Aquele garoto...

1 OneShot - Michael x Franklin


Notas iniciais
E então, vamos lá! =3

Sozinho dessa vez, já que é desafio, tenho que mostrar o MEU PODER de escrita.

Boa leitura! -3

- Kundaime.

Michael.

Estava em casa sozinho, como sempre, e, como era o que me restava, estava me masturbando.

Tocava rápido, até que meu telefone vibrou. Gozei na hora.

- Merda.

Me levantei e fui a cozinha e peguei o pano mais próximo, me limpando. Em seguida, puxei minha bermuda e limpei o sofá.

- Puta merda, se a Amanda ver isso, fodeu.

A porta abriu.

- Hey, Jimmy aqui e cheguei para foder!

- Ah, caralho!

Num susto, Michael sacou uma pistola que levava sempre e atirou em direção a Jimmy.

- Caralho, pai! — Jimmy se abaixou. — Que. Porra. Foi. Essa?!

- Que merda você quer que eu faça com você abrindo essa porta num estrondo e gritando feito um retardado?

- Mas não precisava tentar matar seu filho!

- Vai se foder, Jimmy!

E sai pela porta da frente.

*~*

Peguei meu celular e o visualizei. Amanda havia me enviado um SMS.

O abri.

" Michael, amor, por quê você não me atende! Estou preocupada! Jimmy já chegou? "

Desliguei-o e entrei no carro, só que minha vizinha apareceu no muro.

- Senhor Michael, o que foi...

Peguei a arma e atirei novamente para cima, e ela gritou e saiu correndo.

Sai do portão e parei com o carro do outro lado.

Peguei meu celular e liguei-o novamente, em seguida olhei minha lista de contatos.

" Táxi.

Amanda.

Jimmy.

Tracey.

Trevor.

Lamar.

Martin Madrazo. "

Até que cheguei em Franklin.

Não entendi bem o que senti naquele momento, perdi meu ar. Tossi e, automaticamente, cliquei para discar.

Tentei me acalmar e começei a pensar. Por que estou preocupado? É só um rolê.

Me imaginei na cama com Amanda para me acalmar, mas vi Franklin, e eu estava no lugar... Dela?!

" Michael? Michael! "

Sai daquela merda de pensamento, graças a Deus.

- Hey, Franklin. Garoto. Bem, você quer... Dar um rolê, beber, ir pro clube, sei lá...

- Opa irmão, passa por aqui.

- Beleza.

Senti meu membro endurecer, sem motivo algum, mas suspirei e segui o caminho.

*~*

Ao chegar no barraco dele, buzinei e baixei a janela.

- Opa brother, fala ai. — Disse ele.

- Entra ai. — Respondi. Começei a esquentar.

- Então brow, vamos aonde?

- Aonde quer?

- Partiu pro clube, já que é perto.

- Partiu, garotão.

*~*

Ao chegarmos...

- Hey, cara. Vou pegar uma bebida e ficar ali observando as minas dançarem, partiu?

- Vou ali esqueçer algumas... — Sai de mim e falei.

- Que? — O " meu " negão falou.

- Garoto, vou pagar uma sessão. Já venho.

Cheguei em Juliet e lhe entreguei uma nota de 50 reais.

- Meia hora, por favor.

- Claro, gatinho. — Ela me guiou até o quarto.

Lá, tirou os sutiãs e começou a dançar.

Fiquei olhando e começei a pensar. Quase falei para Franklin que iria ter que esqueçe-lo com uma vadia. Mas como?

Quase pisou na bola, Michael. Boa.

Juliet percebeu que eu não passei a mão nela, e ela sabe que, toda vez que ela me dá uma sessão, passo a mão toda nela.

Então, ela começou a fazer isso.

Esfregava seu bumbum sobre meu membro, e, aos poucos, puxava meu zíper e me lambia.

- Hum, Michael... — Ela me beijou.

Retribui.

Michael, você tem que esqueçer o Franklin. Faça isso!

Mas, como sempre, pisei na bola.

Abri os olhos e vi Juliet esfregando seus peitos em meu membro, que já estava para fora. Mas não era ela. E nem peitos.

Vi Franklin, esfregando seu bíceps em mim.

- O que acha, Michael? Huh?

Rosnei e passei a mão pelos bíceps dele, porém, sai do transe.

Ao realizer o ato, toquei nos peitos de Juliet e me soltei.

Puxei minha calça.

- Chega.

- Michael.

- Eu disse chega, Juliet!

Me levantei e sai da sala.

Fui até a moça e pedi um copo de Whisky. Okay.

Me aproximei de Franklin, e vi seu bumbum.

Ah, tão sexy e preto...

Roçei, calmamente, meu membro ali.

Ele arregalou os olhos e se levantou.

- Porra, cara. O que é isso?

Corei.

- D-Desculpa, fui passar e deu merda. — Gaguejei.

- Okay. Vamos embora dessa porra.

*~*

Saimos e fomos ao bar. Lá, jogamos sinuca e bebemos. Muito.

Saimos do bar e falamos merda, muita merda.

- Caralho Franklin... Você bebeu pra caralho, irmão!

- Porra, tomar no cú, e você, cheirou altas carreirinhas...

- Irmão, que porra mais louca foi essa!

Entramos no carro.

- Hey, cara. Que porra foi essa de você cheirar meu cú? — Disse o garoto.

- Quê?! — Me fingi de puto, mas admito que adorei ouvir aquilo.

- Sei lá, você se drogou pra caralho, dai, sei lá... Falaram que aconteceu algo assim.

- Merda! — Rezava mentalmente para não pular de alegria.

- Ei, irmão. Nem quero ir pro barraco da minha tia hoje, então, me leva na tua casa?

- Vou pensar...

- Porra, tú não é brother, caralho? Vai dar uma de Trevor, agora?

- Porra, Franklin! — Parei o carro. — Tú tem uma casa própria, por quê não dorme lá?!

- Minha tia tá lá, caralho! Deu um incêndio na casa dela, parece.

- Tá, tá. Eu te levo. — Eu já estava meio puto, mas tentei esqueçer.

Eu estou feliz, caralho! Cheirei o rabo desse negão! Eu sou foda!

Chegamos em casa e, graças a Deus, Amanda não estava em casa, apenas Jimmy e Tracey, porém Tracey estava no telefone e Jimmy jogando.

- Quer assistir algo? — Perguntei a ele.

- Não, cara. Tô morrendo.

- Então dorme lá no meu quarto, é capaz de, se a Amanda te ver no sofá, brigar comigo e minha cama é confortável.

- Partiu então, se não desmaio aqui no chão.

Como fui na frente, sorri. Pra não chorar.

Troquei minha roupa para meu pijama e, quando vi, Franklin estava deitado.

Me deitei ao seu lado.

- Caralho, Michael. Estou com insônia.

Se viramos um para o outro.

- Por que diabos eu cheirei seu cú? — Perguntei.

Rimos.

- Nós brigamos tanto, cara. — Ele disse.

- É, praticamente, por causa do Trevor. — Menti. — Tenho conversado com ele e aquele filha da puta já me encheu muito o saco.

Era uma mentira das boas. Fazia meses que eu não falava com o Trevor e, a ultima vez que eu o vi, fiquei de boa. Não brigamos.

- Ele é um babaca. — Disse Franklin.

Ficamos se encarando.

Seu rosto... era tão lindo. Me sentia protegido. Era mais novo, eu sei. Eu teria que protege-lo, mas... É tão grande, e forte.

Até que, em um momento, senti sua respiração.

Cada vez mais perto, até que nos beijamos.

Foi um beijo romantico e calmo. Ficamos parado.

Fiquei fora de mim, pois não percebi quem mexeu a língua, mas começou a se mexer.

Nos beijavamos deliciosamente, calorosamente. Tudo.

Até que nos separamos ao ouvirmos a porta bater.

- Familia, cheguei! — Amanda gritou lá de baixo.

- Caralho. — Franklin se levantou.

- Vai pra baixo da cama. Rápido.

Ele foi, e, no mesmo momento, Amanda entrou.

- Amor! — Ela veio me abraçando.

- Oi, querida. — A beijei.

- Licença, preciso tomar banho. Estou podre. — Ela disse, e me aliviei.

- Okay. — Dei um pequeno beijo nela e esperei ela entrar.

Quando ela entrou, chamei Franklin.

- Desce, rápido.

Guiei-o para fora de casa.

Quando ele estava fora, se virou.

- Ei, sobre aquele...

- Esqueçe aquilo. — E bati a porta na cara dele.

Eu havia conseguido. Sentei, encostado na porta. Eu, finalmente, beijei Franklin Clinton.

*~*

No dia seguinte, me levantei e botei uma camisa de manga curta, bermuda e um chinelo.

Para esqueçer tudo, tomei um banho na piscina. Mas nada aconteceu.

Pratiquei Yoga. Nada.

Até que fui pra cozinha, peguei um copo, a garrafa de Whisky e começei a beber.

Eu bebia loucamente. Não queria lembrar.

Era bom, mas não era certo.

Até que não aguentei mais. Peguei meu telefone e liguei para Franklin.

Ele atendeu.

- Hey mano.

- Me espera no teu barraco! — Gritei.

- Que que...

Interrompi desligando o telefone.

Liguei meu carro e corri para a casa dele, o mais rápido o possivel.

Ao chegar, estacionei meu carro quase batendo e sai.

Toquei a campainha rapidamente, e ouvia a voz de Franklin lá dentro gritando " Já vai! "

Ele abriu a porta e eu parti para um beijo.

Foi feroz. Muito feroz.

Ele segurou meu rosto e o empurrei para a cama dele.

Nos deitamos e, continuando o beijo, desabotoei sua camisa.

Ele tirou a minha.

Chupei seu pescoço e ele soltou um gemidinho.

Começei a chupar seu bíceps. Era definido e... Peludo.

Mas era bom.

Ele me puxou e me beijou.

Chupou meu pescoço e tirou minha camisa. O ajudei.

Aaaah, que sensação maravilhosa, Deus! Se eu for pro inferno, agora, vou feliz.

Ele chupou meu peito e lambeu meu mamilo, e eu gemia feito uma puta louca.

O virei e o beijei. Em seguida, me separei para pegar ar e me deitei ao seu lado.

Nos viramos um para o outro, novamente.

- Eu te amo, Michael. — Ele disse.

- Eu também te amo, Franklin.

Notas finais
Bem... Boa sorte pra mim! -3

Pra quem não sabe, essa fic se passa depois do fim do jogo, ou seja, zerado. Não há missões, é livre pra zoeira, etc...

Enfim, obrigado por ler!

- Chu!

- Kundaime.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!