As Brasileiras
4 A Cobiçada De Praia Grande
Notas iniciais
Brasil...Sudeste...São Paulo...Região Metropolitana Da Baixada Santista, chegamos a Praia Grande... Essa cidade tem 260.769 habitantes, numa área de 145 Km², e uma das praias mais movimentadas do Brasil, que pode ser abalada a qualquer momento pela nossa heroína de hoje,
A Cobiçada De Praia Grande
É um belo diz ensolarado, e em algum restaurante à beira mar, está a heroína de hoje, cujo nome é Ana...
Ana: Não acredito que ele te disse isso...
Maria:Claro,acha que eu iria mentir para você?
Ana: Não...
Maria:Mas por um lado foi bom, aquele homem não prestava!
Ana:Eu sei!Mas eu achava ele tão bonito e atencioso...
Maria: Embrulha e leva...
Ana: Ai que mau humor...
Maria: Fala de você,amiga...
Ana: Falar o quê?
Maria: Você sabe muito bem do que estou falando... Homens!
Ana: Não sou assim... Oferecida...
Maria: Tá me chamando do que mesmo?
Maria poderia ser considerada bipolar, não que admitisse, mas há horas que Ana tem dúvidas sobre a amiga...
Ana: Não nesse sentido... Eu sou diferente de você... Gosto de relacionamentos sérios!
Maria:É bom mesmo... Mas não está de olho em ninguém...
(Maria se vira e olha para trás e vira para Ana de novo)
Ana: Não...
Maria: Olha pelos meus ombros nos gatos que estão deitados...
Ana: Respeito seria bom...
Maria: Olhar não cai pedaço!
Os princípios de Maria era peculiares...
Ana: Pode cair é outra coisa...
Mesmo sendo comportada, a curiosidade feminina vence Ana.
Ana: Não gosto desse tipo...
Maria: Sarado?
Ana: Igual a um monstro...
Maria:Se aquilo é um monstro, eu quero ser a Senhora Monstro...
Ana: Eu quero dizer exibicionista e musculoso demais.
Maria: O que é bom é para se mostrar...
Ana: Nesse papo tô perdendo o apetite...
Maria: Mas eu fico cheia de fome...
Ana: Tô percebendo...
Ana e Maria eram colegas de escritório, registravam e coisas tais... Mas Maria gostava de registrar era outra coisa...
(elas se levantam, o horário de almoço estava acabando)
Maria: Eu só acho que você deveria ir mais em festas e baladas...
Ana: Mas isso não é comigo...
Maria:Isso é para todo mundo,só basta querer!
Ana: Essa é a questão, eu não quero...
(Maria olha ao redor)
Maria: Amiga... Você percebeu que tá abalando?
Ana: Abalando?
Maria: É amiga! Todos os caras estão olhando para você!
Ana: Impressão sua...
Ana sabia que impressão na verdade era verdade. E o pior é que ela tava gostando desse negócio de abalar,já estava até se imaginando saindo com a Maria. Logo se arrependeu dos pensamentos eróticos que iam contra seu princípio...Mas tinha gostado...E sentia que ia viciar...
(Ana se senta na sua mesa de escritório, logo atrás da mesa de Maria. Ela olha pela janela e vê um homem misterioso olhando diretamente para ela)
Ela acha estranho, resolve não olhar mais... Mas a curiosidade feminina de ver se ele ainda estava lá vence novamente... E ele estava!
Na hora, ela levantou e foi tirar satisfação com aquele homem...
Ana(pensando): Quem ele tá achando que eu sou?Eu nem conheço ele e o cara fica olhando para mim.
(ela chega e ele não está mais,então ela volta para a mesa dela)
Maria:O que foi amiga?Você está com uma cara tão estranha.
Ana:Não é nada,só um homem esquisito que estava me olhando pela janela.Fui lá fora tirar satisfações e ele não estava mais lá...
Maria:Viu amiga,não falei que você estava abalando?Ele era bonito?
Ana: Fique quieta,Maria! Estamos no trabalho.
(Ana após o trabalho,já na cama,ficou refletindo:quem seria aquele homem...)
No dia seguinte,ao chegar no trabalho a nossa heroína teve uma dessas surpresas que só um amor pode trazer...
Ana:Mas o quê é isso?
(sobre a sua mesa estava um ramalhete de flores com um cartão)
Ana(lendo): ‘’Eu te desejo...” Mas que palhaçada é essa?Ele tá achando que eu sou o quê? Alguma piriguete que ele pega na rua?
(neste momento,Maria chega para conversar com ela)
Maria: O que foi Ana?
Ana:Um vagabundo me enviou esta carta!
(Ana dá a carta para Maria,que lê)
Maria:Amiga,esta carta não tem nada de mais!Este homem só quer marcar um encontro com você.E eu não vou deixar você não ir neste encontro!Se joga amiga...
Ana:Quero ver você me forçar!
Maria não gostava de forçar, e sim de ser forçada... Entenda como quiser... Mas nesse caso, descobriu que deveria virar a Mulher Maravilha e ajudar a amiga.
Maria: Bora por um vestidinho curto, decotado e lindo!
Ana: Maria... Eu disse não!
(Maria faz uma cara de dó)
No final das contas, Ana sempre queria ir nesse encontro, achava que estava para titia, mas nem isso era, porque não tinha irmã...
(à noite, sentada numa mesa, num dos quiosques, Ana esperava o admirador)
O tempo passava e Ana começou a pensar... Ele deve estar se arrumando para me ver... Ele se atrasou... Ele teve um infarte cardíaco... Que ele foi para o hospital... Que ele morreu... Que ele já tinha sido enterrado...
Ana:Meu Deus,olha que horas são!Acho melhor ir embora e que esse “admirador” não me procure mais!
(ela se levanta, paga o suco que consumiu e começa a voltar para casa pelo calçadão, passando pelas árvores e sentindo a brisa que vinha do mar...)
(ela se sentia livre quando sentia a brisa...)
(ela passa por uma árvore, daonde sai um homem e a agarra, colocando-a presa entre ele e a árvore)
Ana: Ai moço! Quem é você?
Homem: Quem quer você...
(ele começa a passar a mão pela coxas de Ana, e a levantar seu vestido)
Ana: Me deixa! Sai! AHHHHHHHHHH!
Homem: Fica quietinha fica...
(o homem levanta o vestido até sua cintura. Ana olha para baixo e vê que o zíper da calça do homem estava aberto...)
Ana: Sai! AHHHH!
Homem: Vai ser bom... Fica quietinha...
(ela bate no homem, tentando afastá-lo, mas ele persiste, tentando se aproximar dela)
Ana(com lágrimas escorrendo): Sai! Sai!
Ana se sentiu uma das donzelas em perigo das histórias da carochinha, só que sem seu príncipe encantado...
*** Ana gritava desesperadamente por ajuda, mas parecia que a sociedade havia ficado surda, de uma hora para noite.
(Ana vê que o homem está prestes a estuprá-la, quando outro homem vem e lhe dá um soco. O estuprador cai no chão. O herói lhe dá vários. O estuprador grita. Ana cai no chão, chorando assustada, quando o homem vem falar com ela...)
Homem: Moça... Tá tudo bem?
(Ana não diz nada, chorando, só abraça o herói da noite...)
(No dia seguinte, de manhã... Ana estava deitada em sua cama, traumatizada, quando Maria chega...)
Maria: Oh amiga...
(Ela corre e abraça Ana. Ela começa a fazer carinho na cabeça da amiga...)
Ana: Foi horrível...
Maria: Ana...
Ana: Eu não aguento esses homens! Todos me perseguindo como se eu fosse... Como se eu fosse um quilo de carne que ele compram em qualquer açougue!
Apesar da filosofia furada, Ana tinha razão, ela estava perdida...
Maria: Isso vai passar...
Ana: Quando eu estiver com setenta anos com tudo caído?!
Maria: Ai... Vamos dar um volta pela Praia... Você se acalma...
Ana: Não sei não... Tenho que resolver esse problema!
Maria: Já sei! Arranja um namorado falso... Igual num seriado que eu vi! Daí você coloca uma aliança chiquérrima de ouro... Ninguém vai mexer com você! Claro que se o namorado for verdadeiro é melhor ainda...
Ana: Não...
Ana sabia que qualquer um que usa aliança, é desejado mais ainda... Imagine no caso de Ana...
Maria: E o herói de ontem?
Ana: Um dos poucos homens que prestam de Praia Grande...
Maria: Ai não fala ass... É... Tem razão! Agora vamos!
Ana: Não...
Maria: VA-MOS!
Ana: Tá bom...
(Na praia, as duas passeavam, enquanto passavam pelos quiosques...)
Ana: O moço de ontem trabalha num desses...
Maria: Hummm... Já to sabendo...
Ana: Não sua besta! Eu vi o jaleco dele...
Maria: Jacelo? Virou médio agora?
Ana: Não um jaleco... Aqueles treco... Esquece...
Maria(rindo): Jacelo...
Ana: Oh Maria! Veio para ficar rindo da minha cara?
Maria: Não amiga... Vim para te ajudar...
(As duas passam por um banco, onde há um garoto, de uns 12, 14 anos, usando óculos, moreno... Elas passam por ele, ele olha dos pés a cabeça...)
Garoto: ÔÔÔ lá em casa!
Ana: Ah garoto! Se toca! Vai trocar as fraldas!
(ela volta a conversar com Maria)
Ana: Tá vendo Maria... Até um moleque me trata assim!
Maria: Ainda afirmo a ideia da aliança...
(elas passam por um quiosque, e Ana reconhece o homem que salvou ela)
Ana: Já volto...
(ela chega no local)
Ana: Com licença moço... Queria te agradecer por ontem...
Homem: Não foi nada... Qualquer um faria...
Ana: Qualquer um faria o que aquele marginal fez! Obrigada mesmo... Aliás... Nem perguntei seu nome...
Homem(estendendo a mão): Fabrício...
Ana(cumprimentando): Ana...
(Maria começa a apontar para ela, Ana entende o sinal)
Ana: Ah... Aquela é minha amiga Maria...
(Maria acena com um sorriso, Fabrício também...)
Ana: Vou indo... Você é um cara legal... Espero conversar outras vezes com você...
Fabrício: Também...
Maria: Senti um clima...
Ana: É... Tá um sol mesmo...
Maria: Não se faça de desentendida!
Ana: Eu não sou...
Maria: Mas se faz!
Ana: Sabe... Eu tava pensando... Será que aquele homem que me assediou não fez aquela tramóia toda de encontro para me pegar?
Maria: Tramóia?
Ana: Maria!
Maria: Ana... Mas será que ele fez isso?
Ana: Não se pode duvidar de nada...
Maria: Amiga... E se você ficasse mais...
Ana: Mais...?
Maria: Mais feia!
Ana: Feia?
Enquanto Maria desenrolava a ideia da semana, Ana lembrava que não existe mulher feira, e sim desprovida de beleza...
Maria: É Tipo... Um vestidão longo e horroroso... Tem um no baú de lembranças da minha vó...
Ana: Tua vó tem um vestido horroroso?
Maria: Para nossa época, É horroroso...Mas para a época dela era normal e até elegante.
Ana:Entendo,mas será que essa ideia pode dar certo?
(mais tarde, Ana está parada em frente ao espelho de um brechó)
Maria(segurando um vestido poeirento e velho):Pronto,chegamos no lugar que procurávamos!
(Ana pega o vestido da mão de Maria e o coloca na frente do corpo. O vestido era do joelho para baixo e bordo)
Ana:Com certeza essa foi a sua melhor ideia do ano... E eu tive outra que vai complementar! Moça! Nós vamos levar!
Maria: Que ideia?
Ana: Você vai ver...
(Na casa da Ana... Maria estava deitada na cama, vendo o estojo de maquiagem a amiga, enquanto a mesma se olhava no espelho com o vestido em corpo)
Ana: É arejado... Meio bonzinho... Você não disse que pegaria da sua vó?
Maria: E quem você acha que é a dona do brechó?
(Ana ri)
Maria: Qualé a parte que completa meu plano?
Ana: Maquiagem horrorosa!
Maria: Maquiagem?
Ana: É! Sombra rosa choque... Batom azul avatar... Cílios verde shrek...
Maria:Retorne ao caixão,Bozo!
Ana: Vou mais te levo junto... Também tenho que dar um jeito no cabelo...
Maria: Raspa...
Ana: Você veio para ajudar ou atrapalhar?
Maria: Tá bom!
(Ana senta num banquinho na rente do espelho, enquanto Maria ajuda a maquiá-la)
Ana: Pinta a sobrancelha de amarelo simpson!
Maria: Um roxo morto junto com o amarelo simpson de sombra...
Ana: Isso Maria! Isso tem que dar certo!
Ana nunca ficou tão feliz de ficar feia...
*** Maria: Peraí... Pode abrir!
Quando Ana abriu os olhos, pensou que tinha virado uma versão pior de Morticia Frump, da Família Adams...
Ana: Amiga... Eu vou acabar com qualquer chance de me pegarem!
Ana passava a mão em seus cabelo desarrumados, que pareciam mais uma juba...
(No calçadão da praia, Ana passava pelas pessoas, que a olhavam assustada)
Ana: Tá dando certo?
Maria: Não sei... As pessoas continuam olhando para você...
Ana: Deve ser porque eu to parecendo uma zumbi!
Maria: Relaxa...
As duas terminam a marcha da zumbi, e voltaram para suas casas...
(No dia seguinte, no começo da caminhada pelo calçadão)
Ana: Hoje eu diminui no look …
Maria:Foi de zumbi para Fiona...
Ana: É só um vestido verde neon...
Maria: É mesmo... Vai no aeroporto para virar sinalizador de avião...
Ana: Maria... Presta atenção nas mulheres...
Maria: Que foi...? Virgem Maria Mãe De Deus!
(Todas as mulheres que passavam de um lado ao outro da praia, estavam exatamente como Ana: vestidos bregas de cores variadas, maquiagem arco-íris...)
Ana logo pensou que tinha aumentado a renda de brechós e pensou: virou moda e eu tô ferrada.
Fabrício: Maria... Você viu a Ana?
(Ana se vira)
Fabrício: Cruz credo!
Ana: É tão ruim assim? Eu tô tentando acabar com o assédio!
(Alguns homens passam por eles e olham para as garotas, Fabrício olha torto e coloca logo eles em seu lugar. Ana também ouve algumas fofoqueiras de plantão falando: “Você viu? Fabrício deu uma surra num cara pela zumbi!”)
Ana logo teve um pensamento maléfico de usar Fabrício para sua proteção...
Ana: Maria, vamos sair dessa marcha de zumbis!
Maria: Por que? O papo tá bom...
Ana: Maria! Eu tenho que trocar de roupa, não quero ficar assim...
Fabrício: Para mim você fica linda de qualquer jeito...
Fabrício não percebeu, mas Ana começou a ficar corada, ele não percebeu por causa da maquiagem excessiva... A coisa que ele sabia é que Ana sabia que todos sabiam da surra ao estuprador... E que ela estava gostando dele...
Ana: Vamos Maria...
(ela puxa a amiga)
Maria: Tchau Fah!
Fabrício: Tchau...
Ana: Tchau Fabrício...
Fabrício: Tchau...
(Na pia, Ana lavava o rosto, para tirar a maquiagem horrenda)
Maria: Eu sabia!
Ana: Que o plano não ia dar certo e que o horro viraria moda?
Maria: Não... Que você está gostando dele!
Ana: Dele você se refere a quem?
Maria: Você sabe muito bem! Ao herói da madrugada!
Ana(enxugando o rosto): Herói da madrugada? Que coisa brega... E não... Não estou gostando dele!
Maria: Está na sua cara!
Ana: Não, eu limpei tudo...
Maria: Mas o Bozo continua com palhaçadas!
(Ana faz careta)
Maria: Vou indo, tenho uns compromissos... Se é que me entende...
Ana: Vai logo então...
(Maria sai e Ana se joga na cama, com todos seus pensamentos se gostava de Fabrício ou do Herói da Madrugada...)
(Na manhã seguinte, Ana está se arrumando, enquanto conversa com Maria ao telefone)
Ana: Vou acabar com tudo daqui a pouco...
Maria: Ai Meu Deus! Você vai ser matar! Não faz isso...
Ana: Não...
Para Maria, quando se dizia acabar, ou era fim de relacionamento, ou morte...
Ana: Vou acabar com esse homens safados...
Maria: Oh Meu Deus! Você vai matar todos os homens de Praia Grande?!
Ana: Não...
Não disse!
(Ana arruma seu vestidinho branco, justo e curto, com um decote. Ela adora passear na praia com aquele vestido...)
Ana: Vou indo...
Maria: Não vai fazer besteira!
Ana: Desde quanto eu faço besteira?!
Maria: Teve aquela vez que...
Ana: Foi uma pergunta retórica...
Maria: Que seja... Boa sorte...
Ana: Brigada... (ela desliga)
(Ana começa a andar sensualmente pelo calçadão, rebolando, deixando homens loucos. Ela passa por um homem, sem camisa, que está apoiado numa árvore. Ela se vira, passa a mão em seu peito e pisca, continuando a andar. O homem começa a perseguí-la. Ela passa por dois homens, um ela passa a mão no rosto, o outro, no abdômen...)
Ana: Vocês me querem?
(Ela continua a andar, provocando vários homens, que vão atrás da sereia da praia... Ela chega no quiosque onde Fabrício tá...)
Ana: Oi Fah...
Fabrício: Oi Ana... Nossa... Você tá uma gata!
Ana: Eu sei...
(ela abaixa um pouco o tronco, e levanta a traseira, enlouquecendo os homens que a seguiram)
Fabrício: Ana... Você mudou seus modos...
(ela chama-o para perto)
Ana(cochichando): O único jeito de me deixarem em paz é eu arranjando alguém...
(ela levanta um pouco sua camisa e passa a mão em sua barriga)
Ana(cochichando): Alguém como você!
(ela o beija. Todos os homens ficam com raiva e vão embora)
Ana: Eu gosto de você...
Fabrício: Eu também...
(eles se beijam de novo...)
(tempo depois, no quarto de Ana(detalhe: ela está de roupas íntimas))
Ana: Parece que você tem mais roupas que eu...
Fabrício: Quer resolver isso?
(Ana começa a tirar a camisa e a calça de Fabrício)
Só não mostramos os detalhes, porque não queremos deseducar tanto assim...
(Dias depois...)
(Ana está passeando pela praia, com outro vestido branco, só que mais leve que o outro, com um sorriso no rosto, e um anel de noivado...)
(Ela caminha alegremente pelo calçadão, até que passa pelo quiosque de Fabrício, que sorri ao vê-la, enquanto seu dedo brilha com um anel na mão direita)
(Ela lhe manda um beijo e continua a caminhada pela praia...)
Com uma penca de invejosas e invejosos, e marmanjos babando... Ana conseguiu viver feliz até o final dos tempos e conseguindo o respeito dos homens, fazendo jaz ao seu nome...
Notas finais
Norte... Amazonas. Um lugar onde se costumava ser um pouco mais calmo antes da confusão de Val, que sempre viajando, dizendo que ia de Nova York ao Japão, com seu namorado rico, ela acaba voltando de para-quedas para o Amazonas. Com as fofocas das vizinhas, Val acaba recebendo o título de "A Mentirosa Do Amazonas".
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