As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

10 Capítulo 9 – Mudando a Realidade – Once Upon a Time


Notas iniciais
Dylan acaba de chegar numa cidade bem diferente, e aqui será o palco de muita confusão, tentativas de assassinato, piadas, histórias do passado e muita pegação!

Eu havia acabado de chegar naquele novo mundo, ainda não sabia, mas ali viveria uma das minhas maiores aventuras. Lendo algumas placas descobri que estava em Storybroke, para mim parecia uma cidade normal, haviam lojas, praças, uma biblioteca e um café, que foi onde parei.

Quando abri a porta percebi que atraí a atenção de todos ali dentro, entrei envergonhado e sentei numa mesa.

–Aqui esta o cardápio –Disse a garçonete mais linda que eu já vi na vida, seus lábios eram carnudos, seu olhar penetrante e suas curvas eram de uma verdadeira modelo.

–Desculpe, mas não tenho dinheiro do seu mundo, eu... –Não acredito que falei “seu mundo”, tanto tempo me policiando pra não falar besteira e foi só ver um rabo de saia, que falei sem pensar. O que mais me chocou foi a forma que a garçonete reagiu à minha afirmação.

–Então você é um recém chegado do reino. Seja bem vindo à Storybroke, você veio com o grupo do Robin?

–É... claro, meu nome é Dylan Stark.

–Eu sou a Ruby, mas lá na Floresta Encantada me chamavam de Chapeuzinho Vermelho.

Chapeuzinho Vermelho? Floresta Encantada? Ela estaria falando de contos de fadas? Uma senhora se aproximou e me serviu um enorme pedaço de torta.

–Já que é recém chegado, pode comer por conta da casa, procure um dos xerifes, eles podem arrumar um emprego pra você.

–Um dos xerifes? Tem mais de um?

–Temos dois –Disse Ruby –Pai e filha, já esta virando negocio de família –Ela se virou se dirigindo a um garoto sentado em outra mesa –Você pode ser o próximo Henry.

Normalmente quando se encontra alguém pela primeira vez, você procura alguma característica marcante para lhe servir de primeira impressão. Eu podia ter olhado pro tal de Henry e pensado que ele parecia legal, simpático ou algo do tipo, mas na primeira vez que bati os olhos nele, o que pensei foi: “Que nariz enorme é aquele?”.

–Não sei se quero ser xerife, quem sabe prefeito como minha outra mãe.

Eles riram. Outra mãe? Nossa! Aquele era o primeiro filho de casal lésbico que conheceria!

–Ele poderia ajudar a garota nova a concertar o relógio –Sugeriu um homem de óculos com um dálmata aos pés.

–Tudo bem –Eu disse –Vou lá assim que comer.

Aquele era um lugar animado, embora eu não estivesse entendendo muita coisa. Resolvi arriscar e ir falar com o tal de Henry.

–Gostaria de companhia?

–Claro –Ele disse com o nariz, digo, sorrindo.

–Eu sou o Dylan Stark.

–Sou Henry Mills, ou Swan, minha árvore genealógica é um pouco confusa.

–Deve ser mesmo, como é a vida tendo duas mães? Sua família lida com muito preconceito da comunidade.

–O que?

–Desculpe, devo estar sendo muito inconveniente perguntando assim sobre suas mães lésbicas.

Ele riu tanto que saiu suco pelo nariz.

–Minhas mães não são um casal. Uma é minha mãe biológica e a outra é adotiva.

–Ah entendi –Não tinha entendido porra nenhuma –E você conhece a Chapeuzinho Vermelho a muito tempo? –Perguntei tentando obter algumas respostas.

–Desde que nasci, mas ela não envelheceu quase nada, já que o tempo só voltou a correr em Storybroke quando minha mãe Emma quebrou a maldição, a primeira pelo menos, a segunda foi quebrada pela minha outra mãe, a Regina.

Oi? Alguém entendeu alguma coisa? Maldição? Tempo parado? Respirei fundo, fiz cara de quem estava entendendo tudo e resolvi focar meus pensamentos em minha missão: Transar! Eu queria ficar com a Ruby, ela é muito gostosa, no entanto isso teria que esperar, já que eu tinha que ir na torre do relógio.

–Eu te acompanho até a torre do relógio –Se ofereceu Henry.

–Seria ótimo.

No caminho ele foi me apontando algumas pessoas, a cinderela, os sete anões, alguns ladrões do bando de Robin Woody. De modo resumido, entendi que aquele mundo era um lugar onde as histórias que ouvi quando criança, eram reais. Contos de fadas andando por uma cidade moderna? Como eu ia convencer personagens tão “puros” a transar comigo?

Olhei atentamente pra Henry, mesmo com aquele nariz gigante ele era muito bonito, eu comeria o cú dele tranquilamente.

–Chegamos –Ele disse me tirando do meu transe.

–Muito obrigado! Ainda não conheço as ruas muito bem.

–Não foi nada. Eu moro naquela direção, se quiser me visitar é só perguntar a qualquer um, onde é a casa da prefeita, digo, da antiga prefeita, a atual é a minha avó.

–Quem?

–A Branca de Neve.

–Claro, claro.

Aquele papo de conto de fadas era muito insano. Subi as escadas da torre do relógio, ouvi barulho de peças de metal se chocando, não sei por que, mas senti um aperto no peito. Vi um silhueta feminina, devia ser a tal garota nova.

–Olá? Vim ajudar a consertar o... –Ela se virou e eu vi a cena praticamente em câmera lenta, seu cabelo se movendo com seu giro e a fita de cabelo cor de rosa dançando em sincronia e eu a reconheci –Violet?

Aquela era a primeira vez em que eu via seu rosto, mas de algum modo eu a reconheci.

–Sua voz? –Ela disse –Você! –Ela me reconheceu e seu semblante mudou.

–Eu não acredito que nos reencontramos e...

Ela avançou pra cima de mim com uma enorme chave inglesa, desviei por pouco da bancada que quebrou a parede de madeira.

–Espera! Por que esta me atacando?

–Como chegou aqui?! Como mudou de mundo?! –Ela gritou como me acusasse num tribunal. Só agora parei pra pensar em como ela podia estar ali. Nos conhecemos no S.S Tipton, em outro mundo, eu viajava pelas dimensões usando a chave, mas e ela? Não sei por que o fiz, mas tirei minha chave das dimensões da bolsa. Eu havia sido estruído a nunca revelar a existência da chave pra ninguém, mas ainda sim, o fiz.

–Eu não sou daquele mundo e nem desse, estou viajando usando a chave...

–A chave mestra das dimensões –Ela completou. Como ela podia saber sobre a chave? Este artefato extremamente raro, que esta sobre os cuidados do meu povo a milênios! Pensei que sua raiva sessaria, mas fez foi piorar –Onde esta o meu irmão?! O que você fez com o Klaus?!

Ela me golpeou, no desespero ergui a chave para me defender, a chave inglesa atingiu o chave mágica a trincando, houve um lampejo de luz vermelha e um raio voou quebrando um vitral, atravessando o céu e caindo no píer da cidade.

–Não! –Gritei desesperado apalpando a chave, sentindo sua rachadura enorme –Esse é meu único meio de voltar pra casa! Você danificou ela! Só existem duas em todo multiverso!

–Eu sei –Disse ela, tirando uma chave idêntica a minha do bolso, só que em perfeito estado –Eu tenho a outra.

Quais as chances daquilo acontecer? Quais as chances de dois grãos de areia separados por bilhões de mundos se juntarem? De repente aquele mundo de contos de fadas fazia muito mais sentido que nosso empasse. Ambos tínhamos muitas perguntas, mas fomos interrompidos pelo barulho de uma explosão. Corremos para janela e vimos fumaça vindo do caís.

–Aquele raio vermelho! –Ela disse convicta –Acho que a lesão causada na chave pode ter trazido alguém ou alguma coisa de outro mundo pra cá. E seja o que for, é muito perigoso. Você não pode fugir de mim com sua chave danificada, então me siga, temos que consertar o problema que causamos a este mundo.

Uma multidão corria pelas ruas, todos querendo saber a origem daquela explosão, o que a provocara. Um carro de polícia passou às pressas por a gente. Vi a Ruby e o cara com o dálmata correndo. Eu e Violet corremos em direção à praia e ao chegar lá, vi o que era magia de verdade.

–Raaaaaaaa!

Um cara vestido de preto e verde e uma capa vermelha, gritava e erguia suas mãos cobertas por uma luz escarlate.

–Chamem a Regina e o Sr. Golden! –Disse uma loira saindo do carro de polícia e apontado sua arma para esquisitão –Pare de destruir minha cidade! Mãos pra cima e identifique-se.

A loira chamou a atenção dele.

–Eu sou Wicanno e se você insiste que eu levante as mãos, o farei.

Um impulso de ar derrubou toda a multidão, menos eu. Meu corpo nem se mexeu. Olhei pro lado e vi a Violet caída no chão, ela tentava se levantar, mas uma força invisível a impedia.

–Então foi você quem me arrancou de minha realidade e me trouxe até aqui?

–Bem, mais ou menos.

–Foi uma pergunta retorica! –Ele devia ter a minha idade, olhos verdes, cabelos castanhos escuros, roupa prega de super herói, e muito poder –Me mande de volta agora!

–Bem, não é assim tão simples, pois...

–Você me fez prisioneiro deste lugar, farei o mesmo com você! Encontre um jeito de me levar de volta ou permaneça para sempre numa realidade forjada por seus desejos e consequências.

Foi aí que ele fez algo bem inesperado: Ele me beijou na boca!

Tudo ficou branco e eu me vi deitado no meio da rua da torre do relógio, me levantei, olhei a minha volta, mas não havia ninguém. Storybroke parecia vazia.

–O que aconteceu?

–Eu tenho o poder de mudar a realidade –Disse uma voz acima de mim, olhei para o alto e vi Wicanno levitando –Essa realidade é forjada a partir de seus desejos e consequências.

–Você mudou a realidade para realizar os meus desejos? Não estou reclamando não, mas isso não parece muito um castigo.

–Logo você verá. Você só conseguirá sair daqui quando encontra um jeito de me levar pra casa. Até breve –Ele foi voando para a torre do relógio.

Bem, onde mais eu podia começar minha busca? Fui até o café e lá encontrei a Ruby limpando o balcão.

–Olá Ruby, onde esta tudo mundo?

–Eu não sei, mas todos que importam estão aqui dentro.

–Só estamos nós dois aqui.

–Exatamente.

Ela se aproximou de mim, era uma cabeça mais alta que eu e uma infinidade mais sexy. Ela mordeu seu lábio inferior e me olhou com cara de desejo. Eu sorri. O que podia haver de ruim em um mundo forjado com meus desejos?

–Esta quente aqui –Afirmei.

–Você tem razão –Ela tirou o avental, abaixou a saia expondo uma calcinha fio dental, tirou a camisa mostrando seu busto coberto por um sutiã vermelho –Assim é bem melhor, e você não quer ficar mais confortável também.

Comecei a me despir. Enquanto isso ela se virou de costas pra mim, tirou o sutiã o jogando sobre uma mesa, pegou o avental e colocou de volta sobre seu corpo e por fim tirou a calcinha, ficando completamente nua a não ser pelo avental.

–Eu sou uma garçonete muito exemplar e preciso lavar os pratos.

Ruby andou rebolando aquele rabão até a cozinha, a segui só de cueca. Ela ligou a torneira e começou mesmo a lavar os pratos com a bunda empinada.

–Dylan você pode me ajudar? –Ela pegou um monte de espuma e colocou na bunda –Minhas mãos estão molhadas, você pode limpar isso aqui pra mim?

–É claro que sim.

A abracei por trás e limpei aquela espuma esfregando minha cueca nela, ela rebolou sentindo a dureza do meu pênis. Ruby olhou pra trás sorrindo e eu me descontrolei, se aquele mundo era criado pelos meus desejos, não havia motivos para me segurar. A puxei com força a girando, ela deixou dois pratos de porcelana caírem, puxei o laço de seu avental e o tirei dela expondo totalmente sua nudez. Ela era tão gostosa!

–Chupa meu pau! –Mandei.

–Então você prefere ser selvagem?

–Prefiro.

–Tudo bem.

Não sei muito bem como ela fez aquilo, mas fui arremessado pra cima da mesa, ela deu um pulo e caiu sobre mim. A Ruby teria super poderes?

–Se é assim que prefere vamos lá.

–Arrrr! –Gemi de prazer e de dor quando ela arranhou meu peitoral.

Ela se virou ao contrário chupando meu pau com ferocidade e esfregando sua buceta molhada na minha cara. Gemi e enfiei minha língua naquele buraco molhado, apertei suas nádegas com força. Ruby desceu e encaixou sua buceta no meu pau de costas pra mim, se apoiando na mesa ficou quicando, pulando na minha rola. Do meu ângulo podia ver perfeitamente o entra e saí e ainda deslumbrar-me com seu belo corpo.

–Ooor! Caralho que gostoso!

O tesão estava muito grande, me levantei sem tirar meu pau de dentro dela e mudamos a posição para ela de quatro e eu de joelhos, de modo que pude me movimentar com mais intensidade. Arfamos ofegantes, eu metia com força e ela empurrava pra trás querendo mais fundo, foi ai que a Ruby fez algo inesperado: Ela uivou. Ok, tudo bem, cada um tem suas fantasias, talvez por ser a chapeuzinho vermelho, ela tenha o fetiche de transar com lobos, sei lá. Para ajuda-la, eu acho, uivei também, mas me achei com cara de idiota e foquei em meter rola.

–Vamos mudar a posição.

Ela me derrubou de novo e veio por cima, me beijando, arranhando, mordendo.

–Calma ai ooorr! –Ela sentou na minha pica.

–Calma nada! Vamos acelerar.

–Oooor!

Ruby rebolou tão rápido que senti suas nádegas batendo em minhas cochas, meu pau pulsava com todo aquele atrito da vagina dela se movendo feito louca. Eu mal conseguia respirar com aquele mulherão pulando em mim, seus peitos balançavam no mesmo ritmo das metidas, ritmo esse, que era coordenado por ela.

–Es-tou sen-tindo che-che-gando –Ela ria e cavalgava cada vez mais rápido, era impressão minha ou suas presas estavam maiores? Devia ser o movimento –Ooooorrr!

Gemi gozando e ela não diminuía o ritmo, senti meu pau bombeando esperma pra dentro dela, gritei! Quando meu orgasmo chegou ao fim, seu movimentar agora me causava dor.

–Já tá bom Ruby, Ruby?

–Auuuu!

Levei o maior susto ao ver seus olhos amarelos e suas presas enormes, juntei toda minha força e a empurrei de cima de mim. Me levantei assustado vendo a Ruby se retorcendo, ouvi o barulho de seus ossos quebrando, sua pele mudou de cor e pelos cresciam lhe redesenhando sua estrutura.

–Eu conheço essa cena, você é uma lobisomem! Cara! Nesse mundo a chapeuzinho e o lobo mal são a mesma pessoa!

A transformação estava completa e eu estava sozinho com a fera na cozinha.

–Eu não sou daquele tipo de cara que transa e saí fora, mas dessa vez terei que abrir uma exceção.

Ela uivou e avançou pra me atacar, corri com meu pau lambuzado balançando, fechei a porta atrás de mim, mas para minha infelicidade, era daquelas que abrem pros dois lados. Não tive tempo pra pensar e fugi nu mesmo, apanhei minha mochila e corri pra fora do estabelecimento. A porta da frente era das tradicionais e consegui fecha-la bem no instante em que o lobo se chocou contra ela.

–Isso não vai segura-la por muito tempo e –Olhei pro céu e ainda era dia –Bem que ela podia seguir o roteiro e só se transformar em lua cheia, talvez nessa “minha realidade”, as regras não se apliquem.

Sem saber o que fazer corri em direção ao píer, eu precisava encontrar a Violet, a chave dela estava intacta e seria nosso bote salva-vidas daquela loucura que estava, ou era, Storybroke.

Notas finais
Preparem-se para uma boa temporada em Storybroke, "vem ni mim" elenco!