Notas iniciais
Olha eu aqui.. Vamos as explicações; algumas semanas atrás, eu postei capítulo, mas. Não houve sequer um comentário. Não vou negar que fiquei triste, e decidi postar depois das férias de verão. Mudei de ideia. Então estou postando hoje. Em contrapartida vi que os acompanhamentos estão aumentando o que me fez mudar de ideia em ralação a atualização da história. Esse capítulo é curto e só pra se situar do que está acontecendo direitinho. PS; leiam as notas finais. Boa leitura!

Davi acordou cedo na manhã seguinte, teria que buscar Manuela no aeroporto. Quase se esquecera da tarefa, se não fosse por ter mandado uma mensagem para Megan, teria esquecido e arranjaria uma enorme briga com a namorada. Então, “valeu Megan” agradecia ele enquanto tomava o café.

Preparado para buscar a namorada, Davi entrou no carro e ligou o som afim de descontrair um pouco..
Estava tocando Use Somebody da banda King of Leon.

♪“I've been roaming around
(Eu tenho andado por aí)

Always looking down at all I see
(Sempre menosprezando tudo que vejo)

Painted faces, fill the places I can't reach
(Faces pintadas, preenchendo lugares que não alcanço)

You know that I could use somebody
(Você sabe que eu preciso de alguém)

You know that I could use somebody
(Você sabe que eu preciso de alguém)

Someone like you, and all you know, and how you speak
(Alguém como você, tudo que você sabe, como você fala)

Countless lovers under cover of the street
(Amantes incontáveis disfarçados nas ruas)

You know that I could use somebody
(Você sabe que eu preciso de alguém)

You know that I could use somebody
(Você sabe que eu preciso de alguém)

Someone like you
(Alguém como você)[...]” ♪

Ele sorriu ao escutá-la. A letra lhe lembrava muito a amiga. Era indiscutível que ele estava sentindo por ela mais que amor de amigo. Mas como falar? Como dizer tudo isso à ela. Tinha medo de ser rejeitado. E de isso abalar a amizade deles. De formar um clima constrangedor.
Eram tantas perguntas que lhe atormentavam… Ele já havia chegado no aeroporto e nem se deu conta de que o tempo havia passado tão rápido. Era sempre assim quando pensava em Megan..

Entrou e se sentou à espera de Manu, que atravessou os portões de desembarque dez minutos depois.

— Davi, meu amor.. Que saudades! — disse a morena abraçando Davi apertado -
— Senti sua falta. — ele murmurou retribuindo o abraço -

Ela sorriu e ficou do seu lado, alcançando o braço dele ela entrelaçou no seu e saiu caminhando com ele puxando a mala atrás de si.
Eles caminharam em um silêncio confortável até o carro. Onde Davi abriu o porta malas e depositou a bagagem de Manu. Voltando, abriu a porta da frente e a deixou entrar e sentar-se no banco do carona. Deu a volta entrou e deu partida. Rumando para a casa da morena.

— Então — começou ela — Você levou a Megan para a festa da marra?
— Hum.. Você não estava na Cidade. — informou ele sem olhá-lá -
— Se você tivesse me avisado eu teria adiado minha viagem! — exclamou ela olhando-o especulativa -

Ele virou o rosto por um momento para observar sua feição. Ela espreitou os olhos e arqueou a sobrancelha. Virando rapidamente para a frente ele respondeu:

— Também não foi como se tivesse levado ela.. — respondeu calmamente -
— Como assim, Davi? — ela perguntou confusa -
— A mãe dela é sócia do meu pai. Ela iria com a Pâm de qualquer jeito! — disse rapidamente -
— Pâm? — repetiu o apelido da mãe de Megan -
— Ah, qual é Manu.. Você chegou à menos de trinta minutos e já quer brigar? — disse ele olhando rapidamente para ela — poxa tem como você esperar pelo menos a gente chegar na sua casa? — pediu ele -
— Não quero brigar, Davi! — respondeu ela — Só que eu iria adorar ter ido nessa festa!
— Tá, desculpa.. Na próxima que tiver eu te levo..

Ela amarrou a cara e não falou mais nada o restante do trajeto.

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O hospital era frio e tinha aquele cheiro horrível de éter que Megan odiava. Ela apertava o casaco contra o corpo a media que ia andando pelos corredores à procura do quarto da avó. Sua mãe estava ao seu lado, ambas as loiras com expressões preocupadas. Pouco sabiam sob o estado de saúde de Berènice. Só foram informadas que ela havia sofrido um grave acidente e que deveriam vir vê-lá. Pois eram a única família que ela tinha viva.

— É aqui — indicou Pâmela parando em frente à uma porta -

Megan tocou a maçaneta gélida da porta do quarto da avó que se abriu apos ser girada e assim que seus olhos pairaram sobre a mais velha, lágrimas invadiram seus olhos repentinamente.
Ver sua avó ali, conectada a vários aparelhos lhe deixou com o coração pesado e triste. Avançou rapidamente em direção à cama da avó sentando na beirada e pegando sua mão.
Pâmela se aproximou e depositou as mãos nos ombros da filha que ainda chorava..

— Ela vai ficar bem Megan. Acredite! — disse Pâmela acariciando as costas da filha —
— Mom.. Eu não quero que ela parta como grandpa.. — disse Megan em meio aos soluços -
— Ela não vai.. Vai ficar mais algum tempo conosco. — disse Pâmela no que pareceu mais um desejo -

Um médico entrou na sala e se deparou com as loiras. Ele não aparentava ser de nacionalidade francesa e logo isso fôra comprovado quando ele começou a falar em inglês fluente denunciando seu sotaque britânico.

— Com licença, eu sou o Dr. Lestrang, estou tomando conta de Berènice. — disse o médico -
— Sou Pâmela e esta é minha filha Megan. Somos o familiares dela. — informou Pâmela — Então, como está a saúde dela? — perguntou Pâmela sem rodeios -
— O estado dela infelizmente é grave! Estamos fazendo todo o possível para salvá-la. Mas ela não é jovem e isso dificulta muito as coisas. — informou o médico que parecia cansado -
— Então ela corre o risco de não resistir? — perguntou Pâmela e o jovem médico assentiu, a loira levou a mão a boca logo em seguida -

Megan ainda continuava ali, acariciando a mão da avó. Conversando baixinho com ela, dizendo que tudo ia ficar bem. Nem prestava atenção ao que diziam.

— Podemos conversar lá fora? — pediu Pâmela e o médico assentiu -

Ela foi em direção à Megan e beijou o topo de sua cabeça. Saiu do quarto e deixou Megan ali sozinha.

— Granny, você vai ficar bem.. Eu preciso que você fique bem! — lágrimas corriam pelo rosto bonito — Você é a única coisa que tenho depois de mom.. A única coisa que tenho de Daddy! — acariciou as bochechas da mulher inconsciente — Eu tenho tanto à contar pra você, Granny.. Please, preciso que fique bem. Você vai ficar bem.. Você vai ficar bem..

Notas finais
Queridos do meu coração, estou aqui para dizer que amo todos! Kkkkk Muito obrigada por cada comentário. Cada acompanhamento e cada visualização desta humilde fanfic. Vos amo! Por favor bebês, comentem! Preciso da inspiração que só os seus coments me dão. Hahahaha Ah, eu estou com uma one-shot recente na categoria Harry Potter, quem quiser dar uma olhadinha lá, fique à vontade! Ela se chama "Por uma Noite". (Fic do meu mais novo Shipp Dramione; Draco/Hermione) Beijos de luz ... See you soon!