Apocalipse - O Livro Dos Mortos
55 Ep55 – Confiança
Notas iniciais
BOA LEITURA!
Ahh tem fic nova com o primeiro cap ja disponivel The turners _Chronicles... Demm uma chance a ela e leiam o primeiro cap please!
Link:é so copiar e colar!!!!
http://fanfiction.com.br/historia/355860/Apocalipse_-the_Turners_Chronicles
Bjus
POV DARYL DIXON
Nem em sonho eu levaria Anna até woodbury, eu teria muito mais chance indo sozinho, ela tinha evoluído bastante nos últimos dias, aprendera a usar as facas muito rápido mostrando uma habilidade maior do que eu esperava, mas ainda não passava de uma garota frágil, matar pessoas não era tão simples quanto os zumbis, matar um corpo reanimado era fácil não causava comoção ou sentimento, mas tirar a vida de pessoas vivas mesmo por questão de sobrevivência mexia muito com a gente, se fazia isso comigo imagina com uma garota bem nascida e criada como ela. Cedo ou tarde ela ia acabar pirando com isso, matar na hora da raiva ou do desespero era algo aceitável, questão de sobrevivência, mas planejar um assassinato mesmo que fosse de um crápula como o Turner exigia muito mais da nossa sanidade.
Eu beijei a testa dela.
_Vamos planejar isso com cuidado tudo bem? Não podemos acabar morrendo por causa de vingança, eu quero acabar com aquele infeliz tanto quanto você, mas vamos ter paciência certo?
“Eu falando em paciência? Não via a hora de ir a woodbury e esfolar aquele desgraçado vivo. Mas eu precisava garantir a segurança da Anna e não colocar a vida dela em risco e deixando-a cair nas mãos de Cristhian, que devia estar com sede de vingança pela morte de Liv ”
_Tudo bem, você está certo.
Rick veio caminhando na nossa direção.
_Daryl quero que va comigo procurar mantimentos, precisamos alimentar essas crianças.Eu ia levar Glenn mas pensei que a moto daria mais mobilidade pra gente no meio dos carros já que vamos ter que ir longe.
_Desde quando eu levo marmanjo na minha garupa? Vou levar a Anna ela já ta pronta. Vou pegar a minha jaqueta.
Vi o sorriso de Anna, confiante por eu querer leva-la num garimpo comigo, eu sempre tentei deixa-la o mais protegida o possível, mas acho que o maldito do Criss me fez ver que eu não poderia estar sempre de olho nela e que se não aprendesse a se virar sozinha acabaria morrendo.
Vesti a minha jaqueta e ela um casaco, e saímos em direção a estrada. Minha moto continuava lá, eu retirei uma peça pra evitar que algum andarilho espertinho a leva-se.
Recoloquei a peça no motor e subimos na moto, dirigindo em alta velocidade pela estrada sentindo o vento bater no meu rosto, com os braços de Anna enredados na minha cintura era a melhor sensação do mundo. Se não fosse por estarmos no meio do apocalipse, seria perfeito.
“Do que eu estava reclamando? Foi o apocalipse que me trouxe ela, se não fosse isso estaria vivendo a minha vida de merda concertando motos, me embebedando com Merle e caçando cervos pra algum figurão pendurar na sala de estar. Ótimo Daryl, mais da metade do mundo morto inclusive o seu irmão e você feliz por amar e ser amado. ” pensei
Chegamos a um trecho da rodovia apinhado de carros, parei a moto descemos e começamos a verificar os porta-malas guardando tudo que encontrava-mos nas mochilas. Por sorte havia uma quantidade considerável de alimentos em um dos porta-malas, mais até do que poderíamos carregar.
_Não podemos deixar essa comida aqui estragando enquanto o acampamento ta cheio de crianças com fome. Disse Anna.
_Temos que arranjar um carro, sabe dirigir não sabe? Não vou deixar a minha moto aqui.
_Sei, mais ou menos. Disse ela um pouco hesitante.
_As estradas estão vazias se ver um zumbi passa por cima. Falei enquanto verificava qual dos carros tinha mais gasolina. Cheguei a um sedan prata, com dois corpos dentro. Retirei os dos pra fora, e comecei a tentar fazer uma ligação direta. Anna se aproximou.
_Ei, não seria mais fácil usar a chave? Disse ela rebolando o molho de chaves entre os dedos me fazendo sentir um idiota.
Peguei a chave e coloquei na ignição, enchemos o porta-malas e os banco de traz com tudo de útil que encontramos nos veículos , manobrei o carro e o coloquei de volta na estrada.
_Volte pro acampamento vou arranjar uma farmácia e leite pros pequenos.
Ela me olhou um pouco incrédula.
_Não vou a Woodbury, se não arranjar comida pra bravinha vai acabar morrendo de fome, Rick não parece ta muito preocupado com isso. Não podemos deixar o carro aqui ou podemos voltar e não ter mais nada. Faça o que eu digo e confie em mim.
_Ta bom eu volto.
_Tome cuidado. Falei enquanto ela entrava no carro.
_Você também, não demore. Disse ela me dando um selinho carinhoso.
Vi o carro se afastando pela estrada, Anna era esperta chegaria bem ao acampamento e parecia não dirigir tao mal. Subi na moto e passei entre os carros depois acelerei pela estrada.
POV CRISTHIAN TURNER
Os dias passavam e a minha raiva parecia aumentar a cada dia, eu não via a hora de colocar as mãos e m Anna, de vingar a morte da minha irmã. Eu agora tinha um grupo com dez homens muito bem treinados, também havia outros que eu poderia usar pra acabar de vez com o grupo de Rick, mas esses dez compartilhavam da mesma raiva e desejo assassino que eu. Eles não questionavam uma ordem apenas a executavam com primazia. Organizei um grupo de buscas com cinco homens, apenas pra arranjar alimentos e remédios pro grupo, aquilo era um saco, mas precisava ser feito pra garantir a minha liderança.
Pegamos uma pick up devidamente equipada com uma metralhadora e saímos pela estrada. Chegamos a um pequeno centro comercial onde havia um supermercado, algumas lojas de roupas, bares e drogarias. Assim que entramos um grupo grande de Walker começou a caminhar na nossa direção, eu subi na caçamba e pegamos as metralhadoras e em poucos segundos o grupo não passava de um amontoado de corpos no chão.
Desci da caçamba, o grupo se dirigiu ao super-mercado que estava praticamente vazio devido aos saques. Eu comecei a caminhar pela cidade e fui até uma farmácia no fim da rua pegar algumas camisinhas. A frente da farmácia, uma moto que eu conhecia muito bem. Peguei uma pistola, talvez a moto tivesse sido abandonada, mas se Daryl estivesse ali na certa tinha ouvido os disparos, o instinto de qualquer um seria fugir, mas ele não, ainda mais se viu que era meu grupo que chegara. Fiquei parado e olhei ao redor atento, com certeza aquele caipira me preparara uma emboscada, era melhor ter cuidado. Assim como eu ele devia estar espumando de raiva, se conversar e rir com Anna foram suficientes pra uma briga agora o sangue dele devia ferver de raiva.
Entrei na farmácia vi um vulto negro escondido entre as prateleiras e disparei, caminhei até ele era apenas uma jaqueta de couro presa em um cordão, me virei rapidamente e senti uma dor na minha mão e vi uma flecha atravessada nela, urrei de dor e senti um empurrão contra a parede.
_Seu filho da mãe eu vou te matar! Gritou ele me deferindo um soco forte no rosto.
Me defendi enfiando uma joelhada que o fez se afastar um pouco, dando tempo o suficiente pra mim deixar ele na mira da pistola. Minha mao doía ainda com a flecha atravessada nela.
_Que foi seu viado! Não sabe brigar feito homem! Vai se esconder atras de uma arma sua bicha! Gritou ele furioso.
Quebrei a flecha e retirei-a da minha mão, eu mal conseguia mexer os dedos.
_Daryl, não sabe o erro que cometeu, devia ter feito como no hotel e fugido feito um rato!
Eu disparei, mas ele se moveu rápido e jogou uma prateleira sobre mim, eu empurrei-a de volta e ele me acertou mais um soco, desta vez no queixo com força e me deixou um pouco tonto. Ele retirou a minha pistola e jogou-a longe. Se afastou um pouco esperando que eu me levanta-se. Levantei e tirei a faca da cintura, ele fez o mesmo.
Ele me deferiu alguns golpes e eu desviei rapidamente, e avancei contra ele que segurou meu golpe com uma das mãos já bem próximo ao seu rosto, senti a ponta da faca dele penetrar levemente entre as minhas costelas e me afastei rapidamente, jogando uma prateleira entre nós e fazendo um barulho estrondoso.
_Covarde! Bixinha filho da puta! Gritou ele. Assim como eu imaginava, logo vi dois dos meus homens em frente a farmácia com a arma em punho. Eu recuei alguns passos enquanto Daryl caminhava na minha direção e eu o deixava na mira dos dois. Ouvi um disparo e Daryl caiu de joelhos depois se abaixou e logo uma chuva de tiros metralhou o local, eu me abaixei usando uma prateleira como escudo.
Os tiros pararam derrepente eu levantei, e vi uma mulher negra usando uma Katana caminhando a frente dos corpos multilados dos dois homens. Eu procurei a minha arma, e sai correndo pelos fundos, antes que o resto do grupo daquela estranha aparecesse.
Fale com o autor