Após a escolha
11 POV Maxon
POV Maxon
– Senhoritas. Desculpe-me interrompe-las. Mas preciso que todas vão para o seus aposentos. Logo após passarei no quarto de cada uma. — fale sorrindo – Querida America encontro você hoje após o jornal de illea — ouvir risos
Era bom ver que depois da escolha elas estavam se encontrando. Poderia contar piadas que só nós entendíamos. Logo após lembrei o motivo para pedir para entrar no salão das mulheres. Precisava dizer a America que Daphene me ligou. Que ela queria que fossemos para a França.
– Ames preciso conversar com você
– Tudo bem. Acho podemos ir para o nosso quarto. Um segundo meninas. – falou em seguida se retirou.
– Com licença senhoritas
Fomos para o nosso quarto. Quando chegamos ao nosso quarto comecei a fazer cocegas.
– Pare, max! – falou correndo – Pare!
– Acho que a senhorita deveria ficar em silencio — suspirei — Acho que as outras não ficariam nem um pouco feliz ao saber que você esta no meu quarto – sorrimos
– Ah... Perdão. – falou fingindo esta arrependida
– America, fico esperando você dizer, mas nada. Diga America, diga – fiz uma cara de desespero. Ela sorriu — Já que você não quer falar terei que tomar atitudes severas. – a beijei.
O meu casamento com America estava ótimo. Não tinha duvidas que ela me amava. Precisava avisa-la que Daphene me ligou nós convidando ir para a França. Dizer que era por motivos de trabalho. Aspen estaria aqui no castelo amanhã, com Lucy. Sabia que a reação dela não seria boa, mas que ela concordaria ir comigo. Precisava conta-la.
– Quase esqueço. Daphene me ligou. Pediu para que fossemos para a França. Ela e o Arthur estão noivos, o casamento será em breve. Ela disse que a França esta passando por uma crise, e por sermos aliados temos que ir ajuda-los.
– Ela ligou para você quando? – perguntou enciumada
– Hoje. Temos que ir Amanhã.
– Amanhã? Não podemos max! Aspen – Interrompi – Aspen vem aqui amanhã eu sei. Temos que ir. Podemos remarcar a visita. – propus
– Não posso, max! Não podemos! Temos que ficar, faz tempo que não o vejo.
– America. Precisamos ir. Não podemos trair as alianças. – Já estava perdendo a paciência. Ela não queria ir porque estava com saudades de Aspen, isto eu não aceito. Retomei a fala – Principalmente quando o motivo é saudades.
– Não fale assim Maxon! Não quero discutir com você! – deu de ombros – Você sabe que eu gosto muito de Aspen. – falou baixinho.
– Então é isto America? – Ela falou na minha cara que gostava de Aspen. Fiquei furioso – Você não vai viajar comigo para se encontrar com Aspen? – Suspirei – Você não muda mesmo. Como pode dizer na minha cara que você gosta dele?!
– Maxon eu amo você. E você sabe muito bem! Não arrume motivos para discutirmos
– Sei que você me ama. Mas também sei que você o ama! Errei em ter escolhido você – falei baixo
Não queria ter dito essas palavras a ela. Eu amava America. Mas falar na minha cara que ela gostava dele foi golpe baixo.
– Não! – gritou – Depois de tudo. Não estou acreditando no que acabei de ouvir. Maxon não é porque você é o rei que você deve me magoar com palavras! – falou chorosa – Acho que você não esta em sí. Depois conversamos. Vou recepcionar as garotas, quando elas saírem conversaremos. –Em seguinda se retirou do quarto.
America não queria ir comigo a França. Preferiu me deixar ir sozinho, para se encontrar com Aspen. America disse que me amava mas ela não demostrava. Nunca demostrava. Precisava ir para França meu aliado estava precisando de minha ajuda, não poderia abandona-lo. Tinha que ir com ou sem America. Estava indo novamente em direção ao salão das mulheres. Não queria falar com américa, então escrevir uma carta. Esbarrei com America no corredor. Tinha que falar com ela.
– America. Estou indo para a França. Creio que você ficara aqui com as meninas.
Gostaria que ela fosse comigo. Mas ela não quis. Aspen amanhã viria para o castelo com Lucy, eles não poderiam ter encontros. Queria um tempo para pensar.
– Tudo bem! – falou um pouco chorosa – Max... – interrompi – Tenho que ir. Fique no Castelo. Não sei quando volto!
Não precisava mais ouvir nada de America, não agora. Precisava de um tempo para pensar. Talvez eu na França tivesse este tempo.
– Maxon, espere! – me puxou pelo braço – Se você acha que se você pode brincar comigo, esta engando! Se você quer ir e ficar com a Daphene, tudo bem! Mas aqui eu não fico! Estou indo hoje mesmo para a casa de minha mãe!
– Não ouse sair daqui! – puxei o meu braço – Guardas! – Gritei — Não deixem que ela saia deste castelo!
– Se você acha que sou um brinquedo. Você esta enganado! Posso ficar. Mas saiba que se você for, as coisas mudaram! – em seguida ela se retirou
Como assim ela ousa ameaçar a nossa relação. Ela esta muito enganada. Eu sou o rei posso muito bem fazer o que quero. Não queria partir assim. Queria beija-la, dizer o quão a amo. Não poderia voltar atrás. Um rei nunca volta atrás.
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