Ark Survival- Sobrevivendo em uma ilha misteriosa
1 Capítulo 1- A ilha misteiriosa
Notas iniciais
Um jovem garoto de 13 anos estava na sala de aula, como qualquer dia normal, mal sabia ele que seria o início de uma vida de sobrevivência. Foi então que começou a passar mal e por fim desmaiou. O menino abriu os olhos lentamente para se acostumar com a luz forte, e quando abriu totalmente viu que estava em uma praia, diferente da que havia em sua cidade. Quando olhou para seu corpo, viu que estava somente com sua roupa íntima. Fora ter um mapa mapeado somente a sua posição e uma distância de 500 m de onde estava e um livro totalmente em branco.
(POV Ryan)
Prazer, meu nome é Ryan Hills, tenho 13 anos, branco, olhos azuis, cabelos pretos com mechas ruivas, 1m70cm e estou perdido em uma ilha totalmente estranha. Se queria sobreviver no meu primeiro dia aqui, teria que sair da praia e procurar suprimentos. Adentrei um pouco a mata que ali havia, para ver se encontrava algo comestível. Foi então que vi uma arvorezinha com umas frutinhas vermelhas. Já tinha ouvido falar delas, eram tintoberrys, comestíveis e usadas como ingredientes para algumas comidas. Peguei todas as frentinhas e sai andando comendo-as, e ver se achava um bom local para fazer um abrigo. Não demorou muito e achei um ótimo lugar embaixo de uma árvore gigante, onde fazia uma excelente sombra. Mas primeiro precisaria coletar recursos para começar á fazer a casa, então saí à procura de galhos de espessura média, grandes e resistentes, quando achei, comecei a carrega-los até o local onde faria o abrigo. Em seguida, fui atrás de palha, o que seria difícil achar aqui, mais acabei achando sapê, um ótimo substituto para a palha. Pequei folhas de bananeira, pois seriam úteis no futuro e pequeis a mais para era fibras a partir de suas olhas, para amarrarem o sapê nos galhos. Comecei a construção do abrigo, depois de um tempo, havia feito uma casa de sapê de tamanho modesto, ainda sobrou sapê para fazer uma cama. Fiz um caixote de madeira para poder armazenar minhas coisas, o que me levou mais tempo, e além de fazer uma fogueira. Coloquei madeira na mesma e a acendi fazendo atrito entre duas pedras. Peguei algumas frutas que havia recolhido no caminho quando pega os materiais, em seguida fui dormir. Acordei no dia seguinte antes do sol nascer, fui fazer minhas necessidades, comi mais algumas frutas e fiquei pensando. Precisava achar algum animal, pois não conseguiria viver somente de frutinhas. Fora o fato de que, poderia usar sua gordura, seu couro para fazer roupas para mim e suas garras, ou seja, o que tiverem para fazer algumas ferramentas. Apaguei a fogueira e pus a caminhar a procura de algum animal. Adentrei mais a mata ainda, a procura de algum animal, não demorou muito e avistei um pássaro com bico de tucano, era um dodô. Já os havia estudado na ala de biologia, não eram animais agressivos, mas era para estarem extintos. Mas deixando de lado isso, caminhei sem fazer barulho e saltei no mesmo, agarrando seu pescoço, para em seguida quebrá-lo. Isso pode parecer cruel, mas era a única maneira de sobreviver. Pequei um cipó ali perto e amarrei suas patas, e taquei por cima de meu ombro, só um não daria, teria que caçar mais. Depois de um tempo, voltei para casa com cerca de uns 10 dodôs, isso me sustentaria por bastante tempo, o problema era o armazenamento da carne, que estragaria e pouco tempo. Peguei uma faca que havia feito com madeira e pedra, e comecei a limpar os animais. Havia guardado suas carnes embrulhadas em folhas de bananeira num canto, e guardei suas penas, garras, bicos e gordura embrulhada em bastante folha de bananeira no caixote.
(POV Autor)
Na cidade de Nova York, uma mulher por volta de sues 30 anos, encontrava- se chorando muito pelo o que o policial havia dito. Seu filho desapareceu sem deixar vestígios, o nome desta mulher Nataly Hills, mãe de Ryan, que havia sumido misteriosamente há um dia. Ela voltou para casa, entrou e deixou sua bolsa no sofá, sua filha mais nova havia vindo vê-la e a viu chorando.
-O que foi mamãe¿-perguntou a garotinha.
Ela ficou pensando em como iria dizer a sua filha mais nova de 5 anos que seu irmão mais velho havia desaparecido sem deixar pistas. Após contar a sua filha, a garotinha correu para seu quarto e se jogou na cama, começando a chorar muito pelo seu irmão. Na ilha, Ryan havia terminado de comer a carne assada que tinha feito e começou a juntar os materiais para fabricar sua roupa. Já havia se passado algum tempo e Ryan já tinha feito uma camiseta de couro e estava na metade da calça de couro. Ryan parou de fazê-la, pois começou a sentir sede e a água que havia coletado no dia anterior acabou. Ele pegou seu cantil feito de couro e foi buscar no mar água. Pegou a água e voltou para casa, colocou a água para ferver e fazer com que perca todo o a sal contido nela, fora os patógenos. Depois de ficar potável a água, Ryan bebeu um pouco e guardou o resto da água em um canto da casa. As madeiras da fogueira estavam quase todas carbonizadas, Ryan saiu, pegou mais madeira e voltou para colocar mais lenha na fogueira. Decidiu fazer uma arma para se defender de um animal agressivo, para começo uma lança seria perfeito. Ryan saiu parta coletar fibras, que serviriam para amarrar a ponta da lança no cabo, pegou madeira para o cabo e pedregulho para ser a ponta da lança. Voltou para casa, pegou a faca e começou a talhar um cabo na madeira, em seguida amolou o pedregulho até formar uma ponta perfurante e em seguida amarrou a ponta com as fibras no cabo. Guardou a lança encostada na parede e foi dormir, pois no dia seguinte decidiu que iria explorar mias a ilha, para mapeá-la e ver se há algum animal agressivo.
Dinossauros nesse capítulo:
Dodô
Ficha: Raphus replicare (mais comumente conhecido como o pássaro Dodô) é possivelmente a criatura mais estúpida que já existiu. Ele vagueava em torno das praias, comendo bagas de arbustos, fora ele ser comido por todos os tipos de carnívoro. Sem o Dodô cadeia alimentar naquela época se desintegraria.

(Dodô)
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