Aqueles Que Sobreviveram.

2 Capítulo 2: explicações


Nunca havia visto alguma coisa parecida, fui até a minha casa, e adivinha, estava tudo coberto de sangue, e revirado, peguei algumas roupas minhas, meu celular e carregador, alguns suprimentos, e também uma espingarda que meu pai guardava, não sei porque, ele não atirava a uns 10 anos, mas eu peguei ela junto de algumas munições, então saí de casa, e fui para o primeiro lugar que me veio cabeça, o aeroporto que por sinal, também não tinha ninguém era um mundo praticamente vazio.

Fiquei com uma certa fome, decidi ir para um mercado, pois não queria gastar meus suprimentos,um mercado que havia ali perto estava cheio de comida, me enchi e ouvi um zumbido fiquei curioso, abri a porta e adivinha, a garota por quem eu me apaixonei na escola, seu nome era Maria, era uma menina de cabelos ruivos, crespos, caucasiana, uma menina muito bonita, mas muito linda, ela estava amarrada, e com um braço cortado tirei a faca da sua coxa esquerda e cortei a corda.

Ela me disse:

-Obrigada, pera ae você não me é estranho, já te vi em algum lugar-ela disse não lembrando de quem eu era.

-Somos da mesma escola, meu nome é Bruno, eu sento atrás de você.-Naquele momento meu coração começou a disparar.

-AH!é você- ela disse.

Nós dois começamos a conversar e eu a perguntei como tudo aquilo havia acontecido, e por que de tudo aquilo.

-Você não sabe?- Neguei- Foi um apocalipse zumbi, um vírus que transforma todo tipo de vida orgânica numa nova raça, uma raça que não usa 95% do cérebro, ou seja, um zumbi.

-Eu já sabia disso, eu fiquei com essa doença, mas meu pai deu um jeito de conseguir a cura, mas ela não existe mais. -

Ela ficou muito triste por saber disso, e por ver seus pais tentando lhe matar, mas ela sabia que eles estavam com o vírus, eu perguntei se havia mais algum sobrevivente, ele me disse que não sabia, mas devia, por que o vírus não pega em todo mundo, ele pega em QUASE todo mundo, são raríssimas exceções que não são contaminadas.

Nunca havia visto alguma coisa parecida, fui até a minha casa, e adivinha, estava tudo coberto de sangue, e revirado, peguei algumas roupas minhas, meu celular e carregador, alguns suprimentos, e também uma espingarda que meu pai guardava, não sei porque, ele não atirava a uns 10 anos, mas eu peguei ela junto de algumas munições, então saí de casa, e fui para o primeiro lugar que me veio cabeça, o aeroporto que por sinal, também não tinha ninguém era um mundo praticamente vazio.

Fiquei com uma certa fome, decidi ir para um mercado, pois não queria gastar meus suprimentos,um mercado que havia ali perto estava cheio de comida, me enchi e ouvi um zumbido fiquei curioso, abri a porta e adivinha, a garota por quem eu me apaixonei na escola, seu nome era Maria, era uma menina de cabelos ruivos, crespos, caucasiana, uma menina muito bonita, mas muito linda, ela estava amarrada, e com um braço cortado tirei a faca da sua coxa esquerda e cortei a corda.

Ela me disse:

-Obrigada, pera ae você não me é estranho, já te vi em algum lugar-ela disse não lembrando de quem eu era.

-Somos da mesma escola, meu nome é Bruno, eu sento atrás de você.-Naquele momento meu coração começou a disparar.

-AH!é você- ela disse.

Nós dois começamos a conversar e eu a perguntei como tudo aquilo havia acontecido, e por que de tudo aquilo.

-Você não sabe?- Neguei- Foi um apocalipse zumbi, um vírus que transforma todo tipo de vida orgânica numa nova raça, uma raça que não usa 95% do cérebro, ou seja, um zumbi.

-Eu já sabia disso, eu fiquei com essa doença, mas meu pai deu um jeito de conseguir a cura, mas ela não existe mais. -

Ela ficou muito triste por saber disso, e por ver seus pais tentando lhe matar, mas ela sabia que eles estavam com o vírus, eu perguntei se havia mais algum sobrevivente, ele me disse que não sabia, mas devia, por que o vírus não pega em todo mundo, ele pega em QUASE todo mundo, são raríssimas exceções que não são contaminadas.