Aprendendo A Amar

11 Capítulo 11


Notas iniciais
aqui vai mais um cap dessa fic. cap tenso. kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eu estava com 3 meses de gestação, minha barriga quase não se via. Eu estava louca para meu beber crescer logo. As vezes quando ia para o hospital eu passavam em frente a alguma loja de roupa de bebe e ficava olhando. Sasuke era frio como sempre mas eu sabia que ele estava feliz afinal um novo membro do clã uchiha viria ao mundo em breve. Eu tive muitos enjoos, até cheguei a desmaiar no trabalho duas vezes, mas como médica eu sabia que esses três primeiros meses eram assim, mas logo isso iria passar.

Acordei atrasada. Me levantei correndo e tomei um banho rápido. Desci as escadas correndo.

— Onde está indo? – Sasuke estava sentado no sofá lendo alguns pergaminhos.

— Trabalhar. E estou atrasada, meu despertador não tocou hoje.

— Claro que não, eu o desliguei.

— Está louco? Porque fez isso?

— Falei com tsunade e você não vai trabalhar.

— Que ótimo. Ela me deu o dia de folga. Vou voltar pra cama, estou morta de cansaço.

— Não é só um dia de folga. Você não vai mais trabalhar durante a gravidez.

— Realmente você enlouqueceu.

— Sakura, você tem passado mal praticamente todos os dias. E não pense que não sei que você desmaiou no hospital. Duas vezes. – droga, como ele soube disso. Pedi que ninguém contasse.

— Com que direito você vai até Tsunade e diz que não vou mais trabalhar. Eu estou grávida e não doente. Esse é o meu trabalho e não vou deixar de trabalhar só porque você quer.

— Tsunade concordou comigo ela disse que você precisa descansar. Você não parou de trabalhar desde que voltou de suna. E tenho todo o direito de me meter na sua vida, você é minha mulher. – droga, ele estava irritado. – Agora volte pra cama antes que eu mesmo te leve.

— Vou comer primeiro.

— Pode deixar que levo seu café na cama. – hummm isso até que iria ser bom. Sasuke levou meu café na cama e eu o devorei.

— Sakura, terei que sair para uma missão hoje. Eu não queria ir mas são ordens do hokage. Além do mais ele disse que se eu for nessa missão me da um mês de folga pra ficar com você.

— Ficará quantos dias foras?

— Volto hoje de madrugada. Agora tenho que ir, quanto mais rápido chegar mais rápido volto. – e me deu um beijo na testa. Eu não queria ficar sozinha mas não podia fazer nada, ele era um ninja e tinha deveres.

...

A tarde eu estava em casa quando um ninja bateu na porta.

— Senhora Uchiha, Shizune pede que vá ao hospital urgente.

— O que aconteceu?

— Não sei, só vim dá o recado. – e desapareceu. Sakura se vestiu apressadamente e foi correndo para o hospital. Chegando la Sizune já esperava por ela na recepção.

— Sakura até que enfim.

— O que houve?

— Um caso de envenenamento. Um ninja voltou de uma missão envenenado e não conseguimos identificar o que é. Preciso que me ajude já que Tsunade não está aqui.

— Certo, me leve até o paciente. – chegando no quarto dei de cara com um homem se contorcendo de dor. Tentei examina-lo mas o mesmo se debatia muito. – Segurem-no. – alguns enfermeiros o seguram e eu pude enfim analisa-lo. O veneno era praticamente impossível de se detectar, mas conseguir descobrir qual era por causa dos sintomas: convulsão vomito e perda da voz. Demorou muito tempo para que conseguíssemos fazer o antidoto mas enfim salvamos a vida dele. – Agora é com vocês, ele só precisa descansar.

— Obrigada sakura. sei que você devia está em casa descansando mas era uma cas de vida ou morte.

— Sei problemas, nós médicos estamos acostumados a isso. – olhei no relógio e vi que era 11 horas da noite. – Bom agora que meu trabalho esta terminado vou voltar pra casa.

— Quer que eu peça alguém para te levar?

— Não precisa.

— Ok então, tchau Sakura. – até mais Shizune. – estava andando pelas ruas da vila quando alguém me chama.

— Sakura. – virei para ver quem era e dei de cara com karin.

— Oi Karin. Tudo bem?

— Queria falar com você. Podemos ir a algum lugar?

— Não sei, já está tarde.

— Prometo que serei rápida.

— Ok então. – fomos andando até um barzinho próximo. Nos sentamos numa mesa mais afastada. O garçom se aproximou da gente.

— Vão beber alguma coisa? – ele perguntou gentilmente.

— Quero um refrigerante e você sakura? – disse karin.

— Um suco de laranja. – eu não sabia o que ela queria comigo ali. Bom nunca fomos amigas mas também não a odiava. Eu sabia que ela gostava do sasuke antes. Mas depois que ele tentou mata-la ela se afastou mais. – Então karin o que queria falar comigo?

— Sobre o sasuke.

— O que tem ele?

— Não acredito que você pode perdoa-lo. Ele tentou mata-la.

— Nem eu acredito.

— Então porque se casou com ele? – nossas bebidas chegaram. Dei um gole no suco.

— Porque eu o amo.

— Eu também o amei. Muito. O seguir por muito tempo achando que um dia ele iria me notar. Fiz tudo que ele mandou mas mesmo assim no final ele tentou me matar. Aquilo me doeu muito.

— Entendo como se sente.

— Não você não entende. Hoje você está casada com ele. E ele nem te ama. Porque se casou com um homem que não te ama?

— Acho que isso não é da sua conta. Essa conversa acaba por aqui. – me levantei rapidamente e me senti tonta. Minha cabeça girou e acabei me sentando novamente na cadeira. Olhei envolta no bar e vi que não tinha mais cliente além de nós duas. – Filha duma puta, o que você colocou na minha bebida?

— Nossa, então você percebeu. Realmente você é a médica que dizem ser, mas agora é tarde você já bebeu.

— O que é isso, veneno?

— Não. Isso seria fácil. Quero que o sasuke sofra, assim como eu sofri.

— O que está querendo dizer com isso? – meu corpo ficou mole e eu não conseguia me mexer. Nesse momento o garçom me pega no colo. Então ele a estava ajudando nisso.

— O que faremos karin?

— Vamos leva-la pra casa.

— Sabe o risco que estamos correndo?

— Não se preocupe. Depois disso vamos sumir da vila. – senti meu corpo ser carregado até em casa. Subiram as escadas e me colocaram na cama. Senti minhas forças voltando e tentei me levantar. Juntei o pouco de chakra e dei um soco em karin que caiu do outro lado do quarto. – Vadia. – ela disse com raiva. – Você não sabe o que a espera.

— Vai fazer o que me bater?

— Não. Vou deixar que o uchiha o faça. Tenshi me ajude aqui. – ele me segurou devolta na cama, eu ainda estava sem força. Vi ela tirar uma agulha do bolso com um substancia. – Isso vai deixar você bem calminha.

— Não, espera não aplica isso em mim. Eu estou gravida e isso vai prejudicar meu bebe.

— E quem disse que eu me importo? – ela perfurou meu braço com força deixando uma marca roxa ali e injetou a substância na mesma hora meu corpo ficou imóvel e eu não conseguia me mexer. – Tenshi, tire as roupas dela.

— O que?

— Anda logo. – eles me deixaram apenas com as roupas intimas. – agora deite-se com ela, o show vai começar...

...

Acordei com um forte tapa no meu rosto. Meu corpo ainda estava mole demorei para perceber o que estava acontecendo. Levei outro tapa.

— LEVANTA VAGABUNDA. — pude sentir o ódio de sasuke emanando de seu corpo. Olhei para o lado e tinha outro corpo comigo. Eu estava perdida.

— Sasuke. – ele veio até mim e me deu mais um tapa.

— O QUE SIGNIFICA ISSO SAKURA. EU SAIO POR UM DIA E É ISSO QUE VOCÊ FAZ QUANDO NÃO ESTOU.

— Sasuke não é isso.

— É O QUE ENTÃO? VAI ME DIZER QUE NÃO É O QUE EU ESTOU PENSANDO? QUE EU NÃO ENCONTREI MINHA MULHER NA CAMA COM OUTRO HOMEM. DIGA SAKURA: ISSO É ALGUMA VINGANÇA POR TUDO QUE EU JÁ TE FIZ? – ele apertou meu braço com força. Eu não conseguia falar estava em choque. — RESPONDE VAGABUNDA. – ele me levantou da cama e me jogou no chão com força. Senti uma dor forte na barriga.

— Sasuke por favor... – nesse momento o homem que estava ao meu lado se levantou. Sasuke olhou para ele com ódio.

— Hey cara calma ai. – Sasuke foi até ele e segurou em seu pescoço. Lhe deu vários murros e golpes.

— Não Sasuke. – eu gritei.

— VAI DEFENDER O SEU AMANTE AGORA SAKURA. NÃO SE PREOCUPE, LOGO MANDO VOCÊ PRO INFERNO TAMBÉM. — e jogou o homem ensanguentado no chão. Sasuke se aproximou de mim, olhei em seus olhos e ele estava com o sharingan.

— Não faz isso e o nosso filho.

— Nosso? Esse bastardo não é meu filho. – aquilo me magoou como nunca. – Eu devia matar você mas não farei isso. Você não merece morrer. Viva como o lixo que você é. – ele foi andando até a porta. – Você tem meia hora pra sair daqui. – e desapareceu.

Notas finais
e ai? bem dramático. huahuahuahua