Apocalipse - O Livro Dos Mortos
51 Ep51- Reconciliação
Notas iniciais
POV DARYL DIXON
No hotel durante o ataque não tivemos escolha sem munição a única coisa a se fazer era fugir feito um bando de ratos. No meio dos tiros eu fiz um sinal pra Rick que iria buscar Anna e a bravinha que estavam no outro lado do hotel, ele assentiu com a cabeça e começou a disparar me dando cobertura. No corredor eu já podia ouvir o choro desesperado do bebê entrei na porta e vi Anna golpeando o corpo de Liv já imóvel. Eu a chamei mas a raiva dela parecia ser tao grande a ponto de não escutar eu a peguei pela cintura puxando ela de cima de Liv, ela me deu alguns tapas protestando e eu segurei em seus braços e a sacudi tentando faze-la abandonar aquela fúria. Anna e olhou apavorada e eu a confortei nos meus braços, assim que ela se acalmou eu a soltei e peguei a Bravinha de debaixo da cama, Anna pegou os punhais e ficou olhando pro corpo ensanguentado sob a cama. Eu a chamei e ela me seguiu.
Saímos pela parte de traz do hotel onde estava a minha moto matei dois homens com a besta e subimos na moto, Anna segurou Judith com força contra seu peito e enredou a outra mao na minha cintura, eu não podia seguir pelo mesmo caminho de Rick, eles tinham a proteção da lataria do carro nós não. Eu vi o carro dos invasores seguindo-os pela estrada e eu sai na direção contraria, no momento o que eu podia fazer era tentar leva-las o mais longe possível, dirigi durante o resto da noite pela estrada deserta. Paramos em um Drive in pra descançar um pouco pela manha. Judith chorava já sentindo muita fome, eu vasculhei o lugar, mas não havia nada que pudéssemos alimentar um bebê. Anna fez o mesmo e achou um vidro de adoçante que ela retirou o conteúdo e misturou um pouco de água a substancia doce, aquilo não ia sustentar o bebê mas pelo menos fez com que ela parasse de gritar e se entregasse ao sono. Anna estava estranha com o olhar perdido.
_Temos que achar o Rick e os outros. Acho que eles vão pra prisão, mas melhor darmos um tempo até que aquele grupo desistir. Falei sentando em uma das mesas.
Anna sentou do meu lado e recostou a cabeça em meu ombro.
_Acha que eu sou ruim? Disse ela quase sussurrante.
_Claro que não. Porque ta perguntando isso?
_Eu matei três pessoas, aquele cara na prisão, papai e agora Liv.
_Você não teve escolha, estava se defendendo isso não é ser má é sobreviver.
Eu a abracei aconchegando a em meu peito. Ela se desvencilhou do meu abraço e se afastou um pouco.
_Mas eu gostei de mata-los. Disse ela com um olhar firme.
_Melhor você deitar ai e dormir um pouco, ta cansada, com raiva. Vou fechar tudo tenta não fazer barulho até eu voltar, vou ver se arranjo comida pra essa menina antes que ela acorde e comece a berrar de novo. Falei tentando desviar o rumo daquela conversa. Não sei se era a coisa certa a fazer, eu queria saber falar coisas confortantes pra ela, mas era melhor eu fechar a boca e evitar falar uma besteira que a faria se sentir ainda pior.
Tranquei as janelas e fiz uma ronda me certificando que não haviam walkers por perto, peguei a moto e sai dirigindo pela estrada.
Encontrei um posto de gasolina com uma loja de conveniências, entrei e rezei pra que tivesse formula, leite em pó ou qualquer outra coisa que pudesse alimentar Judith, bebês não conseguem ficar muito tempo sem comer. Por sorte achei umas lata de leite em pó, peguei alguns enlatados pra Anna e eu e voltei o mais depressa possível pro restaurante. Cheguei a frente e vi um grupo de walkers na porta e o choro de Judith, Eu tinha apenas duas flechas, as usei e derrubei dois deles, depois matei os outros quatro com a minha faca. Entrei Anna balançava o bebê faminto tentando acalma-lo. Ela me entregou Judith nos braços e começou a preparar o leite no vidro de adoçante mesmo, precisou ser enchido quatro vezes pra matar a fome da bravinha que caiu num sono profundo.
Sentei-me próximo a janela e disse pra Anna descançar, mas ela sentou-se ao meu lado.
_Acha que eles conseguiram?
_Sim, eles estão bem já escapamos de piores. Falei.
_Se eles morrerem a culpa é minha, foi por minha causa que os Turner se juntaram a nós. Eu sou uma idiota que não sabe fazer nada direito e ainda fico colocando os outros em risco. Liv ia atirar na Judith, ela ia mata-la.
_Não é culpa sua, sabe muito bem que isso acontece todo o tempo não é a primeira vez nem a ultima que somos atacados. Falei tentando conforta-la.
_Daryl? Eu vou matar o Turner nem que isso custe a minha vida, eu vou acabar com ele.
_Nao pense nisso, não precisa serei eu quem vai fazer isso. O único motivo de eu não ter saído la fora e matado aquele desgraçado com as minhas próprias mãos foi você, pode me chamar de covarde mas eu tive medo, medo de morrer e te deixar sozinha. Sei que você não acredita mais em mim, mas eu gosto de você de verdade como nunca gostei de alguém, e isso me deixa louco eu tenho vontade de enfiar uma flecha no rabo de qualquer um que chegue perto de você e acabo fazendo um monte de merda. Eu não me importo que você nunca mais queira nada comigo e se for isso ta tudo bem, mas me deixa cuidar de você, não me arranque da sua vida.
Em outro tempo eu me sentiria um babaca por dizer aquelas coisas a uma garota, mas agora não fazia diferença, dane-se eu queria que pelo menos ela não me odiasse, não me desprezasse.
Anna aproximou seu rosto do meu, e me beijou docemente, eu segurei sua nuca mergulhando meus dedos naquele cabelo louro. Aos poucos o beijo foi se tornando mais intenso a língua dela explorava cada canto da minha boca e eu fazia o mesmo com ela. Nos levantamos entrelaçando os nossos corpos, minha mao deslizou instantaneamente pros seus quadris e depois pra aquela bunda maravilhosa. Os Braços dela enredavam meu pescoço e ela ficava na ponta dos pés pra me beijar eu a levei até um sofá na entrada a deitando carinhosamente, com beijos no pescoço e carícias por debaixo da blusa sentindo aquela pele macia nas minhas mãos ásperas. Tirei a jaqueta, o colete e depois a camisa, e voltei a beija-la levantando sua blusa lentamente, nesse momento ela travou me olhando com os olhos arregalados e puxando a blusa pra baixo.
_Que foi? Perguntei olhando fundo nos olhos dela.
_Ele me tocou, me beijou, chupou, ele não conseguiu entrar em mim mas ele tentou forçou, deixou marcas pelo meu corpo, foi horrível me senti humilhada, impotente, eu nunca quero me sentir assim... Disse ela chorando.
Eu não poderia descrever a raiva que senti naquele momento, eu ia fazer aquele infeliz pagar por tudo que ele fez Anna sofrer e ainda esta fazendo, pela morte de Carol a raiva que eu sentia do governador e de Andrea não se comparavam a isso eu tinha vontade de pegar a moto e sair atrás daquele infeliz de arrancar a pele dele vivo. Tentei me controlar respirei fundo, chegaria a hora do Turner assim que Anna e a bravinha estivessem seguras com os outros eu ia caçar aquele desgraçado.
Ela suspirou aliviada como se tivesse tirado um peso das costas me contando aquilo, eu a abracei sentido o cheirinho doce e o coração dela acelerado. Ela voltou a me beijar com vontade. Subindo no meu colo ficando de frente pra mim.
_Não eu posso esperar o tempo que você precisar... Falei
_Eu quero você, os seus beijos, as suas caricias não vou deixar que Criss me afaste de você, os Turner quase acabaram com o que tínhamos, não vou dar esse gostinho pra eles. Disse ela sussurrando no meu ouvido com beijos leves no meu pescoço.
Ela retirou a blusa eu vi algumas manchas vermelhas, senti raiva muita raiva, mas eu não podia estragar aquele momento tão bom, tão nosso por causa do filho da mãe do Turner. Voltei a beija-la e a deitei novamente no sofá deixando meu corpo sob o dela, passei a língua suavemente pelo seu ventre chegando até seus seios abri o sutiã e comecei a beija-los levemente enquanto abria os botões da calça jeans, ela me ajudou retirando a calça e abrindo o zíper da minha, retirei a calça ficando apenas de cueca, vi dois errantes pelo vidro no lado de fora.
_Acho que temos plateia. Falei
Ela olhou pro vidro e disse dane-se. Ficando de joelhos sobre o sofá e beijando meu pescoço descendo até meu pênis já ereto e o retirando da cueca. Ela lambeu levemente a cabeça aquilo já me fez soltar um gemido, e depois colocou-o em sua boca fazendo movimentos leves de vai e vem, mesmo não tendo muita habilidade era delicioso com ela tudo parecia melhor mais intenso, mais gostoso. Eu segurava os seus cabelos pra evitar que eles atrapalhassem e me dar uma visão privilegiada daquele momento. Eu gemia, ela intensificou um pouco os movimentos. Eu sentia meu mebro latejar, a deitei novamente no sofá com a respiração ofegante retirei lentamente a calcinha e beijei seu pescoço introduzindo meus dedos no sexo quente e úmido dela, Anna gemeu baixinho e disse meu nome. Eu precisava sentir o gosto dela novamente, desci lambendo seu ventre até sua virilha e dei uma mordida de leve e introduzi minha língua na vagina molhada e gostosa dela, brinquei com seu clitóris e ela gemia e soltava aqueles gritinhos contidos que me deixavam ainda com mais tesão.
_Vem, eu quero você! Disse ela entre gemidos.
Subi em cima dela e a penetrei lentamente, equanto lambia aquele pescoço cheiroso. Eu entrei totalmente nela e passei a fazer movimentos circulares ela apertava as minhas costas gemendo. Minha respiração estava ofegante e coração disparado, comecei com os movimentos de vai e vem entrando e saindo rapidamente de dentro dela.
_Ah Daryl. Ahh. Gemia
O corpo dela estremeceu e se entregou ao orgasmo, mas eu ainda não estava satisfeito. Parei um pouco com os movimentos e voltei a beijar aqueles seios perfeitos passando a língua rapidamente pelos mamilos enrijecidos com o frio e o tesão.
Fiquei de joelhos e coloquei as pernas dela sobre meus ombros, aquela posição me permitia ir mais fundo, e voltei a me movimentar, eu podia sentir o pulsar do sexo dela apertando o meu membro. Soltei alguns gemidos e falei o nome dela em voz alta. Ela fez um sinal de silencio e apontou o bebê que dormia dentro de um caixote de frutas.
Eu sorri, por sorte ela não acordou e eu pude continuar a bombar forte dentro de Anna. Senti meu membro latejar e eu dei ainda mais vigor aos movimentos, ela gemia e eu também até eu explodir meu liquido dentro dela ainda entrei e sai mais algumas vezes até não aguentar mais e deitar ao lado dela. Deixamos nossos corpos colados sentindo a respiração e o pulsar do coração um do outro.
_Eu te amo Anna, se não fosse tão difícil cuidar de um bebê nesse mundo eu teria filhos com você, infelizmente isso é uma coisa que não teremos mas eu quero ficar do seu lado, quero ser seu homem e você minha mulher até ficarmos velhos ou sermos devorados por alguns errantes.
Ela riu e acariciou o meu rosto.
_Eu também te amo, mas Daryl eu não aguentaria te ver com outra novamente, se um dia pensar em fazer ou se apaixonar por outra pessoa prove que um dia me amou e coloque uma bala na minha cabeça.
_Isso não vai acontecer nunca mais, eu prometo. Agora se não se importa vou ir ali matar a nossa plateia.
_Tinha que cobrar ingresso. Disse ela sorrindo. Era tao bom vê-la assim, brincando sorrindo comigo eu nunca mais a cometeria o erro de faze-la sofrer, e faria de tudo pra não permitir que alguém fizesse. Anna era minha, minha amiga, minha amante, minha mulher.
Notas finais
Que acharam da cena hot? foi a maior que teve na fic....
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