A cidade de Volterra estava tomada pelos infectados, mas era necessário, para a segurança de todos, que isso fosse revertido. Assim, Maria, Tony, Edward, Alice e Jasper, com a guarda dos Volturi, fizeram uma varredura na cidade. Passariam rua por rua e curiosamente, Maria leva Bucky com ela. Se Howard estava atrás dele, provavelmente se aproveitaria da invasão dos infectados para entrar em Volterra e matar Bucky.

Assim, Maria caminhava ao lado dele e de arma em punho.

— Sabe que isso é suicídio? — pergunta Bucky

— Estamos aqui com uma baita escolta. — fala Maria apontando para cima dos telhados

A seguir, entram no hotel onde Maria e Tony estavam hospedados. Entram pela porta de trás, da cozinha, pois a da frente estava bloqueada. Encontram uma barreira entre a porta do bar e a do hall de entrada.

— Pelo visto, os hospedes foram inteligentes. — fala Maria

— Essa barreira foi posta daqui para dentro. — fala Bucky

E só então Maria observa melhor e percebe que era verdade. Aquela barreira parecia ser posta não para que ninguém entrasse, mas para que ninguém saísse.

— Algum infectado deve ter entrado. — fala Bucky

— E algum não infectado deve ter saído. — fala Maria

A seguir, a loira empurra a barreira.

— Tô cheia de armas no quarto. Não vamos dar conta de limpar a cidade toda só com o que consegui tirar. — fala Maria

Bucky concorda com a cabeça e ajuda-a a empurrar a barreira e tirá-la por completo. Ele mesmo trazia uma arma à mão. Ao atravessarem a barreira deparam-se com cadáveres para todos os lados. Mas as cabeças haviam sido arrancadas e não haviam levado tiros. Quando Maria se aproxima, percebe que as cabeças tentavam morder, abrindo e fechando a boca e que os braços dos corpos, assim como as pernas se moviam de leve.

— Bizarro. Quem teria força para arrancar tanta cabeça? — pergunta Maria

— Howard. — fala Bucky

— Ele... foi transformado? — fala Maria assustada

— Sim. Com certeza. — fala Bucky

— Vamos logo. Temos que pegar as demais armas. — fala Maria subindo ao lado de Bucky

Em questão de poucos minutos chegam ao quarto e último andar, onde estava a suíte presidencial, quarto em que Maria e Tony se hospedaram. Ao chegar no ambiente, Maria encaminha-se direto para o closet e Bucky montou guarda para atirar em tudo que pudesse tentar invadir o quarto. A loira guardava as armas na bolsa quando escuta tiros.

— Bucky? — chama Maria

Mas ele não responde. A loira larga a bolsa de armas e volta para o quarto a tempo de ver Howard se atracando com Bucky e um tiro acidentalmente acerta-lhe o abdomem.

— Maria! — chama Bucky preocupado

Só então Howard percebe que ele falava a verdade. Maria estava mesmo viva! E ferida. O moreno larga Bucky no chão e tenta estancar a hemorragia de Maria, deitando-a na cama e pressionando o abdomem.

— Merda! — exclama Bucky fechando a porta da suíte rapidamente

— O que houve? — pergunta Howard

— Os tiros atraíram infectados. — fala Bucky posicionando-se atrás da porta

— Pegue as armas. — fala Howard

Bucky entra apressado no closet e pega todas as armas, colocando-as dentro da bolsa. A seguir, joga a bolsa nas costas e sai apressado. A porta é arrombada e ao invés de entrarem contaminados, entra uma família de 4 pessoas apressados, fechando a porta novamente a seguir.

— Não são infectados. — fala Howard

— Isso eu percebi. — fala Bucky

— Eles estão vindo! — fala o homem que havia arrombado a porta

Eram 4 pessoas, um homem, uma mulher e duas crianças. O homem tinha cabelos negros, rosto liso e olhos castanhos. A mulher tinha cabelos castanhos e ondulados, na linha da cintura. As crianças eram duas meninas loiras de 9 e 10 anos.

— São suas filhas? — pergunta Bucky

— Não. São as meninas do quarto ao lado. Os pais foram atacados, mas consegui salvar as meninas. — fala a mulher

— Ela não é minha esposa, sou gay. — fala o homem

— Então tá. Temos que sair daqui. — fala Bucky

— Quantos contaminados? — pergunta Maria

— Por volta de uns 20. — fala a mulher

Howard levanta-se, abre a porta e avança contra eles, arrancando a cabeça de um por um rapidamente. Acaba com os vinte rapidamente. A seguir, pega Maria no colo e sai do hotel, junto dos demais humanos. Quando ia saindo do hotel pela porta dos fundos, percebe que estavam ficando cercados por contaminados pelo lado de fora. Voltam rapidamente para o hotel e lacram a porta dos fundos também. O vampiro deixa Maria sentada num sofá do hall de entrada e sobe de volta, eliminando todos os infectados que estivessem nos andares superiores. Bucky fazia a guarda e eliminava os que apareciam no térreo. Ele matava as cabeças que estavam no hall de entrada, busca um saco na cozinha e coloca uma por uma lá dentro. Recolhe os corpos e leva-os para a cozinha. Enquanto isso, o homem e a mulher cuidavam do ferimento de Maria tentando estancar o sangramento. Com o hotel limpo, resolvem usá-lo de base para continuarem a limpa de Volterra ali ao redor, mesmo porque não sairiam dali se não eliminassem os contaminados que haviam cercado o hotel. Howard volta com mais uma leva de sobreviventes de aproximadamente umas 15 pessoas. Alice, Jasper, Edward, Tony e a guarda dos Volturi se reúnem no hotel para traçar os próximos planos. Entre os sobreviventes, por muita sorte, havia um médico que cuidou do ferimento de Maria.