Notas iniciais
Esta história é baseada em um sonho maluco que eu tive, onde os personagens principais seriam eu,e minha irmã. os fatos que aconteceram no meu sonho serão ditadas no segundo capitulo.É quando ocorre a primeira batalha de Yahto.

Gostaria de ter nascido um não-bruxo, levando em consideração minhas condições atuais.

Eu sou o Yahto Carvalho, tenho 16 anos, e sou um bruxo. Sou nascido de uma família de bruxos de uma linhagem muito antiga do Brasil, poderia dizer que a primeira.

Lembro de historias que minha mãe me contava, histórias que foram passadas por geração na nossa família, histórias que contavam sobre as guerras entre tribos indígenas, e como uma pequena tribo conseguiu ganhar todas as guerras, e se expandir, se tornando a maior e mais poderosa da Amazônia, graças ao xamã Yahto, um Bruxo poderoso de cabelos azuis, e que dominava os elementos. Bastava alguns movimentos com seu cajado feito de Carvalho umas palavras na língua indígena morta, e tempestades, raios e gigantes de barros atendiam seu chamado.

Mas não é a história do meu ancestral que eu vou contar, é a minha história, e de como toda a minha família foi caçada e morta, quase toda, hoje restam apenas 3 Carvalhos vivos. Eu, minha irmã Toriba, e meu tio Fernando.

Mas antes de começar a contar minha história, preciso contar mais uma coisa sobre a grande Tribo de Yahto. Sim, ela se tornou a maior e mais poderosa tribo indígena da Amazônia, mas existia uma segunda, que também tinha um xamã poderoso, e que por gerações, lutava para conseguir destruir até o último membro da tribo dos Carvalhos, os Cabreúva.

Houve uma grande batalha entre essas duas tribos no passado, a última, que envolveu todas as tribos da Amazônia, a maioria aliada a tribo dos Carvalho e que levou a destruição de toda tribo Cabreúva, e das outras tribos que se aliaram a ela,

Pelo menos era o que diziam as lendas antigas.

Porém no meio do meu terceiro ano na escola de Magia e Bruxaria Castelobruxo, meu Tio apareceu na escola, desesperado, pegou eu e minha irmã e sem explicar nada aparatou para um casebre no meio da floresta amazônica.

— Tem comida, água e camas limpas, não saiam do casebre, permaneçam aqui dentro até eu voltar.

Foi o que ele disse antes de aparatar novamente e nos deixar sozinhos por dois longos dias.

Já estava ficando louco e preocupado, minha irmã, já não aguentava mais ficar trancada sem explicações, tive que esconder sua varinha pra ela não explodir a casa toda, e já quando estava escurecendo ouvimos um barulho de pratos e panelas caindo na cozinha, olhei para minha irmã e falamos juntos, “Tio Fernando” e corremos ao seu encontro.

Encontramos ele caído no chão da cozinha, com a cabeça sangrando e com a mão no abdômen tentando estanca um corte.

— Vocês estão bem, estão seguros? — Perguntou ofegante, quase não conseguindo falar.

— Sim, estamos, ficamos aqui como o senhor mandou, mas afinal, por que nos trouxe aqui, o que está acontecendo, por que o Senhor está nesse estado? — Perguntou minha irmã Toriba, quase em prantos.

— Os Cabreúvas atacaram a vila, mataram todos, seus Pais estão mortos, escapei por pouco, não conseguiram me seg...

Essas foram suas ultimas palavras antes de cair no chão, desmaiado.

Notas finais
continua..
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.