Aquele que Juntava
29 Capítulo 29 – PLANO INFÁLIVEL
– Falei com o Flanjinha soble o seu teletlanspolte – Cebola falava de braços cruzados, tentando conter a raiva do inimigo odiado. – Ele disse que podelemos ir até o centlo da tela. O Astlonauta vai tentar fazer boa parte do tlabalho enquanto o Flanja e Eu tentamos desligar aquela coisa do Assimilador.
– E, como faremos isso? Quer dizer, o Assimilador tinha o poder e tudo mais... – Magali parecia preocupada com o, até então, furado plano de Cebola.
– Somos gênios, enquanto que o Assimilador é um qualquer – Palavras duras por parte de Cebola, que ainda desconhecia o inimigo. – Se ele desclobiu como usar aquela coisa, nós também podemos.
– E quando partiremos? – Perguntou Cascão com um tom de preocupação.
– No momento em que o Astronauta e Franja terminarem os reparos na armadura – Respondeu Mônica de antemão. – Acertei?
Cebola afirmou com a cabeça. Após isso, todos se separaram em silêncio, como se fossem dar uma última volta pela Terra. A desesperança era gigantesca. Afinal, o inimigo havia derrotado UM ANJO, coisa que julgavam ser impossível. Mônica se juntou à Magali, que sentava fora de sua casa enquanto acariciava o gato Mingau.
– Por que você defendeu o Assimilador daquele modo, Mônica? – Perguntou Magali enquanto dispensava o gato em seu colo.
– Bem, o poder dele vem do ódio, lembra? Então, se tentarmos não odiá-lo...
– Será difícil, Mônica – Interrompeu Magali enquanto olhava sorridente para o céu. – Quer dizer, talvez eu e você sejamos as únicas a não odiar completamente o Assimilador.
– Bem, eu não odeio em plano – Mônica parecia surpresa. – Mas, eu pensava que você o odiava após tudo aquilo que ele lhe fez.
– Ele é inocente, Mônica – A amiga de Magali se surpreendeu ao ouvir isso. – Tenho certeza que a culpa não era dele.
Talvez, seja sincronismo. Mas, o que acontecia enquanto Magali falava de Assimilador era a lenta caminhada do garoto Dudu. Dudu dava passos seguindo as gotas de sangue que encontrava.
– Eu vi nos olhos dele o tempo todo um pouquinho só de lucidez – Fala Magali, enquanto isso.
As gotas de sangue terminavam numa porta. Dudu colocou seu ouvido sobre a porta e tentou escutar algum barulho. Olhou pela fechadura e viu só um pouco de um magnífico quarto que se encontrava atrás daquela porta.
– Eu acho, Mônica, que o Assimilador...
E a porta foi aberta.
– Precisa de alguém.
Notas finais
Capítulos curtinhos surgirão, visto que estamos nos aproximando do finar. Entretanto, os próximos serão extensos. Bem extensos.
Agradeço novamente à todos os leitores.
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