Apocalipse - O Livro Dos Mortos

24 Ep24 – Eu te amo p****!


Notas iniciais
Oi gente obrigado pelos Reviews já sao quase 100! Aos novos leitores sejam bem vindos! Mais um cap dedicado a pervertida da Sonhadora Dixon kkkkk
Bjus e Boa leitura!

Ep24 – Eu te amo porra!

POV DARYL DIXON

Acordei com o sol forte no meu rosto meu estomago roncava, desci até a prisão. Carol brincava com a Bravinha no colo era incrível como ela havia crescido nos últimos dias puxei os poucos fios do cabelo dela fazendo um moicano.
_ Bravinha hard Rock! Peguei suas mãozinhas e figi tocarem uma guitarra imaginária, sempre gostei de crianças.
Fui até o refeitório e peguei alguns biscoitos, estavam um pouco velhos mas não dava pra reclamar era comida. Voltei ao bloco Glenn contava a caixa de munição, olhei nas celas. Maggie entrava pela porta que dava acesso ao pátio.
_Anna ta la fora?
_Não, ela foi com Rick e Carl buscar mantimentos – disse Maggie
_ Oque? O Rick pirou de vez, como assim levou a Anna? Ela mal sabe usar uma arma! Não basta ela ficar o dia todo cuidando da filha dele ele ainda tem a coragem de arriscar a vida dela desse jeito. – Falei muito irritado, se acontecesse alguma coisa com a Anna um arranhão que fosse eu ia partir a cara daquele maluco em duas.
_Acalme-se Daryl, foi ela que insistiu pra ir com eles._ Disse Carol
_ Não importa, não devia ter deixado ela ir ele sabe muito bem que ela não sabe se virar sozinha e se acontecer alguma coisa e se forem atacados por errantes ou outro grupo? Eu vou atrás deles.
_ Já faz horas que saíram, devem estar voltando – disse Glenn
_ E você Glenn como deixou ele fazer uma besteira dessas? Sabe muito bem que o Rick não anda muito bem da cabeça.
_ Hey Daryl ta fazendo tempestade em copo de água, Rick não a levaria se não soubesse que poderia cuidar dela. Ele levou o Carl que acha que ele vai faze alguma loucura e arriscar a vida do filho dele?_ disse Glenn já bem alterado
_Não eu confio no Rick apesar de tudo, mas eu sei muito bem que se alguma coisa der errado, não vai ser a Anna que ele vai tentar salvar...
Sai pra fora bravo, louco pra socar alguma coisa. Minha cabeça parecia revirar num turbilhão de pensamentos, tinha vontade de sair atrás deles, mas eu não tinha menor ideia de onde eles estavam. Meu sangue fervia de raiva e medo. Medo desde garoto eu não sabia o que era isso até a Anna aparecer e revirar a minha cabeça, eu temia perde-la. Ela conseguia me afetar de uma maneira assustadora, eu tentava sufocar aquele sentimento absurdo e insano dentro de mim, mas eu não conseguia e isso me deixava confuso e vulnerável demais. Esperei por quase duas horas andando compulsivamente pelo pátio até avistar a caminhonete se diriginho na direção da prisão. Eu abri o portão pra que eles entrarem, Rick desceu sorrindo falando alguma coisa com Carl.
_ Você ficou maluco! Gritei dando um empurrão no Rick
Anna saiu do carro e me olhava com aqueles olhos verdes arregalados, assustada com a cena.
_Que deu em você Daryl? Está bêbado? Disse Rick me encarando.
_ Não, mas você deve estar que historia é essa de levar a Anna pra garimpar ta maluco?
_Fui eu quem pedi pra ele me levar! Agora da pra parar com isso – disse ela me empurrando pra me afastar de Rick
_ Então foi você que enlouqueceu depois de tudo que eu fiz por você ta tentando se matar agora?
_ Você ter salvo a minha vida não te da direito de decidir sobre ela Daryl. Eu não sou nenhuma criança não preciso de ninguém me dizendo o que devo ou não fazer!
Eu peguei ela pelo braço segurando com força.
_Solta ela!
_Vem Carl, vamos deixar que eles resolvam isso tenho certeza que o Daryl não vai machuca-la.
Soltei o braço dela rispidamente.
_ Nem pense de fazer isso de novo, você podia ter morrido sabe muito bem que não ta pronta pro que tem lá fora. E não me olha desse jeito por me preocupar com você!
_E porque se preocupar? Ah se eu morrer vai ficar sem tranzar é isso?
_ O que você ta falando?
_ Que você mal fala comigo quando estamos perto dos outros, eu não sei com que tipo de mulher você era acostumado, mas desculpa não da pra mim eu não sou assim, mesmo gostando de você como eu gosto não dá.
Ela pegou a mochila e começou a caminhar em direção à prisão, eu sabia que se a deixasse ir seria o fim, eu precisava dela.
_Eu te amo porra! Era isso que você queria ouvir pronto falei, eu te amo e eu me odeio por isso. Droga!
Virei de costas e cocei a cabeça, eu não devia ter falado era ridículo eu com quase quarenta anos apaixonado por uma garota de dezessete.
Ela veio caminhando na minha direção e me abraçou. Era tão bom senti-la tão perto, aquele cheiro doce que ela tinha entrava pelas minhas narinas me inebriando.
_ Eu também te amo _disse ela ficando na ponta dos pés pra me beijar.
Eu senti aqueles lábios macios tocando os meus, retribui o beijo segurando sua cabeça contra a minha boca explorando a dela com minha língua, pela primeira vez sem me preocupar se os outros veriam ou com o que pensariam. Anna era minha e essa era a única coisa que me importava.
Subimos pra torre fugindo dos olhares curiosos do resto do grupo.
Beijamos-nos por algum tempo, eu já estava exitado, mas precisava de um sinal dela pra ir além disso, não queria que ela continuasse pensando que eu só estava com ela pelo sexo, me senti um cretino por deixar que isso passasse pela cabeça dela. Anna beijava meu pescoço levemente subindo até a minha orelha, aquilo era torturante tive que me segurar pra não começar a despi-la. Ela deslizou suas mãos por baixo da minha blusa sentia as pontas daqueles dedos delicados percorrendo as minhas costas. Afastei-me um pouco e tirei a camiseta puxando ela pela cintura contra meu corpo. Minhas mãos passeavam entre suas costas depois entre as coxas e o bumbum. Ela mesma tirou o casaco e depois a camiseta, retirou o grampo que prendia os seus cabelos deixando que eles caíssem levemente pelos seus ombros. Ela era linda. Voltei a beija-la, a conduzindo pra cama feita com alguns colchonetes. Pra minha surpresa Anna quem me empurrou me obrigando a deitar. Ela deitou-se por cima de mim beijando meu pescoço intercalando com mordidas leves, abri os botões da sua calça e ela os da minha, era a primeira vez que ela tinha aquela atitude, estava mais segura e isso a deixava ainda mais sexy. Ela me beijava intensamente ate sua língua quente começar a percorrer meu pescoço descendo com beijos leves na minha barriga. Eu a ajudei a tirar as minhas calças aproveitei e tirei as dela também. Ela acariciou o meu membro com uma das mãos por baixo da cueca e desceu até ele retirando minha cueca deixando seus lábios o tocarem timidamente. Aquilo era delicioso soltei um gemido deixando que ela continuasse ainda um pouco receosa do que estava fazendo, mesmo um pouco sem jeito ela estava me alucinado de prazer, voltou pra cima de mim com um sorriso, eu a virei subindo sobre ela. Retirei o seu sutiã deixando seus seios pequenos e bem feitos a mostra. Passei minha língua sobre eles brincando com aqueles mamilos rosados. Eu adorava acaricia-la ouvi-la tentar conter os gemidos apertando os lábios. Retirei a ultima peça pra nudez dela ficar completa uma calcinha com rendas cor de rosa, acariciei sua virilha coloquei um preservativo e a penetrei com calma, ela ainda ficava um pouco tensa contraindo o corpo quando chegávamos nessa parte. Eu mordi seu lábio de leve depois a beijei entrando completamente dentro dela, as suas mãos apertaram meus braços eu comecei a fazer alguns movimentos um vai e vem leve, ate ela relaxar e voltar a acariciar as minhas costas. Passei a me movimentar mais rapidamente fazendo com que ela gemesse um pouco mais alto, as pernas dela se cruzaram sob minhas costas e eu aumentei o ritmo e colocando um pouco mais de força foram alguns minutos ate ouvir nossas repiraçoes ofegantes entre os gemidos e os gritinhos contidos de Anna. Senti o corpo dela estremecer e suas unhas cravarem nas minhas costas. Continuei mantendo o ritmo por mais alguns segundos até me entregar aquela explosão deliciosamente prazerosa. Ficamos deitados abraçados por algum tempo ela adormeceu exausta eu me vesti peguei a besta e fiquei na janela da torre de vigia, ou pelo menos aparentando estar pois meus olhos não conseguiam desviar de Anna adormecida nos colchonetes.
Algo saindo da floresta chamou minha atenção, peguei os binóculos que Carl deixou ali no outro dia. Um homem e uma mulher vestida como soldado carregavam outro militar aparentemente ferido em direção a prisão.

Anna Hankins

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Notas finais
Oi gente e ai gostaram do cap?
aproveito pra convidar vocês pra conhecerem a minha nova fic!
Apocalipse - Born in Hell
http://fanfiction.com.br/historia/340206/Apocalipse_Born_In_Hell
Espero vocês la!