Aprendizes Da Grand Chase

12 Mansão dos Withford - Parte Final


Notas iniciais
Oi pessoas! Aqui está mais um capítulo e eu novamente criei vergonha e fiz um capítulo maior que os outros. Boa leitura e até as notas finais.

— Então temos dez portas, apenas seis portas destrancadas. Entre as seis portas um banheiro e cinco quartos, três dos cinco quartos tem duas camas enquanto dois quartos têm três camas. – Yukki disse.

— Isso mesmo. Não temos camas para todas as pessoas, devemos procurar por colchões. – Alma diz enquanto olhava Ikki acariciar o filhote de Firefox.

— Oi pessoal! – Annie diz desanimadamente chegando ao corredor, Jake estava ao seu lado ajudando ela a andar.

— Onde estão os outros? – Yukki indagou.

— Estão em uma cozinha que encontramos. Em alguns minutos eles estarão aqui. – Jake respondeu.

— Que fofo! – Annie diz soltando Jake e se aproximando do filhote. — Onde vocês encontraram? – Perguntou enquanto tocava no filhote.

— Na varando depois do corredor. – Yukki respondeu apontando para a porta no final do corredor.

Annie parou de acariciar o filhote e foi em direção a varanda, porém foi parada por Jake que a segurou pelo ombro.

— Tem certeza que você já está bem? – Jake disse preocupado. — E melhor você descansar um pouco.

— N-Não, estou bem melhor. – Annie respondeu, envergonhada. Nunca nenhum garoto se preocupara com ela, ainda depois do que aconteceu minutos atrás.

Jake hesitou, mas depois de alguns segundos ele soltou o braço de Annie. E ela seguiu para varanda ainda envergonhada. O motivo de ela ter ido para varanda não era para se distanciar de Jake, ela apenas precisava de ar depois do que havia acontecido, e também queria chamar sua mascote. Ela chegou a varanda e deparou com Yuu e Luke conversando sentados em um sofá branco.

— Estou atrapalhando alguma coisa? – Perguntou Annie constrangida.

— Não. – Respondeu Luke calmamente.

Annie se sentou em um sofá perto do que Yuu e Luke estavam sentados, e em seguida soprou um apito que estava preso em seu pescoço. Yuu e Luke ficaram sem entender o motivo de Annie ter assoprado, porque não escutaram nenhum barulho.

— Vocês devem estar pensando para que serve esse apito. – Annie falou mostrando o apito para os dois. — Ele é um apito de treinamento, minha mascote se estiver um pouco próxima ela irá escutar e irá vir.

Annie começou a olhar para todos os lados procurando mais uma coisa estranha. Ela estava com medo, nunca tinha acontecido uma coisa tão entranha com ela igual aquilo, ela não havia contado a Jake sobre o que havia acontecido, estava com muito medo de falar. Ela quase iria contar a ele, porém ela pensou que se contasse a ele poderia acontecer à mesma coisa que aconteceu com ela.

— O que aconteceu com você? Você está estranha. – Yuu disse olhando para Annie.

— Estranha? Como assim?

— Você está diferente de quando a vimos. Aconteceu alguma coisa? – Luke perguntou.

— Eu não iria falar para ninguém, tenho medo de que aconteça com mais alguém. – Annie diz, logo após soltou um leve suspiro.

Annie contou o que havia acontecido sobre o incidente do quadro e os outros ficaram boquiabertos, não sabiam como acalmar a amiga

O clima havia ficado tenso. Ninguém falou nada durante alguns minutos, só escutavam o barulho do vento. Yuu por dentro estava totalmente desesperada, ela olhou para Annie e percebeu que a mesma também estava.

De repente a porta é aberta e sem ninguém esperar uma garotinha loira havia entrado na varanda. Annie ao ver a garota havia ficado desesperada, ela havia visto ela em um dos quadros do corredor.

— Acalme-se. – A garota disse tentando acalmar Annie. — Eu não sou um fantasma.

— Fan-Fantasma? – Yuu agora também tinha ficado um pouco exasperada.

— E-Ela estava em um dos quadros do corredor! Estava próximo ao da mulher! – Annie falou tão alto que não duvidava sem alguém que estivesse perto do quarto estivesse escutado.

— Mil desculpas por aquilo, mas era o único jeito de fazer vocês saírem daquele local. – A garota disse em tom calmo. O desespero de Annie havia aumentado. — Se nós não tivéssemos feito aquilo vocês todos teriam sido petrificados!

Annie havia se acalmado um pouco ao ouvir a última palavra que a garota disse, mas ainda estava com medo da presença da mesma. A garota se sentou ao lado de Luke.

— Petrificados? – Luke perguntou, o mesmo era o único que estava calmo.

— Sim, petrificados. Existe um basilisco na mansão. – Disse a garota. — Ele estava se aproximando de vocês, então decidimos fazer uma medida desesperada. Mas não deu muito certo, você e aquele garoto foram os únicos que saíram.

— Eles estão bem? – Annie perguntou, o desespero havia voltado. Não queria que nada acontecesse aos seus amigos.

— Os que estavam com você sim, mas os outros que foram para o outro corredor não.

— O que foi que aconteceu com eles? – Yuu indagou.

— E-Eles estão inconscientes. O basilisco havia desistido de vocês pelo motivo de que os outros haviam encontrado o lugar onde estavam os petrificados. Nós tentamos fazer eles saírem do local o mais rápido possível, mas foi tarde demais. – Ela respondeu quase em lagrimas. — O local onde está escondido as pessoas petrificadas foi enfeitiçado com um feitiço para deixarem as pessoas inconscientes. Mas não se preocupem eles estão bem, parece que seus amigos os encontraram e trouxeram para aqui.

A porta se abriu novamente, Jake entrou na varanda e viu Yuu, Luke e Annie.

— Escutei alguém gritar, vocês estão bem? – Jake perguntou.

— Sim. – Responderam em uníssono enquanto olhavam para a cadeira que a garota acabara de estar, quando ela escutou alguém abrir a porta ela desapareceu.

— Tenham cuidado, encontraram Myrantha, Null, Free, Zen, Aly e Bonnie inconscientes. – Aconselhou o garoto.

— Eles estão bem? – Luke disse fingindo estar espantado.

— Sim, não precisam vir. Mas tomem cuidado. – Aconselhou novamente, deu uma última olhada para Annie e saiu da varanda.

— Essa foi por pouco. – A garota suspirou. — Vocês não perguntaram, mas meu nome é Wendy.

— Então Wendy, como você está falando conosco se você foi petrificada? A menos parece que você foi já que a Annie viu uma foto sua. – Luke perguntou, curioso.

— Faz parte da maldição, estamos fadados a ficar na casa até que a maldição seja quebrada. E sim, eu acho que eu sou um fantasma. Tempos depois de todos serem petrificados uma mulher serpente que tinha nos atacado junto com o basilisco havia vindo para a casa para zombar dos que estavam petrificados. Ela tinha como nos matar, mas preferiu deixar todos com fantasmas. – Wendy disse infeliz. — Ainda lembro-me das palavras que ela disse, “Seria muito sem graça matar vocês, então eu deixei vocês permaneceram aqui como fantasmas. Estão confinados a ficar aqui pelo resto da morte”. Tentávamos de qualquer jeito fazer as pessoas nos ajudarem, mas só atrapalhava.

— Poderia nos contar o que havia acontecido naquele dia? – Annie disse curiosa.

— Posso, mas não é uma história bonita. – Wendy soltou um suspiro antes de começar a falar. — Era uma festa normal, já era tarde da noite e alguns convidados já estavam se preparando para ir embora, até que ela chegou. Ela era alta, possuía cabelos vermelhos e olhos verdes, trajava um vestido verde escuro. Ainda lembro-me das palavras que ela disse ao entrar, “Mas já estão indo? Ainda está tão cedo, ainda nem me diverti.”. – Wendy começara a olhar para baixo ao se lembrar do que vinha após. — Do nada ela começou a mudar, ela virou uma mulher metade serpente, seus pés tinham se tornado uma longa calda de serpente, a única parte que tinha sobrado do vestido era as que estavam acima da cintura, e o pior eram seus cabelos, que eram longos e sedosos tinham virado serpentes. Todos ao ver começaram a correr, “Como ousam recusar o abraço da serpente” ela gritou para que todos escutassem. Então quando todos estavam quase passando pelos portões da mansão todos bateram em uma coisa que parecia uma barreira, estranhamente a barreira mostrava o reflexo, enquanto batiam na barreira conseguiram ver o reflexo de dois grandes olhos dourados de um grande basilisco, então todos foram petrificados sem ao menos poder ver a criatura.

— Você fala como se não estivesse no local. – Luke falou, entranhou o modo de como a garota havia contado.

— Eu não estava, tinha sido pega bem antes enquanto saía do banheiro. Os outros me disseram. – Ela respondeu.

Novamente a porta havia sido aberta, dessa vez era Ikki. Wendy não tivera tempo de se esconder e Ikki a tinha visto. Ele olhou para todos e logo percebeu que tinha atrapalhado algo bastante importante.

— Posso me juntar? – Ikki perguntou, não esperou a resposta e se sentou perto de Annie.

— Ficando calado e não fazendo nenhuma idiotice pode. – Yuu disse fitando Ikki com desprezo, o mesmo fingiu que não escutou.

— E como quebramos a maldição? – Annie perguntou.

— Uma das vezes que a mulher veio zombar de nós ela disse que tinha que destruir um rubi que tinha em um pequeno baú. Uma pessoa que sempre vem me visitar depois de tanto pesquisar descobriu que tem que matar o basilisco e destruir o rubi com o veneno do mesmo. – Ela respondeu.

— Essa mesma pessoa que pesquisou é a mesma pessoa que nos trouxe aqui não é mesmo? – Luke perguntou, ele sabia que aquilo que ocorrera com Ikki não havia sido uma brincadeira, havia trazido eles diretamente para mansão.

— Sim. – Wendy disse envergonhada. — Desculpe-me, mas essa foi à única maneira de quebramos a maldição. – Wendy disse chorosa. — Desculpe-me se eu coloquei vocês em perigo.

— Não se preocupe com isso, nós queremos ajudar. – Disse Annie sorrindo tentando acalmar Wendy.

— Isso mesmo! – Yuu disse. — E seu amigo me deu o presente de nos trouxer aqui arrastando Ikki.

Ikki havia aberto a boca para falar, mas recebeu uma cotovelada de Annie. Wendy havia se acalmado ao perceber que eles haviam entendido.

A porta havia sido aberta bruscamente, Wendy o mais rápido possível desaparecera. Era Jake e ele estava ofegante. Jake olhou para todos e falou:

— Alana, Eder e Wairudo foram encontrados petrificados no corredor. Alma, Ikki e Nagito foram olhar os petrificados. Alma mandou todos tomarem cuidado.

— Não faço a mínima ideia de quem, ou melhor, o que fez isso com eles. – Disse Alma examinando Alana dos pés à cabeça, a pele de Alana estava bastante acinzentada. Ela estava olhando para um dos quadros quando foi petrificada.

— Então o que faremos? – Yukki diz olhando para Eder. Eder também estaria olhando para o mesmo quadro que Alana.

— Deve haver algum jeito, mas para sabermos precisamos primeiro saber o que foi que atacou eles dois. – Alma respondeu pensativa.

Alma iria falar, mas parou quando escutou várias coisas quebrando vindo da cozinha junto com um barulho de alguma coisa rastejando, ela ainda não sabia o que era até escutar um sibilar de serpente. Ela abriu a boca para falar, porém o barulho de vidro quebrando a cortou. Os outros também estavam escutando e não falaram nada, porém Nagito já estava se preparando para pegar sua flintlock e seu florete enquanto Yukki pegava a foice em suas costas.

— Não... – Alma falou quase inaudível enquanto escutava o barulho se aproximando. — Corram e não olhem para trás! – Alma gritou começando a correr, mesmo sem entender Yukki e Nagito foram atrás dela.

No mesmo instante o basilisco de mais de 15 metros entrou no corredor sibilando e ao notar os três jovens rastejou atrás deles soltando ruídos. Ao escutar o barulho Alma sentiu um forte frio percorrer o seu corpo, ela sentia que o basilisco estava cada vez mais próximo. Ela estava um pouco atrás de Ikki e Nagito, ela podia sentir o basilisco observando-a enquanto corria, esperando a mesma olhar para ele ou abocanha-la com seu grande número de dentes. Yukki que estava na frente já podia ver o fim do corredor, o mesmo atravessou correndo o arco que dava a entrada do salão e abriu a porta de saída do da mansão o foi para o gramado para evitar que o monstro fosse para as escadas e atacassem os inconscientes. Nagito que estava atrás dele o seguiu junto com Alma. Alma não notara um pequeno batente e sem querer tropeçou no mesmo. Em um rápido movimento ela abriu o manual e folheou algumas paginas, sussurrou alguma coisa e, logo após ter sussurrado, uma grande barreira azul claro apareceu na porta. Ela levantou-se com um pouco de dificuldade sem olhar para trás enquanto escutava o basilisco bater na barreira. Ela olhou para os dois jovens que ainda estavam de costas.

— Mas o que diabos está acontecendo? – Yukki disse ofegante, o mesmo estava com a mãos nos joelhos.

— Um basilisco! Não olhem nos olhos dele! – Alma respondeu também ofegante, ela começou a folhear o manual.

— Quanto tempo sua barreira vai suportar?! – Perguntou Yukki.

— Não muito tempo...

— Mas o que pode acontecer se olharmos para o basilisco? – Nagito não escutou o conselho de Alma e resolveu olhar diretamente para os olhos do basilisco, logo após ele foi se petrificando lentamente até estar todo petrificado.

Alma ao ver entrou em pânico enquanto começara a murmurar “o que faremos” várias vezes. Sem os dois esperar um homem alto com a aparência de 30 anos havia adentrado o local. Ele possuía cabelos loiros e uma barba rala da mesma cor que os cabelos, seus olhos eram de um azul claro. Usava uma camisa de mangas de cor branca, e calças e botas da mesma cor, em seu braço direito uma luva que chegava até seus cotovelos da mesma cor que o resto de sua roupa. Pousado na luva havia uma grande ave azul. Ele se aproximava sem olhar para o basilisco. Alma ainda folheava o manual a procura de alguma magia, mas parou quando escutou a barreira se partir.

— Se protejam enquanto eu cuido dos olhos do basilisco! – O homem diz passando a frente de Yukki e Alma, o mesmo se aproximou do basilisco, sem olhar os olhos, fez um impulso com seu braço e a ave que estava nela voou em direção ao basilisco.

A ave começara a sobrevoar o basilisco, o basilisco ao ver a ave esquecera totalmente os outros. Em uma rápida investida o basilisco tentou abocanhar a ave, porém a ave havia sido mais rápida e desviou para a esquerda. O basilisco se elevou até a metade de seu corpo e atacou a ave novamente, a ave desviou e em seguida cravou suas garras em um dos olhos do basilisco, o mesmo sibilou alto. Yukki e Alma olhavam o basilisco e a ave se atacarem, a cada ataque que o basilisco fazia a ave desviava velozmente.

— Nós podemos ajudar em alguma coisa? – Perguntou Alma ao homem.

— Por enquanto não, só chamaria a atenção.

— Mas... – Alma foi interrompida por mais um sibilo alto do basilisco, ela olhou para ele e percebeu que a ave havia acertado o outro olho dele.

O basilisco caiu bruscamente não chão com os olhos sangrentos, o pássaro no mesmo instante que o basilisco caiu voou para dentro da mansão. O basilisco jazia atordoado, sibilava ferozmente enquanto balançava a cabeça bruscamente. A serpente não conseguia mais petrificar com os olhos, mas poderia matar com uma mordida. O basilisco sentiu o cheiro da ave de dentro da mansão e começou a seguir, infelizmente Yuu, Luke, Jake e Ikki agora estavam na porta olhando o basilisco se aproximar. A serpente sentiu o cheiro dos quatro jovens e se prepararou para atacar, até sentir várias bombas o acertarem. Alma havia criado vários canhões para dar tempo dos jovens fugirem, porém com o grande número de canhões e a barreira que havia criado a fez ficar fraca e ela caiu de joelhos no chão. O basilisco esquecera a ave e se aproximava para morder Alma, Ikki ao notar correu para perto de Alma e conseguiu coloca-la nos braços e tira-la do local. Jake criou dez espadas fantasmas e lançou no basilisco, todas as espadas acertaram o basilisco e ele sibilou de dor. O basilisco recuperado do ataque de Jake foi deslizando para atacar Yuu, a mesma correu para perto do basilisco e no último segundo ela teleportou para trás da cabeça do basilisco e cravou duas kunais feitas de pura trevas e fez dois cortes com suas adagas, ela deu mais um pulo sobre o basilisco e lançou mais duas kunais que sumiram depois de alguns segundos que encostou na cabeça do basilisco. Yukki correu na direção do basilisco e quando se aproximou dele fez cinco cortes com sua foice, o basilisco se virou e o atacou, mas Yuuki foi mais rápido e teleportou para o lado e lançou uma esfera. Ikki havia colocado Alma sentada no chão e foi atacar o basilisco, mas o basilisco o atacou primeiro, ele conseguiu desviar por pouco, fez sua espada pegar fogo e em seguida cravou no basilisco fazendo o mesmo começar a pegar fogo. Os canhões de Alma ainda estava atirando no basilisco e Yuu começara a jogar kunais no mesmo. O basilisco agora estava cercado pelos jovens, Jake e Luke aproveitaram e cravaram suas espadas na cabeça do basilisco. Basilisco havia morrido, sangue junto com veneno pintava o chão. Ikki se aproximara e puxara sua espadas que agora estava suja de sangue e de veneno.

— Solte a espada no chão garoto. – O homem ordenou Ikki soltar a espada, o mesmo soltou relutante, não gostou da maneira em que o homem havia falado com ele. — O mesmo para os outros. – Eles jogaram as armas no chão longe do basilisco morto. — O veneno do basilisco é mortal, por isso é melhor tomar cuidado.

O homem pegou um pequeno vidrinho, dentro do vidro havia um liquido de coloração esverdeada. Ele abriu o vidro e colocou um pequeno pingo em cada uma das armas, em seguida as armas começaram a soltar uma pequena fumaça branca e o veneno e o sangue havia sumido.

— Pronto, podem pegar. – Ele disse com um sorriso no rosto.

De dentro da casa a ave dele havia saído com um pequeno rubi entre as garras, ainda voando o pássaro jogou o rubi para o homem, o mesmo pegou ainda no ar e sem hesitar ele jogou o rubi em cima de uma poça de veneno que havia saído de dentro da boca do basilisco. Em segundos o rubi desapareceu. O homem soltou um logo suspiro e em seguida estampou um logo sorriso.

— Vamos entrar, está escuro aqui fora.

Eles entraram na casa e se depararam com ela toda iluminada, muitas pessoas andavam por elas enquanto falavam coisas alegres. Yuu procurou Nagito em meio à multidão e o encontrou subindo as escadas, foi correndo na direção dele e murmurou um “que bom que você está bem”.

Os donos da casa ofereceram quartos para os jovens dormirem, ambos não hesitaram, estavam muito cansados, precisavam dormir, pois no dia seguinte eles tinham que ir para a vila.

Notas finais
Quem quiser mudar as roupas dos seus personagem é só mandar por MP. Vejo vocês nos comentários.