Armadilha Do Destino.
14 Capítulo 14 – Não Adianta Negar – Parte II
Notas iniciais
PDV Edward Cullen.
“A vida é a arte do encontro, muito embora permeada de inúmeros desencontros, mas só pode ser compreendida, quando se olha para trás e só pode ser vivida, olhando-se para frente.”
Durante dez anos eu acreditei que ela era uma falsa, uma maldita traidora. E agora eu tinha certeza. Bella era uma perfeita atriz. Lembrei-me da conversa que tivemos quando perguntei sobre o pai da criança...
“Posso saber o que o pai dela fez a você?!
– Ele me abandonou!
Um misto de choque e espanto genuínos me tomou. Eu não conseguia a creditar... Bella havia sido abandonada?!
– O pai de sua filha deixou você?! Então esse homem merece os parabéns, pois ele lhe deu uma boa lição!
Senti quando ela estremeceu.
– Maldito seja Edward Cullen! Maldita a hora em que você achou de aparecer aqui em Lexington e cruzou a soleira da minha porta!
Ela estava se defendendo. Eu sabia muito bem reconhecer aquela tática. A melhor defesa sempre é o ataque.
– Você o amava?!
Perguntei com insistência.
– Sim!
Sua afirmação doeu em meu peito.
– Tsc, tsc... Que pena não é mesmo?!
– Você sempre foi um rebelde insensível!
Ela tentou fugir, mas eu não permiti. Então ela me esbofeteou e eu perdi a cabeça de vez.’’
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Mas agora eu sabia que o pai da menina era eu. As palavras reverberaram em meus ouvidos, ameaçando minha sanidade mental... Será? Um nó havia se formado na minha garganta. Será que Isabella realmente havia me amado um dia?! Engoli em seco, sentindo meu peito aquecer com a possibilidade, uma pontinha de esperança renascendo lá no fundo.
Entretanto, que história mais esdrúxula era aquela de que eu a tinha abandonado?! Ela é que tinha me mandado embora da cidade, isso sim! E agora queria dar uma de vítima, invertendo os fatos e mudando o jogo a seu favor, mas isso eu não permitiria.
Ouvi o clique da maçaneta ao girar e alerta, me levantei, esperando que entrasse e fechasse a porta. Ela usava uma calça de malha cinza chumbo a qual já tinha visto dias melhores e uma camiseta folgada cor de rosa. Analisei-a por um momento. Que estranho sentimento era aquele que a sua simples visão desencadeava no meu íntimo?! Eu a havia amado com todas as minhas forças. Teria este sentimento sido tão forte a ponto de sobreviver à cruel rejeição de dez anos atrás?! Ou era apenas uma reles desculpa para que eu pudesse desfrutar daquela parceria mágica e única na cama, uma desculpa para me deixar levar pela imperdoável e incontrolável luxúria, pela sensualidade presente em cada pedaço de pele daquela mulher?!
- Ela dormiu?
Perguntou secando os cabelos com uma toalha e sorrindo.
- Sim.
Meus olhos eram frios, minhas palavras pesadas e medidas.
- E a febre?
- Baixou.
Respondi com secura. Ela me fitou por um momento, estreitando os olhos. Precisei respirar profundamente, tomar o ar que ameaçou faltar em meus pulmões.
- Você deu a luz a minha filha e não me contou?
Ela tropeçou e derrubou a toalha no chão, fitando-me com os olhos arregalados. Com muito esforço consegui me controlar e prossegui:
- Você a carregou dentro de si durante nove meses e não se deu nem ao trabalho de mandar me avisar?!
- Como? Como você...
Ela não tentou mentir ou disfarçar.
-Eu dei banho nela Isabella. Eu tive todas as boas intenções, as melhores intenções do mundo. Tem alguma idéia de como fiquei quando vi em Vanessa a marca de nascença da minha família?! Eu soube na hora que ela era minha!
Cuspi com ódio. Ela escorregou até o chão e abraçou os joelhos, mortificada.
- Renesmee.
Ela disse emocionada.
- O que? Quem é Renesmee?!
Sobre o que ela estava falando?!
- O nome dela é Renesmee. Eu quis homenagear as duas avós, sua mãe e a minha.
Falou num fio de voz. Empalideci mortalmente ao escutar tais palavras. Ela havia juntado o nome da minha mãe com o da mãe dela e colocado em nossa filha.
- Meu Deus! Outra mentira?! Por que me disse que ela se chamava Vanessa então?!
- Para que você não ligasse os fatos, respondeu cinicamente sustentando o meu olhar.
Mulher maldita!
- Que tipo de mãe é você que renega a sua própria filha o direito de ter um pai, privando-a de tal convivência, preferindo que ela nasça ilegítima a falar com o pai dela e contar a verdade?! E ainda mente sobre o verdadeiro nome da criança?! Sobre o que mais você mentiu Isabella, FALE!
- Você não tem o direito de falar assim comigo Edward Cullen!
Bradou pondo-se de pé como uma gata furiosa, apontando o dedo em riste em minha direção.
- Você me abandonou, foi embora sem me dizer uma única palavra sequer! Me largou sozinha e grávida com apenas quinze anos.
- Não distorça os fatos, Isabella! Sua mente pode ser deturpada, mas eu sei exatamente como tudo aconteceu!
Com dois passos eu estava junto dela, segurando-a pelos ombros, prensando-a contra a parede, enterrando meus dedos em sua carne.
- Sua desvairada! Você não tem coração?! Vai se arrepender por ter me negado minha própria filha!
Gritei em sua face, fazendo-a estremecer involuntariamente.
PDV Isabella Swan.
Naquele momento eu senti toda a fúria que o assolava e temi pelo que ele poderia fazer contra mim.
- Eu deveria quebrar seu delicioso pescoço em dois. Sua ordinária e sem coração! Você me manteve afastado da minha própria filha de propósito, roubou a infância dela de mim, privou a criança de um pai por puro egoísmo!
Engoli em seco. Ele estava fora de si.
- Nunca pensei que você se importaria, respondi com dificuldade. Edward estava me machucando.
Seus olhos dardejaram furiosos.
- Me importar?! Que tipo de homem acha que eu sou?! Ela é minha filha e você pensou que eu não me importaria?! Que minha mãe antes de morrer poderia ter conhecido e amado sua única neta?! Que eu poderia ter pegado Nessie no colo, acalentado, acompanhando o seu crescimento?! Sua resposta é achar que eu não me importaria?! Como você pode ser tão cínica?! Vai ter que arranjar uma explicação melhor do que esta! Achei que com o passar dos anos seus caprichos de menina mimada já teriam sido superados, mas vejo que desta vez me enganei redondamente. Com certeza é melhor ser uma Swan bastarda que uma Cullen legítima, na sua opinião!
Apesar do medo, consegui sustentar o seu olhar intimidante. Ele continuou a falar, possesso.
- Seria tão degradante casar com o pai de sua filha?! Colocar o meu sobrenome na certidão de nascimento dela?! Você nos roubou este direito Isabella!
Rosnou com um grunhido abafado saindo de dentro do seu peito.
- Não me faça odiá-lo mais do que eu já te odeio Edward.
- Foi divertido nos ver juntos aqui na Pousada? Sentiu prazer e achou engraçado me ver conversando com ela sem ter idéia de que sou seu pai?!
Crispei meus lábios para não baixar o nível e começar a xingá-lo.
- Se você não falar baixo vai acabar acordando-a.
Ele deu uma risada abafada e amarga.
- Ótimo! Assim ela saberá de uma vez que eu sou seu pai e que a mãe não passa de uma mentirosa sem escrúpulos, que a enganou durante todos esses anos.
- Não ouse! Ela está doente Edward! Renesmee precisa de cuidados e de atenção nesse momento, então me poupe dos seus discursos pomposos e surrealistas. Você está com a consciência pesada. Descobriu por acaso que tem uma filha e por isto quer inverter os fatos e bancar a vítima, o ofendido, mas nós dois sabemos muito bem como as coisas aconteceram! Você não me quis e consequentemente não quis o nosso bebê!
- Vá para o inferno!
Falou entre dentes.
- Estou nele desde que você cruzou a soleira da minha porta, Edward!
- Eu sempre soube que você tinha vergonha de mim. Mesmo quando gemia de prazer nos meus braços e implorava para que e a possuísse no galpão, mas nunca pensei que seu orgulho fosse maior que o bem estar da sua filha.
Vergonha dele?! Do que ela estava falando agora?!
- O que você pensa está dizendo?! Renesmee é e sempre será a pessoa mais importante da minha vida!
- Duvido muito. E não pense que isso vai ficar assim, Bella. Perdi nove anos e agora quero a minha filha comigo!
Gelei mortalmente quando escutei aquilo, mas antes que eu pudesse retrucar, fortes batidas foram ouvidas à porta. Edward praguejou e me soltou quase que imediatamente. Procurei me recompor, ajeitando minha postura e agradecendo mentalmente a Deus pela interrupção providencial. Era Ângela. Ela usava uma camisola de malha larga, surrada e estava com uma expressão desolada em seu rosto.
- Oi Angie.
Achei que ela estivesse ali devido a acalorada discussão entre mim e Edward, que tinha ouvido alguma coisa.
- Bella...
- Sim?
- A Sue acabou de telefonar...
Imediatamente a preocupação me invadiu. Edward a ouviu e aproximou-se devagar.
- O que houve, o que aconteceu Angie?!
-Seu pai Bella.
- Papai?! Que tem ele?!
A aflição era crescente em meu âmago.
- Ele faleceu Bella, eu sinto muito.
Um misto de dor e choque me invadiu. Cambaleei para trás desnorteada, batendo de encontro ao peito rígido de Edward, logo atrás de mim. Eu estava tonta, zonza, enjoada... Ele me segurou, me levou até uma cadeira próxima a cama, e me sentou com cuidado avaliando minhas reações.
- Eu sinto muito Bella, Ângela repetiu.
Não conseguir dizer nada. Meu pai havia morrido?! Não, não podia ser verdade. Eu queria falar, questionar, responder, dizer alguma coisa, mas as palavras subitamente sumiram em minha garganta. Seria alguma brincadeira de mau gosto?! Mas Ângela havia dito que Sue tinha ligado. E ela era boa demais para brincar com um assunto sério como este. A dura realidade me atingiu como um raio. Meu pai tinha morrido. Eu teria de me acostumar com a idéia. Eu só conseguia pensar em como as coisas poderiam ter sido diferentes se ele tivesse me criado com um pouco mais de amor e menos rigidez. Uma pontada de culpa tingiu meu peito fazendo as lágrimas brotarem quentes e abundantes. Me senti a pior das filhas por não visitá-lo a mais de três anos e agora ele se fora. Para sempre. E eu não teria mais esta oportunidade, nunca mais eu o veria outra vez...
- Oh, Deus!
- Bella?
A voz de Edward chegava como uma névoa aos meus ouvidos. Consegui olhar para ele, mas continuei sem conseguir dizer nada. O remorso veio com força total. Ele morava apenas à uma hora de distância, mas eu fazia de tudo para evitar ir até lá. Eu adiava as visitas constantemente, pois tinha a desagradável e incômoda sensação de que eu e Renesmee éramos um fardo para ele, uma obrigação, um erro que ele lastimava ter em sua vida.
- Por favor, pegue um copo d’água com açúcar para ela, Ângela.
Ele pediu. Ângela desapareceu pela porta.
- Bella, respire. Sei o quanto a situação é difícil, mas você precisa se acalmar está bem?!
Respirei profundamente.
- Oh, Edward, eu...
As palavras saíram aos tropeços. Ele me abraçou. Era um abraço puro, forte, solidário. Não havia ali mais nenhum traço da ferocidade e da raiva que ele destilara contra mim minutos antes.
- Vai ficar tudo bem, eu prometo, ele disse com o rosto em meus cabelos.
- A pesar das nossas desavenças ele era o meu pai. E eu nunca disse que o amava Edward.
Por que a vida não havia nos dado a oportunidade de conversar uma última vez e tentar fazer as pazes?!
- Shh... Não se torture assim...
Meus lábios tremiam, minhas mãos também. Apertei-me mais contra ele e permiti que todas as emoções represadas e enterradas profundamente durantes anos finalmente viessem à tona. Lembrei de todos os momentos bons e na maioria das vezes ruins que vivi com papai na fazenda. As poucas vezes que o vi sorrir durante aqueles anos, o dia em que ele me mandou embora de Twilight, de como me senti sozinha ao chegar na casa dos Weber, do quanto eu desejei ter a minha mãe por perto.
Chorei alto, os soluços dolorosos revelando a Edward naquela instante o quanto eu havia guardado de sofrimento em meu interior, trancando tudo a sete chaves em meu peito, acorrentado em meu coração. Ele aceitou tudo permanecendo ao meu lado, embalando-me com carinho, murmurando palavras de conforto gentilmente, consolando-me até que eu me acalmasse um pouco.
- Nós nunca fomos muito próximos, mas eu não queria que as coisas terminassem assim, eu juro. Se o tempo pudesse voltar...
- Ele sabia Bella. Tenho certeza de que Charlie Swan sabia que você o amava. E do jeito dele, ele também te amava, pode apostar nisso.
Como eu desejava poder acreditar naquelas palavras... Ângela retornou com o copo cheio até a boca e me entregou.
- Deus... Eu e Renesmee estamos sozinhas agora...
Lastimei olhando para o copo e minha mão.
- Beba tudo, Edward pediu.
Assenti e tomei a água açucarada até a última gota.
- Precisamos nos arrumar para a viagem, falou Angie pesarosa, ajeitando mais uma vez os óculos sobre o nariz.
- Ok. Vou fazer as malas e depois acordo a Nessie.
Respondi secando as lágrimas com as mãos, sentindo um enorme peso sobre as minhas costas.
- Vou ligar agora mesmo e pedir a Irina que venha tomar conta da pousada por dois dias. Irei com vocês, mas tenho de voltar logo, disse Ângela.
- Obrigado Angie. Eu não sei o que faria sem você, respondi levantando da cadeira. Edward permanecia em silêncio. Ela sorriu.
- É para isso que servem as amigas.
Retrucou.
- E a propósito, Edward já sabe sobre Nessie, tentei falar de forma tranquila. Eu não poderia esconder aquilo da minha melhor amiga, pois a descoberta traria mudanças inevitáveis para nossa pacata vida na Pousada Weber.
- O que? Como? Quando?
Perguntava com os olhos arregalados, muito espantados, alternando o olhar entre mim e Edward. Suspirei pesadamente, enquanto ele a fitava levando as mãos aos bolsos da calça simultaneamente.
- Eu dei banho nela. Vi o sinal da minha família em suas costas.
Minha melhor amiga estava muda, estatelada, paralisada no lugar como se houvesse um bloco de cimento fresco agarrado aos seus pés. Ela não sabia o que esperar, por isso resolvi interferir.
- Tudo bem Angie, conversaremos sobre isto depois. Agora temos que ir até Caldwell providenciar um funeral.
Ela assentiu e girou sobre os calcanhares desaparecendo pela porta.
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Quando tudo estava arrumado no Volvo, acordei Renesmee, entreguei-lhe um vestido azul estampado de malha para vestir e contei que seu avô havia morrido. Ela permaneceu em silêncio e depois me abraçou dizendo que não era para eu ficar triste, pois eu ainda tinha a ela. Não consegui segurara as lágrimas outra vez e agradeci a Deus por ter me abençoado, dando-me uma filha tão especial.
Tudo devidamente organizado nos carros. Edward, eu e Nessie, iríamos juntos no carro dele e Ângela e o policial Seth Clearwater viajariam no meu. Depois de todas as recomendações feitas a Irina, nos acomodamos nos veículos e partimos. Pela primeira vez em muito tempo eu não me sentia nervosa na presença de Edward, pelo contrário. Parecia perfeitamente natural que ele estivesse ali naquele momento de dor e ansiedade. Nesse instante ele exalava uma aura de calma, tranquilidade e paz que daria inveja a muitos homens. Ele estava acostumado a comandar, a tomar a frente das situações, a decidir. Agora eu percebia mais claramente o quanto ele havia mudado, embora sob aquela fachada controlada de homem maduro ainda vivesse o cowboy sedutor e rebelde por quem eu havia me apaixonado perdidamente. Como se notasse estar sendo observado ele virou-se em minha direção e apertou minha mão de leve com as suas, fitando-me diretamente nos olhos.
- Tudo vai dar certo, garantiu, acariciando suavemente os meus dedos.
- Eu sei, consegui responder.
Ele então voltou sua atenção para a estrada e manobrou o carro. A viagem parecia interminável, mesmo com Edward chegando ao limite máximo de velocidade permitido com o motor potente do volvo. A maior parte do tempo ele dirigiu com uma mão apenas, a outra segurando a minha, me dando o conforto necessário. Se Renesmee notou algo estranho, não disse nada. Eu realmente estranhei a falta de comentários da minha filha, mas talvez ela estivesse guardando suas perguntas e a sua curiosidade para um momento posterior, respeitando a dor que sabia que eu sentia naquele momento.
PDV Narrador.
Quarenta minutos depois, quando ultrapassaram a porteira da fazenda, Bella olhava a tudo ao seu redor com uma expressão chocada. Uma parte das terras havia sido dividida em lotes cercados individualmente e muitas pessoas trabalhavam ali debaixo do sol escaldante do Texas. A impressão que ela teve foi de que eles plantavam para si próprios e não para seu pai. O estado atual em que a fazenda Twilight se encontrava não lembrava nem de longe os abastados tempos de outrora, onde a fazenda era a mais próspera e imponente de toda a região. Aquilo incomodou Bella, porque ela não fazia idéia de que as coisas estivessem ruins daquela forma. O antigo celeiro estava caindo aos pedaços e o galpão onde as máquinas utilizadas durante o plantio e também na colheita, hoje era apenas a sombra da gigantesca construção antiga, precisando de reparos e de uma boa demão de tinta fresca.
Antes que Edward estacionasse o carro próximo a varanda do terraço principal, Bella avistou Jasper na varanda, com o ombro apoiado da soleira da porta, na companhia de Sue e de alguns velhos conhecidos do seu pai. O carro da funerária também se encontrava ali, bem como o agente funerário, que ao vê-la desapareceu pela porta principal da casa.
O xerife Emmett também estava lá de pé no terraço, para dar apoio e prestar condolências à família do falecido, embora não gostasse de Charlie Swan, ele gostava muito da viúva, que havia sido amiga de sua mãe no passado. Emmett olhou interrogativamente para seu irmão ao vê-lo ao lado da mulher que praticamente destruíra sua vida dez anos atrás, e ferozmente para o seu funcionário, o policial galã e conquistador Clearwater, por estar colocando sempre a sua vida particular, seus assuntos pessoais, ou seja, as mulheres, como prioridade e chegando bastante atrasado para assumir suas obrigações na delegacia, sobrecarregando assim os demais companheiros da polícia.
Continua...
Notas finais
comentários ????? recomendações ????????
Até amanha garotas.
Beijos
Kiki
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