Aprendendo a Vivera Vida é assim
13 Capítulo 11: Roma?
Notas iniciais
Capitulo 11: Roma??
Estávamos no avião para Forks, eu estava sentada do lado de uma mulher muito gorda, que toda hora ia ao banheiro e me esmagava pra se levantar, e pra melhorar meu animo o Ed ainda ficava rindo como se ele também não precisasse se levantar.
— Da licença querida... Eu preciso ir ao toalete... -disse a mulher, revirei os olhos, já era a 6ª vez desde o inicio da viagem.
— Claro-respondi estridentes, até que quando a mulher se levantou ela se desequilibrou e caiu em cima de mim e não conseguia levantar, é... Pelo inicio essa viajem não prometia ser muito boa, já não sentia as minhas pernas quando aquela mulher finalmente se levantou, e foi até o maldito banheiro.
Pelo canto do olho vi Alice disfarçar o riso, pelo menos ela teve essa delicadeza, porque Emmett estava gargalhando de mim, cruzei os braços e bufei, pelo menos faltavam 10 minutos para chegarmos ou eu achava isso. A mulher voltou para o seu lugar, pelo menos não caiu passado algum tempo à voz do piloto pelo auto-falante nos dizendo que nesse exato momento estávamos sobrevoando o oceano Atlântico e então pediu para colocar os cintos por que iríamos passar por uma leve turbulência.
Turbulência a Alice vai passar assim que eu por minhas mãos nela e pelo visto era o que Ed, Rose e Jazz também queriam, pois eles se levantaram olhando na direção da futura hobbit morta.
-E ai gente então como esta sendo a viagem?- ela perguntou na maior cara dura.
— Alice que historia é essa de OCEANO ATLANTICO?- gritei.
— Então é um oceano que corta a América da África da Europa... — ela começou.
— Alice para de graça o que você e o Emm fizeram?- perguntei já irritada.
— Ei eu não fiz nada ta ouvindo foi tudo ela. — ele disse apontando pra baixinha.
— Seu cachorro na hora de ter a idéia você fica todo empolgado e agora isso. — se não fosse a situação seria cômico ver a nanica batendo no grandão.
— CHEGA!- meu Cullen gritou pondo ordem no lugar.
— Eu não quero saber de quem foi à idéia só quero saber pra onde estamos indo.
— Roma. — ela sussurrou algo que não entendi.
— Alice fala com a boca, por favor.
— ROMA DROGA!
— O QUE?- gritamos todos menos os causadores do problema.
— Carlisle vai nos matar. — Jazz gemeu.
— Esme vai ficar tão decepcionada. — Rose disse.
— Eu já posso fazer meu caixão, meu pai vai me mata. — eu choraminguei escorregando pelo banco.
— Calma, vai ficar tudo bem, e afinal o que são umas horas na Europa. — Ed disse me acalmando.
— Ela me traz boas e más lembranças. — eu disse.
— É claro seus avos. — ele disse.
— Sim, sorte que ela falou Roma não Paris. — ri sem humor.
— Perai você fala francês certo?- que merda de pergunta era essa agora.
— Eu falava, eu meio que bloqueei essa parte da minha vida, mas eu ainda entendo umas coisas. — disse.
— Então por que me perguntou o que era je t’aime?- ele perguntou.
— Porque por mais que pareça estranho eu não consigo me lembrar do que significa isso. — disse triste e uma lagrima solitária rolou pela minha face. Ele então a recuperou, e disse:
— Me desculpe não queria te ver triste, é normal esquecer quando não se usa a língua e você ficou quatro anos aqui sem falar nenhuma vez é compreensível. — ele disse e então me abraçou. Eu me aninhei em seu peito e me deixei adormecer já que a viagem seria longa era bom ficar assim, eu me sentia protegida, amparada, segura.
Eu estava caminhando pelas ruas de Paris quando ouso uma voz me chamar. Olhei para traz e vi meus avos e meu primo vindo em minha direção, não me contive e corri na direção deles recebendo um caloroso abraço deles. Meus olhos estavam marejados num misto de tristeza e felicidade, tristeza, pois ela sabia que isso eram um sonho e felicidade, pois sabia que onde quer que eles estejam sempre me amariam. Então algo me tirou de meus devaneios meu avo aproximou-se de mim e sussurrou: je t’aime depois dando um breve beijo em minha testa assim desaparecendo. O mesmo aconteceu com minha avó e meu primo então sentiu alguém me chacoalhando.
— Bella, Bella acorda. — essa voz só podia ser dele meu porto seguro, meu Ed. Abri os olhos lentamente e quando o vi sorri fracamente então percebi que minha visão estava meio embaçada ate que passei os dedos pela minha face e percebi que estava realmente chorando.
— O que ouve por que esta chorando?- ele perguntou secando minhas lagrimas.
— Estava sonhando com meus avos. — disse simplesmente e ele então entendeu e me envolveu em seus braços.
— Eles estão num lugar melhor agora, não fique triste meu anjo me dói quando te vejo tão torturada como esta. — ele disse e então depositou um cálido beijo em meus lábios. Eu não sabia o que dizer apenas sorri e me aconcheguei nele mais uma vez esperando pelo pouso. Passei um tempo conversando banalidades quando a voz do piloto pediu que colocássemos o sinto que já iríamos pousar.
No aeroporto pegamos nossas malas e fomos para uma lanchonete que havia lá.
— Pronto vamos ligar pro Carlisle e explicar o que aconteceu. — eu disse olhando mortalmente para a baixinha e o Tyrone.
— Eu ligo. — meu Ed disse. (tira o olho).
Pov Ed.
Resolvi que era melhor que eu ligasse então disquei o numero torcendo para não ouvir muito. Não chamou muito e ele atendeu.
— Oi pai. — disse testando ele.
— EDWARD ANTONY CULLEN ONDE VOCES ESTÃO?- uma palavra F.U.D.E.U.
— Roma. — disse num sopro de voz.
— O QUE?- cara nunca viu meu pai surtado.
— A culpa não foi de ninguém só dos dois idiotas Alice e Emmett eles que armaram tudo. — disse de uma vez.
— Eu não quero saber quem foi que armou. — ele disse frio.
— Você vai nos mandar passagens de volta?- perguntei meio receoso, pois no estresse que ele tava eu não duvidava de nada.
— Não. Eu não vou consertar a burrada de vocês dessa vez, vocês se quiserem voltar vão ter que dar um jeito se virar e arrumar o dinheiro.
— O QUE? — O QUE, MAS... — ta eu surtei agora.
— Sem, mas, o máximo que eu posso fazer por vocês é dar o endereço de um casal amigo meu para que vocês possam ficar lá. — pelo menos né.
— Valeu pai.
— Eu vou ligar pra eles agora e assim que tiver uma mensagem ligo pra você.
— Ok. Desliguei e fui ate os futuros defuntos.
Pov Bella.
Vi o Edward se aproximando de nos com uma cara que dizia: Tamos ferrado.
— E então?- perguntei.
— Ele não vai nos mandar passagens nem dinheiro, mas vai falar com um casal que é amigo dele para que agente possa ficar lá, mas se agente quiser voltar agente vai ter que se virar.
— O QUE COMO ASSIM? — O que?- perguntei, mas me calei ao sentir meu bolso vibrar. Olhei o visor e gelei.
— Eu vou morre. — sussurrei pra mim mesma, mas acho que o resto ouviu.
— Quem é?- a hobbit falou.
— Meu pai. Atendi num fio de voz.
— ISABELLA MARIE SWAN!- presente?!
— O-oi pai!
— COMO VOCE PODE IR PARA ROMA? ROMA FILHA.
— A culpa não foi minha pai foi da Alice e do Emm.- disse temendo ele.
— EU NÃO QUERO SABER DE QUEM FOI A CULPA.
— MAS... — ta apelei.
— NADA DE MAIS MOCINHA CARLISLE JÁ ME DEIXOU A PAR DAS COISAS E EU CONCORDO COM ELE.
— O QUE?- não.
— ISSO MESMO ENTAMOS ESPERO QUE APRENDA ALGO COM TUDO ISSO.
— Claro pai.
Desligou e senti as lagrima me invadirem, mas tratei de secá-la antes que alguém visse. Virei-me e fiz uma promessa: FAZER A VIDA DAQUELES DOIS UM INFERNO DURANTE ESSAS FÉRIAS. Caminhei até eles e dei um olhar gélido para os dois imbecis e então me sentei em uma das cadeiras do aeroporto pondo as mãos na cabeça e murmurando baixo.
— E então gênios qual é a grande idéia agora?
— Temos que esperar a legação do papai. — Alice disse.
— Ótimo.
— Qual é Bella curte a viajem pensa ate agente arruma dinheiro suficiente para comprar as passagens muita coisa pode acontecer. — Emm disse se animando.
— Realmente Emm e uma delas é te matar bem lentamente pra você sofrer. — eu disse e ele correu pra traz da Rosálie.
— Credo Bellita assim você assusta. — Alice disse com a mão no peito.
— Não pense que a senhorita esta impune, também é culpada por tudo isso. — eu disse lhe apontando um dedo.
— Ok chega de briga agora que estamos aqui não nos resta nada a fazer a no ser esperar o telefonema do meu pai. — Ed disse e na mesma hora o celular dele tocou.
— Vou atender.
POV Ed.
— Pai.
— Eles já estão esperando vocês vou te mandar o endereço por mensagem. — ele disse friamente.
— Ok.
— E eu não quero saber de mais gracinha sua mãe já esta quase se matando de preocupação. — pobre Esme.
— Tudo bem.
— Ate.
— Ate.
Voltei para onde os outros estavam e lhes dei o recado e logo recebi a mensagem com o endereço então tomamos dois táxis e fomos. Fui olhando por onde o táxi passava para ver se memorizava algo logo vi os portões de um grande condomínio. É os caras devem ser bem ricos.
Notas finais
Nao deixem de passar na nova fic Codigo Assassino:
http://fanfiction.nyah.com.br/viewstory.php?sid=60609
Bjuss amo voces
N/B: Espero que tenham curtido mitooooooooooooo o carnaval, mas é claro com juízo. Bem o capitulo foi mara! Comentem bastante e passem lá na minha fic:
http://fanfiction.nyah.com.br/historia/59573/A_Historia_De_Um_Amor
Beijos.
Lay.
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