Notas iniciais
Marina - Desculpeeeeem a demoraaaaa!!!
Bruno - Ninja here =D * aparece do nada *
Marina - Por favor, não me matem! u.u * ignora *
Bruno - ér...
Marina - Bom, ai vai mais um capitulo da fic! Espero que gostem pois esse é um capitulo mais pensante e dedutivo ><'
Bruno - Bom, ai vai mais um capitulo da fic! Espero que gostem pois esse é um capitulo mais pensante e dedutivo ><' * fazendo voz igual *
Marina - * soca * NÃO ME IMITA ò.ó
Marina - Bj bj e boa leitura o/

A ruiva estava começando a recear se Sieghart atiraria mesmo no professor de geografia.

"Ele não teria coragem, teria?!"– Pensava ela.

Todos na sala estavam estáticos quando ele aperta o gatilho, e um tremendo estrondo invade os tímpanos dos alunos, num ruído forte, e definitivo.

Elesis olhou novamente para o professor, e notou que ele estava caído no chão, com uma poça de sangue ao seu redor. Havia levado um tiro bem no meio da garganta, este, ainda se contorcia no chão, perante aos alunos, estava morrendo aos poucos e dolorosamente, enquanto muitos ali gritavam de pavor.
Seus olhos não acreditavam no que viam.

A ruiva sacudiu a cabeça, onde já se viu, esses pensamentos perversos que tinha.

Ela olhou mais atentamente a sua frente, e Sieghart ainda segurava a arma.

Quando o gatilho foi pressionado, seus olhos estavam fixos na cena, até o jato de água, ser esguichado da arma que o moreno segurava.

O silêncio do lugar foi invadido pelas gargalhadas dos garotos que ainda se encontravam em frente a porta. Eram um grupinho de amigos, formado por Sieghart, um ruivo e outro de cabelos cinzas.

O professor não gostou nada do que ocorreu. Uma veia pulsava em sua testa, deixando clara sua raiva pelos alunos que lhe pregaram uma peça a pouco.

A ruiva tinha que admitir, ficara surpresa com tamanha ingenuidade dos mesmos.

”Como são idiotas, se é para pregar uma peça, que faça algo de mais convincente e inteligente.”– Pensava ela

– Já para a coordenação, serão expulsos se depender de mim.- falou o professor em um tom alto e sério. Ele estava realmente irado.- Já estou farto de suas brincadeiras.

Este saiu levando os garotos para fora da classe, enquanto alguns cochichos eram ouvidos pela ruiva, estavam falando dela. Sempre olhando-a de esguelha, como se estivessem analisando cada ponto de sua roupa, seu cabelo, seus olhos...

Aquilo já estava a irritando. Estava passando dos limites. Não hesitavam em esconder as risadinhas sarcásticas ao seu respeito, principalmente uma loira, e uma garota de cabelos roxos.

A ruiva já estava farta, faltava pouco para se levantar dali e ir resolver a situação esmurrando todas elas.

Mais uma risadinha foi ouvida.

–Já chega!- Proclamou ela extremamente farta da situação. Esta já estava com um punho preparado para seu ato seguinte, quando é segurada por duas mãos macias e quentes.

Imediatamente ela se virou notando a garota de cabelos rosas a fitando.


– Acalme-se...- Ela sorriu.- Não ligue para elas, isso é só provocação. Tenho certeza que você é uma ótima pessoa.- Ela sentou-se novamente em sua cadeira, e sorriu.- Meu nome é Amy, prazer.

– Elesis.- Disse a ruiva sentando-se também, estava mais calma, realmente havia passado dos limites. Mas ainda assim notava os olhares das outras.

A sala toda estava conversando, aproveitavam a ausência do professor para fazer o que bem quisessem. A ruiva estava como sempre pensativa em seu canto, até as luzes da sala começam a falhar, e, logo, todos ficam em silêncio, as lâmpadas logo se queimam, soltando faíscas, e televisão, que se encontrava na sala, é, inexplicavelmente, ligada.

Antes que os alunos pudessem questionar o fato da tevê ter ligado sozinha, algo estranho era relatado no noticiário. Algo incomum.

Todos estavam olhando atentamente para esta que dizia fatos extremamente perturbadores.

– " Vocês não tem noção do que está por vir... "- Dizia a mulher ao repórter, que ouvia cada palavra com atenção.- "A vida em breve não passará de um simples acontecimento no futuro.
Quando a hora chegar, ele não terá piedade... Crianças, animais, adultos, e qualquer outro sofrerá com as explosões de catástrofes, Suicídios, assassinatos, vírus... Tudo será conseqüências do fim.
E nesse momento..."- Ela pausou olhando fixamente para a câmera- "O que posso dizer, é para sonhar com a morte, pois a solução é a virada.”

Elesis arqueou a sobrancelha ao ouvir as palavras da simples mulher. Esta olhou para o lado, e notou que não só sua sala, como as outras estavam vendo o mesmo programa.

"Um simples acaso ou proposital?"– Pensou.

Mas algo a intrigava, parecia já ter visto essa mulher em algum lugar, só não lembrava aonde.

Ela não teve tempo de interpretar os enigmas que aquela mulher queria passar, quando um grito de pavor foi ouvido do corredor da grande escola.

Os alunos saíram de suas salas em desparada, quando o mistério aumentou ao se depararem com a parede do pátio, suja de sangue.

Elesis passou dentre os alunos que observavam aquilo tentando achar algum modo de entender.

“Morrem aqueles que de mais sabem”

– O que?- Indagou-se intrigada com tal frase, aquilo era realmente um mistério em tantos.

Seus pensamentos vagavam num mundo de perguntas, até que outro grito a tira de sua concentração. Era um garoto, ruivo, este um pouco de longe, olhava a garota em cima da torre de energia da escola.

– Rey, por favor, desça, eu te imploro, não faça nenhuma loucura.- Um tumulto era evidente, estavam todos em volta duvidando, temendo, e questionando aquela cena.

Elesis olhava aquilo com mais perguntas em mente. Mais e mais questões a serem respondidas...

Seria um simples acaso, ou teria algo a ver com tudo que está acontecendo?- Perguntava para si.- Não, claro que não é um simples acaso.- Deduziu ao “cair na real” de tudo o que estava ocorrendo.

– Meu Deus, Rey, não!- Gritou Amy que acabara de chegar ao lado da ruiva. Ela estava pálida e chorando.

– Afastem-se! Por favor, recuem!- gritava Lothos passando entre os alunos, e olhando receosa para cima. – Ligue para a polícia e para os bombeiros. Rápido!- Falou ela à coordenadora que parecia estar mais aflita que a própria diretora. – Quero que todos se dirijam aos seus dormitórios, e não saiam de lá por nada até as minhas ordens. Vão já!- Ela gritou. Mas antes que todos obedecessem sua ordem, o que mais temiam acabara de acontecer. Rey pulara da torre, fazendo todos por alguns instantes ficarem estáticos.

Dava para ver, seu corpo ensangüentado ao chão, as fraturas por toda parte, e seu crânio aberto por conta do impacto.

A ruiva colocou sua mão na boca, enquanto os gritos tomavam conta do lugar. Pareciam não acreditar na cena que viam, era perturbador. Elesis olhou para o lado, e viu o ruivo que antes gritava desesperadamente o nome da garota, correr em sua direção. Este ajoelhou-se perante o corpo totalmente dilacerado, e o segurou nos braços pondo-se a chorar. Parecia não se importar com o sangue, que agora manchava seu uniforme.

– Vão todos para seus dormitórios, agora!- Falou Lothos tentando evitar ao máximo que as lágrimas escorressem. Precisava aparentar-se firme a todo instante, apesar de esta ainda achar que aquilo eram fatos de um terrível pesadelo.


Um tumulto de alunos se formou, todos queriam sair ao mesmo tempo. A ruiva que entrava no meio da multidão olhou para trás e viu o ruivo que antes chorava perante a garota, agora sendo arrastado por alguns professores. Ele tentava desesperadamente soltar-se dos que o impossibilitavam de ficar ali. Aquela era realmente a cena mais triste que já vira na vida. A pena pelo garoto que sofria pela perca de Rey era tremenda. A própria Elesis parecia não acreditar que aquilo mesmo acontecera.

E o pior, nada daquilo era um sonho.

A ruiva logo chegou em seu quarto, encontrando Amy e outras duas garotas. A rosada por sua vez, chorava compulsivamente, estava com a cabeça no colo da loira que deixava as lágrimas escaparem também.

Elesis se sentou na cama, e colocou a cabeça entre seus joelhos que estavam encolhidos. Ela queria prestar atenção em cada detalhe da conversa que ali ocorria. Parecia ousadia, mas era preciso, a ruiva sabia que qualquer uma delas, por serem filhas dos mais ricos e poderosos homens do país poderiam saber de algo. Afinal, não poderia descartar as suspeitas de que o causador de todos esses acontecimentos poderia ter algum envolvimento com qualquer um nesta escola.

– Meu Deus, eu não consigo tirar aquela cena da cabeça, não consigo – Disse a garota de cabelos loiros, a mesma que insultara Elesis antes na sala.

– Aposto que isso é coisa do governo.- Dizia a de cabelos azuis. – Eles só podem estar armando isso para finalmente ter o que queriam, mais poder!- Ela parecia pensativa e disposta a descobrir o que estava acontecendo, ato que intrigou a ruiva, esta levantou a cabeça, que antes era escondida por seus joelhos, e continuou a prestar atenção nas palavras ditas.- Aposto que o pai de Sieghart está envolvido nisso. Só pode. Aquele homem só pensa em poder, e mais fama... Um dia mesmo na tv, ele admitiu que seu sonho de criança era dominar o mundo... Que ridículo! Poderia apostar que ele está envolvido nisso.

Elesis logo se lembrou do moreno que atirara água no professor. Por isso seu rosto não lhe era estranho. Ele era filho do prefeito da cidade. O corrupto Walter Sieghart!

A ruiva se levantou em um pulo da cama e saiu correndo do quarto, dando de cara com o corredor cheio de alunos, ela precisaria de achar aquele menino, precisaria de um plano para descobrir o que estava acontecendo.
Diretoria!- Lembrou a ruiva, correndo entre os alunos.

Esta chegou lá, mas ninguém foi encontrado.- Droga, onde esse imbecil se enfiou?- Pensava ela mordendo o lábio inferior. Até nota-lo de longe, estava com seu grupinho de amigos.

Ótimo, perfeito para meu plano.- Sorriu ela ao vê-lo.

Ele andava despreocupado ao lado de seu “bando”, parecia nem ligar para o que a pouco ocorrera no pátio. Estava até se divertindo com seus amigos. Isso levantou mais as suspeitas dela. Como uma pessoa poderia agir desta maneira, com um fato desses que acabara de ocorrer?- Ela pensava indignada.

Ele se aproximava mais, quando a ruiva disfarçadamente coloca o pé na sua frente, fazendo este cair no chão e todos rirem da cena constrangedora.

– Ei! Você é louca, garota?- Disse o moreno se levantando furioso com os risos sobre si.

– Você que é idiota e não olha pra frente.- A ruiva riu.

– Eu devia...- Ele começou, mas fora interrompido.

– Devia o que? Me pregar uma peça? Com aquela sua arminha, isso vai ser bem difícil, eu suponho.- Os amigos dele que estavam ao seu lado riam colocando mais pilha na discussão, o que deixava Sieghart ainda mais furioso. Pareciam não estar do seu lado, e sim se divertindo com a situação que ali se encontravam.

– Aquilo nem foi um troll digno.- Ele começou dando um sorriso.- Eu posso pregar uma peça muito melhor, eu que não quis.- Excelente, a ruiva havia chego onde queria, ela logo deu um sorriso de satisfação e continuou:

– Ok, se você é tão bom quanto diz em pregar peças, que tal um desafio?- Ela olhou-o desafiadora. Enquanto este dava um sinal com a mão para que ela prosseguisse com sua fala. — Quem de nós dois conseguir roubar o histórico de todas as provas do ano, primeiro, leva a honra de melhor troll dessa escola... Acho que isso sim seria um tremendo desafio. Não acha?

– Isso vai ser fácil para mim, eu tenho muitos contatos... Sem falar que o nome de melhor Troll daqui é meu!.- Ele riu debochando da “ingenuidade” da ruivinha.

– Ok, se é assim, o perdedor do desafio é obrigado a se retirar da escola... Para sempre!- Disse ela determinada. Estava disposta a arriscar qualquer coisa para descobrir quem estava por trás desses mistérios macabros.
Ela sabia que qualquer erro em seus planos, tudo estaria arruinado, mas precisaria correr o risco.

– Eu aceito!- O moreno apenas abriu um sorriso sádico. Este por sua vez deu uma olhada de cima para baixo observando a pose confiante que a ruiva fazia. Seus braços na cintura e suas pernas um pouco abertas. Parecia até aquela “mulher maravilha”- Ele riu com esse pensamento.

– Uma pena você ter que sair da escola, mas ninguém mandou ser intrometida...- Sieghart soltava cada palavra como se já tivesse ganhado.
Sua confiança enjoava a ruiva que via aquela cena ridícula, mal podendo esperar pelo resultado daquilo.


Ele se virou e saiu andando pelo imenso corredor, que a essa altura, já estava vazio. Os alunos já haviam evacuado o local como Lothos mandara.

A ruiva também se pos a andar pelo corredor, do lado oposto do moreno.

“Não posso ser expulsa, apenas suspensa por um tempo...”- Pensava intrigada.- “Preciso saber o que o Sieghart está pretendendo. Mas eu preciso de u...” – Seus pensamentos são interrompidos por um garoto de cabelos cinzas que chegara ao lado da ruiva, colocando-se a andar junto desta, que por sua vez arqueou a sobrancelha notando o que acontecia.

– Que foi?- Perguntou parando seus passos, e pondo-se a fitar o garoto que a olhava fixamente sem expressões. Logo ela notou que este era um dos amigos de Sieghart, mas, o que ele pretendia estando ali? – “Aquele imbecil deve ter o mandado para me espionar...”

– Perdeu alguma coisa?- Ela perguntou cortante.

– Não!- O garoto desviou por alguns instantes seu olhar do dela, mas logo retornou. — Só queria dizer que você é corajosa, enfrentar o Sieghart daquele jeito... Só poderia ser uma novata mesmo.

“Então a intenção dele é me fazer terrorismo? Claro, claro, terrorismo é uma boa maneira de deixar a pessoa mais alerta que o normal, fazendo-a assim desconcentrar-se de alguns pontos, dando vantagens ao Sieghart. Que idiota! Pensa que eu sou burra...”

– Eu não tenho medo dele, muito menos do que é capaz.- Ela estreitou os olhos observando aquele menino de belos olhos azuis e cabelos cinzas. Sua face não mostrava muitas expressões, o que confundia Elesis, que de toda maneira, tentava achar respostas em sua linguagem corporal.

– Só queria pedir para que tomasse cuidado, sabe? Ele as vezes passa do limite mesmo sem querer, e esse desafio poderia acabar em um desastre.- Ele abaixou levemente a cabeça, e depois voltou seu olhar a ruiva. Não parecia tão manipulador agora. Apesar de aparentar-se um garoto sem muitos sentimentos, nem interessado na compaixão alheia, dava para notar a preocupação em seu rosto.

– O-obrigada.- Disse coçando a nuca, um ato que sempre fazia ao estar sem jeito. — Mas, eu sei me cuidar.- Ela sorriu forçado.- Agora t-tenho que ir.- Esta novamente, levou a mão na nuca, e se virou, seguindo o rumo de seu dormitório.

Ela estava furiosa. Ficara sem jeito na frente de um dos amigos de seu novo inimigo! Aquilo era ridículo. Ela apostaria que este iria chegar dizendo que “derrubou” a confiança dela. Como se houvesse a “seduzido”, exatamente como estava nos planos de Sieghart.

Elesis escorou na porta do quarto e bateu um pé no chão. Ela própria não conseguia acreditar em seu ato. Mas... Pensando bem, poderia usar isso ao seu favor.

A ruiva logo abriu um sorriso tendo um nova ideia.

– Me aguarde Sieghart...


Notas finais
Marina - E ai? Gostaram???
Marina - Tá meio pesada né? =/
Marina - Mas mesmo assim mandem reviews wah. o/
Bruno - * Tontinho no chão * Eu bebo sim(8) -qqqq
Marina - * chuta ele * Levanta vagabundo!
Bruno - * levanta rapidamente * Senhora! Sim senhora! -qqq * pensa: to querendo apanhar, só pode *
Marina - Não me chama de senhora! ò.ó * aura maligna *
Bruno - Ops... Apocalipse chego mais cedo gente! /cry * sai correndo * =P
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.