P.O.V Ani

Tinham feito lavagem celebral? Como assim?

Lembranças ON

UM ANO ANTES...

— Ani, pode vir aqui nessa sala? — Rezende fala abrindo uma porta.

— Ok — falo entrando na sala

Ele me fala para eu me sentar em uma cadeira (Autora — dai acontece o procedimento todo de lavagem celebral ok?)

Quando eu acordo eu estou no mesmo lugar, tudo está confuso, espera, quem sou eu? Onde estou?

— Tudo está confuso não é? — um cara alto se aproxima de mim — Eu vou explicar, seu nome é Ani, você tem 19 anos e estamos em um apocalipse zumbi, você é uma pessoa muito especial para mim, você vai ser treinada para matar um monte de pessoas, ok?

— O-ok — falo sem entender nada.

Lenbranças Off

Droga, agora me lembrei do que aconteceu.

— Ani, você tá bem? — o tal de Cellbit fala se aproximando de mim.

—To, to sim... — falo coçando a cabeça.

— Vem, eu vou te mostrar o que aconteceu com nosso grupo — Cellbit fala me ajudando a levantar.

Começamos a andar pelo predio até que chegamos em um acampamento bem grande, Cellbit me falou que ao longo dos anos eles encontraram um monte de gente e decidiram criar um gurpo, assim nomearam de omêgas; depois de um tempo já era de noite e eu precisava ir embora, eu não podia ficar ali se não o Rezende iria ficar bravo e vai querer me matar.

— Onde você vai? — Cellbit fala enquanto eu ia embora.

— Eu preciso voltar para meu grupo, se não eles me matam, eles precisam de mim para matar grupos, eu vou arrangar uma desculpa por não matar vocês....

— E o que você recebe com matar um monte de gente? — Guaxinim fala.

Será que eu falo? Ah, que se dane.

— Eles me dão um liquido azul que seria a cura, esse liquido é um remedio que ajuda a pessoa á não se transformar — eu falo mostrando meu braço infequitado — Eu fui mordida, esse remédio me ajuda á não me transformar...

— Então a cura já está pronta? — Mike fala bastante surpreso — Aqueles desgraçados já tem a cura.

Eu já ia embora quando o Cellbit me impediu, me jogou no chão e ficou em cima de mim.

— Eu não vou te perder de novo! — ele fala enquanto uma lágrima cai de seu olho — Prendam os braços e pernas delas!

Mike e Pac se aproximam e me amarram com cordas, me amordassam e me colocam em uma cadeira.

P.O.V Cellbit

Realmente eu não queria fazer isso mas é nessesário, eu não quero perde-lá novamente; Eu vou até a minha sala de trabalho para pensar um pouco.

— Oh meu amor, por que você tá assim? É por causa daquela vadia? — Sayu entra na sala me dando um selinho.

— Não chama ela assim — falo me levantando da cadeira já ficando com raiva.

— Afh — ela bufa indo embora.

Me sento na cadeira novamente e começo a pensar; o desgraçado do Rezende já tem a cura, eu sabia, ele não me engana....

P.O.V Ani

Eu preciso ir embora, mas como?

Mike e Pac me colocaram em uma sala que só havia uma cadeira... Eu realmente preciso sair daqui, eu preciso tomar meu remedio; me lembro que eu guardo uma faca na minha sintura, com muito esforço eu consigo pega-lá e cortar as cordas, me levanto mas a porta de ferro da sala está trancada. eu olho para todos os lados e vejo que á uma janela com vidro bem pequena, eu pego todas as minhas forças e consigo quebra-lá, á sorte é que minhas armas estavam comigo, começo a correr em direção a saida, começo a ouvir disparos e alguns homens do Cellbit estão tentando me impedir, com facilidade eu consigo desviar; depois de muito tempo eu chego no abrigo do Rezende, entro e vejo todo mundo em uma roda conversando, me aproximo deles e vejo Rezende com o liquido azul; ele se levanta e me entrega, começo a beber em um total desespero e Rezende me dá um beijo na testa.

— Boa garota — ele fala fazendo carinho em meus cabelos...

Já era bem tarde e todo mundo foi dormir, eu fui para meu quarto, me deito na cama mas eu sei que eu não iria dormir, começo a pensar que á um ano atrás eu descobri que tinha depressão... O silêncio domina o lugar, isso me acalma, e muito...

"O silêncio é um amigo que nunca trai"