As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

29 Capítulo 28 – O Show Particular –Percy Jackson


Notas iniciais
Pessoal capítulo novo! Boa leitura!

Eu sou Dylan Stark levava uma vida pacata viajando pelos mundos e transando de boas com quem encontrava no caminho, mas claro que tudo mudou quando fui parar naquele mundo de semideuses, monstros, divindades e de Percy Jackson, o pior piadista de todos.

—Você só pode estar brincando –Comentei sobre a piada sem graça que o rapaz de olhos verdes e camisa laranja tinha contado, se é que se pode chamar de piada aquela tentativa ridícula de nos fazer rir.

—Piadas normalmente são brincadeira –Ele disse o obvio.

—Escuta cabeça de alga, é melhor deixar as piadas para alguém profissional –Disse Léo passando o braço em volta do pescoço do Percy –A criação de piadas é uma arte! É como nas forjas do meu pai, não é um área pra qualquer um, tem que ter talento.

Nosso grupo era formado por cinco pessoas: Eu e Luna Lovegood, supostamente heróis de outro mundo, Percy Jackson, pelo que ouvi era o maior herói do acampamento meio-sangue, Léo Valdez, o piadista, e Annabeth Chase, a única que parecia realmente focada na missão. Caso tenham esquecido eis a profecia:

Vindo de outro mundo dois heróis chegarão

Juntos do mar, da sabedoria e do fogo irão

Procurar o espelho que o amor reflete

Antes que no mundo a desgraça desperte

—Eu acho que devíamos ter trazido a Piper, como filha de Afrodite seria de grande ajuda para encontrar esse tal espelho que o amor reflete –Comentou Annabeth –Estamos apenas caminhando sem rumo pela alto estrada.

—E vale ressaltar que esta fazendo um calor da peste –Fiz um comentário inteligente sobre nossa situação. Estávamos caminhando sem rumo no que parecia ser o Arizona, mas como estava em outro mundo poderia muito bem ser os arredores de Nova York.

—Isso não esta sendo a aventura que esperei –Reclamou Luna –Cadê os monstros?

—Você não devia brincar com isso! –Aconselhou Annabeth.

—Tarde de mais! –Avisou Léo apontando para... Para uma nuvem de pássaros assassinos que disparavam suas penas como se fossem flechas.

—Até que enfim! –Disse Luna sacando sua varinha.

—Não me diga que esse graveto é a sua arma! –Debochou Léo.

Não houve tempo para responder, a nuvem de pássaros caiu sobre nós. Uma flecha veio em direção do meu rosto, fiquei paralisado, mas para minha feliz surpresa, Percy me salvou com uma caneta! Ao destampa-la vi o objeto ganhar a forma de uma espada e desviar a flecha.

—Em formação! –Ele gritou como um líder e obedeci imitando os outros. Desde quando ele era tão sexy?

Fizemos um circulo encostando nossas costas de modo que não seriamos atacados por trás. Annabeth lutava usando uma faca, sério? Percy usava a caneta/espada com maestria, Léo foi o que fez a diferença de verdade na batalha, pois lançou uma rajada de chamas que acabou com a maioria da flechas. Ótimo, agora só faltavam os pássaros assassinos. Não podia ver todo mundo lutando e ficar com cara de tacho sem fazer nada. Saquei a Adaga do Cavaleiro de Cristal que se expandiu na Espada de Diamante. Fiz um movimento circular e cortei um pássaro negro como se fosse manteiga.

—Arma legal, mas um pouco mal forjada –Comentou Léo –Dá pra perceber que não foi terminada.

Pra mim a espada estava perfeita, mas ele era um filho de Hefesto, talvez visse algo que para mim fosse invisível. Os pássaros voaram como um enxame e nos atacaram todos de uma vez, Luna se pôs em seu caminho.

—Luna! –Gritei.

—Bombarda! –Ela gritou sacodindo a varinha, sua voz saiu como uma onda de energia, como uma ordem para o universo, como magia. Os pássaros explodiram em penas negras.

—Uau! –Exclamou Léo.

—Você é algum tipo de deusa? –Perguntou Percy.

—Os únicos deuses aqui, somos nós dois! –Uma voz assustadora chamou nossa atenção. Dois garotos vestindo armadura de guerra se manifestaram à alguns metros de nós –Nos encontramos novamente Percy Jackson.

—Devia ter desconfiado que vocês estavam por trás disso quando vi os pássaros de seu pai.

—Os bichinhos de estimação de Ares –Comentou Annabeth que não pareceu reconhecer os dois jovens.

—Eles são Phobos e Deimos, eu ajudei a Clarice a chutar o traseiro deles.

—O deus do medo e o do pânico –Explicou Annabeth.

—Qual é a diferença? –Perguntei.

—Eu disse exatamente a mesma coisa! –Concordou Percy com um sorriso animado de mais para quem estava sendo ameaçado por dois deuses.

—Garotos, foco no inimigo –Annabeth chamou nossa atenção –O que você querem?! –Perguntou aos irmãos deuses.

—Soubemos que vocês estão à procura do espelho que o amor reflete –Começou Phobos.

—E nós o queremos –Terminou Deimos.

—Por que o medo e o pânico, filhos do deus da guerra, iriam querem tal artefato? –Perguntou Annabeth.

—Talvez estejam querendo arranjar uma namorada –Sugeriu Léo.

—Nosso pai nos incumbiu dessa essa missão! Então passem o viajante pra cá!

—Viajante?

—O garoto que viaja pelos mundos.

Aquela era a primeira vez que me chamavam de viajante. E o que aqueles dois queriam comigo?

—Vocês não vão levar ninguém! –Percy falou ameaçando-os apontando sua espada.

—Veremos! –Disse Phobos erguendo a mão direita –Primeiramente que tal uma dose do seu próprio medo?

O mundo pareceu dissolver ao meu redor, meus amigos e inimigos desapareceram, eu estava novamente na Terra 69. Olhei pros lados assustado sem saber como tinha viajado pra lá sem estar com a chave. Andei pelas ruas até que me deparei com o primeiro deles, tropecei e quando olhei pra baixo vi o corpo de uma garota morta. Gritei e recuei alguns passos, foi então que vi uma dezena de corpos caídos no chão da minha cidade natal. Corri pelas ruas e não importa por onde fosse, sempre encontrava mais do meu povo morto. Eu não tinha cumprido minha missão, minha espécie seria extinta! Parei diante da prefeitura e encontrei corpos conhecidos, Violet e Klaus jaziam mortos nos degraus do prédio mais antigo da cidade. Gritei desesperado e então vi um vulto no alto da escadaria, um homem de terno vinha descendo e me encarando:

—Você falhou!

—Dylan!

Acordei sugando a maior quantidade de ar que consegui, Luna, Percy, Annabeth e Léo estavam a minha volta.

—O que aconteceu? Onde estamos? –Os deuses menores que estavam nos atacando desapareceram, na verdade acho que fomos nós a desaparecer, já que estávamos num lugar completamente diferente.

—Estamos na caverna mais descolada que eu já vi –Respondeu Léo. Ele estava certo, no teto era o que normalmente se esperava de uma caverna, pedras, aranhas e... Um enorme lustre de ouro. Eu estava deitado numa cama box rosa, e isso não era nem 10% do que me surpreendeu, na caverna tinha vários outros moveis, eletrônicos, destacando uma enorme TV do tamanho de uma parede, e claro, uma banheira de hidromassagem.

—O que aconteceu? Por acaso vocês derrotaram Phobos e Deimos e me trouxeram aqui pra comemorar? Nesse caso, quero uma caipirinha de kiwi.

—Olha só, ele tem a principal característica de um semideus: A habilidade de fazer piadinhas sem graça –Disse uma voz nova. Olhei pro lado e vi um anjo, não estou dizendo que aquele cara era bonito, na verdade ele era, mas quando digo anjo, é por que ele tinha enormes asas brancas e usava uma roupa fashion bem típica grega: um lençol amarrado no ombro, e ainda tocava arpa.

—Em defesa dos semideuses, eu sou um ótimo piadista –Disse Léo.

—Alguém pode me explicar o que esta acontecendo? –Perguntei.

—Eu posso –Disse o anjo –Vocês estavam prestes a serem eliminados pelos irmãos deuses quando eu gentilmente os salvei e lhes trouxe até minha caverna particular. Lógico que minha ajuda vai ter um preço.

—Primeiramente pode dizer quem é você?! –Falou Annabeth.

—Fico feliz que não tenham me confundido com o Cupido, isso acontece com frequência e eu detesto. Também sou filho de Afrodite.

—Um semideus –Afirmou Percy.

—Não queridinho, sou um deus completo, meu pai é Eros. Eu sou Orquídio filho do amor e da sensualidade. Soube de sua missão para encontrar o espelho de minha mãe e resolvi ajudar.

—Mas querendo algo em troca, lógico –Comentou Annabeth desdenhosa.

—Com certeza! Mas é algo muito simples, só quero que me façam um show particular na minha caverna.

—Você quer que a gente cante? Tipo Léo e sua banda?

—Querido, sou filho dos deuses do amor e sexo e não de Apollo! Quero um show de sexo! Sou o deus voyeur, quero que transem pra mim!

Annabeth e Percy ficaram tão vermelhos que pensei que estivessem usando algum poder especial de semideuses. O Léo pareceu ficar tão em choque que não teve reação nenhuma. A Luna de deu um tapinha e cochichou no meu ouvido:

—Você tem muita sorte, sabia?

—Se esse é o preço de ter nos salvado, pode nos levar de volta. Prefiro enfrentar Phobos e Deimos! –Gritou Annabeth.

—Oh! Mas vocês vão enfrenta-los novamente, já que ambos estão atrás do espelho que o amor reflete. A ajuda pela qual vou cobrar não é tê-los salvados, fiz isso de boa fé. O que ofereço é a localização do espelho e o que ele faz que pode trazer a desgraça para Terra.

—Gente essa é uma oferta fantástica! –Exclamei.

—Dylan! –Annabeth me repreendeu!

—Gente, somos heróis, temos que fazer tudo que for necessário para salvar o mundo.

—Conheço tão bem esse discurso –Luna disse baixinho.

—Eu me voluntario para transar e salvar o mundo.

—Você não –Contestou Orquídio –Quero ver o casalzinho que salvou o Olimpo. Hoje quero assistir um Percabeth.

Minha sorte pareceu acabar. O casal pareceu tão nervoso e encabulado que se tivesse um buraco para o Tártaro naquela caverna, se jogariam sem pensar duas vezes. A inteligente do grupo olhou nervosa para seu namorado.

—Nunca pensei em fazer algo tão vulgar quanto me exibir dessa maneira, Percy.

—Gostaria de poder evitar te fazer passar por isso.

—Acho que vocês estão precisando de um empurrãozinho –Disse Orquídio agarrando o rosto de Annabeth e beijando-a na boca.

—Eiii! –Gritou Percy e quando o deus soltou sua namorada, Annabeth deu um gemido alto e desesperado –O que você fez com ela?

—Esse é meu beijo libidinoso, um toque dos meus lábios e você perde todo o pudor. Quer experimentar?

—É... –Antes que o cabeça de alga pudesse processar o que o deus estava oferecendo, este foi e lhe beijou na boca. Percy se afastou –Nunca imaginei beijar um cara, na verdade pensei que isso um dia acontecesse teria sido com o Nico.

Percy e Annabeth se olharam e pareceu surgir faíscas ao seu redor, será que aquela seria a primeira transa deles? Na verdade acho que não, esses casaizinhos muito unidos só funcionam mesmo se tiver sexo. Orquídio sentou-se numa poltrona e ordenou:

—Que comece o show!

O casal da vez se agarrou se beijando com selvageria primitiva, Percy agarrou os cabelos cacheados de Annabeth, arrancou seu pingente e se livrou de sua camisa laranja, tirando também a sua, o sutiã dela era amarelo um cor bem neutra, nem sexy, nem brochante. Ele beijava e chupava seu pescoço a fazendo gemer e se arrepiar.

Annabeth se deitou na cama, enquanto seu namorado puxava sua calça jeans a deixando apenas com suas roupas intimas, ele tirou as próprias calças exibindo uma cueca box azul e uma barraca pra lá de armada.

—Eles vão mesmo fazer isso? –Perguntou Léo nervoso, como eu já estava um pouco estressado por não estar participando daquela pegação fui um pouco sincero de mais.

—Vão sim e se eu pudesse estaria naquela cama com eles.

—O que? Mas... Você... Dylan! Cara! –Me virei para Léo, lhe lancei um olhar ferino e me pus a falar:

—Sim, eu comeria a Annabeth e daria pro Percy sem nem precisar de macumba de deus do sexo. Já transei com a Luna –Ela deu um tchauzinho por trás de mim –Transaria com aquele casal herói e sem pensar duas vezes transaria com você também!

Acho que o latino nunca ficou tão vermelho na vida dele, tentou dizer alguma coisa, mas gaguejou tanto que não entendi nada, então me virei pra assistir o show Percabeth.

—Aaaaar! –Annabeth gemeu recebendo um maravilhoso sexo oral.

Percy sabia usar bem a língua, eu estava certo, eles já tinham feito aquilo antes, ninguém chupava tão bem na primeira vez, ou talvez ele tivesse assistido à algumas vídeo aulas pela internet, vai saber. Observei os seus corpos, eram definidos e tinham algumas cicatrizes de suas inúmeras batalhas, aqueles dois estavam juntos há muito tempo, primeiro como amigos e depois como namorados e dava pra perceber que ficariam juntos até o fim de suas vidas.

—Isso! Vai Percy Jackson enfia seu tridente nela!

Eu, Luna e Léo nos viramos para Oquídio que se masturbava na poltrona, ele não tinha exagerado quando se autodenominou deus voyeur, sua masturbação assistindo àquela foda parecia estar sendo mais prazerosa que participar de uma orgia.

—Ooooor! –Ele gemia brincando com a cabeça de sua rola no mesmo instante em que Percy penetrou Annabeth.

A loira gemia debruçada naquela cama box rosa na caverna do deus punheteiro. O pênis do Percy era um pouco maior que o do Jason, assim como o filho de Zeus, metia com a força de um herói. Tinha algo na maneira que ele olhava pra ela que me fazia me arrepiar, era como se mesmo que seus corpos estivessem transando com o empurrãozinho de Orquídio, pelos seus olhares fizessem amor.

—Nunca vi um casal que se amasse tanto assim –Acabei dizendo.

Percy abriu as pernas de Annabeth e meteu com vontade, os seios medianos dela balançavam loucamente, seus gemidos eram de levantar o animo de qualquer um. Léo trocava o peso do corpo de perna em perna, nervoso e incomodado, sua ereção era nítida e a minha também. Já que estava ali só pra assistir mesmo, por que não tocar uma punhetinha? Coloquei meu pau pra fora e o alisei, o jovem mecânico soltou uma exclamação.

—Cara você vai... E a Luna?! –Perguntou indignado com minha falta de respeito pela bruxinha.

—Olhe pra ela, cara!

—Não acredito –Léo se surpreendeu ao ver a loirinha com a mão dentro da calça se dedilhando. Ele engoliu em seco.

—Sei que você também esta com vontade Léo, então coloca logo essa “chave de fenda” pra fora e se masturba.

Léo se arrepiou só com minhas palavras, ele se abanou sentindo calor, apalpou o próprio órgão e disfarçadamente o pôs pra fora começando a bater punheta. Orquídio se aproximou da cama e deixou suas vestes caírem, o corpo do deus era como... o corpo de um deus grego mesmo.

—Ooor! Oooor! Isso mesmo! Continuem!

Me aproximei dele pensando algo do tipo: Por que não seduzir esse deus? Mas quando estiquei o pescoço querendo chupar seu mamilo...

—Nem encoste mocinho, gosto muito mais de ver do que participar –Porra! Não ia acumular energia mesmo nesse capítulo.

Baixei minhas calças e voltei a bater punheta dessa vez com violência descontando minha raiva e minha excitação. Ouvi Luna gemendo, ela estava aprendendo a ser safada comigo? O Léo fazia cara de relutante, mas estava batendo gostoso com sua rola grande e fina, me deu vontade de chupa-la, mas já tinha levado fora suficiente por um dia.

Annabeth rebolava na piroca de Percy que gemia e revirava os olhos.

—Ooor! Annabeth! Que tesão! Rebola assim vai! Estou chegando perto!

O olhar selvagem dela foi o de uma verdadeira amazona, se apoiou no tórax do namorado e quicou gostoso naquela piroca. Todos na caverna gemeram, Léo gozou surpreendendo à todos com a distância absurda que seus jatos de porra alcançaram.

—Ooooor! Oo-ooor-! Isso que chamo de disparo –Ele fez piada? Pelo jeito já estava sentindo-se a vontade.

—Aaaaaaaarrr! –Luna gemeu e caiu de joelhos gozando e melando a calcinha. Será que sou uma má influência?

Percy estava com tanto tesão que agarrou a namorada e girou na cama ficando por cima, a beijou na boca e meteu com tanta força que ambos ficaram vermelhos. Annabeth gritou gozando. Percy se retorceu todo, fechou os olhos e berrou gozando dentro da buceta dela. Eu e Orquídio alcançamos o ápice e juntos e gozamos ao mesmo tempo.

Todos estávamos ofegantes, o deus bateu palmas e num segundo estávamos limpos e vestidos, inclusive ele próprio.

—Parabéns Percabeth foi um ótimo show.

Annabeth, Percy e até o Léo estavam mortos de vergonha e encaravam o chão, eu e Luna estávamos de boa, então tomamos a frente.

—E então sobre nosso acordo –Comecei.

—O que pode nos dizer sobre o espelho que o amor reflete? –Continuou Luna;

—Sempre cumpro minhas promessas –Começou Orquídio –O espelho que o amor reflete é um poderoso artefato que tem a capacidade de fazer com que qualquer um se apaixone pelo seu usuário.

—O que? –Perguntei incrédulo –Só isso?

—No meu mundo existem poções do amor que são vendidas em butiques –Debochou Luna.

—Vocês não compreendem o poder do espelho, quando digo qualquer um, pode ser mortal ou imortal, o usuário pode até mesmo fazer com que os deuses se apaixonem loucamente por ele, a ponto de lhe obedecerem cegamente. Aquele que possuir o espelho pode trazer a desgraça ao mundo.

Tá, Orquídio nos convenceu do perigo que era aquele espelho. Agora entendi a real importância da nossa missão.

Notas finais
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