva-los até nossa rainha para decidir o seu destino.

Os soldados dinheiro nos escoltaram até um enorme castelo de prata, o povo daquele reino nos observavam, eram moedas com rostos de crianças, barras de ouro com olhares desdenhosos, rubis charmosas e todo o tipo de riqueza que no mundo dos sonhos ganhara vida. Entramos no grande salão do castelo e nos deparamos com uma mulher coberta de joias sentada num trono de ouro.

–Ajoelhem-se diante da rainha das riquezas.

Nós quatro o fizemos, a rainha desceu do trono e se aproximou de nós, olhou em nossos rostos e perguntou:

–Garota mecânica? Garoto tritão? –Eu e Violet erguemos o olhar e exclamamos juntos:

–London?!

Agora aquele reino fazia todo o sentido, quem mais sonharia com um lugar como aquele, se não a ricaça da família Tipton: London.

–Vocês vieram visitar o meu reino! E ainda trouxeram amigos –Ela deu um olhadela safada pro Dean.

–Escuta London –Comecei –Isso aqui não passa de um sonho.

–Isso mesmo! Meu reino é tão perfeito que até parece um sonho! Vamos celebrar!

O povo dinheiro começou a tocar instrumentos musicais insanos e London puxou Dean pra dançar.

–Temos que sair daqui –Disse Violet. Eu queria sair dali tanto quanto ela, mas rever a London me lembrou do S.S. Tipton e da primeira vez em que vi a Violet.

–Me concede essa dança?

–O que?

–Nos conhecemos num baile, seria legal dançarmos novamente.

–Mas...

–Qual é? Violet. Você disse que nunca deve confiar em alguém que não leve um livro com sigo, você já viu meu livro dos mortos, então pode confiar em mim. Vamos nos divertir um pouco.

–Tá legal! –Ela disse sorrindo.

Dançamos junto de toda aquela multidão valiosa. London se esfregava toda em Dean que estava meio desconfortável. Edmundo acabou dançando com uma senhora feita de colar de pérolas que se enroscava nele.

–Você é tão sexy com essa armadura garanhão.

A dança era um tipo de valsa, girei Violet que ria animada, depois ela me fez girar, me pegou num abraço e me inclinou invertendo os papeis. Gargalhamos com nossa dança engraçada. Céus o sorriso dela é tão bonito. De repente a música parou:

–Tá na hora da diversão de sua rainha! –Gritou London –London quer um ménage! Dean delícia e meu velho amigo tritão!

Um holofote saído do nada me iluminou, bem, pelo menos eu iria completar meu medidor de energia sexual. Já estava em 95%, provavelmente completaria o que faltava com aquela “diversão da rainha”.

–Eu adoro sonhar com as asiáticas peitudas, mas você é muito nova, estrela Disney –Dean disse pra London.

–Na verdade sou mais velha do que você imagina, e no meu reino todos fazem o que eu quero, então cala a boca e põe logo esse pau pra fora!

Uma cama circular enorme com lençóis vermelhos foi levada pro centro do salão real. London saltou sobre ela dando risadinhas, Dean revirou os olhos e foi até ela, olhei para Violet.

–Vai lá Dylan, é só isso que você sabe fazer mesmo.

–O que? Você sabe que preciso fazer isso pra salvar meu mundo.

–Esquece, vai logo, não deixe a rainha esperando.

Não sei de onde saiu aquilo, por que a Violet estava falando comigo daquele jeito? Caminhei até a cama real e já fui tirando a camisa.

–Podem pegar pesado garotos, quero sair toda arrombada dessa cama.

London me puxou beijando-me na boca, lembrei que foi ela que me ensinou a usar camisinha e sorri. Ela puxou o Dean dando um beijo desesperado e tirando seu casaco, como isso aqui é um sonho, do nada nós três já estávamos pelados. O Winchester era forte, tinha uma tatuagem esquisita no peito esquerdo, algum tipo de pentagrama, seu pênis era maior que o meu, mas da mesma grossura.

–Tudo bem garotinha, o Dean aqui vai te fazer mulher, mas por favor não coloca a trilha sonora da Taylor Swift pra tocar –London olhou séria pra ele e depois gritou pro seus súditos.

–Cancelem a orquestra!

E então começamos a trepada que completaria a energia necessária para salvar meu mundo. London se abaixou chupando o pau de Dean, enquanto me masturbava e depois trocava, revezando entre nossos órgãos. Apalpei os seios dela, Dean se abaixou para chupar sua vagina fazendo a rainha gemer alto.

–Oooor! Esse boquete vale mil dólares em barras de ouro, que valem mais do que dinheiro!

Olhei pra baixo, a cabeça de Dean estava encaixada entre as pernas da rainha, seu corpo estava a mostra, seu pau duríssimo dando bobeira, então resolvi chupa-lo.

–Ooor! –Gemeu ele –Você também é muito boa nisso garota.

–Não sou eu, é o Dylan.

–O que?! Garoto não curto essas coisas naaaaooooorrr! –Modesta parte sou muito bom em fazer boquete –Caralho, isso aqui é um sonho mesmo então deixa pra lá, chupa assim mesmo garoto safado!

Nos deitamos fazendo um triângulo, Dean chupava London, que me chupava, e eu chupava o Dean. Gemíamos dando e recebendo prazer. London era meio maluquinha, mas sabia mesmo usar a língua. A rola do Dean estava uma delícia, ela tremia e pulsava com meu jeito de chupar.

Na plateia Violet e Edmundo assistiam nossa brincadeira.

–Quer saber de uma coisa? –Começou Violet –Já perdi minha virgindade mesmo, então não vou ficar só olhando! Vamos fazer sexo agora mesmo Edmundo!

–Desculpa Violet, mas eu gosto de garotos.

–Droga! Eu devia ter transado com o Nova!

London sentou sobre Dean deslizando sua buceta em sua rola, e eu fiquei responsável por seu cú. Eu tinha mais mobilidade então caprichei nas metidas, me apoiei nos quadris da rainha e mandei ver!

–Oooor! Assim Dylan! Aaar! Arromba esse cú! E você Dean, vai perder pra ele?

A safada ainda nos provocava pra meter com mais força. Dean pegou apoio segurando minhas mãos e começou a se movimentar com mais velocidade, nossas bolas roçavam, assim como nossas pernas. London se deitou sobre Dean esfregando seus seios no peitoral dele.

–Toma isso safada Disney! –Disse Dean a puxando num beijão e apertando seus seios.

Saí do cú da London, ela cavalgou com vontade no loiro, que deu dois tapas em suas nádegas fazendo um alto barulho e depois as apertando com força. Fui pra frente deles oferecendo meu pau pra herdeira Tipton chupar, meti até sentir sua garganta.

Me ajoelhei sobre a cabeça de Dean.

–O que você tá querendo garoto?

–Quero que chupe meu cú! –Disse já me sentando na cara dele.

Achei que ele não fosse fazer, mas logo senti sua língua se movendo e gemi. Me inclinei pra frente puxando London num beijo enquanto ambos rebolávamos sobre o Dean, eu em sua cara e ela em seu pau.

–London fica de quatro –Mandei e ela obedeceu saindo de cima do loiro. Fui até ela, esfreguei meu pau em seu cú, mas acabei enfiando em sua vagina.

Dean ficou perto de nós se masturbando assistindo-me meter com força. Puxei os cabelos da rainha que gemia loucamente, suas nádegas batiam com força em minha virilha, meu pau estava todo babado em sua buceta quente, com a outra mão mexi em seu clitóris o que a fez gemer ainda mais alto.

–Tesão da porra! –Disse Dean –Mas se ajeitem ai que também quero meter.

–Tem espaço pra você aqui –Eu disse abrindo minha bunda com as duas mãos.

–Você gosta mesmo da coisa, né garoto?

–Eu gosto de sentir prazer, independente do tipo –Ele me encarou como se cogitasse se ia ou não comer um cara. Para provoca-lo molhei um dedo e enfiei no meu ânus, fazendo cara de safado e gemendo.

–Essa porra é um sonho mesmo!

Ele veio pra trás de mim empurrando sua rola dura pra dentro, me segurei nos quadris da rainha enquanto sentia a dor e o prazer de ser penetrado.

–Como é apertado –Disse o outro gemendo e na mesma hora empurrei meu corpo pra trás pra sentir sua pica mais fundo o fazendo soltar um gemido.

Nós três ficamos nos movendo naquela trepada gostosa, Dean metia em mim, eu em London que rebolava no meu pau. A multidão ria e aplaudia, era excitante transar em público, mas não eram pessoas e sim diversas formas de dinheiro, o que deixava a cena bem bizarra.

London ergueu seu corpo ficando de joelhos e se esfregando em mim, agarrei seus seios e chupei seu pescoço, ela gemia falando coisas incoerentes.

–Estou chegando perto –Anunciou Dean.

–Quero que os dois gozem em mim! –Ordenou a rainha.

O loiro saiu de dentro de mim, me deixando bem triste, aguentava transar por muito mais tempo. Saí de dentro da rainha que se deitou fazendo uma siririca. Dean se ajoelhou perto do rosto dela e eu perto de seus seios de modo que me inclinei enfiando meus dedos em sua vagina e com a outra mão batendo punheta. A rainha gemia, com uma mão apertava os seios e com a outra brincava com o clitóris.

Dean se masturbava olhando tanto pra London quanto pra mim, ele era todo machão, ri ao notar sua luta interna sobre ter me comido. Me abaixei e chupei seu pau, depois fui subindo chupei seu mamilo, mordi seu pescoço e o beijei na boca, ele não tentou me impedir. Me afastei voltando a enfiar dedos na vagina de London, sem tirar o olhar dele.

–Ooor! –Sem aviso ele começa a gozar, London geme ao receber os primeiros jatos de porra quente na face, uma linha reta da testa até o queixo, depois mais jatos caindo em sua boca e bochechas. O loiro gemia alto e esfregava a cabeça da rola lambuzada pelo rosto dela.

–Aaaaar! –London gemeu gozando em meus dedos, senti minha mão ficar toda babada e quente, quando ela gemeu Dean enfiou seu pau na boca dela.

Aumentei a velocidade de minha punheta pra me juntar a eles, passei a perna por cima de London e gozei sobre seus peitos e barriga. Gemi gostoso a medida que os jatos caiam sobre ela. Acho que fiquei tonto, pois o mundo a nossa volta começou a perder as cores.

–Ai ai –Sorriu London ofegante –Estou acordando e vou estar toda babada de novo! Foi bom te rever Dylan.

–Manda um oi pro Zack e Cody.

London desapareceu, assim como todo o dinheiro e joias, e até castelo e a praia. Agora estávamos apenas nós quatro novamente na floresta. Violet e Edmundo à alguns metros de distância e eu e Dean nos encarando pelados e no segundo seguinte ele estava vestido num passe de mágica. Eu por outro lado tive que me vestir do jeito tradicional.

–Ainda bem que isso é um sonho, na vida real nunca comeria o cú de um garoto.

–Sei –Eu disse irônico e depois dei um grito que assustou à todos.

–Dylan o que foi?! Você esta bem? –Perguntou Violet.

–Isso não é possível! Eu devia ter completado meu medidor sexual, mas esta nos mesmos 95% de antes da transa!

–Talvez... –Começou Violet e novamente quase se podia ver as engrenagens de seu cérebro se movendo –Deve ser isso! Estamos no mundo dos sonhos, com exceção de você e eu, nada e ninguém esta realmente aqui. Acho que seu corpo só coleta energia se você transar com corpos reais e não apenas com as mentes.

–Que saco! Acho que você esta certa!

–Vamos continuar procurando a entrada pro seu mundo –Sugeriu Violet.

–Quanto tempo vai demorar isso? Vamos sair andando de sonho em sonho? –Perguntou Edmundo.

–Acho que temos que procurar alguém do meu mundo –Parei pra pensar e me decidi –Vamos encontrar o Nico!

–Penico? –Perguntou Dean sem entender.

–Nico! Ele é o mais próximo de um amigo que tenho no meu mundo.

–E como vamos encontra-lo? –Perguntou Edmundo.

–Com isso! –Quem respondeu foi Violet chamando a atenção de todos. Em suas mãos estava uma pequena engenhoca que mais parecia partes de relógio encaixadas aleatoriamente –Essa foi a máquina que criei para encontrar meu irmão, ela não deu muito certo, mas podemos tentar.

–Você não tinha dito que precisa de uma mostra de D.N.A.?

–Já que estamos no mundo dos sonhos, podemos tentar faze-la funcionar de algum modo mágico.

Nessa hora Edmundo pegou o artefato e fechou os olhos e magicamente a engenhoca explodiu.

–Aaa! –Violet deu um gritinho –Minha invenção!

A explosão assumiu a forma de uma bola de luz e voo floresta a dentro.

–Vamos seguir aquela luz!

Nós quatro corremos atrás dela sem saber por que loucuras passaríamos. Corremos pela floresta que logo se tornou uma cidade grande, depois um deserto, depois um zoológico, um castelo antigo, um armazém cheio de zumbis, um quarto com um garoto digitando num computador, dei uma olhada e vi que ele estava num site chamado Nyan Fanfiction, estranhei a coincidência do título que ele digitava ser: As desventuras Sexuais de Dylan Stark, mas não tinha tempo pra parar. Nós quatro chegamos ao sonho do meu amigo Nico.

–Que porra de lugar é esse? –Perguntou Dean.