Apenas uma brincadeira
5 Sem Ressentimento?
Notas iniciais
Jade
Não sei o que Cobra tinha, mas ele chamava minha atenção, sai um pouco da Ribalta para tomar um ar, e resolvi fazer uma visitinha na academia do Gael. Como sempre já chego lá arrasando, todos os meninos me olhando, praticamente babando e as poucas meninas me olhando com inveja.
— Oi meninos, quanto tempo e não parem de treinar por minha presença, não quero mestre Gael bravo com vocês. – E assim fui cumprimentando todos os meninos da academia, adorava a reação deles.
**
— Essa garota se acha mesmo viu, precisa mesmo levar é uma porrada. — Karina
— Qual é dessa menina K? – Cobra
— É provocar os meninos ate eles fazerem tudo o que ela quer, pra depois da um pé na bunda e deixa-los arrasando.
— Tadinho dos meninos, deu ate dó. – Disse irônico fazendo Karina rir.
— É, mas cuidado Cobra, você pode ser a próxima vitima.
— Se alguém tiver que tomar cuidado aqui, não será eu.
— Por que a todo mundo conversando, quer fofocar vão pra praça, todo mundo treinando que o ultimo dia fácil foi ontem. E você dona Jade para de atrapalhar meus lutadores, e sai da minha academia.
— Já nem estou mais aqui. – Falo já me retirando do local, mas tropecei e levei o maior tombo. Quando vejo alguém rindo loucamente perto de mim. Olho pra cima e vejo aquele maldito moleque.
— Cuidado Jade, é esse seu nome certo? – Disse a ajudando levantar. Tem que olhar por onde anda.
— VOCE COLOCA O PÉ PARA EU TROPEÇAR E PEDE CUIDADO, SE ENCHERGA GAROTO. – Disse aos berros chamando a atenção de todo academia.
Quando Cobra iria rebater minha gritaria Gael (graças a Deus) interrompe o mandando ir treinar e eu ir pra Ribalta.
Tenho que dar um jeito rápido nesse garoto, quem ele pensa que é para me enfrentar desse jeito? Que absurdo. Voltei pra Ribalta supre nervosa, a ponto da minha mãe perceber.
— Que foi filha? Aconteceu alguma coisa? – Perguntou parecendo preocupada
— Nada mãe, nada. – Nem deixei falar mais nada e fui dançar.
Já estava mais calma, e sozinha na ribalta, dançando quando sou interrompida por uma voz masculina.
— Parece uma gata mesmo se alongando desse jeito.
— E você uma cobra, chega sem fazer barulho.
Cobra se aproxima de Jade, e á tocando para parar e prestar atenção nele.
— Acho que começamos mal, bom eu sou Cobra, tudo bem? – Disse estendendo a mão para Jade.
— Eu sou Jade, poderia estar melhor se não tivesse pagado aquele mico na academia. — ME fingi chateada, e é a hora e começar a brincadeira.
— Foi mal, mas sua alta estima estava muita lá em cima pro meu gosto (risos), enfim sem ressentimento?
— Não sou de guarda magoas, para te mostrar isso, te darei um presentinho. – Disse apontando para ele se sentar numa cadeira próxima.
Coloquei uma musica, e comecei a dançar lentamente na frente dele, que reparava cada movimento, mordendo os lábios era nítido seu desejo por mim, do jeito que eu gostava, que eu planejava.
— Gostou? Disse sorrindo, já sabia da resposta.
— Se eu gostei? Eu amei, sabia que tinha todo esse talento não gata. – Disse se aproximando, mas vendo a garota de afastar rapidamente.
— Por hoje é só, e se quiser mais, só fazendo o que eu mandar, entendido?
— Entendido Gata, do jeito que quiser.
Fale com o autor