Armadilha Do Destino.

50 Capítulo 50 – Planos – 2ª Parte.


PDV Edward Cullen.

No chão, com Bella aninhada entre os braços, meu corpo ainda tremia pelo orgasmo recente. Fechei os olhos por alguns instantes desfrutando o momento. Cada experiência sexual com ela era como uma novidade. Sempre havia algo novo a ser descoberto; uma sensação diferente para ser vivida, uma surpresa gostosa e viciante. A casa estava mergulhada em silêncio. Apenas o som das nossas respirações descompassadas imperava no ambiente aconchegante e quieto. Sua voz me trouxe de volta a realidade.

-Sabe quando nós fizemos amor pela primeira vez?

-Na borda da piscina da sua casa?

-Sim.

Respondeu enfiando a cabeça no vão do meu pescoço, me deixando todo arrepiado. O desejo começou a brotar novamente.

-Não fui gentil com você. Nunca poderia imaginar que aquela fosse sua primeira vez, falei com sinceridade. Havia sido um choque descobrir que Bella ainda era virgem.

-Não tem importância. É comum a maioria das mulheres sentirem dor quando são penetradas pela primeira vez.

-Vou passar o resto dos meus anos lhe compensando por aquilo, falei.

-Eu fechei os olhos e comecei a imaginar e a fingir que você me desejava.

“O quê?!” Que porra ela estava dizendo?!

-Fingir? Como assim?

Questionei estreitando-a ainda mais entre os braços. Ela deu uma risadinha sem graça, e afastou os cabelos do rosto, fitando-me com os olhos enevoados pelo clímax da agora há pouco.

-Eu não podia acreditar que um homem como você, bonito, másculo, inteligente e viril iria se interessar por uma garota ingênua como eu, respondeu dando de ombros e desviando o olhar.

-Bella.

Chamei.

-Eu era uma tola, uma adolescente desajeitada naquela época. Enquanto você já havia atingido a maioridade e despertava suspiros por onde quer que passasse. Poderia ter a garota que quisesse aqui em Caldwell.

Segurei em seu rosto, forçando-a a olhar diretamente nos meus olhos.

-Nunca mais diga isso. Nunca me deixe ouvi-la dizer algo assim novamente.

Seu olhar relaxou como se sorrisse.

-Fingir... Pelo amor de Deus, Bella. Eu queria tanto você até que não conseguia pensar em outra coisa! Eu te desejava e ainda te desejo com loucura! Há anos.

Eu precisava que ela acreditasse naquilo com sua alma.

- Olhe para você.

Minha voz não era mais que um sussurro, enquanto levei a mão a sua nuca, segurando-a, inclinando-me sobre ela até ficar totalmente por c ima de seu corpo feminino e macio.

-Você me faz tão duro que eu mal consigo respirar. Quando estou longe, como no trabalho, perco o foco do meu raciocínio diversas vezes ao dia. Basta pensar em você para o meu mundo virar de ponta cabeça.Eu não posso nem raciocinar direito quando estamos juntos assim. Só consigo pensar em como é bom estar dentro de você, te fazer minha e ter a certeza de que vamos fazer amor de todas as formas possíveis e imagináveis até o resto de nossas vidas.

Falei com reverência e seriedade. Ela sorriu preguiçosamente sentindo meu pau pressionar suas coxas.

-Até que a morte nos separe?

Questionou arranhando minhas costas levemente com aponta das unhas.

-Que seja, mas eu prefiro a frase “Enquanto nós dois estivermos vivos”, respondi depositando pequenos beijos em sua jugular, que pulsava acelerada. Ela estreitou os olhos em fenda e uma pequena risada saiu dos seus lábios rosados, enquanto ela ondulava os quadris arredondados contra o meu corpo.

-Eu senti isso.

Falou se referindo ao meu pau duro como pedra outra vez. Havia pura satisfação na sua voz.

-Sei disso. Eu estaria preocupado se você não sentisse, falei em tom divertido. Ela era o meu amor e a minha ruína. Se lhe acontecesse algo ou se alguém fizesse algum mal a Bella estaria me destruindo também. Ela bocejou e eu arqueei as sobrancelhas numa pergunta silenciosa.

-Pare de me olhar assim, pediu gracejando.

-Apesar de ter dormido bastante, você está exausta, eu disse, virando-a contra mim, de forma que suas costas agora estavam encostadas ao meu peito. Ajeitei meu pau que nesse instante era praticamente como um vulcão para soltar lava ardente mais uma vez, ansiando que ele se acalmasse. Bella precisava de descanso. A gravidez pedia isso.

-Humm...

Ela gemeu baixinho movendo seu traseiro, que rebolou contra meu pau doído e tive de cerrar meus dentes diante da doce antecipação de prazer que surgiu dentro de mim. Eu a queria a noite toda. O dia todo. Todos os dias. Até o fim da minha vida. Escorreguei minha mão pelos seus quadris, alcançando o delta de sua feminilidade. Ela suspirou gemendo baixinho. Subi a mão espalmada para o seu ventre e senti um leve movimento. Bella ficou absolutamente imóvel, assim como eu. Apoiando-me em um braço, continuei acariciando seu ventre com a mão espalmada e outro movimento se delineou contra minha mão.

-Edward, ele mexeu, falou com os olhos úmidos.

-É, maravilhoso, eu disse emocionado, beijando o local onde senti os primeiros movimentos do meu filho.

-O milagre da vida. Todo bebê é um milagre, ela completou secando as lágrimas com as mãos.

-Será que as nossas brincadeiras o perturbaram de alguma forma, questionei ansioso.

-Não. Você ouviu o que o médico falou hoje à tarde, retrucou fazendo com que eu voltasse à posição anterior, deitado exatamente atrás dela.

-Humm...

Outro pequeno gemido deslizou pelos lábios dela, que pressionou sua bunda contra meu pau outra vez.

-Linda, você está brincando com fogo, respondi usando todo meu autocontrole. Ela estava cansada e o bebê havia mexido duas vezes seguidas. Bem ora meu desejo estivesse a ponto de estourar, eu não queria machucar nenhum dos dois.

-Quero me queimar, respondeu roçando a bunda em mim mais uma vez.

-Tem certeza?

Perguntei deixando minha determinação escorrer pelo ralo.

-Sim. De novo.

Exigiu resmungando, esfregando o traseiro contra meu o pau, a mão pequena e delicada sobre a minha. Era tentação demais para um pobre mortal como eu. Rapidamente me movi pegando o eixo do pênis com a mão, erguendo a perna dela e deslizando contra a apertada abertura da buceta quente e molhada. A buceta mais apertada que eu já tinha fodido em toda a minha vida. A mistura dos nossos sucos combinados facilitou a entrada e eu mergulhei insano naquele paraíso feminino, encaixando nossos corpos outra vez, me perdendo dentro dela.

-Edward, isso é tão bom...

Disse pressionando a testa contra o meu braço. Eu puxava meu corpo para fora e empurrava de volta, entrando e saindo, levando-a comigo em cada estocada de prazer. Eu queria ser mais delicado por causa do bebê, mas era difícil não ceder aos apelos do corpo de Bella. Foda! Ela era quente como lava pura, incandescente. E eu não podia parar de saborear. Mas eu queria mais. Abri ainda mais sua perna sobre a minha, descendo meus dedos até aquela buceta pulsante, encontrando seu clitóris inchado, o broto de nervos do prazer e comecei a esfregá-lo, fazendo-a contorcer-se contra minha mão, soltando um grito de surpresa e prazer.

-Isso, Bella.

-Ohhh... Edward...

Ela gemeu com meu pau enterrado em sua fenda estreita e meus dedos devastando seu ponto sensível. Lutei por ar. Meus pulmões queimavam. Eu não podia acreditar que já era tão bom assim. E que poderia ficar melhor a cada vez. Que ninguém poderia fazer isso por mim além dela. Me deixar insana, animal, selvagem, sem controle. Eu sussurrava exigente, rosnava mordiscando o lóbulo de sua orelha.

-Céus... Acho que vou morrer...

Resfolegou. Sua cabeça tremeu contra o meu braço, enquanto eu empurrava dentro dela mais uma vez, sentindo as ondas do orgasmo cada vez mais perto. Sim eu queria que ela morresse, desfalecesse de prazer nos meus braços, sentindo meu pau enterrado em suas entranhas.

-Diga o meu nome, pedi.

-Edward... Ohh, Edward, Edward...

As palavras cantarolavam uma doce melodia com o meu nome. Sua buceta quente ondulava e contraia apertando ao redor do meu pau enquanto eu a cobria, estocando mais e mais, meu lábios colados em sua orelha dizendo coisas obscenas como “o quanto eu amava foder sua bucetinha”, que aquela buceta era toda e somente minha, que eu a faria jorrar em espasmos de gozo, que ela gozaria muito... Eu sussurrava com os dentes trincados, pairando em suas costas, meus lábios rentes a orelha delicada. Caralho... Minha mente pervertida estava a todo vapor!

-Edward... Assim eu não vou aguentar...

-Quero sentir essa buceta quase estrangulando meu pau Bella, quero ver você sufocando pelo orgasmo, morrendo no abismo do prazer total, me trazendo para fora de mim... Deixando-me louco.

Consegui rosnar contra sua orelha. Ela gemeu alto. Um som gutural de prazer e necessidade.

-Você está quase lá, linda... Posso sentir seu clitóris pulsando nos meus dedos assim como sinto sua buceta em torno do meu pau também. Falei com a respiração descompassada.

-Eu também estou quase lá... As palavras explícitas de luxúria eram um aditivo poderoso, lascivo e envolvente, que mandavam sensações sexuais eletrizantes do meu pau grosso e cada vez mais duro à sua buceta apertada, convidativa e totalmente ensopada.

-Ohh... Edward...

Falou com a voz estrangulada, trazendo e esfregando o clitóris contra meus dedos, buscando alucinada, o alívio do gozo já iminente.

-Goze Bella. Eu quero sentir você gozar em volta de mim.

-Sim, sim, mais rápido. Oh, eu não vou suportar...

Falou aos arquejos, estremecendo, sendo açoitada por uma onda de prazer, girando, sugando-a em algum abismo corrente do êxtase arrebatador. Meus dedos circularam seu clitóris com mais urgência. Bombeei mais rápido dentro dela, empurrando com fortes e rápidas investidas, galgando o clímax que já se formava no interior de minhas bolas

-Eu... Vou... Gozar...

As palavras escaparam der seus lábios rosados enquanto eu grunhia como um animal selvagem. Vi Bella ser traspassada pelas ondas intensas do prazer, explodindo num orgasmo mágico. Sua buceta chupando forte o meu pau, como se quisesse sugar minha vida fora. Bella gritou e gritei junto, sentindo os tremores violentos me golpeando, me aquecendo de dentro para fora, me consumindo. Convulsionei agarrado aos seus quadris, derramando uma torrente de sêmen no interior daquela buceta, as sensações quase palpáveis balançando em torno de nós, envolvendo e balançando nossos corpos um contra o outro, deixando-nos perdidos. Eu estava perdido nisso. Completamente. Perdido na sensação das costas dela apertadas contra o meu peito. E foi aí que aconteceu uma coisa que nunca havia me acontecido antes. Senti meu pau inchar mais uma vez, latejar, bombar como se estivesse se exaurindo e esmorecer no calor que emanava de Bella.

Meu corpo exausto caiu e ela quase desfaleceu encostada a mim. Eu não tinha palavras para descrever a magia e a beleza do momento. Meu coração batia ferozmente. O de Bella também. Eu sentia o pulsar vital do órgão sob seus seios fartos. Ficamos ali juntos, extasiados, minha mente pairando na borda do meu subconsciente, minha perna agora sobre as dela, unidas. Não tenho noção de quanto tempo se passou até que nós dois conseguíssemos levantar.

PDV Isabella Swan.

O sexo havia sido intenso, único, magnífico. O sono veio em seguida. Dormimos abraçados sobre o tapete e logo depois a fome impôs sua vontade soberana. O bebê não me deixou dormir quieta. Sorri ao acordar com meu estômago roncando e chamei Edward em seguida. Ele me deu o sutiã, a calcinha e roupão, vestiu sua calça e em seguida subiu até o quarto pegando nossos roupões, vestindo o dele e trazendo o meu. Havia esfriado lá fora. A temperatura deveria estar em tono de 18 graus. Já agasalhados fomos até a cozinha fazer um lanche saudável e nutritivo. Sanduíches de peito de peru e queijo branco no pão integral, suco de uva natural, sem conservantes e de sobremesa iogurtes de mel, laranja e cenoura. Eu estava tão faminta que acabei tomando dois. Ele sorriu satisfeito.

-Gosto de ver você se alimentando bem, falou acariciando meu rosto com a ponta dos dedos.

-Bobo. Estou parecendo alguém morta de fome. Alguém que não via comida há dias, retruquei sorrindo.

-Uma linda morta fome, gracejou fazendo-me estirar a língua para ele numa careta. Levantei para jogar o lixo fora enquanto ele colocava a louça suja sobre o balcão da pia. E esperava por mim na soleira da porta. Me aproximei envolvendo sua cintura com os braços, ele beijou minha testa e me conduziu de volta para o salão de jogos.

-E agora?

Questionei olhando para a mesa de sinuca.

-Vamos discutir os planos do casamento, falou me dando um sorriso torto me fazendo derreter.

-Jogando sinuca?

Respondi com outra pergunta.

-Sim. Você joga?

Perguntou colocando as bolas estrategicamente sobre a mesa.

-Um pouco, falei pegando taco que ele me estendia, analisando e resolvendo trocar por outro.

-Eu lhe darei vantagens se precisar, falou sorrindo, tirando o roupão e me deixando hipnotizada com a beleza do seu corpo e atraída como um ímã pelo magnetismo que emanava dele.

-Bella?

-Não é justo, reclamei.

-O que não é justo?

-Me deixar aparvalhada desse jeito, respondi apontando para o tórax magro e definido. Ele lançou a cabeça para trás gargalhando e eu amei aquele momento.

-Aparvalhada?!

Dei de ombros.

-Não me veio nenhuma outra palavra a cabeça no momento. Você me faz cativa, prisioneira, me seduz como um vampiro faz com sua presa.

-Se era para subir o meu ego, saiba que está fazendo maravilhas.

-Coloque o roupão, pedi exigente.

-Não.

Arqueei as sobrancelhas, colocando as mãos na cintura fitando-o desafiante.

-Não?!

-Não, respondeu segurando seu taco junto ao peito.

-Tudo, bem como você quiser, eu disse levando minhas mãos até os quadris e fazendo minha calcinha deslizar pelas minhas pernas, movimento que ele acompanhou atentamente, apanhando-a, caminhando até ele e colocando a peça no bolso de sua calça. Ele estremeceu com minha aproximação. Exultei por saber que ele reagia a mim de forma tão intensa.

-O que está fazendo, perguntou com os a boca entre aberta, olhos verdes escurecidos pelo desejo.

-Tornando as nossas condições iguais, rebati fechando o cinto do roupão atoalhado por cima do roupão de seda, vermelho.

-Estou começando a gostar um pouco mais deste jogo, respondeu piscando um olho, debruçando-se sobre a mesa e colocando a bola de número três na caçapa do canto.

Notas finais
Bem amanhã postarei o cap. que estou "devendo" pra vocês meninas assim ficara tudo em dia.
Abraços
Kiki.