Armadilha Do Destino.
40 Capítulo 40 – Teia de sedução.
Notas iniciais
Hoje e aniversario da Tiih Meninas......
PDV Edward Cullen.
Nada me parecia mais lindo naquele instante que Bella nua entre meus braços com os cabelos soltos pelas costas. Ali era o lugar dela. A visão do corpo macio e feminino me perturbou a ponto de quase me fazer perder o controle. Busquei sua boca desesperado, apertando-a contra mim. Nós nos encaixávamos perfeitamente. Nossas bocas se encontraram e ela abriu os lábios, deixando-se beijar. Meus lábios estavam duros e famintos. Eu havia esperado muito por ela. Longos dias. Longas noites. Madrugadas demasiadamente infernais.
Devorei com sofreguidão, suguei e degustei os lábios rubros enquanto ela se segurava em mim, sua língua encontrando a minha numa carícia torturante. Louco de desejo, peguei em seus quadris levantando-a contra meu pau, enrolando as pernas bem torneadas em volta da minha cintura, levando-nos para cama, que aos meus olhos parecia agora muito distante. Eu queria me deixar levar pelo desejo acumulado, abraçá-la, tocá-la, fundir nossos corpos, afundar em seu interior, sentir o calor que emanava dela, fazê-la sentir o prazer que ela queria sentir, que eu necessitava sentir. Minha vontade era uma só: jogá-la no chão e possuí-la com urgência, enfiar meu pau de uma só vez naquela gruta molhada, e muitas vezes essa necessidade apagava todas as outras coisas. Mas era nesse momento de abandono que minha mente gritava em alerta: Eu precisava me controlar, pois ela estava carregando o meu filho no ventre. E aquilo eu não podia esquecer. Vendo que eu me mexia, ela me fitou com um misto de surpresa e desejo nos olhos escuros.
- O que está fazendo?
- Te levando para cama, respondi ajeitando-a nos braços, puxando seus quadris para baixo, fazendo com que sentisse a larga cabeça do meu pau latejante empurrando contra a sua entrada molhada.
Ela sorriu em resposta.
- Quero tanto entrar em você que estou prestes a gozar, apenas pensando nisso, vociferei apertando sua bunda com as mãos. Ela suspirou rodeando meu pescoço com os braços. Sem soltá-la, levei-a até a cama, deitando-a e me deitando sobre ela.
- Edward, gemeu baixinho sentindo a pressão do meu pau ansioso na borda de sua vagina.
- Quero você.
Falei mergulhando o rosto naqueles seios firmes e cheirosos. Deslizei minha língua na pele macia, sugando os mamilos rosados. Ela gemeu, estremeceu e arqueou as costas, oferecendo-se mais, sentindo o desejo ficar mais selvagem e incendiar-lhe o corpo.
- Diga que me quer, Bella.
Ela não poderia negar. Estava claro em cada pedaço de pele do seu corpo o quanto ela me desejava. Suas mãos começaram a percorrer meu corpo, tenso pela paixão.
- Sim, eu quero você. Mas isso não resolve nada.
- Resolve sim. Resolve todos os meus problemas.
Minha semana de abstinência principalmente, pensei. Por que ela não desistia de tentar resistir? Ela era minha, só minha desde que tinha quinze anos.
- Eu quero tudo de você Bella, tudo.
Falei contra seus lábios vendo-a fechar por um instante os olhos castanhos tempestuosos.
- Tudo?
Sussurrou.
- Sim. Solte-se, me morda, me aranhe, faça o que quiser, tigresa.
Ela balançou a cabeça num consentimento mudo. Meu pau latejou outra vez em busca de alívio, pressionando a buceta molhada e quente. Bella moveu os quadris de forma insinuante, pressionando-se mais contra mim, gemendo quando sentiu a grossa cabeça abrir sua feminilidade e entrar em seu corpo.
-Isso, linda. Você tem o controle, falei entre dentes.
Encostando sua testa em meu ombro, pressionou-se mais. Senti o quarto girar. O sangue latejava em minha cabeça. O prazer do corpo aveludado me recebendo era como uma cascata poderosa, forte, gerando um milhão de estímulos sexuais e elétricos que me engolfavam completamente.
- Edward...
- Eu sei, eu sei...
Ela balançou os quadris contra mim novamente eu não pude me conter, investi profundamente me enterrando naquela buceta deliciosa, esticando-a até onde ela não poderia mais ir. Seu calor me envolveu.
-Porra, Bella, isso é tão bom...
-Me tome Edward, gemeu num soluço.
Poderia um pedido ser mais doce que aquele?! Respirei fundo tentando controlar meus impulsos de macho.
-Não linda. Eu quero você no controle, falei deslizando para fora até quase sair dela completamente e entrando no paraíso daquela gruta quente outra vez.
-Não sei se consigo...
-Consegue sim. Dê tudo para mim, amor. Abra seus olhos e olhe para mim.
Falei com a respiração entre cortada.
-Veja meu rosto enquanto possuo você, falei.
Os olhos dela encontraram os meus. Seu rosto estava afogueado, os cabelos espalhados sobre o travesseiro. Vi estampadas nos lindos olhos castanhos as mesmas sensações que me consumiam. Olhar enevoado, as narinas frementes, o peito subindo e descendo com o ritmo descompassado da respiração. Deslizei para dentro e para fora, chamando-a,atiçando, provocando. Um choramingo rasgou sua garganta quando ela se moveu balançando os quadris contra mim naquela dança sensual, me apertando, me envolvendo, me tomando. Trinquei o maxilar desfrutando o crescente e expansivo prazer, nos rolando na cama, trazendo-a para cima.
-Cavalgue-me.
Ela obedeceu sem pestanejar, tomando impulso com os joelhos, as mãos apoiadas em meu peito, subindo e descendo, engolindo meu pau com suas dobras, os seios balançando eroticamente com os movimentos. A luxúria dominou meus sentidos e a minha mente. Luxúria. Uma luxúria como nada que eu já tinha conhecido antes. Jamais. E em matéria de sexo eu já tinha conhecido de tudo e mais um pouco.
Mas era Bella. E eu tinha uma fome louca, desenfreada, mundana e feroz por aquela mulher. Minha mulher. Mas eu precisava ser forte e me conter para não machucar o bebê. Ela intensificou os movimentos, jogando a cabeça para trás. Segurei seus quadris, forçando-a a entrar num ritmo mais leve, mas foi em vão. Senti as ondas do orgasmo se construindo, crescendo. Bella choramingou outra vez . Suas paredes se apertaram no meu pau, como uma torquês forte, rígida e prazerosa. Meu gozo me rasgou de cima a baixo, preenchendo sua cavidade quente, me levando a um turbilhão de sensações magníficas. Ela gritou alto e em seguida, caiu deitada sobre mim. Nossa entrega havia sido mútua e total.
Acariciei suas costas com a ponta dos meus dedos, enquanto tentava recuperar o domínio de mim mesmo, fitando-a com carinho. O nome dela rodava em minha mente, inúmeras vezes, como se um bando de mariposas se chocasse contra uma luz invisível. Por fora eu estava aparentemente saciado, mas por dentro meus pensamentos se agitavam freneticamente. O corpo dela brilhava de suor, o cabelo escuro estava caído para o lado e alguns fios grudaram na testa, mas seus olhos luziam saciados. Minhas primeiras palavras foram:
- Você está bem?
Ela apenas assentiu e continuou deitada sobre mim, escondendo parcialmente o rosto na curva do meu ombro, ainda sem forças para falar.
-Tem certeza de que está bem? E o bebê?
Insisti inseguro. Ela sorriu da minha ansiedade.
-Nós dois estamos ótimos, Edward.
-Que bom. Eu fiquei preocupado por um momento, falei conseguindo relaxar com sua resposta.
-Tenho uma proposta.
Falou mordiscando o lóbulo de minha orelha, fazendo meu pau inchar em resposta.
-Que tipo de proposta?
Perguntei ainda impressionado com a rapidez com que meu corpo estava reagindo após um orgasmo avassalador.
-Que tal um banho?
Sugeriu com um ar travesso.
-O que está aprontando Isabella Marie Swan?
Perguntei estreitando meus olhos, adorando ela ter tomado a iniciativa.
-Você me levou para cama. Agora eu vou te levar para a banheira.
Respondeu ficando de pé e puxando-me pela mão. Ela foi na frente e eu segui imediatamente atrás, vendo aquela bunda firme e arrebitada balançar suavemente com seus passos diante dos meus olhos, deixando meu pau enlouquecido.
- Está tentando me seduzir?
Ela sorriu em resposta.
-E se eu estiver?
Dei um sorriso lascivo e maquiavélico.
-Vou adorar cada minuto, falei em expectativa.
-Dois podem jogar este jogo, Edward Cullen, disse com os olhos carregados de promessas.
Andou nua pelo banheiro fazendo com que eu apreciasse cada curva e detalhe do seu corpo macio. Inclinou-se sobre a banheira abrindo as torneiras ao mesmo tempo, regulando a temperatura da água, empinando seu traseiro para cima, fazendo com que mil e uma idéias pervertidas invadissem minha mente libertina. Em seguida levantou molhando os dedos na água morna e levando a mão até o vale entre os seios firmes deixando que as gotas escorregassem livremente, fazendo um biquinho e fechando os olhos quando a água descia pelo seu corpo. Eu observava a tudo hipnotizado. Meu pau urrou e cresceu ainda mais, se é que aquilo era possível. Ela prendeu os cabelos e vagarosamente passou a língua pelos lábios enquanto sua mão acariciava a parte interna da coxa movendo-se para cima e para baixo, me deixando louco de ciúmes. Como eu podia ter ciúmes das mãos dela?! Era insano!
-Bella...
Gemi baixinho.
-Linda, eu não agüento mais. Você está me torturando. Pare com isso, sim?!
Ela deu um sorriso preguiçoso e aproximou-se de mim suavemente, como uma gata no cio, ronronando e rondando seu parceiro.
-Minha vez, Edward.
Disse empurrando-me delicadamente para trás ao mesmo tempo em que a banheira atingia o nível adequado de água e desligava automaticamente. Respirei fundo ao sentir sua boca nos meus mamilos, a língua doce brincando naquela zona erógena. Suas mãos desceram firmes pelas minhas coxas, acariciando os pêlos, subindo vagarosamente. Respirei fundo quando senti suas mãos no meu pau, massageando-o e tocando-o em toda sua extensão. Ela sorriu ao sentir o líquido pré- seminal despontando. Baixou a boca pequena até lá, dando pequenos beijos e recolhendo tudo com os lábios. Minhas pernas fraquejaram, minhas narinas tremeram. Eu queria meu pau dentro daquela boa agora. Queria ver e sentir Bella me chupando com vontade, mas ela me surpreendeu...
-Ainda não.
-O que?!
Sussurrei em meio às sensações inebriantes.
-Vou lhe dar um banho primeiro, respondeu divertida.
-Agora?!
Devolvi frustrado.
-Sim, ela respondeu quase rindo da minha cara. Puxando pela mão ela me colocou ao lado da banheira, e tocou todo o meu corpo com a ponta dos dedos e a boca me deixando e ponto de explodir. Em seguida me fez entrar e sentar na banheira, apoiando minha cabeça na borda enquanto ela passava sabonete numa esponja de banho e inclinava-se sobre mim para me ensaboar. Com os movimentos os seios dela balançavam, os bicos duros implorando parta serem tocados. Entrei no jogo gemendo com a lenta exploração que ela fazia no meu corpo e com a sedução de vê-la nua, mas sem poder tocar.
Ela me lavou de cima a baixo e de baixo a cima a passo de tartaruga, demorando especialmente no meu pau, descendo para minha bunda e subindo de volta para o meu peito de forma proposital, esfregando a esponja em movimentos circulares, deliciosos e torturantes, deixando sempre os seios à mostra, balançando de forma provocante ao menor movimento que fazia. Eu estava na borda, no limite máximo da luxúria que um homem poderia suportar e ao perceber que ela não tinha intenção de parar tão cedo, segurei sua mão, jogando a esponja libidinosa longe.
-Chega. Por Deus Bella, eu juro que vou gozar em três segundo se você não parar com isso, sua provocadorazinha.
Disse em protesto começando a me levantar, mas ela não permitiu que eu saísse da banheira e entrou na água ajoelhando-se diante de mim, me fazendo grunhir em antecipação.
-Eu quero você na minha boca, contra a minha língua. Aqui e agora.
-Foda, Bella, você está me matando dizendo essas coisas doçura, falei com a voz estrangulada.
-Eu quero chupar você, Edward. Quero sentir seu sabor na minha língua, me invadindo.
Ela queria me enlouquecer com certeza, pensei ao vê-la se aproximar lentamente, envolvendo os dedos delicados em torno da minha grossa haste. Gemi. Eu queria vê-la me chupar. O hálito morno me deixou completamente arrepiado. Sua língua brincou lambendo minha glande úmida e eu gemi outra vez. Caralho... Aquilo era lindo demais. Ela abrindo a boca e me recebendo, indo e voltando, lambendo, chupando, deslizando os dentes, me fazendo delirar. Levei uma mão ao seu pescoço, incentivando-a e ela gemeu com metade do meu pau na boca, no empurrão o meu pênis. Inesperadamente, ela curvou a língua sob o lugar sensível debaixo da ponta, esfregando, friccionando com a língua, lambendo-o. Minha respiração ameaçou faltar. Gotas de suor brotaram em minha testa. Aquilo eras tão fodidamente delicioso que eu só queria prolongar a sensação para sempre. Ela sabia como eu era grande, mas ela não se importou. E eu era todo dela. Todinho.
O calor úmido da boca feminina boca cercou minha glande novamente, a língua deslizando sobre minha estreita fenda, os dedos cariciando minhas bolas sem parar. Eu estava morrendo aos poucos, me desfazendo. Meu prazer cresceu em ondas gigantes, fortes, indomáveis, ferozes.
-Chupe minhas bolas, linda.
Pedi. Eu queria gravar na memória aquelas cenas como num filme. Ela obedeceu e lambeu minhas bolas de cima a baixo, indo e voltando. Dei um longo suspiro de prazer.
Com meus olhos em fenda vi quando se movimentou outra vez, voltando para o meu membro, concentrando-se nele. Quase urrei quando vi parte do meu pau enchendo todo espaço apertado daquela boca deliciosa. Aquilo era bom pra caralho, muito bom. Delícia... Maravilhoso.
-Porra... Você fica linda com a boca cheia, doçura. Meu pau... Deslizando nessa sua boca... Está... Está me matando, mas se não sair daí logo vou gozar na sua boca, falei com a respiração descompassada sentindo os músculos do meu abdome se contraindo. Ela apenas gemeu em resposta, intensificando os movimentos com a boca, sugando-me mais, absorvendo toda a cabeça do pau com famintas e fortes chupadas. A sensação foi de pura e deliciosa agonia. O prazer rasgou através do meu corpo como uma enxurrada rápida desgovernada. Meu grito alto ricocheteou nas paredes embaçadas do banheiro. Jorrei em sua boca, descendo pela garganta abaixo. Ela gemeu e engoliu cada gota, sem tirar a boca do meu pau, continuando a me chupar com vontade, como se estivesse com fome. Eu estava no Paraíso. Em êxtase absoluto. Cada ondulação contínua da boca feminina pequena e quente me lançava mais longe no abismo do orgasmo. Meu corpo inteiro tremia. Parecia que eu teria uma síncope, um derrame ali mesmo em pé, dentro da banheira.
Ela então ficou de pé, aproximando sua boca da minha. Puxei para os meus braços, colando nossos lábios num beijo fremente, urgente, sentindo meu gosto árido em seus lábios rubros, descendo minhas mãos ansiosas até aquela bunda empinada e apertando com força. Ela gemeu involuntariamente contra minha boca, meu pau relaxado encostando na vagina depilada e inchada de tesão.
-Agora se prepare porque vou retribuir com o mesmo prazer... Vou brincar com sua buceta até você implorar para gozar em minha boca.
Falei deslizando meus lábios em seu pescoço perfumado, sentindo-a prender a respiração.
Notas finais
Um Beijo Grande no seu coração
Kiki
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