Notas iniciais
Esta é outra one shot minha de que gosto muito Espero que gostem.

Tarde quente em Nova York.

O verão nem havia começado ainda, mas as pessoas já sentiam seu peso naquela tarde sufocante. Os meteorologistas registravam o dia mais quente nosúltimos anos, e previam que quando o verão propriamente dito viesse, deveria-se esperar temperaturas ainda mais elevadas, uma consequência do efeito estufa.

Tony Stark deixara a cidade ainda cedo, indo passar o restante da semana em sua casa em Malibu. Thor se fora para Asgard, e Clint Barton estava em missão para a SHIELD na América do Sul. Mas havia também vingadores na cidade, alguns de plantão na mansão Stark.

Steve estava jogando basquete com Wolverine na quadra, Bruce estava na varanda dos fundos, lendo um calhamaço de Tolkien, e Clint treinava tiro no telhado da mansão.

Wolverine estava acabando com Steve na quadra. Embora Steve fosse ágil e rápido, Wolverine sempre o barrava e conseguia quebrar seus dribles, tomando a bola e marcando ponto sem problemas. Quando Logan parou de repente, Steve tomou-lhe a bola e enterrou, gritando, vitorioso.

— O que foi, Logan? Se cansou? — riu Steve.

— Não. Só estou apreciando a vista. — disse Logan, tocando o ombro de Steve e apontando na direção da varanda da casa, onde Natasha conversava com Bruce. Ela estava com um biquíni preto, mas escondia a parte inferior do mesmo sob um short jeans que lhe ia até o começo das coxas.

— Devíamos ter mais dias como esse no ano. — comentou Logan, indo até a beira da quadra, onde se agaichou e pegou um charuto no bolso da jaqueta, que estava pendurada na cerca de arame. Acendeu-o e se encostou na cerca, olhando para Natasha, que, lá adiante, se deitava numa das espreguiçadeiras diante da piscina olímpica da mansão.

— E o jogo? — reclamou Rogers, jogando a bola com força na direção de Logan, que a pegou no ar com uma mão sem olhar e a soltou no chão.

— Vinte minutos. — foi só o que Logan disse.

Steve saiu da quadra, inspirando fundo e sentindo o ar fresco da tarde. Tirou a camisa suada e a jogou no ombro, se encaminhando para a mansão. Passou atrás da espreguiçadeira onde Natasha fitava o céu por trás de seus óculos escuros, e a cumprimentou. Ela cumprimentou-o de volta. Steve não pode deixar de dirigir um rápido olhar à forma como os seios da mulher ficavam com ela deitada, e daquele ponto de vista eles lhe pareceram perfeitos, exangues, como se esperassem por suas mãos.

Afastou o pensamento. Natasha quebraria os dedos de Steve.

Mas olhar não faria mal.

Dali a cinco minutos, depois que de unm rápido banho frio, Steve voltou à varanda e se deitou em uma das espreguiçadeiras, usando uma sunga azul, e óculos aviator pretos. Deitou-se, e com o artifício dos óculos, se permitiu olhar de esguelha para Natasha de vez em quando. Logan apareceu entre os dois ciprestes que ocultavam a quadra quase por completo, com o charuto pela metade entre os dentes. Passou por Natasha, acenando com a cabeça para ela. Sentou-se na beira da espreguiçadeira ao lado de Steve, e com um sorriso juveni, murmurou:

— Óculos escuros são um truque mais velho que você. — Steve riu baixinho, corando. — Não vai me dizer que está criando esperanças?

— Não, claro. Só estou apreciando a vista.

Logan riu, e se virou um pouquinho. Natasha se pusera de pé, e se espreguiçando, tirou os shorts, revelando a peça inferior do biquíni. Wolverine arqueou as sobrancelhas e Steve não disfarçou o olhar. Natasha deixou os óculos na espreguiçadeira e correu, mergulhando. Quando subiu à superfície, lançou um olhar sério a Logan e Steve.

— Fechem a boca, rapazes.

Os dois coraram como tomates, e, pigarreando para não rir, Logan foi subindo os degraus da varanda.

— Boa sorte, amigo. — murmurou ele para Steve, quando ia subindo.

Steve se recostou na espreguiçadeira e olhou para o céu. O som da água se movendo com as braçadas de Natasha embalava seus ouvidos e tornava o silêncio mais supertá-vel. Até que a uiva vingadora o quebrou.

— E aí, Rogers? Quer competir?

— Hã... eu... claro. — disse ele, se levantando, e entrou na piscina devagar, por uma das extremidades.

— Esqueceu de tirar os óculos. — disse Natasha, com um pouco de acidez na voz. Steve os dobrou e os colocou na grama.

— Certo. — disse ele, e começou a dar braçadas, nadando em círculos para se aquecer. Natasha ficou a um canto olhando.

— Cinco idas e vindas. — disse ela. — Uma corrida. O que acha?

— Parece fácil.

— Vamos ver. — riu Natasha, e saiu da piscina, se posicionando na beira. — Banner! — gritou ela. Do patamar na varanda, Bruce ergueu os olhos do livro. — Dê o grito de partida! — gritou ela novamente. Bruce se levantou e se debruçou na balaustrada, olhando sobre os óculos para os dois curvados na beira da piscina.

— Vão! — gritou ele, repentinamente, e os dois vingadores mergulharam depressa. Natasha, mais leve que Steve, era mais rápida, embora cada braçada dele cobrisse quase o dobro da distância que uma braçada dela cobria. Banner desapareceu mansão adentro sem que nenhum dos dois notasse.

Quando se deu a quinta volta, os dois tocaram a borda quase ao mesmo tempo, e disctutiram um pouco o assunto, rindo. As câmeras do computador Jarvis na piscina denunciaram que Natasha vencera, e ela, orgulhosa se sentou na borda da piscina, tirando a água dos cabelos com as mãos.

— Quero revanche.

— Terá outras chances, Rogers. — disse ela, e sacudiu os cabelos. Steve sentou-se também na borda, a quase um metro e meio de distãncia de Natasha. — Eu não mordo. — sorriu ela, mechendo no cabelo. Steve percebeu o modo como os seios dela se levantavam quando ela levava as mãos atrás da cabeça, e novamente teve o olhar preso no corpo da ruiva. Natasha era magra, mas tinha curvas lindíssimas, e sua delicada pele branca era convidativa, macia e sem nenhuma cicatriz de batalha.

Natasha baixou os olhos e ficou vermelha. Desviou os olhos para a piscina.

— Percebi que gostou da vista. — disse ela.

Steve corou, e percebeu que em sua sunga, era notável uma ereção.

— Natasha, desculpe.

— Suma da minha frente antes que eu corte isso aí fora. — disse ela, furiosa, embora sempre houvesse achado Steve um homem bonito, e tivesse sentido uma certa quentura entre as pernas ao ver que o colega estava ereto.

O louro se levantou, e cobrindo a frente da sunga com uma das mãos, e se desculpando novamente, se afastou para dentro da casa.

Steve se trancou no quarto que ocupava quando, por vezes, dormia na mansão. Procucurou uma toalha para se secar e viu que, com o constrangimento, sua ereção desaparecera. Secando o cabelo, se sentou na cama e ficou revivendo aquela cena por mil vezes, se odiando, e uma voz veio do lado de fora do quarto.

— Rogers. — chamou Natasha, e não esperou resposta, abriu a porta e entrou. — Esqueceu isso lá fora. — disse ela, e estendeu a ele os caros óculos escuros.

— Obrigado.

Ela fez menção de sair. Ainda estava molhada. Água escorria por suas curvas, e seu biquíni aderia à pele. Steve olhou por um momento para seus quadris, e desviou os olhos para o chão.

— Natasha, me desculpe por isso.

Ela parou e se virou.

— Tudo bem. Já vi situações piores.

— Imagino. Você é linda, deve ser costumeiro para você.

Ela sorriu, segurando na maçaneta.

— Obrigado, Rogers. Você é bonitinho. Dá pra quebrar o galho.

Steve riu, acanhado.

— Quando precisar, é só chamar, Steve, o jardineiro.

Natasha sorriu.

— Acho que não entendi, mas acho que sei o que quis dizer. É a pior cantada que eu já recebi.

— Não pode ser. — Steve duvidou.

— Pode sim senhor. Tchau, Rogers. — disse ela, e saiu, fechando a porta bruscamente.

Steve deitou-se, esfregando o rosto com as mãos, suspirando.

— Que mulher. — comentou ele consigo emsmo.

Mais tarde, os vingadores de plantão jantaram todos no patamar da varanda, pois a casa estava abafada demais, mesmo com o ar condicionado ligado. Para desespero de Steve, Natasha contou a todos do ocorrido na piscina, e todos riram à vera, até Steve, mas vermelho como tomate. Durante o jantar, Natasha se sentava junto de Clint, e eles conversavam entre si, e faziam piadinhas que só eles entendiam. Rogers sentiu uma ponta de ciúmes sem fundamento.

— Está pra nascer um cara capaz de derrubar a Natasha com uma cantada. — começou Clint quando ela contou que Steve tentou cantá-la (ele corou mais ainda com isso), e virou-se um pouco na cadeira para ela, e disse, em voz alta, mas com seriedade: — Natasha, estamos todos de folga, mas se me der uma chance essa noite, eu prometo que te tratarei como relatório: te jogo na mesa e faço a noite toda.

Todos riram.

— Terrível. — concluiu Natasha, gargalhando. Todos riam com facilidade àquela noite, pois já estavam todos além da segunda taça de vinho (exceto Bruce, que só ficava no chá gelado). Steve começou a se sentir mal com toda aquela intimidade entre Natasha e Barton, e se levantou.

— Com licença, amigos. Vou me deitar.

— Tenho certeza de que o verdinho é mais forte pra bebidas que você, Rogers. — disse Wolverine, se referindo a Banner, e ele deu um sorrisinho sem jeito.

— Boa noite, vingadores.

— Boa noite, Rogers. — responderam todos, em uníssono.

Steve foi entrando, ainda um tanto irritado com Barton. Ouviu todos rirem lá fora, provavelmente de outra piada contada por ele. Fechou-se em seu quarto e se preparou para dormir, cobrindo-se com um lençol, e com a janela escancarada por causa do calor. Ficou ouvindo as vozes lá fora por algum tempo, até que todas se silenciaram, e Steve começou a adormecer, quando alguém bateu à porta, e entrou sem esperar resposta.

Natasha entrou, corada. Devia ter bebido mais uma ou duas taças de vinho desde que Steve saiu, e estava sorrindo. Estava vestindo um vestido de seda preto leve e que lhe chegava aos joelhos.

— O qu..

— Shh. — disse ela, para ele, sentando-se na beira da cama. Steve se sentou, e antes que pudesse repetir a frase que ficou pela metade, Natasha o beijou.

Steve sentiu os lábios dela agridoces, com gosto de vinho, e introduziu a língua entre eles, segurando os cabelos ruivos de Natasha e prendendo seu rosto ao dela. Sobre o lençol, ela se sentou sobre a barriga dele e deitou-se sobre seu corpo, mordendo os lábios do louro e roçando sua língua na dele devagar. Rogers levou a mão à parte posterior do joelho de Natasha, e começou a subi-la, acariciando a pele macia da mulher, acompanhando suas coxas, e subindo o vestido. Ela afastou a mão dele dali antes que ele chegasse onde queria.

— Não tão rápido, capitão.

O membro de Steve já estava desperto, e Natasha roçou sua intimidade sobre ele, incitando-o, arrancando suspiros de Steve. Ela desmontou de cima dele e puxou o lençol. Steve dormia de regata e cuecas brancas de algodão fino. Ela deitou-se, e sorriu quando Steve se precipitou sobre ela, beijando seu pescoço. Ela correu os dedos sobre o volume de Rogers, sentindo-o pular sob sua mão.

Ele deslizou as alças do vestido dela para longe de seus ombros delicados, revelando sob elas as alças, também pretas, do sutiã que ela vestia. Começou a puxar o vestido dela para baixo, e ela não ofereceu resistência. Estava com uma mão sobre a cueca de Steve e brincava com seu membro, arranhando-o sobre o tecido e apertando perto da base. O vestido de Natasha foi ao chão, e em resposta, ela fez com que Steve tirasse a camisa. As peles dos dois se roçavam e se atritavam, quentes, quando Steve voltou a beijar o pescoço de Natasha, com as mãos sob seu corpo, no fecho de seu sutiã. Ela se moveu um pouco, e ele conseguiu abri-lo, e o tirou devagar, tutilmente, deslizando os dedos entre os seios dela e segurando a peça por ali, antes de jogá-la ao chão.

Steve beijou Natasha novamente, com uma das mãos em seu seio direito, rodeando a auréola com o polegar, e passando-o sobre a ponta do mamilo. Então começou a apertar e puxar o mamilo de Natasha, enrijecendo-o. Repetiu isso no outro seio, e então levou a boca ali, passando a língua sobre a ponta do mamilo e chupando-o com força. Natasha gemia, e já pusera o membro de Steve para fora da cueca, e estava masturbando-o devagar. Steve lambeu e chupou ambos os seios de Natasha, e ela ofegava, sentindo o calor e a umidade entre as pernas aumentarem.

Ela o empurrou de costas na cama e beijou seu peito, sua barriga, e Steve sorria, ansioso pelo que viria a seguir. Natasha deu beijos lentos e estalados em suas coxas e sua virilha, enquanto despia a cueca do louro por completo. Então, olhando para ele de baixo, ela levou seu membro à boca e o deslizou em direção à sua garganta, então retornou e repetiu isso. Tirou-o da boca e lambeu desde a base até a glande, vendo o resultado disso tudo na forma como Steve respirava, cada vez mais pesado. Quando ela voltou a subir, o membro de Steve estava muito duro, com as veias começando a aparecer, e soltava um filete transparente de excitação.

Steve ficou de pé ao lado da cama e Natasha se ajoelhou na cama, de pernas juntas, e deitou a cabeça em um travesseiro, ficando assim, com a bunda bastante empinada. Steve tirou sua calcinha devagar, vendo-a enrolar-se quando ele a puxava para baixo. Lambeu dois dedos e os colocou dentro de Natasha, que gemeu baixinho. Ele sentiu o calor dela nos dedos, que fez irem e virem lá dentro, em movimentos sutis. Ele fez com que ela abrisse as pernas, e se curou um pouco. Quando sentiu a língua de Steve tocando sua feminilidade, Natasha gemeu uma pouco mais alto, e sentiu-se ficar ainda mais molhada.

Com o gosto doce da ruiva nos lábios, Steve voltou a se aprumar e chegou sua glande na entrada de Natasha e o empurrou devagar para dentro, deliciado com a sensação de seu membro sendo envolvido pelo canal dela, quente e apertado. Começou a dar estocadas lá dentro, tomando ritmo. Natasha contribuia empinando e movendo levemente os quadris.

Ela escapou de Steve e se ajoelhou na cama, dando beijos na barriga de Steve, puxando-o pela mão para se deitar. Ele obedeceu, e ela tomou controle da situação, sentando devagar sobre ele, deixando que seu membro entrasse por completo. Então começou a rebolar e subir e descer, olhando nos olhos azuis de Steve, cravando as unhas em seu peito suado. Ele acariciava seus mamilos, enchendo as mãos com seus seios. Ela sentia os mamilos doerem, e estava beirando o êxtase, quando começou a sentar mais depressa sobre Steve, vendo no rosto dele suas reações.

Com um gemido gutural e grave, Rogers ejaculou dentro de Natasha, que sorria, e continuava se movendo, mas devagar, em reboladas lentas, sentindo o membro dele deslizando pegajoso dentro dela, até que saiu bruscamente e se enrolou no lençol. Pegou suas roupas e saiu, lançando a Steve um sorrisinho da porta, fechando-a antes que ele pudesse dizer alguma coisa. Ele dormiu como estava, esparramado na cama, não acreditando no que ocorrera.

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