As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
70 Capítulo 69 –Uma Luz na Escuridão –Terra 69
Notas iniciais
Meia nove, um número muito interessante, ele dá nome ao meu mundo, ele representa equilíbrio de lados opostos e claro, também é o nome de uma posição sexual maravilhosa.
—Chupa essa buceta, Violet! –Mandava Lucy.
Violet havia retornado para casa, ela e seu grupo tinham terminado sua missão: Construir uma arma capaz de matar um deus. Entretanto não tocamos no assunto, podíamos estar sendo vigiados, deste modo só saberia qual era a arma, quando precisasse dela. Até lá tinha que agir normalmente, e o que é normal pra mim? Meia nove.
—Huuuuuuum –Gemia Alexis, a mecânica, com meu pau em sua boca.
Estávamos em seis, três pares faziam meia nove, eu e Alexis, Henry e Bruno, Lucy e Violet. A mecânica era pequena, parecia delicada, mas sua aparência não condizia com sua habilidade, ela rebolava na minha cara, sua buceta era deliciosa, sua boca quente engolia todo o meu cacete o babando, chupando com força.
Henry era expert em chupar rolas, Bruno estava revirando os olhos ao descobrir isso, a língua de Henry deslizava da cabeça até as bolas, as chupava, subia de volta e engolia tudo ao mesmo tempo que o masturbava. Bruno também saboreava o pau do outro, mas gemia tanto que praticamente só estava deixando a boca aberta para Henry meter em sua garganta, lado positivo: Ele aguentava bem sem engulhar.
Lucy e Violet rebolavam e chupavam a buceta uma da outra, línguas deslizando em clitóris, dedos entrando e saindo, gemidos excitantes. Violet contornava os grandes lábios da buceta, provocando-a e então a chupava de vez. A língua da Lucy dançava no clitóris da outra enquanto seus dedos penetravam fundo sua buceta. Ambas estavam completamente babadas.
Nós estávamos na sala de minha casa, meus pais estavam no clube do livro, que havia aumentado seus encontros semanais para três vezes na semana, a leitura devia estar muito “gostosa”. Minhas irmãs estavam na escola. Deste modo, seis jovens altamente libidinosos e sem nada pra fazer acabaram por dar início a uma orgia.
Henry, Alexis e Violet se deitaram de pernas abertas no sofá grande, Bruno, eu e Lucy nos encaixamos neles respectivamente. Vi a pele da pequena se arrepiar toda, seu rosto se contorceu de prazer, sua boca abriu com os lábios inferiores tremendo, comecei a meter com força.
—Aaaaaar! –Ela gritou alto. Podíamos fazer quanto barulho quiséssemos.
Na minha esquerda Bruno segurava as pernas de Henry e metia com força em seu cu, o pau do passivo balançava duro no ritmo das metidas.
—Fode assim! Vai! Ooor! Mete com força!
—Tesão do caralho! Vou arrombar seu cu!
Na minha direita parecia que as meninas estavam competindo pra ver quem gemia mais alto, elas faziam a tesoura esfregando suas bucetas tão rápido quanto eu metia em Alexis.
—Minha xoxota esta pegando fogo! –Gemia Violet apertando os seios da Lucy.
—Eu provoco esse efeito nas pessoas, afinal... –Houve uma explosão de chamas e um par de asas de fogo surgiu nas costas dela –Eu sou a fênix.
—Amostrada –Eu disse do seu lado. Rimos e continuamos a maravilhosa foda.
Me deitei no chão e Alexis rebolou no meu pau, suas mãos apertavam meu tórax, sua buceta babada lambuzava minha virilha e davam muito prazer ao meu pau. De repente tive a ideia de usar um dos meus poderes, a puxei pra baixo e a beijei. Lembrei do David dizendo: “Você pode ver o passado das pessoas que beija”. Então finalmente era hora de saber a história da naufraga do fim do mundo.
O que aconteceu foi estranho, pois tudo que vi foi o lobo de luz, Suez, ele estava me encarando parecia enraivecido, ele não uivou ou disse nada, mas entendi a mensagem: “Não olhe”. Abri os olhos e estava na sala com Alexis quicando no meu pau. Não vi seu passado, de alguma forma, Suez estava protegendo as memorias daquela garota. Ela e seu lobo sempre apareciam no meu sonho recorrente, quem são eles? Meus pensamentos foram interrompidos quando subitamente enfiaram um pau na minha boca.
—Chupa essa rola, seu putão! –Disse meu amigo. Bruno meteu em minha boca, resolvi deixar aqueles pensamentos profundos de lado e me concentrar na orgia –Quem diria que um dia você ia chupar meu pau dessa forma? –Sorri para meu amigo.
—Nós fazemos nosso próprio destino –Lancei aquela frase profunda, mas como estava com o pau na boca ela saiu assim: “Nooc farrr no po deer”.
—O quê?
Tirei o pau da boca, desmanchei a posição sexual com Alexis e puxei meu amigo num beijão.
—Nós fazemos nosso próprio destino. Somos livres para ser felizes da maneira que escolhermos –O virei de costas beijando seu pescoço e alisando seu corpo –E eu escolho ser feliz dando e recendo prazer.
—Aaaa! –Ele deu um gritinho pois empurrei minha rola dentro dele. Soquei continuamente arrancando gemidos dele, seu cu estava apertado, mas meu cacete ia alarga-lo –Ai meu cu! Soca com força, Dylan!
Nossa orgia bissexual estava um tesão, fodi o Bruno de quatro, dei um beijo triplo com Lucy e Violet, Alexis quicava no cacete do Henry, Lucy subiu na cara dele esfregando sua xoxota enquanto beijava a mecânica. Violet deitou sobre mim, sua buceta deslizando sobre meu pau, abri suas nádegas para que Bruno pudesse enfiar em seu cu, metemos juntos num delicioso vai e vem, ela gritava enlouquecida de prazer. Num certo momento, Bruno tirou o cacete do cu dela e veio cutucar o meu, girei socando fundo em Violet enquanto empinava meu rabo pra ele comer, fazendo um trenzinho gostoso.
Saí comendo e dando pra todo mundo, Lucy adorava enfiar os dedos em mim. Beijei o Henry, ele sempre me lançava um olhar apaixonado no meio do sexo.
—Eu te amo –Ele cochichou em meu ouvido.
—Eu-tam-bém-te-amo –Respondi falando e socando com força à cada sílaba.
A hora de gozar foi uma loucura, Lucy parecia uma chafariz, as outras garotas também se encharcaram, Bruno urrou enchendo meu cu de porra, fodi o Henry enquanto ele gozava sobre as três garotas de quatro, depois ele se abaixou junto delas e eu gozei sobre os quatro, Henry ainda chupou minha rola gozada pra sugar até a última gota de porra.
Estava exausto, esse seria um ótimo momento para dominar o poder da limpeza, mas enfim, fomos tomar banho, e descobri que seis pessoas no banheiro da minha casa era bem apertado.
—Isso foi mágico –Disse Bruno se deitando com a cabeça no colo da Violet.
—Concordo plenamente –Disse Henry sentado entre minhas pernas. Seu corpo envolvido em meus braços, meu queixo descansando sobre sua cabeça. Ele parecia tão pequeno nesses momentos. Adorava tê-lo assim. Mordi sua orelha e ele deu um gritinho rindo.
—Queria que pudéssemos ficar assim pra sempre, transar sem preocupações e depois jogar conversa fora.
Ficamos assim por uns bons vinte minutos, Henry foi ao banheiro, mas quando a porta voltou a abrir, não foi ele quem entrou.
—Saudações prostitutas do Dylan Stark.
—Luz Escarlate?! –Me levantei alerta.
—Chegou a hora, vamos –Ele se virou e começou a andar. Respirei fundo e olhei para meus amigos.
—Você consegue, cara! –Disse Bruno.
—Qualquer coisa é só acionar o alarme –Disse Violet se referindo a um relógio que ela me dera, disse que acionaria um alarme e que ela e os outros iriam até mim portando a grande arma.
—Obrigado, vejo vocês em breve.
Saí pela porta da frente e encontrei Luz Escarlate, estendi a mão e ela me olhou com desdém.
—Vamos logo de um vez –Ela segurou minha mão e nos teletransportamos.
Esperei ver o saguão do hotel, mas invés disso estávamos no que parecia ser um deserto, diante de nós um grande cânion, olhar para aquela enorme fenda me fez lembrar do sonho que venho tendo, da ameaça que esta se erguendo das profundezas, tive arrepios.
—Sem enrolação vamos direto para seu terceiro teste –Disse Luz Escarlate –Um deus do amor precisa ter várias habilidades de conquista, sedução, manipulação, mas também precisa ser forte. Divindade é poder! Por isso no meu teste você deve provar até onde vai seu poder de proteger aqueles que ama. Como sou o deus dos amores improváveis, tive que escolher a isca mais interessante.
—O quê? –Luz Escarlate estralou os dedos e uma enorme jaula surgiu levitando diante de nós, então eu o vi –Henry!
—Dylan, socorro!
—Como ousa prende-lo? Solte-o imediatamente!
—Este garoto é uma pessoa de mentira, alguém que não devia existir, uma coisa que surgiu como efeito colateral de um mundo falso que já nem existe. Ele é uma contradição da criação. Ele é a escolha perfeita para representar um amor controverso.
—Sou que estou sendo testado! Você não tem o direito de envolver o Henry nisso!
—Muito pelo contrario, eu tenho todo o direito de fazer o que eu quiser, esse é meu teste e estas são minhas regras. O garoto vai estar no cânion, salve-o mostrando sua força e poder e estará aprovado no terceiro teste. Falhe, e os dois morrerão.
Vi o medo nos olhos de Henry, no segundo seguinte sua jaula desceu em disparada para a escuridão do cânion.
—Henry! –Gritei, mas o perdi de vista –Se alguma coisa acontecer com ele! –Eu estava furioso –Eu juro que te mato! –Luz Escarlate gargalhou.
—Eu sou imortal, queridinho.
Minha língua ferina coçou, fiquei por um tris de lhe cuspir ameaças sobre a arma capaz de matar deuses. Quis que ele sentisse medo, que tirasse aquele sorriso maldoso do rosto. Mas fiquei calado. A segurança daqueles que amo dependia da arma permanecer em segredo até o momento certo.
Virei a cara e caminhei até a borda do cânion, olhei para baixo, só via escuridão, respirei fundo e saltei no abismo.
Envolvi meu corpo com minha aura divina, quando cheguei ao fundo do cânion, apenas flexionei as pernas sem quebra-las devido a queda.
—Henry? Você pode me ouvir? –Estava tão fundo que o céu era apenas uma linha no alto, as paredes enormes rochedos, havia dois caminhos para seguir, usei meu faro e senti o cheiro do Henry –Por ali.
Caminhei em silêncio por um tempo até que vi uma luminosidade corri, virei a esquerda e me deparei com vários cristais encrustados nas rochas, eles brilhavam em azul.
—Cristais mágicos –Na Terra 69 usamos esses cristais ligados a mecanismos eletrônicos, unindo ciência e magia para criar vários equipamentos.
—Henry! Esta me ouvindo?
—Dylan! –Ele gritou, corri na direção do som, cheguei numa área mais larga e vi a jaula dele sobre um pilar de uns cinco metro de altura.
—Eu vou te tirar daí.
—Cuidado com o macaco! –Ele gritou desesperado.
—Que macaco?
Não sei se no seu mundo existe filmes do King Kong, pois aquilo parecia com ele, era um macaco de uns seis metros de altura, pelo cinzento, seu corpo era coberto de cicatrizes e mais um detalhezinho, ele tinha quatro braços.
—Ah, esse macaco.
Ele rugiu e saltou em minha direção, corri e me joguei pro lado, seus pés abriram crateras no chão arremessando pedras para todos os lados. Me levantei e continuei a correr. O macaco olhou para mim, estufou o peito e lançou uma rajada de chamas. Fala sério! Me protegi atrás de uma rocha enorme.
—Que droga!
Olhei pra cima e vi a cara do macaco me encarando, ele sorriu, aquilo foi assustador, vi seus punhos chegando, me joguei pro lado me livrando por pouco de ser esmagado, então vi um vulto e percebi que era outra de suas mãos, levei um poderoso tapa e fui arremessado contra a parede.
—Dylan! –Henry gritou.
Senti uma dor enorme nas costas, caí e tossi numa nuvem de poeira.
—Como vou derrotar essa coisa?
—Você não vai –Respondeu o macaco.
—Você fala?
—Fui encarregado de te fazer sofrer, você irritou muito aquele deus, não foi uma coisa inteligente de se fazer, mas humanos costumam ser muito burros mesmo.
—Alguma chance de negociarmos? Sei lá, posso te oferecer muitas bananas.
—Não –Ele cuspiu chamas e tive correr sentindo todo meu corpo doer.
—Vamos conversar! –Gritei tentando ganhar tempo enquanto pensava em algo.
—Se você deseja tanto assim conversar, então vamos –O macaco caminhou em direção do Henry.
—O que vai fazer? Pare! –Ele amassou as barras de ferro da jaula e agarrou o Henry –Larga ele!
—Por que eu faria isso –Ele o jogou para outra mão como se fosse uma bolinha de malabarismo.
—Socorro!
—Ele é tão frágil, basta que eu aperte forte o bastante que ele vai estourar como se fosse um saquinho de ketchup.
Meu coração disparou, o que eu devia fazer? Qual dos meus poderes iria me ajudar numa hora dessas? O medo no rosto do Henry estava me destruindo.
—Só eu quem esta sendo testado! Deixe ele em paz!
—Você só sabe suplicar? Eu sou do reino animal, só conheço a força, no meu mundo ninguém suplica, se alguém quer algo, vai lá e toma!
Aquilo me irritou. Aquele macaco não podia ser pior que um dragão-bruxa. Serrei os punhos, meu corpo brilhou envolvido por uma aura vermelha.
—Vai fazer com que me apaixone por você? Tenha cuidado, tenho certeza que você não vai aguentar minha rola.
—Até agora tive que agir com cautela, controlar minhas palavras e ações, desde quando os deuses chegaram vivo com medo. Odeio me sentir assim! Sou um viajante, um aventureiro, já enfrentei vários perigos e sempre saí inteiro! Luz Escarlate não vai mais me amedrontar! E você macaco desgraçado não vai machucar quem eu amo!
Eu falava com confiança mesmo que não soubesse o que ia fazer, simplesmente corri gritando pra cima dele. O macaco riu e apertou o Dylan, seus gritos me enfureceram ainda mais.
—Eu disse pra larga-lo! –Saltei e foi como se meu corpo momentaneamente se tornasse um raio.
Eu estava atrás do macaco, Henry estava abraçado a mim e eu o segurava com o braço esquerdo, o direito formigava e tremia segurando algo poderoso. O macaco rugiu, vi seus pelos se tingirem de vermelho sangue, uma de suas quatro patas estava caída no chão.
—De onde tirou essa espada?!
Na minha mão direita uma espada de diamantes brilhava e vibrava poderosa.
—A espada de diamantes? Eu... Eu invoquei a adaga do cavaleiro de cristal!
—Dylan sua aura –Meu corpo estava envolvido por uma luz azulada.
—Entendi, vermelho para poderes do amor, azul para batalhas! –Soltei o Henry e joguei a espada de uma mão para outra –Conheço muito bem essa arma, ela é uma velha amiga! Henry se proteja, vou acabar com esse monstro.
O macaco rugiu, meus olhos brilharam azuis e saltei contra o inimigo. Aquilo foi nostálgico, me vi usando a adaga pela primeira vez ao lado dos reis e rainhas de Nárnia, depois fatiando zumbis, a adaga do cavaleiro de cristal esteve comigo durante quase toda minha jornada, ela me fazia me sentir seguro, principalmente agora que seu poder havia se unido ao meu.
Ele lançou chamas, mas as dividi cortando o ar e seu focinho. O macaco não parou para reclamar da dor e continuou me atacando, ele era um guerreiro, desviei dos seus socos, saltei o atingindo no abdômen, senti movimentação atrás de mim, saltei desviando de um tapa, depois de outro, ele atacava ferozmente com seus quatro braços, a dor da pata decepada parecia ter sido deixada de lado, ele me atingiu com o cotoco e me jogou contra parede. No segundo seguinte já estava me dando outro soco, sua mão era do meu tamanho.
A parede rachou, ele me esmagou, rochas e poeira pra todo lado, por um segundo pensei que tinha morrido, então abri os olhos, a luz em volta do meu corpo era mais do que um enfeite, era como se fosse uma armadura transparente.
—O quê? –Indagou o macaco ao me ver inteiro.
—Acho que não sou tão insignificante quanto pensa –Tive uma ideia, mudei minha aura de volta pro vermelho e saltei contra o macaco. O que fiz o pegou de surpresa. Eu o beijei.
O mundo inteiro desapareceu à nossa volta, estava numa selva gigante, plantas enormes, animais colossais, vi uma onça voando com asas de libélula, uma aranha com espadas no lugar das patas e formigas jogando pôquer, esse último foi o mais perturbador.
O dia virou noite e vi o macaco enfrentando e derrotando vários inimigos, ele era um dos fodões, ele matou e devorou a onça alada, ninguém ousava se aproximar ou ataca-lo por trás. O observei se banquetear, aquele era seu passado, eu esperava encontrar alguma coisa que me ajudasse, e encontrei.
Os primeiros raios do sol surgiram atrás de uma montanha, o macaco rugiu, vi fumaça saindo de suas costas, ele largou a carcaça da onça e correu desesperado derrubando tudo pelo caminho, o segui até uma caverna, ele continuou até chegar nas profundezas escuras.
—Entendi –Voltei para o fundo da cratera. Saltei e parei sobre o pilar onde estava a jaula.
—Você me beijou? Que tipo de tarado você é?
—Do tipo inteligente. Uma das minhas habilidades é ver o passado daqueles que beijo.
—O que você viu? Eu destroçando meus inimigos ou fodendo com as fêmeas.
—Vi algo mais interessante –Ergui a espada –Vi que você não é muito chegado à luz –Ele arregalou os olhos e pela primeira vez vi medo em seu rosto. Sorri –Luz Divina! –Adoro criar nomes de ataques! A espada brilhou majestosa, o macaco gritou, seu corpo inteiro soltando fumaça, ele correu tentando fugir da luz. Saltei em sua direção e ataquei –Lâmina de Luz! –A luz desmanchava seu corpo, então o cortei como manteiga, parei o encarando cortado ao meio e o vi se desmanchar num último grito animalesco.
—Eu... Eu sou foda pra caralho!
—Dylan! –Henry correu para meus braços –Você foi incrível! O modo como usou suas habilidades amorosas como forma de batalha foi fantástico!
O puxei lhe dando um beijão, meu corpo estava sobre o efeito da adrenalina, sacudi a espada e ela reduziu-se para a adaga e depois ainda mais até se tornar um pingente.
—Pode colocar em mim?
—Claro –Henry colocou o colar de adaga em meu pescoço –O que acontece agora? Luz Escarlate vem nos buscar?
—Acho que não precisamos esperar por ele –O abracei e saltei. Aquela foi uma sensação incrível, subi mais de cem metros saltando pelas paredes, quando vimos a luz do dia, tinha cinco deuses nos aguardando.
—Parabéns, Dylan! –Parabenizou-me Afrodite.
—Carinha, você vai ser um deus incrível! –Disse Eros.
—Eu pensei que você tinha enlouquecido quando beijou o macaco, mas aquilo foi genial –Disse Cupido.
—Você humilhou a Luz Escarlate mais uma vez –Disse Erzulie lançando um olhar venenoso para a deusa careca que trincou os dentes furiosa.
—Você passou no terceiro teste! Sinta-se fantástico, comemore enquanto...
—Não é assim! Não vejo como se tivesse lhe humilhado, essa nunca foi minha intenção. Luz Escarlate, eu realmente gosto de você, essa nossa rixa não passa de um mal entendido.
—Não estou preparada para ter esse debate –Ela simplesmente desapareceu.
—Alguém ficou chateada –Brincou Erzulie.
—Dylan, vou leva-los pra casa –Afrodite abraçou eu e o Henry –Estou muito orgulhosa –Disse na porta da minha casa –Só precisa passar por mais dois testes.
—Se eu sobrevivi a fúria de Luz Escarlate, posso dizer que o pior já passou.
—Não pense dessa forma, comemore suas vitorias, mas não desmereça os próximos testes. Não termina até ter acabado –Ela desapareceu.
—Deuses adoram sair com frases de impacto.
Abracei o Henry e entramos em casa para contar a novidade. Eu tinha super poderes de batalha!
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