Apocalipse
35 Uma espécie de Ioga.
Notas iniciais
Tudo bem galera? Eu andei recebendo umas MP esses dias e quero fazer uma pergunta básica: Quantos anos vocês acham que eu tenho? Palpitem ai, só para eu ter uma idéia, pois muuuuitas pessoas falavam: Cara, você tem quantos anos? Suas idéias são tipo assim [...] Coisas do gênero.
Adivinha o que está chegando? O GRANDE ECONTRO DE STEFANY E DARYL.
CARALHO CARALHO CARALHO, ESSE E MAIS UM E VAMOS TER O GRAAAAAAAAANDE ENCONTRO! PORRA!
Boa Leitura (:
Carl passou por mim e pela Maggie, eu e Maggie nos entreolhamos.
– Maggie, você é melhor com as armas, se quiser eu levo o bebê e você cobre. –Disse quebrando o silêncio.
– Claro, segure-o – Ela disse me entregando o bebê, delicadamente o peguei. Maggie pegou em minha bolsa, minha arma e alguma munição que restava.
Segui Maggie, ela ficou atrás e Carl na frente.
Logo chegamos ao bloco de celas.
– Ouviu isso? – Ouvi a voz de Anne. – São eles?
– Sim. – Ouvi Emily dizer. – E vocês?
Ninguém respondeu.
– Rick está lá fora? – continuei.
– Ele foi atrás de vocês, onde está Lori? – Ela persistiu.
Apressei o paço e Maggie abriu a porta para mim.
– Toma. – Falei para Maggie, assim que coloquei o pé fora do bloco. Entreguei o bebe para ela e abri o portão em nossa frente.
–... E a Carol? – ouvi Hershel dizer.
– Não sobreviveram.- Daryl disse.
– Não sabemos disso, Daryl, Glenn vocês vêem comigo... – O bebê começou a fazer barulhos, daquele que todo bebê faz. Fazendo Rick, olhar para nós.
Maggie passou na frente, segurando o bebê enrolado na camiseta, com o corpo ainda ensangüentado.
Rick olhou e andou até nós, com os passos lentos. Soltou o que segurava na mão e esfregou o rosto.
Maggie estava atordoada.
– Onde... Onde ela está? – Rick perguntou, procurando sua esposa.
– Não Rick, não. – Maggie o segurou com dificuldade.
Rick soltou sua arma e caiu no desespero. Carl não tinha o ar diferente.
Rick caiu no chão, chorando. Me sentei, abraçando meus joelhos. Logo em seguida, Emily, Ben, Randall, Andy e Anne saíram do bloco.
Alguns Dias depois.
Pov Narrador
Os dias que passaram, não foram agradáveis para ninguém. Com a saída de Michonne de Woodbury, Andrea se sente sozinha. Já na prisão, com o surto de Rick, o grupo se sente separado e enfraquecido.
Floresta – Michonne, Grupo de Merle.
Lá estava ela, escondida. Esperando o momento certo.
– Voltem. – Um dos homens disse. Merle olhou para ele.
– O que? – Merle perguntou.
– O formato dos braços, das pernas. Como está montado está dizendo para voltarmos. – O homem continuou. Merle riu e bateu palmas.
– Olha só isso. – Merle disse em meio os risos – Ela mandou um bicho grama para agente.
– Eu não acredito que isso está acontecendo. – Outro homem disse.
Enquanto Merle discutia com o homem, Michonne observava a cena.
– Como é que vai ser Michonne? Hum? – Merle perguntou. – Você vai surgir na floresta sozinha, contra nós quarto armados até o pescoço. E você, com esse seu palitinho de dente? Não, não, não. – Merle falava apontado a arma para o meio da floresta. – Não não não Michonne.
Michonne saltou de seu esconderijo e decepou um homem, outro ela só enfiou sua espada no meio dele, o matando rapidamente. Michonne o perfurou facilmente, como perfurar uma gelatina. Merle assim que viu, começou a atirar, Mich usou o corpo como escudo e logo, correu. No meio disso, foi atingida na perna.
Ela não desistiu, continuou a correr. Merle correu atrás dela, mais a perdeu de vista e ficou lá, sozinho apontando para o nada.
– TÁ GOSTANDO DA BRINCADEIRA? – Merle perguntou.
Merle voltou para onde o garoto estava no chão, sofrendo. Com medo. Assustado.
– Vamos seu covarde! Ela foi atingida, está mais lenta. – Merle disse. J
– Tim e Carley... – Ele disse.
– Estamos na zona vermelha, aqueles tiros vão atrair todos os bichos para cá. – Merle disse. – Vamos, levanta. New! – Merle empurrou o homem, garoto e colocou seu pé sobre seu peito. – Você tem que ter idéia de uma coisa, tem coisa pesada rolando. Preciso de você aqui, está ouvindo? Está ouvindo amigo, não quero que você morra. Não estamos em um treinamento com a Stefany, que ela só ameaça matar mais nunca mata. Estamos contra uma pessoa fria e se deixarmos ela vai matar nós dois cara, entendeu?
– Tá bom... Tá bom. – New disse, afirmando com a cabeça. New se levantou.
– Agora olha, não deixe que sua gente vire zumbi. Nunca. – Merle disse enfiando sua faca/mão na cabeça do zumbi, antes chamado Tim.
– Vamos, anda logo. – New tirou sua faca da calça e enfiou na cabeça do zumbi em sua frente. – Isso garoto, vamos, andando. Ela não está correndo, está caçando. E nós também.
Woodbury.
– ... Sabe usar um arco? – Governador perguntou a Andrea.
– Posso aprender. – Andrea disse.
– Ótimo, com Fúria ainda em coma, precisamos de arqueiros, você pode pegar o arco dela por... – Andrea o interrompeu.
– Não quero pegar o arco dela. – Andrea disse um tanto quanto ríspida. – O arco é dela, não temos o direito de tirar dela.
– Tem razão, vou pedir para Milton fazer outro para você. – Governador continuou. Andrea sorriu.
– Vou dar uma olhada nela, até logo. – Andrea disse saindo.
Andrea andou até a enfermagem, passou pelas salas com passos silenciosos e se direcionou até a sala onde Stefany dormia.
– Licença. – Andrea disse e Dra. Stevens olhou para ela. – Posso?
– Claro, fique a vontade. Só preciso que você pegue esse Soro que está do seu lado para mim. – Doutora pediu a Andrea, a mesma pegou o soro de bom grado. – Vocês se conheciam?
– Estávamos em um mesmo grupo a alguns meses atrás.
– Como ela era? – Doutora perguntou.
– Como assim?
– Ela, A fúria. Como ela era antes de vir para cá? Sei que o cabelo dela não era assim.
– Ah, seus cabelos eram castanhos bem escuros, pareciam pretos. Ela sempre foi rebelde... – Andrea disse sorrindo e sentando na cama junto com Stefany. – Stefany Collins.
– Stefany Collins. – A doutora repetiu. — Está gostando de Woodbury?
– Sim, é um lugar seguro. Isso é bom.
– Sim sim, mas... Você viu o que temos de entretenimento, isso lhe incomoda?
– Um pouco, é um tanto quanto diferente.
– Você diz um pouco agora, porque não viu Stefany lutando lá no meio.
– Ela lutava lá? – Andrea perguntou perplexa.
– Sim, sempre ‘’ lutava ‘’ com Merle e Martinez. Ela sempre derrubava Martinez, tinha vez que ela conseguia derrubar Merle.
– Uau, a única vez que vi ela derrubar um homem foi quando ele estava fraco e imune.
– Fúria treinava todos os dias com as crianças, ela fazia uma espécie de Ioga, seu lema era: ‘’ Treine agora que está em segurança, para mais tarde quando estiver em perigo, consiga correr bem e se cansar pouco’’. As crianças adoravam. – A Doutora falou rindo, com um sorriso no rosto. – Tinha dias, que ela dormia o dia inteiro e só acordava a noite, para festejar e ficar de guarda.
– Uau. Pelo que vi, as pessoas gostam muito dela.
– Eles a idolatram, Woodbury já foi atacada antes, mais teve uma que não foi por zumbis, foi por pessoas vivas. Pessoas como eu e você. Ela salvou muita gente e foi lá que ganhou seu apelido Fúria.
– Fúria? Por que esse nome?
– Do filme Como Treinar o Seu Dragão, sabe... Foi um garoto pequeno que apelidou ela.
– Ah – Andrea disse sorrindo.
– Andrea, faça um favor para mim? – Doutora Stevens falou séria.
– Claro.
– Avise ao Governador que não temos muito soro, logo precisaremos de mais. O que ainda nos resta da para deixá-la viva por mais uma ou duas semanas.
– Então se acabar... Ela vai?...
– Provavelmente, amenos que ela acorde.
– Entendo – Andrea disse fria. E abraçou sua amiga. – Não demore para acordar, ok? – E saiu, indo em direção aos muros.
[...]
Pouco tempo se passou e lá estava Andrea como tanto queria. No muro, lutando contra zumbis.
–... É bem legal, tem montes de feno e tudo! Tem um arco que você pode usar, era o meu antigo. – A garota disse sorridente.
– Você deve ser muito boa. – Andrea disse dando um gole em sua água.
– Sou. – Ela disse insegura. – Meu pai me ensinou, esse aqui era dele. – Ela falou mostrando sua besta, preta com listras pretas. – Sabe, ele custa mais que o meu carro. É... Incrível. Então, eu matei para pegar.
– Não foi por isso que o matou. – Andrea disse.
– Não. Meu pai não era ele mesmo e meu irmão também não era.
– Eu tive que matar a minha irmã.
– É o porre não é?
– É... – Andrea olhou o horizonte. – Zumbi. – ela alarmou.
– Olha isso. – A garota disse pegando uma flecha e colocando em seu arco, mirando no zumbi e... Errando, ela tentou de novo e fracassou também. Andrea falou um simples: ‘’ Deixa comigo’’ e pulou o muro. – Ei, não podemos pular o muro!
Andrea foi até o zumbi e o acertou.
– É assim que se faz. – Andrea disse orgulhosa, sorrindo.
– Qual é o seu problema? Eu disse que o acertava. Isso não é um jogo. – A garota repreendeu Andrea.
Michonne – Merle e New.
Merle ouviu passos, próximos. E logo ouviu o barulho de impacto no chão e se virou e lá ele a viu, empurrou New que foi atingido no peito e desarmou Michonne.
Michonne foi para o chão e o chutou nas partes baixas, Merle caiu em cima dela. Ela o empurrou e rastejou até sua katana (N/A: Esse é o nome da espada da Michonne. )
O zumbi se aproximou dela, ela pegou sua katana e acertou o zumbi na barriga, fazendo suas tripas e órgãos escorrerem para cima dela. Ela tentou novamente e acertou o zumbi onde tanto queria.
O Zumbi que tentava pegar Merle foi atingido por New na cabeça, Merle matou o outro que se aproximava. Merle olhou para trás, onde Michonne deveria estar e ela... Sumiu.
– Muito bem rapaz. – Merle disse assim que se levantou por completo. – Quando voltarmos vou lhe pagar uma cerveja.
– Vamos, ela não pode ter ido muito longe. – New disse.
– Não não não, já chega. Vamos pegar um carro e voltar para casa. Foi um bom dia de trabalho.
– Mas ela matou o Tim e o Carley.
– É, mais nós a deixamos bem mal. – New bufou — Enfim, ela foi direto para a zona vermelha, ela já ta morta. – New revirou os olhos e deu uma leve pergunta a Merle ‘’ O que vai dizer ao governador ‘’ – O que acha? Que a matamos. Como eu disse cara, ela já ta morta.
E assim a discussão continuou e algo que New não devia ter dito, disse:
– Eu não vou mentir pro Governador sobre isso.
Merle se virou, rindo.
– Tem razão. – Ele disse sério. – Não dá para deixar pontas soltas. – New ficou aliviado. – Você aprendeu rápido filho, como é seu sobrenome mesmo?
– Gargulho. — New disse.
– Tá ouvindo esse pássaro? – New parou e tentou ouvir o barulho do pássaro, em troca levou um tiro no meio da testa.
Michonne
E lá estava ela, andando lentamente com uma mala pesada nas costas.
Então foi assim que ela viu, quatro zumbis vindo até ela. Ela rapidamente colocou a mão na katana, mais foi em vão. Os zumbis passaram por ela, a mesma ficou curiosa.
Olhou para si mesma, estranhou e continuou seu caminho.
Logo, encontrou um mercado e ouviu barulho de carro.
Michonne se escondeu entre os carros. E de lá, ela viu duas pessoas descendo do carro, um homem e uma mulher. Michonne olhou para baixo, vendo sua perna sangrar mais. Ela estava indecisa. Pedia ajuda, ou não.
Ela voltou a olhar os dois, o homem pegou dentro de seu carro um vergalhão. Ele abriu a porta e de lá, saiu dois corvos, assustando todos.
– Glenn, pega o pato. – Ela ouviu a mulher dizer.
– Tá falando sério? – O homem disse.
– Tô, uma criança crescendo dentro de uma prisão vai precisar de brinquedos. – a mulher continuou.
[...]
E algum tempo passou, o suficiente para os dois pegarem o que precisam e Michonne se decidir.
– Gosto do silêncio. – A mulher disse, ou melhor, Maggie disse. – Lá em casa, sempre dá para ouvir eles na cerca.
Michonne estava pronta para sair de seu esconderijo. Mais uma voz masculina, uma voz que conhecia, a impediu.
– E VOCÊS, BOA GENTE, O QUE CHAMAM DE CASA? – Merle disse, apontando sua arma para Maggie.
Maggie e Glenn apontaram suas armas para Merle.
– Merle? – Glenn perguntou, Maggie olhou para ele, estranhando.
Merle começou a rir e colocou sua arma no chão. Se rendendo.
– Uau. – Merle disse e começou a se aproximar.
– Ei! Vai para trás. – Maggie o repreendeu.
– Ou, tudo bem, tudo bem querida. – Merle disse.- Poderia me dizer, se meu irmão está vivo?
– Tá. – Glenn respondeu e Merle sorriu.
– Me levem até ele e eu deixo tudo quieto o que aconteceu em Atlanta. – Merle propôs. – Sem ressentimentos, Hum?
Michonne observava tudo, enquanto os três discutiam. Algo, lhe chamou atenção mais do que tudo. Um tiro, que pode quebrar um vidro.
Glenn e Maggie se separaram, Glenn foi atrás de Maggie e viu Dixon, segurando ela.
– SOLTA ELA! – Glenn gritou.
– Põe a arma no carro filho, ou ela morre.- Dixon disse e Glenn obedeceu. – Entre no carro Glenn, e você vai dirigir. – Glenn disse não, mas Merle o pressionou.
No fim, Glenn entrou no carro. Dixon entrou em seguida com Maggie e eles partiram, deixando a cesta que vieram buscar no chão.
Michonne, vendo o carro se afastar. Pensou em ir até a tal prisão.
[...]
Lá estava Michonne, parada em um portão, segurando uma cesta de leite fermentado. Esperando alguém a socorrer.
Até que alguém esperado se aproximou da cerca, Rick.
Michonne olhou para ele e ele olhou para ela. Michonne levantou o braço, indicando que estava viva.
Notas finais
Xoxo!
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