Mark acordou com uma dor de cabeça terrível, como se dormisse por anos. Ele tentou abrir os olhos, mas não conseguiu: um clarão muito forte os queimava. Então era assim morrer. Ficar a eternidade deitado sem abrir os olhos. Pensou em Trina e em tudo o que tinha feito em seus últimos dias. De repente ouviu uma voz feminina o chamando:

-Mark? – era Trina!

-Trina? Onde você está? Não consigo abrir os olhos!

— Você tem que abrir os olhos. Se não, não vai conseguir abri-los nunca mais.

Mark fez um novo esforço.

— Mark – disse Trina – eu não sinto mais nada em minha cabeça, será que nós...

— Acho que sim. Vou tentar chamar o Alec. – e gritou por Alec várias e várias vezes durante horas. Tempo suficiente para sua visão voltar. Esse foi o problema: ao seu lado, jazia um esqueleto com as mesmas roupas que Alec usara no dia de sua morte.

— Será que...

-É ele. – interrompeu Mark.

-Talvez nós sobrevivemos e ele foi fazer o reconhecimento do local e devemos chamá- lo. – disse Trina. E voltou a chamar por Alec.

Então eles ouviram a voz de alguém:

-Alec nós não conhecemos nenhum. Meu nome é Minho, o do meu amigo aqui é Thomas e das duas damas é Brenda e Sonya.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.