Apocalipse de katarine
2 Parte 2 Família
Notas iniciais
Memórias de Katarine
A voz de um homem filmando seus filhos na praia :
– Ei filha falhe alguma coisa para a câmera! Em seguida uma voz feminina aparece dizendo:
– Querido...ela não fala você sabe disso.... Então a menina começa a fazer uma casinha de areia, bem sorridente a menina ficava quando fazia o seu castelinho, até ser parada pelo o seu irmão mais velho que para ela e fala:
–Ei mãe! Filma ai ! Vou fazer uma mágica com a irmãzinha aqui!
Se preparando para fazer a mágica ambos foram parados pelo grito da pessoa que filmava o vídeo dizendo:
– CUIDADO! Era um meteoro que caiu no oceano espalhando poeta e água pra qualquer um que estivesse perto e então o vídeo era interrompido por estática.
Assim Katarine acorda de seu pesadelo pessoal e percebe que, depois de sua caminha por suprimento ela tinha se cansado e dormido depois de ter sido quase assaltada, mas ela não tá muito longe de sua "casa" ela anda solitáriamente, um pouco cautelosa para não chamar muita a atenção e então ela abre a porta devagar, então a garota começa a andar um pouco acende um lampião que tava perto de uns móveis então rapidamente ela fecha a porta coloca as trancas.
Katarine ela estava repleta de sangue depois de sua ultima batalha ela percebeu que deveria limpar suas roupas e tomar um banho para não chamar a atenção de mumukus que são criaturas que surgiram depois de uma guerra biológica, sedentos por sangue, atacam a noite, pois eles só enxergam a noite de dia eles dormem nos esgotos ou cavernas eles não vê como um ser humano vê e nem ouvem eles são surdos porém sua visão é como uma câmera térmica e de movimento eles só atacam se é quente ou que esteja se movendo, mas saindo desse assunto...
Katarine lavou com suas próprias mãos suas roupas num tanque antigo e preparou sua comida em um pequeno fogão que funcionava a energia elétrica, pois a casa onde ela ficava tinha um mini gerador elétrico, que era recarregado por energia solar, era por esse motivo que ela quase nunca saia de casa e colocava seca eletrificada na casa pra nenhum mumuku ou humano invasor entrasse na casa dela. Então rapidamente ela foi tomar banho que era abastecido por um tanque que ela mesma fez para que tirasse água da chuva para poder ser reutilizada novamente para seu uso, de vez em quando tem agua o suficiente para ela não precisa sair para buscar água para beber mais na maioria das vezes ela precisa sair para busca sua água, o único motivo que faz Katarine sair de casa, era para encontra comida e suprimentos para ela.
Quando Katarine termina seu banho, ela anda pela a sua casa e um flashback de suas memória durante o período da guerra passava na cabeça dela quando ela olhava para certos lugares de sua casa, ela lembrava quando o seu próprio pai desesperado ele atirou em sua própria cabeça, tentando fugir desse cenário terrível que ele via, em seguida sua mãe se matou de depressão quando viu seu marido morto, ela se enforcou, e seu irmão mais velho.... Katarine não tem ideia se ele tá vivo ou morto pois ele fugiu a muito tempo com sua namorada também tentando fugir da guerra. A mãe de Katarine tentou mata-la de overdose de remédio antes dela mesma se matar para ela não se sentir tão culpada por deixado sua filha casula naquele mundo terrível que estava se tornando, mas parece que seu plano não funcionou, pois Katarine sobreviveu a quantidade de remédios que tinha tomado naquele dia, ela foi que sobreviveu na família, foi só ela que limpou os corpos naquele dia, foi só ela que enterrou sua família nos fundos da casa, foi só ela sozinha naquele fatídico que a traumatizou para sempre.
Dias se passou e a garota quieta mexia e, seu rádio procurando alguma transmissão de vida em algum lugar mais nada só uma mensagem triste de um locutor de radio que repitia a mesma transmissão todo dia toda a hora antes dele mesmo se matar depois a mensagem era.
"terrivel e solitário! Nancite está sofrendo com a anarquia e as guerras depois dos meteoros, a vida aqui está difícil de se manter, a discórdia e monstros a noite está deixando todos os cidadões da cidade desmotivados de viver.....minha mulher e meus filhos partiram ainda a pouco.....eu não entendo por que eu ainda estou aqui....trabalhando.....bom....esse é meu ultimo recado para qualquer um que sobreviveu.... essa cidade não vale mais a pena está aqui.....e eu colocarei essa mensagem em repetição para que todos pelo menos estejam antenados na nossa radio espero..... Estarei depois com a minha família e tenha um bom dia ou uma boa noite."
A mensagem acaba aqui, então Katarine olha para seu redor e se veste, quando ela termina de ser vestir ela olha para sua janela perto de casa, mesmo ela esteja toda cheia de tábua pregada na parede ela ainda podia vê o que estava no seu outro lado. Katarine via a rua e um outro flashback passou em sua cabeça de como era bom o tempo quando aquelas ruas não era deserta mais tinha crianças brincando e se divertindo nas férias de verão, mas hoje é só deserto e grama alta e seca naquela rua.
*Toc toc toc* um som da porta batendo fez com que a Katarine saísse de suas viagens mentais e percebesse que ela não está só naquele momento e naquela hora. Katarine saiu de seu quarto e foi até a porta de entrada pegou um facão temendo do perigo que podia aparecer ela se preparou, eentãoandando devagar ela sem acreditar que havia alguém no outro lado da porta ou era só sua imaginação tentando fazer ela ficar louca por causa de sua solidão, bem devagar ela aproximava sua mão para a masaneta, ela respirou fundo e abriu a porta e era...
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