Aprendizes Da Grand Chase

11 Mansão dos Withford - Parte 1


Notas iniciais
Oi pessoas! Aqui está mais um capítulo para vocês, tentei ao máximo colocar todos os personagens ao menos uma fala, mas como são muitos alguns ficaram sem. Também vou dizer que eu já tenho os dois próximos capítulos quase prontos, um que é a segunda parte da "Mansão dos Withford" e outro que já é na vila, postarei o próximo daqui a uma semana ou daqui uns cinco dias. Outra coisa é que eu quero pedir desculpas por demorar a responder os comentários e os PMs, é que estou estava passando maio parte do meu tempo no computador tentando acompanhar uma série antes que ela retornasse para o hiatus ou a outra série voltasse do hiatus. Eu não estou ignorando vocês. Aqui está uma imagem de uma personagem que aparecera um pouco nesse capítulo:

— De que lugar você está falando, Free? – Perguntou Alana ainda com o cabelo molhado.

— Bem, eu não me lembro do nome, mas é bem próximo daqui. – Ao escutar Alana já sabia qual era o lugar.

— Não acredito que você quer passar a noite naquele lugar. – Alana disse olhando para Free.

— Sim! É passar a noite lá ou fazer um acampamento. – Respondeu.

Zen já sabia qual era o local.

— Você acredita naquela história Alana? – Perguntou Zen olhando fixamente para Alana.

— Todas as pessoas de Prata sabem o que aconteceu naquele lugar. – Alana respondeu.

— Vocês poderiam me dizer o que de tão assustador tem nesse lugar? – Yuu perguntou cortando a conversa.

— Eu falo! – Disse Alana levantando a mão. — Esse lugar que a Free está falando é, como eu posso dizer? Hm... Mal assombrado, isso mesmo mal assombrado é a palavra certa. – Disse animadamente.

— Mal assombrado? – Yuu diz, logo após soltou uma pequena gargalhada.

— O que aconteceu para o local ser “mal assombrado”? – Ikki perguntou enquanto ainda tentava entender o motivo da Alma ter surtado. — E que tipo de local é esse?

— É uma mansão, eu acho. É o que se parece. – Zen diz. — Ela é “mal assombrada” porque há cinco anos essa mansão era muito conhecida por toda Prata, uma grande família de pessoas ricas viviam nela. Em um dia que a mansão estava lotada, pois estava acontecendo uma festa, estranhamente todas as pessoas que jaziam o local desapareceram sem deixar rastros, entre as pessoas desaparecidas estavam os próprios moradores, os empregados e os convidados. Por muito tempo várias pessoas tentavam procurar pistas do que havia acontecido, mas como não tinham evidencias as pessoas desistiram.

— Mas como ela ainda é habitável? – Null perguntou curioso.

— Um parente muito distante ficou com a casa, mas ele não tem coragem de morar no lugar. Ele disse que quem conseguisse descobrir o que havia acontecido ganharia uma recompensa, então qualquer um poderia ir para o local para “desafiar a mansão”. – Alana diz, logo após tentou fazer uma espécie de barulho de fantasma. – Os jovens ficaram um pouco tensos, mas uns ficaram mais que os outros.

— Só isso? – Ikki diz cortando o clima de tensão.

— Espere deixe-me terminar.

— Não, eu falarei o resto. – Free interrompeu Zen. — As pessoas não ficavam no local durante a noite toda, eles diziam que escutavam passos de pessoas inexistentes, risos de pessoas também inexistentes e objetos se movendo sozinho. Isso que dizem que acontece no local... Ah! Também me esqueci de dizer “vultos e pedidos de ajuda”. – Grande parte do grupo estava boquiaberta, a maioria estrava intrigada com o que Free acabara de dizer.

— Nunca acreditei nessa história. – Zen diz.

— Err... – Yuu coçou a bochecha. — Vamos para esse lugar? – Perguntou com receio de escutar a resposta.

— Sim! – Ikki disse animadamente. — O que seria melhor do que passar a noite em um lugar mal assombrado? Ah! Yuu, se você ficar com medo pode vir me abraçar, saiba que eu deixo. – Ikki disse com um sorriso malicioso estampado no rosto.

— Claro que não! – Yuu respondeu sem um mínimo de hesitação, estava vermelha de raiva. — Será prazeroso escutar seus gritos histéricos. – Disse com um sorriso sarcástico.

— Então todos de acordo? – Yukki perguntou, logo após a maioria afirmou com o cenho. — Então vamos! A maioria ganhou.

Free, Alana e Zen tomaram a dianteira e começaram a guiar o grupo, os outros os seguiam conversando. A lua já havia aparecido no céu junto com várias estrelas. Os jovens já estavam próximos do local, alguns falavam sobre a história que Free acabara de contar e outros ainda falavam sobre o incidente que havia acontecido.

— Então, ainda não sabemos o que foi aquilo que arrastou Ikki. – Jake falou olhando para Null.

— Não sei o que dizer, não consegui ver o que era. – Disse Null indiferente. — Pergunte ao Yukki, ele pode ter conseguido ver.

— Não me perguntem, eu não consegui ver. Apenas fui ver como estava à cena dele sendo arrastado. – Disse Yukki. — Estava hilária. — Finalizou.

— Tenho que concordar! – Yuu disse com um sorriso no rosto.

— Então qual foi o motivo de você ter ajudado ele Yuu? – Null perguntou.

Quando ela iria responder Luke falou primeiro.

— Ou você ajudou por que estava preocupada com ele. – Luke disse em um sorriso no rosto enquanto escuta Ikki, que estava longe, gritar “concordo”.

Yuu olhou sorrindo para ele, porém por dentro estava queimando de raiva. Mas estava ajudando ela a esquecer da “pousada mal-assombrada”.

— Mais uma piadinha dessa você vai acordar com uma fratura, Ok? – Yuu ameaçou sorrindo.

— Garota estressada... – Jake sussurrou para Null.

— Concordo... – Null respondeu aos sussurros.

— Estamos quase chegando! – Gritou Free que estava à frente de todos.

Logo após Free falar a mesma conseguia ver a mansão, a mansão estava envolta de altos muros claros, ela não era muito grande e possuía uma cor branca. Os jovens se aproximaram dos grandes portões dourados Free teve um pouco de dificuldade para abri-los, mas depois de algumas tentativas conseguiu. Todos atravessaram e começaram a observar grandes arbustos. Seguiram uma pequena estrada feita de pedras e chegaram e pequenos batentes que davam até a grande porta branca de vinho do local.

— Nem parece que esse lugar está abandonado. Está em perfeito estado. – Null comentou, os outros afirmaram.

Zen abriu a porta com facilidade, já que ela não estava trancada e entrou seguido do grupo. Estava bastante escuro, então Annie fez uma pequena luz com o seu cetro, quando viu as primeiras velas nas paredes elas a acendeu. Eles estavam em uma grande sala com uma grande escadaria e dois corredores, um no lado esquerdo e outro no lado direito. Depois de um tempo no local os jovens decidiram se separar em três grupos para vasculhar uma boa parte da mansão. Luke, Alma, Yuu, Ikki, Nagito e Yukki iriam “investigar” o primeiro andar. Eder, Annie, Wairudo, Alice, Jake e Alana iriam para o corredor direito. Free, Zen, Myrantha, Bonnie, Aly e Null foram para o esquerdo.

Logo após subir as escadas tinha uma pequena sala, nela tinha várias poltronas, em várias delas tinha uma mesinha, em cada “mesinha” tinha um jogo de tabuleiro diferente. Logo após a sala tinha um extenso corredor, os jovens ficaram por pouco tempo no escuro até Yukki encontrar o interruptor para ligar as luzes, no corredor havia cinco portas em cada lado, uma a frente da outra, provavelmente eram quartos. Ao todo eram dez portas.

— Ikki, para onde você vai?! – Perguntou Yuu vendo Ikki se distanciar de fininho do grupo, ele se virou. Sua expressão era de agonia.

— Preciso urgentemente encontrar um banheiro! – Ikki diz desesperado, em seguida saiu correndo para as escadas.

— Então tá... – Yuu disse se aproximando da primeira porta que vira pela frente, com facilidade a mesma conseguiu abrir.

Como Yuu previa era um quarto. Ela entrou no quarto e ligou as luzes, havia três camas e uma escrivaninha lotada de livros, acima da escrivaninha duas prateleiras também cheias de livros, um grande guarda-roupa da cor branca ao lado de um pequeno sofá. As paredes eram brancas, mas em uma das quatro tinha vários desenhos de mãos feitas com tinta preta.

Todos entraram no quarto.

— Então, se os dez quartos tiverem ao menos duas camas irá dar para todos dormirem, resta apenas separar quem irá dormir com quem. – Alma diz enquanto mexia nos livros.

— Com quem está o baú mesmo? – Yukki perguntou sentando no sofá.

— Com a Annie, ela pediu para ficar. – Respondeu Luke.

— Alguém limpou esse quarto! – Alma afirmou passando o dedo na escrivaninha. — Está limpinho.

— M-Mas quem poderia ter vindo limpar?! – Yuu perguntou sentindo um grande frio na barriga.

— Quem sabe, mas pode ter sido faaaantasmas! – Nagito disse em tom de ironia.

De repente a porta é fechada bruscamente, todos olharam imediatamente para ela assustados. Yuu por fora estava calma e serena enquanto por dentro estava totalmente desesperada, ela não queria passar por “aquilo” novamente. Mesmo com medo ela se aproximou da porta e abriu lentamente. Ela prendeu a respiração ao ver que o corredor estava todo escuro, a única parte com luz era o quarto.

— Olá?! – Yuu falou saindo do quarto. — Alguém ai?!

Ela deu dois passos para ir ligar as luzes novamente até que foi surpreendida por Ikki, que pulou para perto dela e soltou um “buh”, ela assustada caiu no chão enquanto Ikki não parava de gargalhar. Quando os outros escutaram saíram do quarto. Alma ligou o interruptor, a mesma junto com os outros não sabiam o que havia acontecido.

— Que idiotice! – Yuu gritou, nunca estivera com tanto ódio de Ikki.

— Venha, eu irei ajudar você se levantar. – Disse Ikki oferecendo a mão para Yuu levantar, ainda estava gargalhando.

Yuu recusou a ajuda e se levantou bruscamente, estava com tanto ódio que pensou em descontar em Ikki, “então o que seria melhor do que um tapa ou um soco bem forte”, a mesma pensou. Ela já estava já iria dar o tapa quando escutou um barulho que vinha de uma porta no final do corredor, ela não foi a única a escutar. Os jovens ficaram se entreolhando até escutarem novamente o barulho. Luke determinado foi em direção da porta enquanto escutava o barulho mais uma vez, hesitante ele abriu a porta, logo após abriu um largo sorriso ou ver um animalzinho na varanda.

— Venham ver! É só um filhote de Firefox!

No corredor direito havia diversos quadros de pessoas, provavelmente eram de pessoas que haviam morado na casa. O grupo havia atravessado o corredor e encontraram uma cozinha e uma grande sala de jantar. Annie e Alice estavam olhando os quadros.

— Não gostei desse lugar. – Annie disse enquanto olhava para um quadro de uma mulher que aparentava ter uns 30 anos. A mulher era magra e tinha uma pele morena, cabelos castanhos presos em um coque e olhos também castanhos. Estava com um enorme sorriso.

— Por quê? – Perguntava Alice olhando para um quadro de uma garota que aparentava ter menos de 13 anos, tinha cabelos loiros e olhos azuis, ela usava um vestido branco com algumas pequenas partes cor de rosa.

— Estou me sentido observada. – Annie falou segurando o baú.

— Hm... Desde quando eu entrei aqui eu sentindo uma força maligna. E ainda pouco estava sentindo uma queimação no meu selo. – Alice colocou a mão sobre o selo.

Annie começou a mexer o dedo indicador na frente do quadro da mulher.

— O que você está fazendo? – Perguntou Alice olhando para a mão de Annie.

— Tentando ver se os olhos dela olham na direção ao meu dedo. – Respondeu Annie determinada, a mesma continuava mexendo o dedo em frente do quadro.

— Vamos ver o que os outros encontraram. – Alice pegou o braço de Annie e começou a puxa-lo.

— Ok! – Disse Annie virando-se. — Mas antes de mais uma olhada

Quando a mesma se virou para olhar o quadro se deparou com a moça do quadro olhando para ela, Annie não aguentou o choque e caiu no chão deixando cair o baú e o cetro. Alice foi ajudar Annie, que estava bastante pálida e seus olhos estavam bastante abertos olhando para o quadro.

— Annie, o que foi?! – Perguntou Alice desesperada ao ver o estado da amiga, a mesma segurou o braço de Annie e sentiu sua pele fria.

O desespero de Alice aumentou quando percebeu que Annie não estava conseguindo respirar.

— Vamos Annie! Respire! – Alice gritava desesperada ao ver que Annie acabara de desmaiar.

Jake acabara de sair da cozinha e viera correndo em direção as garotas, quando chegou percebeu que Annie estava desmaiada. Ele começou a tentar reanimar Annie com uma massagem cardíaca. Depois de pressionar vinte vezes ele se aproximou do rosto de Annie e fez respiração boca-a-boca duas vezes. Alice estava bastante desesperada, não sabia como ajudar. Jake já havia feito a pressão novamente e já estava indo fazer a respiração boca-a-boca quando Annie retornou bastante ofegante. Ela demorou alguns segundos para perceber que Jake estava com o rosto colado no seu, o mesmo quando percebeu que ela ficou bastante vermelha distanciou do rosto dela.

— Annie! – Disse Alice se aproximando da amiga. — Você está bem?! – Perguntou mais calma.

Annie olhou para o quadro e percebeu que ela não estava mais a observandoa, mas ela tinha certeza que a mulher do quadro havia olhado para ela. Sua pele ainda estava fria e suas pernas estavam dormentes.

— Ti-Tirem-me da-daqui! – Annie pediu ofegante. — Minhas pernas estão dormentes, não consigo me levantar. – Disse mais calma. Jake se aproximou dela e a colocou nos seus braços, a mesma ficou ainda mais corada.

— Levarei ela para o primeiro andar. – Jake disse calmo enquanto olhava para o rosto de Annie, ela ao perceber escondeu o rosto.

— Ok! Avisarei os outros. – Alice correu em direção à cozinha.

Depois de muito andar os jovens que foram pelo lado esquerdo encontraram diversos lugares interessantes, entre eles uma biblioteca e um jardin. Com várias lanternas que Free havia achado eles foram olhar o jardim. Várias flores de diferentes tipos havia no local, rosas, azuis, amarelas, etc. Também tinham diversos arbustos em formas de animais, cada um mais bonito que o outro. Os jovens seguiram uma passarela de pedras e chegaram a um pequeno gazebo feito de madeira, tinha uma cor branca e mais quatro sofás dentro, em cada parte que sustentava a parte de cima do gazeb tinha um archote preso.

— Que tal ficarmos por um tempo no gazebo? – Null perguntou.

— Ok! – Disse Free entrando no gazebo.

Os outros também entraram. Free ligou os archotes e sentou em um dos sofás ao lado de Bonnie.

— Então, como era o nome da família que morava aqui? – Perguntou Null.

— Withford! – Zen respondeu.

Sem ninguém esperar um forte vento apagou todos os archotes.

— Deixa que vou acender. – Disse Zen enquanto levantava, quando iria acender o primeiro archote ele vê um vulto passar rapidamente. — Eu vi alguma coisa passar. – Zen diz ainda olhando para onde o vulto passara.

— Você deve estar vendo coisas. – Aly disse levantando e olhando na mesma direção de Zen, logo após sua expressão foi de espanto. — N-Não acredito, são muitos. – Ela murmurou baixinho apenas para os amigos escutarem. Ela via várias sombras envolta do gazebo.

— Muitos o que? – Perguntou Myrantha em tom baixo.

No mesmo instante a lua, única fonte de luz que tinham, havia sido coberta. Aly rapidamente tentou pegar uma das lanternas, porém todas elas haviam sumido. O local agora estava todo escuro, nem ao menos conseguiam ver a palma das mãos direto. Os outros também tentaram pegar as lanternas, mas notaram que não estavam mais lá, Myrantha entrou em desespero.

— Muitos o que? – Myrantha perguntou novamente, mas desta vez estava preparando seu martelo.

— Espectros... Muitos... Envolta do gazebo. – Aly respondeu quase inaudível. — Quando eu contar até três nós corremos para a mansão... Um... Dois... TRÊS! – Ela tirou uma bomba de luz da pequena bolsa em sua cintura e jogou no chão.

Uma luz intensa desintegrou as sombras, enquanto as sobras desapareciam os jovens correram para a casa. A luz não durou muito tempo, as sombras haviam voltado e começaram a seguir os jovens. O grupo quase não via a estrada de pedra, corriam em meio ao escuro desejando estar indo na direção da mansão, a única coisa que sabiam era que tinham algo os perseguindo. Em mais um movimento rápido Aly joga mais uma bomba de luz, eles conseguiram atrasar as sombras e também viram a mansão.

— ACABARAM AS BOMBAS! – Aly gritou para que os outros escutassem, a mesma corria aos tropeços enquanto desejava não bater em nenhuma coisa no cominho.

Myrantha era a que estava em último por causa do seu pesado martelo, ela corria com toda velocidade que podia, mas não era o suficiente. As sombras chegaram cada vez mais perto de até que um conseguiu encostar-se ao braço dela, alguns segundos depois ela sentiu uma forte queimação no local onde foi tocada e não conseguiu segurar um pequeno grito de dor.

Faltavam apenas alguns metros da mansão até que Zen foi tocado na perna, ele não aguentou a dor e caiu no chão urrando, Null parou para ajuda-lo, mas também foi atacado. Free estava na frente deu meia volta para ajudar os dois, ajudou Zen se levantar e o ajudou a caminhar, como Null não tinha sido tocado na perna ele ainda conseguia andar. Agora Aly havia tomado à dianteira, tentava dar vários tiros nas sombras que aparecia na sua frente, todavia nenhum surtia efeito.

Estamos cercados! – Aly diz enquanto olhava uma grande quantidade de sombras envolta deles.

As sombras começaram a tocar nos jovens, os mesmo apenas urraram de dor. Tentavam atacar com suas armas, porém os mesmo eram inúteis.

— IVORY! – O pássaro de Bonnie surgiu com duas fortes lanternas em suas pernas. A lanterna fez todas as sombras sumirem. — Não tinha pensado nisso. – Disse ofegante.

O sobrevoava os jovens com as lanternas para que as sombras não voltassem a ataca-los. Ambos sentiam dores ao menos em uma parte do corpo. Em pouco tempo eles conseguiram entrar na mansão e resolveram procurar os outros para ver se estiveram melhores do que eles.

Notas finais
Algum de vocês tem coragem de comprar o kit de verão que está na loja? Eu não irei comprar, pois estão os olhos da cara, se eu for comprar alguma coisa da loja será o despertar da Amy sem a pandora ou guardar para comprar pergaminhas, mas o kit eu nunca que eu compro, eu gostei bastante do pacote do cabelo do pacote do maiô e da pet, mas não vale. E eu nunca que compraria uma sunga para os meus personagens masculinos. Vocês souberam que vai chegar semana que vem o Veigas no NAGC? Estou pensando seriamente em baixar para jogar com o ele enquanto ele ainda não vem para o BGC. O filhote citado é o panda vermelho, mas eu deixou como Firefox para diferenciar, se vocês não conheciam ele é mais conhecido com Firefox. E sim, o logo da Firefox não é uma raposa. Fui enganado durante o tempo que todo. Eu queria também fazer uma pergunta. E deveria dizer onde a arma está, eu cito os personagens mas não onde a arma está, por exemplo, eu não digo onde a espada de Null está ou onde as pistolas da Aly estão. Eu deveria colocar? É só isso, até semana que vem! Bye Bye e até os comentários, e dessa vez eu juro que eu responderei os eles o mais rápido.