Anti-Heróis

39 Pele Na Boca


Notas iniciais
Olá Crepusculetes! Queria agradecer pelo apoio e pedir desculpas pela demora. Eu não estava bem hoje, mas me senti um pouco melhor para estar aqui com vocês agora. Vamos ao capítulo!

Bella Swan

Eu sabia que deveria resolver aquilo, que deveria exigir respostas, que deveria pedir a sinceridade do homem, mas eu queria esquecer por um momento que éramos adultos responsáveis e me entregar de corpo e alma em uma noite de sexo. Aquilo estava longe de resolver todos os meus problemas e dúvidas, mas bastava por enquanto.

Quando atingimos o meu quarto aos tropeços, fui logo puxando o meu vestido e revelando a minha completa nudez. Edward tocou as minhas costelas, os seus polegares alcançando os meus mamilos enquanto ele gemia em aprovação.

— Você é tão linda. — Falou e olhou para mim. — E eu sabia que estava completamente nua por baixo deste vestido.

Abri um sorriso malicioso e tirei a sua camiseta, deixando-a de lado.

— Só queria ficar mais confortável. — Dei de ombros enquanto trabalhava em abrir a sua calça, da qual ele logo se desfez junto com a sua cueca.

Nossos lábios se encontraram mais uma vez e minha mão começou a trabalhar no seu pau semi-ereto enquanto uma das suas se embrenhava em meus fios emaranhados e a outra apertava a minha bunda. Nossos gemidos se misturavam em meio ao beijo e aquele toque íntimo deixava a minha buceta cada vez mais úmida.

Descolei os nossos lábios e passei a depositar beijos em seu peito, lambendo e sugando os seus mamilos quando passei por eles. Me ajoelhei em sua frente e o olhei enquanto passava a língua por toda a sua extensão, nunca deixando de masturbá-lo.

— Você é incrivelmente sexy. — Elogiou e eu abri um enorme sorriso. — Porra, eu tenho tanta sorte.

Aquilo só me deu mais vontade para seguir. Eu continuei a masturbá-lo e passei a chupar as suas bolas, uma de cada vez enquanto sentia as suas mãos apoiadas em minha cabeça e ouvia os seus gemidos de aprovação.

— Me chupa, gostosa. — Pediu e eu o olhei, vendo o desejo em suas íris. — Me chupa daquele jeito que só você sabe fazer.

— Só eu? — Perguntei em um sussurro sensual.

— Só você, minha delícia.

Mordi o lábio inferior e passei a língua pela sua glande enquanto o olhava. Edward pressionou os lábios e observou atento enquanto eu o engolia pouco a pouco, colocando até onde conseguia. Não aguentando mais, ele deitou a cabeça para trás e gemeu enquanto eu passava a chupá-lo e masturbá-lo com habilidade. Com a mão livre, passei a massagear as suas bolas e, com a boca, a sugar apenas a sua glande.

— Porra! — Ele grunhiu. — Eu vou gozar!

Não parei de chupá-lo, querendo sentir a sua porra em minha boca, querendo tomá-lo e não demorei a sentir o seu líquido quente em minha boca enquanto ele gemia longamente, segurando com força em meus cabelos. Voltei a chupá-lo, não deixando uma gota sequer escapar pelos meus lábios.

Quando estava satisfeita, Edward se ajoelhou em minha frente e beijou os meus lábios, me deixando com mais tesão. Uma de suas mãos foi parar entre minhas pernas e ele tocou o meu clítoris, me fazendo gemer contra os seus lábios. Eu estava tão molhada e com tanto tesão que gozaria ao seu mínimo toque.

Descolei os nossos lábios e me deitei, apoiando nos antebraços e abrindo bem as pernas na sua direção com um sorriso malicioso nos lábios enquanto levava uma mão para entre minhas pernas. Edward ficou observando enquanto eu me tocava, parecendo maravilhado com a cena que se desenrolava à sua frente.

— O que está esperando para me substituir aqui? — Perguntei e seus olhos encontraram os meus.

— Vai ser um prazer. — Decretou e colocou o rosto entre minhas pernas.

Edward abraçou as minhas pernas e passou a sugar o meu clítoris, alternando entre brincar com a língua e massagear com os dedos. Com a mão livre, o homem penetrou dois dedos dentro de mim e passou a meter com rapidez, girando os dedos e curvando levemente. Meus gemidos eram altos e eu só sabia dizer o seu nome, bem como agarrar os seus cabelos para que ele nunca saísse dali.

— Eu quero gozar no seu pau. — Quase implorei.

A contragosto, o homem se sentou e procurou por uma camisinha no bolso da sua calça, encontrando uma na carteira. Eu estava em cima dele quando a peguei de sua mão e rasguei o pacote, passando a vesti-lo com destreza.

Beijei os seus lábios quando ergui o meu corpo e encaixei o meu pau na minha buceta, escorregando pouco a pouco ali sem dificuldade. Rebolei em seu colo e ouvi o seu gemido abafado pelo nosso beijo. Sua mão acertou um tapa na minha bunda e eu descolei os nossos lábios, deitando a cabeça para trás e gemendo de prazer.

— Mais. — Pedi, continuando a rebolar em seu pau.

Edward acertou outro tapa na minha bunda e eu gemi mais alto ao sentir sua boca em meu mamilo direito, trabalhando a língua com destreza na região. Passei a me movimentar com dificuldade, sentindo o meu orgasmo acumulado se aproximando enquanto continuava a sentar no seu pau. Quando Edward tocou o meu clítoris foi que eu atingi o meu ápice, gozando enquanto gemia o seu nome e me agarrava aos seus ombros, sabendo que deixaria boas marcas ali.

Minhas pernas estavam fracas para continuar tão logo então Edward nos virou no tapete e voltou a se encaixar dentro de mim enquanto distribuía beijos pelo meu rosto.

— Vai. — Pedi, arranhando as suas costas. — Mete em mim, mete mais.

Ele grunhiu em aprovação e me olhou antes de começar a se movimentar com força e rapidez. Meus olhos se reviravam e meus gemidos eram altos enquanto sentia ele meter com tanta habilidade na minha buceta tão sensível pelo recente orgasmo.

Uma das minhas pernas foi parar no seu ombro enquanto a outra se mantinha na sua cintura. Para que ele não perdesse a velocidade, coloquei uma mão entre nossos corpos e passei a massagear o meu clítoris, sentindo mais um orgasmo tão próximo.

— Goza pra mim. — Pediu em um rosnado, mordiscando a minha mandíbula. — Goza no meu pau de novo, minha gostosa.

Ouvir ele falando aquelas sacanagens só me fez sentir mais tesão e a minha buceta se contrair antes de gozar mais uma vez, me agarrando em seus braços com força enquanto sentia ele estocar mais algumas vezes antes de gozar dentro da camisinha.

Nós ficamos paramos por um momento respirações estabilizando enquanto testas permaneciam coladas. Edward selou os nossos lábios antes sair de dentro de mim, amarrando a camisinha e deixando de lado. Logo os seus lábios estavam por todo o meu corpo: pescoço, seios, barriga e então na minha buceta, lambendo todo o meu prazer derramado há pouco.

O olhava enquanto ele me adorava, acariciando os seus cabelos e admirando aquela imagem que eu nunca esqueceria enquanto vivesse. Edward deitou a cabeça em minha coxa quando estava satisfeito e acariciou a minha perna enquanto me olhava, um olhar apaixonado. Senti o meu coração se acelerar e abri um pequeno sorriso.

— Eu te amo. — Ele soltou e eu mordi o lábio inferior. — Te amo muito. Nunca duvide disso, nem por um segundo. Enquanto você viver, eu vou te amar, Isabella Swan.

Depois de todo aquele tempo sem ouvir aquela frase clara e completa por entre seus lábios, aquilo era tudo o que eu mais precisava para jogar os problema para o ar e agarrar o homem que eu também amava com todo o meu ser.

Me sentei e toquei o seu rosto, iniciando um beijo calmo antes de descolar os nossos lábios e dizer, olhando em seus olhos, tudo o que estava entalado no meu peito:

— Eu te amo tanto, Edward Cullen. Nunca mais saia de perto de mim. — Pedi e o abracei.

— Nunca mais, meu anjo. — Ele disse, se sentando e me puxando para o seu colo, envolvendo minha cintura com força.

Eu quis morar naquela bolha de promessas e amor, quis que nenhum problema viesse a nos atingir, quis que pudéssemos ser um casal normal e feliz. Mas eu sabia que aquilo não era possível, por isso o abracei com mais força para mim antes de voltar a beijá-lo.

xxx

O mês de novembro começou cheio de expectativas com a reta final do filme.

Um mês havia se passado e, apesar de não ter certeza sobre o motivo de Edward ter voltado bêbado para casa naquele dia, decidi confiar nele. Se algo estivesse realmente ruim, ele falaria para mim.

Talvez o homem só estivesse em um momento de fragilidade e sentindo falta do irmão. Eu sabia como era perder alguém da família, sabia como era dolorido e como sentíamos vontade de perder o controle quando a saudade batia, mas eu garanti que estaria ali por ele em gestos e palavras.

Edward havia começado a ir ao psicólogo e duas vezes por semana ele ia à consulta. Estava trazendo bons resultados para ele e eu estava agradecida por estarmos tratando a nossa nova relação com tanta maturidade e cuidado.

Como estava há muito tempo sem ver a família, pedi para que ele fosse visitar a mãe depois das gravações daquele dia. Eu fiquei em casa apenas descansando na minha cama enquanto passava algumas falas para as gravações finais. Já estava sentindo falta, mas não podia negar que seria excelente me desvincular de homens como Paul.

— Bella?! — Ouvi a voz de Edward me chamar no andar debaixo.

— Aqui em cima! — Gritei.

Foi questão de segundos para ele aparecer e se jogar na cama, bem em cima de mim. Eu soltei um grito e comecei a rir enquanto ele enchia o meu rosto de beijos. Abracei a sua cabeça e me afastei o mínimo para olhá-lo, vendo o seu rosto iluminado. Era bom vê-lo daquele jeito.

— Como foi o jantar? Como estão sua mãe e irmã?

Edward havia me contado sobre a separação de seus pais. Sentia falta de Esme e com certeza queria ter estado ao lado dela em um momento difícil como deveria ter sido aquele.

— Foi ótimo. — Ele disse, selando os nossos lábios. — Eu... Contei sobre nós.

— Você o quê?! Edward! — Escondi o rosto nas mãos. — OK. Em uma escala de zero à dez, o quanto elas me odeiam?

Ele tirou minhas as mãos do meu rosto e continuou a me olhar com aquele sorriso imenso no rosto.

— Elas não te odeiam. — Edward acariciou o meu rosto e eu mordi o lábio inferior. — Elas querem marcar um jantar, querem nos apoiar e voltar a ter contato.

— Você preparou o terreno, não foi? — Perguntei com os olhos semicerrados na sua direção.

— Claro que sim. — Confessou e se sentou ao meu lado na cama. — Elas querem entender a nossa relação como é agora, querem te reconhecer, querem saber sobre você. Elas estão interessadas de um jeito bom.

Respirei fundo e pensei sobre aquilo, mexendo em minhas mãos que estavam repousadas em meu colo. Edward logo as alcançou e atraiu o meu olhar para o seu.

— Vai dar tudo certo. — Garantiu. — Não precisa ter medo.

— Eu magoei o menininho delas. — Soprei.

— E elas estão dispostas a te perdoar. — Ele se aproximou e tocou o meu rosto. — Eu vou estar aqui o tempo todo, não precisa temer.

Fechei os olhos e assenti, tocando o seu rosto com as mãos e beijando os seus lábios profundamente.

xxx

Decidimos marcar o jantar para o dia seguinte. Eu não queria mais ter que sofrer pela espera e também era o nosso dia de descanso das gravações, sendo assim nós mesmos poderíamos cozinhar para a sua família.

Decidi usar um vestido preto de mangas longas que ia até a metade das minhas coxas e saltos altos da mesma cor. Deixei os meus cabelos presos em um rabo de cavalo alto e fiz uma maquiagem leve. Edward colocou uma camisa azul clara e calça jeans escura, bem como um sapato preto nos pés. Seus cabelos estavam penteados para trás, bem arrumados, mas alguns fios rebeldes ameaçavam cair.

— Seu cabelo está tão bonito. — Elogiei enquanto mexia na panela e o via pegar os pratos no armário ao meu lado.

— Estava pensando em cortar. — Comentou e eu desliguei o fogo das panelas, passando a colocar as comidas nas travessas.

— Ah! Não faça isso. — Me queixei.

Ele se aproximou e passou a me ajudar enquanto mantinha um sorriso no rosto, então perguntou:

— Por quê?

— Como eu vou puxar o seu cabelo enquanto você chupa a minha buceta? — Fiz um pequeno bico e o olhei.

Edward arregalou os olhos e começou a rir alto.

— Isabella!

— O quê? — Perguntei com um sorriso malicioso nos lábios.

O homem contornou a ilha e me abraçou por trás, beijando o meu pescoço nu enquanto me pressionava contra a sua ereção. Eu mordi o lábio inferior, deixando a panela de lado e me segurando na bancada.

— Eu só não vou te comer aqui mesmo porque nossas convidadas já devem estar chegando. — Falou e deu um tapa na minha bunda antes de se afastar.

Voltamos a arrumar a mesa, agora comportados para que tudo saísse direito. Como havíamos deixado as mulheres liberadas, a campainha tocou assim que finalizamos os últimos detalhes e nós nos entreolhamos.

Era chegada a hora de rever a minha sogra e minha cunhada.

Notas finais
Como acham que vai ser este jantar? Não esqueçam de deixar o seu comentário e até domingo ;)