Apocalipse Now

1 Conhecendo os Winchester


E.U.A- Los Angeles ,2005

-Mãe eu já disse, eu não vou mudar de país com você.

-Tudo bem não insisto mais, só que enquanto você estiver por aqui será a minha representante na empresa.

-Tudo bem, eu não tenho opção mesmo, boa noite vou pro meu quarto agora.

-Boa noite filha.

Ariel deu um beijo na mãe e subiu para seu quarto. Ariel era uma garota de dezenove anos, pele clara, olhos azuis, seu cabelo ia até a cintura, era o sonho de qualquer garoto da sua idade, além de bonita era simpática, culta, responsável e educada, a filha que qualquer pai gostaria de ter, sua mãe era russa e o pai espanhol.

A família de Ariel tinha muitas posses e status, sua mãe era uma estilista conhecida em toda a Europa e seu pai tinha uma empresa de turismo mundialmente conhecida mundialmente, mas apesar de ter essa vida perfeita, Ariel tinha problemas inimagináveis.

Ariel estava em seu quarto, imersa em seus pensamentos quando seu telefone tocou.

-Alô.

-Oi amiga, como está?

-Oi Katy, estou bem e você?

-Estou ótima, só liguei para que você não se esqueça da festa de amanha na CSA da Alisson.

-Claro,estarei lá amanha, estou precisando me distrair um pouco.

-Então ok, boa noite amiga.

-Boa noite.

Ariel desligou o telefone e se preparou para dormir, havia sido um dia longo então ela pegou no sono rápido, de repente ela estava em um lago, havia dois homens, um moreno e um loiro, eles pareciam estar se afogando ela tentava ajudar mais não conseguia,gritava mas não saia som algum,havia mais alguém, um garoto que puxava o homem moreno pra baixo onde havia muitos corpos,ela gritava cada vez mais e...

-Ariel, está tudo bem?-perguntou alguém

-Acho que sim- disse ela ofegante, não era a primeira vez que ela teve sonhos estranhos com seres estranhos. — foi só um pesadelo.

-Tem certeza de que está tudo bem- perguntou sua mãe preocupada. -se você quiser eu fico aqui com você.

-Não precisa mãe, eu estou bem.

-Tudo bem-disse Vittoria saindo do quarto- qualquer coisa é só me chamar.

Ariel esperou a mãe sair do quarto e pegou o telefone discando para alguém que demorou atender.

-Marcos?

-Oi Ariel, aconteceu algo?

-Outro sonho daqueles.

-Com o que você sonhou agora?

-Os mesmos homens, só que agora eles estavam em um lago e havia um garoto que tentava matá-los.

-Olhe na próxima semana eu estarei em Los Angeles e você poderá me contar os detalhes, mas você já descobriu que são esses homens?

-Não, eu só os vejo nos sonhos, mais não é ninguém que eu conheça.

-Você entenderá tudo em breve.

-Boa noite meu amigo e me desculpe pela hora.

-Você sabe que pode ligar pra mim a qualquer hora, te ajudarei sempre que puder.

-Obrigada Marcos, até aproxima semana estão.

-Até.

Ariel desligou o telefone e se deitou, mas estava sem sono, ela não conseguia parar de pensar no pesadelo que teve e no que seu amigo Marcos dissera ‘Você entenderá tudo em breve’,ele sempre dizia isso.

Marcos era amigo de Ariel desde que ela era criança, ele é oito anos mais velho que ela e é o seu melhor amigo, o único que a entendia.

E foi pensando nisso que ela dormiu. No dia seguinte antes de viajar sua mãe lhe perguntou com o que ele sonhara, mas ela não quis tocar no assunto.

-filha qualquer coisa me liga, e fique bem tá, ah oi Jake — disse Vittoria para o garoto que acabara de entrar.

-Oi Sra. Kartallian, já está indo para a Áustria?

-Sim, cuide da Ariel pra mim, por favor. — disse ela saindo

-Não se preocupe, eu vou cuidar dela- disse o garoto passando o braço em volta da cintura de Ariel e beijando-a.

-E então linda o que faremos hoje?

-Eu to a fim de ficar em casa.

-Não dormiu bem essa noite não foi?

-É não tive uma noite muito boa, mais deixa isso pra lá.

-Tudo bem, mais saiba que hoje eu vou cuidar de você.

-Nossa então eu sou a pessoa mais sortuda do mundo. — disse ela rindo

A semana passou tranqüila e sem pesadelos.

-Ariel, aquele seu amigo esta aí.

-Obrigada Lilly. -Disse Ariel descendo a escada rapidamente-Marcos que bom ver você!

-Também fico feliz em ver você, já estava com saudades, então, como você está?

-Bem e sem pesadelos.

-Uma semana sem pesadelos? Marcos parecia preocupado com isso.

-Isso é ruim?- Ariel não entendeu a expressão de desapontamento no rosto do amigo.

-Não é ruim, eu só estava pensando que se você não está mais sonhando com os...aqueles homens, pode ser que alguma coisa aconteceu a eles.

-Eu não havia pensado nisso, mas são só sonhos então não há ninguém em perigo não é?

-É – Respondeu Marcos um pouco contrariado.

-Mas às vezes eu fico um tempo sem sonhar com essas coisas. Eu só queria entender porque eu sempre que eu tenho pesadelos, esses dois homens aparecem quase sempre em perigo.

-Um dia você vai entender tudo, pode ter certeza.

-Você fala como se soubesse de algo.

-Não é isso, mais as coisas sempre se esclarecem não é?

-Pode ser, mas já faz tanto tempo, e nada se esclareceu.

-Tenha paciência, eu tenho que ir agora, por que eu tenho muita coisa pra resolver, antes de voltar pra Rússia eu venho te ver, mas se não der tempo eu ligo, manda um abraço pro Jake.

-Tchau meu amigo-disse Ariel levando-o até a porta.

Voltando pro quarto, Ariel pensou o quanto estranho era quando ela perguntava alago a Marcos parecia que ele sabia mais do que falava.

Cap 2

Ariel tinha que ir visitar uma amiga, mas não estava muito animada não, estava com um sentimento estranho de que algo ruim iria acontecer.

Quando chegou na casa da amiga parecia que algo realmente havia acontecido ,pois o local estava rodeado de pessoas e viaturas, ela saiu do carro e foi a procura da dona da casa que estava no jardim.

-Rachel, o que houve aqui?- Perguntou ela sentando ao lado da amiga.

-O meu pai, ele... ele morreu.

-Mas...como, quer dizer. O que houve? –Ariel não sabia exatamente o que dizer.

-Ele...teve a garganta cortada e os...olhos...olhos arrancados. Ah Ariel foi horrível ver o meu pai morto dessa maneira na minha própria casa.

-Eu sinto muito.

Ariel deu apoio a Rachel e ao irmão mais novo dela, o garoto estava tão traumatizado que dizia coisas sem sentido. Foi a Bloody Mary- dizia ele -nos a invocamos e ela matou o meu pai.

Durante o enterro, Ariel ficou com Rachel e as amigas que estavam com ela na hora do acidente. Estavam todos sentados no jardim, depois do enterro, quando apareceram dois homens que disseram estar investigando o caso, fizeram algumas perguntas que Rachel respondeu automaticamente, quando Daniel o irmão mais novo de Rachel apareceu e disse:

-Foi a Bloody Mary, ela matou o meu pai- disse o menino começando a chorar.

-Bloody Mary?-Perguntou o homem loiro, que pareceu interessar-se.

-Isso é só lenda. –Respondeu Rachel- Nós estávamos brincando e o Danny chamou a Blood Mary, que segundo a lenda se falar o nome dela três vezes na frente do espelho ela aparece.

-Obrigada, se precisarmos voltaremos. -Disse o moreno, anotando algo, ele parecia satisfeito pois tinha um sorriso nos lábios.

Ariel não estava acreditando no que via, era com eles que ela sempre sonhava sempre, quando eles estavam indo embora ela os alcançou e perguntou:

-Desculpe, eu acho que conheço vocês de algum lugar.

-Não, mas...

-Acho que não. –Disse o moreno interrompendo o que o outro ia dizer. — Patrick Bledel, e esse é o meu parceiro Nickolas Andrew. –disse apontando para o loiro que sorria pra ela.- Somos detetives, você estava com a Rachel na hora que o pai dela foi morto?

Ariel não parava de encara-los, como era possível eles serem reais? Quantas vezes ela já vira a vida deles por um fio, e agora eles estavam ali bem a sua frente.

-Está tudo bem com você?-Perguntou o que se chamava Patrick.

-Ah sim.

-O seu nome, é?

-Ariel Kartalian , posso fazer uma pergunta?

-Claro. -Respondeu o loiro

Ele era lindo, aliás, eles eram lindos.

-Vocês acreditam nessa historia que o Danny contou da Bloody Mary?- Perguntou ela saindo dos seus devaneios.

-Você acredita?-Perguntou o loiro.

-Hum, não sei mais acreditar, tenho que ir agora, até mais.

-Tchau- disse Patrick apertando a mão dela.

-Até logo- disse o loiro dando um beijo no rosto dela.

Ariel saiu, e o homem chamado Patrick lançou um olhar de repreensão para o loiro.

-Você não tem jeito não é!

-O quê, eu sou humano. — Disse rindo – E ela é linda.

-Será que dá pra se concentrar- disse o moreno –parece que temos um espirito bem vingativo aqui, e se essa história

da Bloody Mary for verdadeira mais pessoas irão morrer.

Ariel voltara para junto das amigas e Jake já estava lá, ele a abraçou e perguntou onde ela estava.

-Conversando com os detetives-respondeu.

Ela voltou pra casa com Jacob, e teve uma noite tranquila e sem pesadelos. Na manhã seguinte ela pesquisou sobre os detetives e não encontrou nada, o que ela achou muito estranho. Depois ela foi pra casa da Rachel, os detetives não reapareceu, ela estava sozinha com o Danny quando ele a perguntou se ela acreditava na historia da Bloody Mary.

-Danny, não é que eu não acredite, mas é bem estranho não é?

-Mas não é mentira, eu a invoquei, só que quem deveria ter morrido era eu e não o papai.

-Não, não diga isso Danny.

Ariel estava pensando na possibilidade da historia do garoto ser verdade, afinal de contas ela sonhava com pessoas que nunca havia visto.

-Hã , Danny quem fez essa brincadeira?

-Eu, a Rachel, Carolina e a Lúcia.

-E só você invocou a Bloody Mary?

-Foi eu perdi no jogo e tive que fazer o que a Lucia mandou.

-Ah entendi.

Ariel estava pensando em tudo o que Danny havia contado, quando Rachel apareceu com a face pálida e coberta de lagrimas.

-Rachel o que houve?- perguntou Ariel indo a até a amiga.

-A Lúcia, ela... ela está morta...como...o papai.-Ela mal conseguia falar.

Ariel pegou um copo de agua para a amiga e depois pediu a ela o numero dos detetives.

-Alô.

-Oi, é a Ariel Kartallian, eu precisava ver vocês.

-Ah sim, me lembro, onde você está?

-Na casa dos Jhonson.

-Ok, chegaremos ai logo.

Ariel estava no jardim a espera dos detetives, meia hora depois eles chegaram.

-Oi- disse Ariel

-Oi-disse o moreno estendendo a mão pra ela.

-Oi- disse o loiro lhe dando um beijo no rosto. –Como está?

-A Lúcia, está morta-disse ela se sentando- Da mesma forma que o pai da Rachel.

-Eu sinto muito- disse o moreno- alguma pista?

-Não, mais eu tenho certeza de que vocês podem ajudar. — disse ela

-Tem?- perguntou o loiro

-Eu sei que vocês não são detetives, eu não sei exatamente o que são- disparou ela avaliando a expressão assustada dos dois.

-O que? Como chegou a essa conclusão?

-Eu não encontrei nada sobre vocês- disse ela calma- eu só quero saber a verdade.

-Você não acreditaria- disse o moreno com a expressão cansada.

-Vamos fazer um trato, eu conto a vocês como eu realmente cheguei a essa conclusão, e se eu estiver certa, vocês me contam a verdade.

-Tudo bem- disse o moreno.

Ariel estava disposta a esclarecer tudo, então começou:

-Eu não sei como nem porque, mas já há algum tempo eu venho sempre sonhando com vocês, na verdade são pesadelos, e quando eu vi vocês eu não acreditei, mas vocês são exatamente como eu sonhava.

Os dois estavam sem expressão alguma, então o loiro falou:

-E vocês tirou sua conclusão disso?

Ariel não deu atenção e continuou:

-Uma vez eu sonhei que você- disse apontando para o moreno. — Estava dentro de um carro com uma mulher que quase te matou, e você entrou numa casa com carro e tudo. Na mesma noite eu sonhei que você via uma garota pegando fogo no teto. Teve também a vez que vocês estavam no que parecia uma floresta e pra varia quase morreram, da ultima vez vocês estavam em um lago e um garoto tentava mata-los. Isso realmente aconteceu ou estou ficando maluca?-Perguntou ela olhando para eles que estavam atônitos, então o moreno disse:

-Como isso é possível? O que você é?

-A questão aqui é quem e o que vocês são. Disse ela

-Meu nome é Sam Winchester.

-E o meu é Dean Winchester-é Dean Winchester-disse o loiro que ainda parecia assustado.

-Eu estou certa então?-Perguntou ela- Agora é a vez de vocês, podem realmente ajudar a Rachel?

-Não quer saber da nossa historia?-Perguntou Dean avaliando Ariel.

-Quero, mas primeiro temos que ajudar a Rachel. Há como parar essas mortes?

-Olha-disse Sam-nós pesquisamos a historia da Bloody Mary e é verdade,mas só não entendemos poruqe o Sr Jhonson morreu,já que quem invocou o espirito foi o garotinho. -Ele fez uma pausa e depois continuou: — Geralmente esses espíritos têm um padrão para matar. A Lucia e o pai da Rachel tinham algo em comum?

-Não que eu saiba-Ariel respondeu automaticamente, ela ainda estava tentando digerir tudo o que ouvira. -Acho que devíamos perguntar a Rachel ou a Caroline.

-Então você vê o que descobre e voltaremos mais tarde- Disse Dean

-Aonde vocês vão?

-Eu e o Sammy vamos ver se descobrimos alguma coisa sobre o pai da Rachel. –Disse Dean entrando no carro- não vamos demorar.

Quase uma hora depois Dean e Sam chegaram e Ariel os esperava no jardim.

-E então? -Perguntou Sam saindo do carro e batendo a porta com força.

-Ei Sam não bata a porta do meu carro — Gritou Dean.

Ariel riu e disse:- Não descobri nada e vocês?

-Descobrimos algo que a Rachel não gostaria de saber- disse Sam com a expressão séria.

-Então? – Ariel já estava ansiosa para saber o que eles descobriram.

-Hum, primeiro temos que saber uma coisa importante. – Diz Sam que sorria com a curiosidade de Ariel- quem era mais unida com a Lucia?

-A Caroline, elas são primas.

-Nós podemos ir a casa dela agora?- Perguntou Dean abrindo a porta do carro para Ariel, Sam olhava para ele espantado. – Que foi? – perguntou rindo.

-Nada – disse Sam de cara fechada.

Quando chegaram a casa de Caroline, Ariel e os Winchester entraram na casa ,e Ariel se assustou com a palidez da amiga.

-Caroline, nós queríamos te fazer uma pergunta importante- Disse Sam quando ela os perguntou o que queriam.

-Pode perguntar.

-Você sabe se a Lucia já se envolveu em algum acidente grave?- quando Sam perguntou isso, ela ficou mais branca do que já estava.

-Não. — respondeu ela.

-Olha Caroline, se você sabe de algo, por favor, não minta pra nós. –disse Sam o mais sutil possível.

Caroline olhou para Ariel que lhe deu um olhar de incentivo, então ela começou:

-Há uns dois anos, Lucia e eu voltávamos de uma festa, a estrada estava escura e chovia, nós batemos em alguma coisa, quando saímos pra ver o , era um garoto de uns nove anos, ele estava desmaiado, nós o pegamos e o deixamos na porta de um hospital, mais ele não sobreviveu, nós...nunca contamos isso pra ninguém.

Quando ela terminou estava com a face coberta de lagrimas, a expressão de Ariel era ilegível, a sala estava em silencio absoluto quando Dean falou:

-Caroline, eu gostaria de pedir que você não saísse de casa hoje.

-Por quê? – Perguntou ela confusa.

-É mais seguro pra você- disse Sam- haja o que houver não saia de casa hoje. Ariel nós precisamos conversar com você a sós.

-Claro- disse ela- vamos lá pra fora.

Eles saíram e foram pra perto do carro, então Dean disse:

-Nós precisamos que você fique aqui e não deixe a sua amiga sair de casa, pode ser?

-Sim.

-O Sam vai ver se o fantasma esta na casa- Disse Dean olhando para o irmão que saiu parecendo contrariado.

-Ele pode ver fantasmas?-Deu pra notar a curiosidade dela.

-Nós temos um aparelho que detecta fantasmas. Mas ele pode sim. — respondeu Dean- Isso te assusta?

-Não. — respondeu ela séria. – Eu também posso ver fantasmas, só que antes eu achava que era minha imaginação.

Dean olhou para ela assustado, mas não disse nada, ela não pode conter o sorriso e perguntou:

-Isso te assusta?

-Não. — disse ele também sorrindo. –Eu só estava pensando, você vê fantasmas, sonha com coisa que acontece com pessoas que nunca viu.

Mas Ariel não estava prestando atenção no que ele dizia, só pensava em como ele era lindo.

-Ariel, está tudo bem?

-Ah sim- ela disse sem graça- olha aí vem o Sam.

Sam voltou e parecia satisfeito.

-Sem fantasmas- disse ele.

-Ótimo. E agora?- perguntou Ariel.

-Você vai ficar com a Caroline e...

-Eu acho melhor eu ficar também- interrompeu Dean. – Sabe, se o fantasma aparecer.

San revirou os olhos e puxou o irmão pro lado.

-Eu sei o que você quer Dean.

-Que isso Sammy, elas não podem ficar aqui sozinhas, é perigoso.

-Então eu fico.

-Vamos decidir na sorte então. Disse Dean pegando uma moeda e sorrindo– dessa vez eu vou ganhar. – cara.

Sam pegou a moeda e jogou, para a sorte de Dean, ele realmente ganhou.

-Eu disse que iria ganhar- disse ele sorrindo e voltando pra perto de Ariel.

-Eu não acredito que vi isso- disse Ariel rindo.

-Fazer o que né – disse Sam.

-E aí, quem ganhou? — perguntou ela.

-Eu- respondeu Dean, indo até o porta-malas do carro e pegando uma arma- só por precaução- disse ele a Ariel.

-E você Sam o que vai fazer?

-Descobrir onde está o corpo da garota- respondeu pegando a chave do carro com o Dean.