Notas iniciais
Olá!! Estou triste mas ao mesmo tempo feliz... 980 visualização, mas 82 comentários (pouco né) Feliz pois recebi duas recomendações... Lana Erika Torres Obrigada! Outra coisa..me add no face... https://www.facebook.com/profile.php?id=100008232228013

CAP VI

UM ANO!

Susan estava uma pilha de nervos, e me deixando nervosa. Faltando seis dias para irmos para a casa de campo para começar a festividade do casamento e quatro dias para meu aniversario de casamento de um ano. Quinta-feira iria fazer um jantar pra mim e Tobias para comemorar.

Estava em minha sala, quando uma Susan entra desesperada.

– Tris, esqueci de uma coisa super importante.

– O quê? – Apoiei meus cotovelos na mesa.

– Despedida de Solteiro.

– Sério? — Franzi a testa.

– Mais que sério. – Falou. – Quem me lembrou foi a mamãe.

– Mamãe está saindo melhor que a encomenda viu. – Ri.

– Bom, vou marcar para a quinta-feira, dois dias antes da cerimônia. – Falou.

– Foi o que eu fiz no meu, já que a ressaca nós curamos no outro dia. –

– Como se você fosse de beber...- Acusou.

– Mamãe não mudou, posso mudar. – Ri.

– Bom, você me ajuda? – Perguntou.

– Bem que queria, mas tenho um jantar pra realizar. – Respondi. – Peça ajuda para Cris ou Tori.

– Jantar?

– Um ano de casada. – Respondi

– Verdade... Meu Deus como o tempo passa. –

– Ei, você viu como ficaram as coisas lá na casa de campo? – Perguntei

– Não vi, vou ver na sexta. Papai disse que ficou lindo, ele construiu uns 15 chalés ao redor da propriedade. – Falou.

A propriedade onde ficada a casa de campo era enorme. Meu pai tinha um projeto de fazer uns chalés, para quando ocorrer festas grandes assim para os convidados ficarem. E para que nossos funcionários, quando quiserem passar um final de semana, ou férias com a família poderem usar. Já que a casa principal minha mãe não deixava, e eu não tiro a razão dela.

– Vão caber todos? São mais ou menos umas 60 pessoas? – Perguntei.

– Vai sim. Na casa principal vai ficar papai, mamãe, eu, Caleb, Você, Tobias, Evelyn, Marcus, Cris, Will, nossos tios, Eric, Tori e o pais de Caleb.

– São 7 casais e dois solteiros. – Falei alto.

– Cabe e ainda sobra um quarto. –

– Bom, papai pensou em tudo. Se antes tinha 10 chalés e couberam todos no meu casamento, agora não vai ser diferente. – Falei.

– To indo. Boa sorte... –

– X –

Quinta-feira. Eu estava correndo para arrumar os últimos detalhes do jantar. Iria fazer uma surpresa para Tobias.

Cheguei da empresa e tomei um banho rápido. Desci e Maria estava limpando a cozinha.

– Não, querida. Eu mesma faço isso. Você está dispensada por hoje.

– Sim, senhora. – ela falou, saindo da cozinha.

Lavei minhas mãos e comecei a cozinhar. Preparei frango, arroz, lasanha e muitos outros pratos que eu sei que Tobias adora. Estava sorrindo enquanto cozinhava. Eu não fazia isso há séculos e gostava. Talvez hoje no nosso jantar, Tobias e eu pudéssemos resolver as coisas.

Acabei de cozinhar e pus a mesa. Escolhi o seu vinho favorito e subi para me trocar. Pus um vestido longo vermelho, modelo tomara-que-caia que dava volume a meus seios e tinha uma abertura na perna direita. Fiz minha maquiagem e arrumei o cabelo. Olhei no espelho e gostei do resultado. Pus um salto e desci para esperar Tobias.

Talvez depois do nosso jantar nós pudéssemos sair para algum lugar.

Esperei, esperei e nada dele chegar.

Eu não iria ligar pra ele.

Meu celular apitou. Era uma mensagem dele.

Amor, tive que vir para Chicago.

Volto assim que puder.

Eu joguei o vaso que estava sobre a mesa longe.

Eu não ia chorar.

Eu não ia chorar.

Ah, Tobias, agora já chega.

Subi as escadas, tirei as roupas e maquiagem e fui deitar. Dormir é uma coisa que não fiz. Fiquei pensando e pensando.

Levantei cedo, arrumei as coisas da janta e juntei os cacos do vaso que quebrei. Deixei tudo em ordem, tomei um banho, joguei uma maquiagem no rosto, coloquei uma roupa, liguei para Susan avisando que não iria com eles para a casa de campo, falei que tinha que ajeitar umas coisas agora de manhã e que iria assim que der. Ela achou estranho, mas não fez perguntas.

Desci as escadas. Hoje Maria não iria vir, a dispensei essa semana. Olhei ao redor, e vi uma foto minha e de Tobias no dia do nosso casamento, nos estávamos rindo olhando nos olhos do outro.

Respirei fundo, peguei o telefone liguei para uma pessoa que não gostaria, não porque não gosto, mas sim pelas circunstâncias.

– Peter! Sou eu Tris. – Falei assim que ele atendeu.

– Oi! Fala. –

– Você está na cidade ainda ou já foi para casa de campo?

– Estou aqui ainda, por quê? – Perguntou.

– Sei que você não iria trabalhar hoje, mas poderia ir à empresa? – Perguntei.

– Claro! Aconteceu algo? –Perguntou.

– Conversamos lá, tudo bem? – Falei.

– Ta bom, chego em uns 15 minutos, pois estou próximo. –

– Ótimo, é o tempo que levarei, espere em minha sala. Avisarei a Val. Obrigada.

– Disponha. -

Desliguei e liguei para Val.

– Val! Sou eu Tris. –

– Oi! Diga. – Falou quando atendeu.

– Peter está indo aí e pedi pra ele me esperar em minha sala, por favor, toda descrição. Se ele chegar antes mande o entrar. – Expliquei.

– Claro.

– Obrigada, já estou a caminho. – Falei e desliguei.

Quando cheguei, passei direto por todos, e vi que eles olhavam. Entrei em minha sala e Peter já estava lá.

– Obrigada, Peter, por estar aqui no seu dia folga. –Falei me sentando em minha cadeira.

– Não tem problema. O que posso ser útil?

– Você é advogado daqui, Tobias o mandou aqui para trabalhar na área jurídica, sei que não é sua função, e também sei que é muito bom no que faz. – Falei. – No entanto preciso de seus serviços, algo particular, e se aceitar, o que espero, peço por gentileza toda descrição.

– Está me assustando. – Falou. – Diga no que serei útil.

– Quero pedir o divórcio. – Falei se uma vez só.

Vi que ele me olhou surpreso.

– Bom... é... –

– Não se preocupe, Tobias não pode fazer nada contra você, demiti-lo ou algo assim. Antes de tudo você é registrado como funcionário da PRIOR, e o que estou lhe pedindo é algo meu, nada relacionado a empresa. – Expliquei.

– Bom, em todo caso posso mexer nos papeis para você. – Falou.

– Eu não quero nada, independente do que estiver no contrato pré-nupcial. – Falei. –No entanto quero que tenha uma clausula pedindo sigilo, tanto da minha parte quanto na parte de Tobias. – Pedi.

– Posso saber o por quê? –

– Claro, você é meu advogado. Pois bem essa semana é o casamento da minha irmã, como sabe, e não quero acabar com a alegria com uma noticia que sei que vai abalar a todos. – Respondi. – Nos olhos alheios ainda estou com Tobias.

– Entendo. – Falou. – Tobias está ciente do pedido? – Perguntou.

– Não, essa é outra questão. Poderia fazer esses documentos para hoje ainda? — Perguntei.

– Posso tentar.

– Preciso isso para hoje. E quero que você leve pra ele. Sei que ele não vai estar lá na empresa, mas deixe com sua secretaria Katia, e diga que é algo de estrema importância, relacionado a mim, e mande deixar sobre sua mesa. – Pedi.

– Eu te ligo assim que estiver pronto para você assinar. –

– Obrigada! –

– Mais alguma coisa? – Perguntou.

– Quero que deixe claro pra ele que não quero ter contato direto com ele, qualquer coisa ele fala com você, faça esses documentos de forma que ele não possa questioná-los. Pois conhecendo Tobias ele vai querer achar alguma brecha. – Ri sem humor ao lembrar de como ele é tinhoso.

– Ele sabe o motivo? –

– Com certeza, já que o culpado é ele.

– Desculpe pergunta, mas é traição? – Perguntou sem jeito.

– Não. – Ri. – Não que eu saiba, Tobias pode ter defeitos, mas nesse ponto nunca iria questioná-lo. Na verdade ele me traiu sim, me trocou pela empresa dele.

– Entendo. –

– Mais alguma coisa? – Perguntei.

– Sim. Como vai fazer em relação a não contar para todos? Pelo que sei ele vai estar essa semana com você no casamento.

– Duvido muito que ele vá, é capaz de ter esquecido. –

– Os pais dele estarão lá. – Comentou.

– Sim. Mas eu cuido disso, obrigada pela atenção.

– Bom, estou indo... – Pegou sua jaqueta que estava na cadeira.

– Obrigada. Aguardo retorno o mais breve possível, não esqueça que quero isso pra hoje. Estarei aqui esperando.

– Sim, senhora. – Bateu continência.

– É Tris, Peter. – Ri. – A propósito não discutimos seus honorários.

– Deixe para depois. Ou melhor, que honorários? -

– Faço questão.

Ele saiu. Chamei Val em minha sala.

– Sim? –

– Val, entre e feche a porta.- Pedi.

Ela fechou a porta.

– Sente-se.- Pedi.

– Vai me mandar embora? – Perguntou com medo.

– Claro que não. – Falei assustada. – Nunca faria isso.

– Que alívio.

– Te chamei, pois vou ficar aqui até Peter voltar. Mas não quero que ninguém saiba que estou aqui. Se perguntarem diga que já fui.

– Sim, Tris.

– E quero toda descrição. – Pedi.

– Aconteceu algo? –

Contei tudo para ela. Ela me pareceu chocada, mas não fez perguntas. Perguntou se eu não queria almoçar. Eu pedi um sanduíche e uma coca, apesar de não conseguir comer nada.

Fiquei em minha sala trancada, chorei muito, revendo no que eu errei. Mas eu não fiz nada de errado.

– x –

Quando o relógio marcava umas 17h, Val informou que Peter estava aqui. Mandei-o entrar.

– Desculpa a demora. – Pediu.

– Não, você foi rápido. Sei o quanto demora pra sair esses documentos. –

– Fiz de forma mais sigilosa, paguei uns para que essa informação não vaze pela mídia. – Informou.

– Oh! Não tinha pensado nisso. Obrigada.

– Bom, estão aqui os papeis. – Me entregou para assinar.

Assinei sem pensar duas vezes.

– Quando Tobias assinar, encaminharei esse papeis para o cartório e você passa a se chamar Beatrice Prior novamente.

– Bom, sei que isso vai ocorrer daqui uma semana. Em todo caso ainda sou Eaton.

– Bom, vou passar lá na EATON e deixar esse papeis. Depois vou para casa pegar minha noiva e meus pais, para ir pra festa.

– Te espero lá. Agora que assinei isso já vou pra lá também. – Falei. – Espere. — Pedi.

Fui até o cofre, que ficava atrás de uns livros na minha instante e peguei uma boa quantia.

– Isso é pelo que você teve que pagar para alguns, para adquirir o silencio. – Lhe entreguei um maço de dinheiros. – Não sei se cobre, mas o restante eu lhe dou depois.

– Não! Aqui deve bem mais... –

– Ótimo, fica como um bônus pela sua agilidade. — Falei.

– Não... – Ele tentou falar mas não deixei.

– Não aceito não. – Falei séria.

– Bom... Fui então. – Pegou o dinheiro e saiu.

Eu saí logo atrás. Iria pegar a estrada, não era muito longe, uns 30 minutos, mas estaria sozinha e não tinha costume. Minhas malas já estavam no carro.

– x –

Estava passando o portão da propriedade, e comecei a suar frio. Teria que agir normal, eu iria contar somente para Susan, mas estava pensando seriamente em não falar nada. É o momento feliz dela.

Avistei a casa principal e vi que Susan estava na varanda se seu quarto, quando me viu saiu correndo. Estacionei o carro, desci e respirei fundo. Caminhei até porta de entrada, mas antes que eu chegasse a abri-la, Susan abriu.

– Sei que aconteceu algo serio e quero saber. – Falou. – Não adiante me esconder.

Olhei para ela e desabei. Comecei a chorar. Ela me empurrou para longe da casa e me abraçou.

– Meu Deus, Tris... Calma. – Olhou ao redor. –Acho melhor saímos daqui, pelo que te conheço você não vai querer se vista assim. – Falou. – Me dê a chave do carro. – Pediu. – Eu dirijo.

Entramos no carro e saímos. Vi que ela dirigiu um pouco afastado de tudo. Quando percebi, estávamos perto do rio, em uma cabana onde costumávamos a brincar quando crianças.

– Venha. – Falou ao abrir a porta pra eu sair do carro.

Nem tinha percebido que ela já tinha descido. Caminhamos até a cabana.

– Como você vai entrar aí? – Perguntei já parando de chorar.

– A chave deve estar no mesmo lugar de sempre. – Falou colocando a mão em um vaso que ficava na varanda. – Não falei? – Me mostrou a chave.

Quando entramos a cabana estava limpa em ordem. Perguntei-me como.

– Eu mandei limpa-la. – Respondeu minha pergunta muda. – Agora sente-se e me conte tudo.

– Pedi o divorcio. – Falei na Lata.

– Mas e o jantar de ontem? – Perguntou sem entender.

– Ele não foi, esqueceu. No final da noite recebi a mensagem dele avisando que ele estava indo para Chicago. Não duvido que tenha esquecido que essa semana é seu casamento, e que ele deveria estar aqui.

– Tobias é foda. – Falou séria. – E agora?

– Mandei Peter entregar os documentos ainda hoje, já assinei e tudo. Só estou contando a você, e nem deveria.

– Que rápida você. – Me olhou. – Não deveria me contar por quê? Sou sua irmã.

– É seu casamento. – Falei o óbvio.

– Você é minha irmã... –

– Não conta para ninguém, por favor, só você e Peter sabem disso, não quero que nem Cris, Tori, nossos pais, e muito menos os pais de Tobias saibam.

– Não contarei para ninguém. Prometo. – Jurou. – Mas como você vai fazer caso ele apareça aqui? Ou melhor ainda: caso ele não venha mesmo?

– Se ele aparecer não sei, e se não vir darei a desculpa de sempre: trabalho.

– Eric e Tori, chegam sábado de madrugada. Podemos perguntar algo para Eric no domingo.- Susan falou.

– Não. Melhor não.

– Eles vão desconfiar. Como Eric pode estar aqui e Tobias não? Já que os dois trabalham juntos.

– Eric é diferente.

– E por fala em Eric... – Me olhou com cara de travessa. – Acho que ele e Tori estão juntos.

– Capaz... – Ri

– Sim, peguei os dois na maior saia justa. Eric deu a desculpa que estava ajudando Tori a procurar o brinco. Eu respondi: Tori não esta faltando nenhum brinco seu, estão todos ai na sua orelha. E pelo que sei, se ele caiu, é no chão e não na goela dela né Eric. – Me contou Susan

Essa eu tive que rir.

– Fico feliz por eles. – Falei.

– Bom, podemos ir já? – Perguntou ela se levantando.

– Sim.-

– Está melhor? – Perguntou preocupada.

– Eu estou bem, acho que só chorei porque estava tudo acumulado. Para falar a verdade acho que adiei muito isso.

– Você adiou porque o ama. E ele te ama. Quero só ver quando ele ver os papeis. – Susan riu.

– Ele me ama? – Perguntei,

– Ô SE AMA. – Falou Susan divertida. – Isso você não pode negar, nunca vi um homem quere casar tanto.

– Casar para depois fazer o que faz... Legal isso.

– Já parou para pensar que ele trabalha assim, porque quer te dar de tudo, ser um bom marido ou provar algo para ele mesmo. – Refletiu Susan.

– Eu já tenho tudo, provar algo? O que? –

– Provar que ele pode ser melhor que o pai, que ele pode sim fazer tudo, isso com apenas 26. – Respondeu.

Eu nunca tinha parado para pensar nisso. Voltamos para casa.

– Tris, que bom que chegou! – Minha mãe e abraçou. – Cadê Tobias?

Dei de ombros.

– Entendi! Seu quarto já está pronto – Falou.

– Vou subir e tomar um banho. – Falei.

– Daqui a pouco o jantar será servido.

Tomei um banho e desci.

Como sempre perguntaram de Tobias, principalmente seus pais. Depois fomos jogar baralho. Rimos das brincadeiras do pai de Caleb. Imagina uma turma de palhaços com a Cris, pensa no que deu.

Sábado chegou, e alguns convidados também. Até amanha todos já estariam aqui. Fui dormir, porém de madrugada acordei. Eric e Tori chegaram, mas não desci. Acabei acordando pouco tempo depois com um barulho alto, como estava sonolenta não soube identificar, ouvi que minha mãe levantou, mas não dei bola, dormi novamente.

Acordei e fui me arrumar, estava bem humorada. Desci as escadas e vi que alguns ainda dormiam ou saíram. Acho que alguém dormiu na sala, pois tinha travesseiro e coberta no sofá. Fui em direção a cozinha e abri a geladeira para pegar o leite, quando me firo levo um susto.

– AAAAAAAAAAAA. – Grito.

– Oi! Se assustou. – Riu. – Viu um fantasma amor? – Tobias perguntou na maior cara de pau.

Ouvi passos no andar de cima e alguém saiu correndo.

– O que houve? Morreu alguém? – Susan apareceu descabelada e atrás dela estava Caleb.

Eu não consegui responder.

– Tris você está branca. – Falou passando pela porta da cozinha. – AIIIII JESUS. – Gritou.

– Meu Deus, que gritaria é essa? – Minha mãe falou entrando na cozinha, com as mãos suja de terras. — Dá para ouvir lá fora. Até Evelyn se assustou.

– Tobias, o que você está fazendo aqui? – Perguntou Susan com cara de sono.

Caleb tinha subido novamente.

– Ai que pergunta mais besta Susan. – Falou mamãe.

– Quando chegou? – Perguntei falando pela primeira vez.

– Hoje. – Respondeu Tobias colocando a colher com cereal na boca.

– Não ouviu o barulho querida? – Perguntou mamãe.

– Não... Bom, ouvi algo, mas estava cansada e nem liguei. – Falei pegando o pão e a faca.

– Vim de helicóptero, cheguei por volta das 4h30 da manha, aí sua mãe foi abrir a porta para mim. E como não queria lhe acordar, eu dormi no sofá. – Explicou. – Que alias é bem fofo, mas doem as costas. – Fez cara de dor.

– Ah querido... Hoje você já vai dormir na cama bem confortável. Aposto que Tris ainda vai lhe fazer uma boa massagem. – Falou mamãe. – Bom, vou termina de mexer nas minhas flores. – Falou e saiu.

– Mal posso esperar por essa massagem. – Tobias falou me provocando.

– Acho melhor tomarem café em paz sem briga. – Falou Susan tirando a faca da minha mão. – Não quero que meu casamento vire um velório.

– Velório? – Tobias provoca.

– É, o seu, porque é dois ou uma, ou Tris te mata... ou eu. – Falou Susan enviando a faca no queijo.

Tobias engoliu seco.

– Vocês sobrevivem até eu voltar? – Perguntou seria. – Vou subir, me arrumar e já desço.

Olhei para Tobias e não falei nada.

– Já deu para perceber que nem todos sabem da burrada que você vez, só Susan e seu advogadinho. – Tobias falou sério.

– Peter. Peter é o nome dele. – Corrigir ele para provocar.

– Está íntima assim é? – Falou cínico. – Temos que conversar.

– Se você está falando do assunto que penso, deve ter lido a cláusula que falei que não vou falar com você.

– Não? – Se levantou e saiu pela porta de trás.

Vi que ele foi em direção a minha mãe.

– Tobias! – Corri atrás dele. – Para, por favor.

Ele parou e me olhou.

– Acho que vamos conversar então. – Falou com aquele ar de superior.

– Tudo bem, mas não na frente de todos.

– Como falei acho que vamos conversar. – Ele tinha na face aquele risinho de vitória.

Ah, Tobias... Você ganhou uma luta, mas não guerra.

Notas finais
Carro: http://allthecars.files.wordpress.com/2010/09/land-rover-range-rover-evoque.jpg Obrigada minha beta Vitoria... Quero mais comentários, critica sei la. ate carinha feliz ou triste eu aceito...